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domingo, 9 de junho de 2013 Seleção masculina | 18:52

42 erros e altos e baixos, mas vitória na Liga Mundial

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A seleção brasileira masculina venceu a segunda partida contra a Polônia neste domingo na Liga Mundial. Como no primeiro jogo, venceu os dois primeiros sets, mas nesta tarde teve mais altos e baixos e só fechou a partida no tie-break, com parciais de 28/26, 25/22, 23/25, 20/25 e 15/10.

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FIVB

Vissotto, com 26 acertos, foi o maior pontuador do Brasil

O primeiro set foi equilibrado e o Brasil não fechou antes porque no finalzinho teve dois sets points e desperdiçou com dois saques errados. Quando a bola entrou no serviço de Éder, o bloqueio completou e fechou a parcial. Depois, Lucão sentiu dores e deu lugar a Isac, mais dos novatos do time e que fazia a estreia na Liga Mundial. As jogadas de meio caíram um pouco, afinal, Bruninho é muito mais entrosado com Lucão do que com o novo central. Para compensar, Vissotto comandou os ataques e a seleção fez o seu melhor set na virada de bola.

Aí veio a longa parada até o começo do terceiro set. Na volta ao jogo, a Polônia começou a se arrumar na recepção e, principalmente, cresceu no bloqueio. Ainda com muito mais bolas de meio com Éder que com Isac, os ponteiros acabaram marcados e todo mundo errou. Cada bola atacada reta na tentativa de explorar o bloqueio… Os erros continuaram no quarto set. Parecia que a concentração brasileira tinha se perdido. Resultado? Dois sets vencidos pela Polônia.

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Tie-break e quatro contra-ataques errados do Brasil. Ainda assim, a seleção dominava o placar porque o saque havia voltado a funcionar e o bloqueio também incomodava os poloneses. Apesar dos vacilou, o time amarelo venceu com tranquilidade e levou o jogo.
Ainda é muito cedo para se preocupar com alguma coisa na temporada, mas foram dois jogos nos quais o Brasil poderia ter vencido por 3 a 0. E neste domingo, a seleção errou demais! Foram 42 pontos de graça aos poloneses! Eles falharam 33 vezes, o que também é um número alto. Pelo menos o Brasil soube se recuperar.

E vale lembrar que a Polônia era a mesma campeã do ano passado, enquanto o Brasil se renovou. No primeiro jogo, teve a estreia de Lucarelli, que foi muito bem por sinal. Neste domingo ele rendeu menos. E agora quem entrou foi Isac. Ao longo da partida as jogadas com Bruninho começaram a sair e o saque do central ajudou, e muito. Saiu Lucão, conhecido pela pancada, mas que não estava no melhor dia, e entrou outro com o braço muito pesado. O Brasil marcou oito aces, três com Isac (Vissotto fez mais três, enquanto Lucarelli e Dante completaram a relação).

O saldo da estreia foi positivo, afinal, foram duas vitórias. Agora é acertar a concentração para não deixar cair a virada de bola e manter o ritmo no saque para os jogos da semana que vem. E claro, errar menos e não dar tantos aviões no ataque. o próximo adversário será a Argentina. E então? O que esperar da seqüência da Liga Mundial?

P.s.: Neste domingo a seleção feminina, com o mesmo time campeão em Montreux, venceu a Itália e faturou o título do Torneio de Alassio. Até aqui, aproveitamento de 100% para o time de Zé Roberto!

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sexta-feira, 7 de junho de 2013 Seleção masculina | 15:36

Estreia e tanto de Lucarelli e vitória da seleção na Liga Mundial

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A seleção brasileira masculina de vôlei venceu a Polônia na estreia na Liga Mundial 2013. A partida acabou agora há pouco com 3 sets a 1 para o time nacional, com parciais de 25/22, 25/20, 22/25 e 25/15. E o destaque desse jogo também é para um estreante.

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O ponteiro Ricardo Lucarelli, mais jovem do time com 21 anos, fazia a sua estreia pela equipe na Liga Mundial. Logo no primeiro set, recebeu três bolas de Bruninho e ficou três vezes no bloqueio. Nervosismo de marinheiro de primeira viagem? Pode ser… Ainda na mesma parcial, o Brasil buscou o placar e virou em 18 a 17 justamente com ponto de Lucarelli, dando o troco nos poloneses e marcando no bloqueio. A partir daí, ele entrou no jogo.

Depois de quatro sets, o ponteiro fechou a partida com o maior pontuador, com 17 bolas no chão. Foram 11 ataques, três bloqueios e três aces. E foi justamente o serviço o melhor fundamento dele na partida. Durante as suas passagens pelo saque – muitas vezes forçado, mas também com algumas variações – o Brasil conseguiu quebrar o passe polonês e melhorar no jogo.

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Foi uma estreia e tanto para o ponteiro! Ele soube superar o nervosismo e os bloqueios do começo (e vamos combinar que não é nada bom levar logo três seguidos!) para ser um dos destaques em quadra. E se lembrarmos que o Brasil está um pouco carente na posição, já que Giba se aposentou e Murilo se recupera de uma cirurgia no ombro, é ótimo ver Lucarelli começar assim.

No geral, o Brasil foi bem. Poderia ter fechado o jogo no terceiro set, mas não se abalou e atropelou na quarta parcial. Depois de começar parando no bloqueio, a seleção deu o troco e fechou o jogo com 14 a 12 em pontos no fundamento. O saque também entrou, com direito a seis aces.

Quanto aos demais  jogadores, Leandro Vissotto foi o cara da segurança, cumprindo o seu papel. O entrosamento de Bruninho com Lucão e com Éder (eles atuaram juntos na Cimed e parecem ainda se entender muito bem) também ajudou. O mesmo valeu para a inversão de 5-1. William entrou com Wallace e os dois estão mais do que acostumados a jogar juntos e a troca fez efeito. E também é bom ver Dante seguro, depois de tantos problemas e dores nos joelhos nas últimas temporadas.

Foi só o primeiro jogo de um novo ciclo olímpico. Mas a primeira impressão, para mim, foi boa. Ainda mais vencendo o mesmo time que foi a pedra no sapato da seleção masculina na Liga Mundial do ano passado, com Kurek, Bartman e todo mundo em quadra! Domingo tem mais Brasil x Polônia!

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terça-feira, 28 de maio de 2013 Seleção feminina | 18:22

Erros na recepção, mas dever cumprido na estreia

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A seleção brasileira feminina venceu a Suíça nesta tarde, na primeira partida da temporada, na estreia na Montreux Volley Masters. O placar foi de 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/23 e 25/10. O time teve muitos erros na recepção, quase se complicou no segundo set, mas cumpriu o dever na estreia, de vencer sem perder nenhuma parcial.

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Divulgação

Dani Lins comemora vitória na estreia com as companheiras da seleção

A recepção realmente foi o problema da equipe. No segundo set, por exemplo, o Brasil marcou 21 a 15 e empacou, sem conseguir nenhuma bola na mão de Fabíola, que havia entrado na inversão de 5-1. Sim, era só o primeiro jogo, tinha tensão da estreia e tal, porém foram erros demais. É o primeiro ponto a ser melhorado, sem dúvida.

Já o terceiro set foi uma lavada da seleção, que se impôs no saque com Pri Daroit e deslanchou de vez. Não dava para comparar muito os times na técnica. Era só ver a posição do bloqueio brasileiro, bem armado e a facilidade de ataques colocados, como as diagonais de Fê Garay. Mesmo na estreia, o Brasil é mais time, com variedade de jogadas e, por isso, dominou.

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O que deu para perceber desse jogo? Bom, além dos problemas na recepção, teve gente que pode ter sentido a pressão. Ellen fez uma Superliga e tanto pelo Pinheiros, mas não se achou muito em quadra. É nova, vai ter outras chances e logo deve corresponder. Já as gêmeas Monique e Michelle viraram quando solicitadas, assim como Pri Daroit. São três ainda novas na seleção, mas com experiência na base e isso pode ter ajudado.

Como disse, o Brasil cumpriu o seu dever. Venceu quem seria o rival mais simples e agora encara China e Rússia. Os jogos serão quarta e quinta, às 13h30 (horário de Brasília). Agora é usar o tempo e os jogos para se arrumar. Esse é só o começo do novo ciclo…

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011 Seleção feminina | 19:40

Saque e ponto! Esta foi a estreia do Brasil no Sul-Americano

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“Brasil no perdona”. Esta foi uma das frases mais repetidas pelos narradores da TV peruana pela web que transmitiu a estreia da seleção feminina no Sul-Americano (http://www.frecuencialatina.com/?prog=tv). O placar explica. O Brasil encarou o Paraguai e venceu por 3 sets a 0, com parciais de 25/07, 25/09 e 25/08.

E o Brasil não perdoou e venceu com um placar tão elástico pela fragilidade das rivais, mas também pela maneira como se comportou em quadra. Praticamente todos os contra-ataques viraram pontos com bolas de todas as posições. E o saque, mesmo sem muita força, acabou com passe das paraguaias. O jogo se resumiu a isso. O Brasil chegou, atacou e ganhou.

A facilidade e a diferença entre os times era tanta que um fato chamou a atenção. No único tempo que a tal tv peruana abriu o microfone do ginásio, sabe qual o assunto no banco do Brasil? “Será que estão vendo? Tem algum canal passando”, disse a líbero Fabi para o técnico Zé Roberto. Não, não, Fabi, só a semifinal e a final serão transmitidos pela Sportv…

Ainda não dá para falar da postura do Brasil ou discutir se Zé Roberto acertou ou não em deixar Paula Pequeno e Natália de fora e usar Sassá e Jaqueline, além de Mari e Fernanda Garay, como ponteiras. E, pelo visto, a próxima partida também será simples como a estreia e não será nenhum parâmetro. O Chile, rival desta quinta-feira, também é jovem e não deve representar nenhum perigo. O Sul-Americano deve começar a render mais para o Brasil na partida de sexta, diante da Argentina, que já tem uma equipe mais “encorpada” e que já jogou o Grand Prix.

Mas, como disse Zé Roberto arriscando um espanhol após a estreia, passar por esses jogos faz parte do trabalho do Brasil para garantir a vaga na Copa do Mundo e lutar por um lugar nas Olimpíadas. Se não tem como fugir, é melhor jogar e vencer logo, sem complicações.

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 Superliga | 10:06

Na Superliga, noite de estreia é noite de Sheilla

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A Superliga feminina está na primeira rodada e a noite de terça-feira foi de estreia para o renovado time do Unilever. As cariocas, acostumadas a decidir o torneio com o time de Osasco, teve que mudar para a temporada, mas começou a disputa bem. E Sheilla, uma dessas novidades, foi o destaque.

Sheilla foi a melhor jogadora em quadra nesta terça

Sheilla foi a melhor jogadora em quadra nesta terça

O Unilever venceu o São Caetano por 3 sets a 0 (25/13, 25/17 e 25/15), em 1h13 de partida. Vale lembrar que esse São Caetano é bem diferente daquele dos últimos anos. A equipe paulista perdeu o patrocínio da Blausiegel e chega para a Superliga com um elenco de novatas, com muita vontade, mas pouca experiência.

No jogo, o São Caetano até conseguiu equilibrar até o 10º pontos da segunda e da terceira parcial com bons ataques e levantamentos até ousados da jovem Juliana, de 18 anos. Mas depois, com passe muito ruim, o time passava a errar e via o Unilever abrir. Aí estava a falta de experiência, para se armar e defender melhor, por exemplo.

Já as cariocas estão se conhecendo agora. Da temporada passada, restaram apenas Dani Lins, Regiane (agora como Régis na camisa) e a líbero Fabi no elenco que foi titular da noite de terça-feira. Nas novidades, Sheilla e Juciely, que jogavam no São Caetano, Valesquinha e Suelle. Mas, mesmo sem ritmo de jogo e ainda pouco entrosada pelo começo da temporada, a equipe seguiu as orientações de Bernardinho, conversou bastante para se entender em quadra e venceu, com a ajuda de um bom saque.

E a noite foi de Sheilla. A oposta conhece Dani Lins da seleção, apesar de ter atuado quase toda a temporada jogando com Fabíola, e acho que as duas combinaram bem as bolas para esse “primeiro momento”. A primeira jogada de meio fundo só saiu no terceiro set, mas Dani conseguiu acelerar algumas jogadas com a nova oposta. E Sheilla sabe se virar… Tanto que foi a principal pontuadora da partida, com 15 acertos.

Essa é apenas a primeira rodada, os times ainda vão se acertar, mas acho que o Unilever, mesmo diferente, dará trabalho. Entretanto, time de Bernardinho muda a sua característica para a temporada. Depois de anos tendo como força o bloqueio pesado no meio, com Fabiana, aposto que a equipe jogará agora na velocidade. Além de Sheilla, que até já comentaram por aqui é uma atleta que bate rápido, as centrais precisam da agilidade e da variedade para compensar a altura. Juciely, de 1,84m, é uma ótima central, mas não é a “parede” Fabiana. Dani Lins terá uma grande responsabilidade nas mãos, mas tem boas jogadoras para ajudar…

E em mais uma edição do boletim Terceiro Set, do site do Milton Neves, parceiro do iG, cometei sobre o desempenho do Unilever neste começo de temporada. Quem quiser ouvir, basta clicar no link Boletim Terceiro Set

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terça-feira, 10 de novembro de 2009 Seleção feminina | 11:51

Estreia com cara de estreia na Copa dos Campeões

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Primeiro jogo é sempre a mesma coisa. As atletas entram um pouco nervosas, as jogadas demoram a sair e, aos poucos, o time se encontra. Foi exatamente isso o que aconteceu com a seleção brasileira feminina nesta madrugada contra a República Dominicana na Copa dos Campeões. As brasileiras venceram por 3 sets a 0 (veja como foi o jogo) em uma estreia com cara de estreia.

Bloqueio do Brasil - Divulgação/FIVB

Bloqueio do Brasil - Divulgação/FIVB

O Brasil começou o jogo tenso, como assumiram as próprias atletas, e chegou a levar 19 a 12 das dominicanas, único time que já venceu a seleção nesta temporada.Foi aí que apareceu uma das armas dessa equipe de Zé Roberto: o bloqueio. Com saque bem feito e uma parede na rede, as brasileiras empataram e depois fecharam com três ataques de Natália, maior pontuadora do jogo. No set seguinte, mais uma vez as dominicanas saíram na frente e o Brasil virou. Já na última parcial, domínio verde e amarelo de ponta a ponta. Ou seja, o time dormiu no começo, mas se achou ao longo da partida.

É bom ver a seleção com bons bloqueios mesmo sem Fabiana, especialista neste fundamento, mas que está fora do time por causa de uma tendinite no ombro. Thaísa, outra central titular que se recupera de lesão, só entrou no terceiro set. Ainda sim, Carol Gattaz e Adenízia seguraram a pressão e mantiveram o nível na rede. Foram apenas nove pontos na partida, o que é pouco para esse time, mas eles saíram em momentos fundamentais.

Agora será a vez de encarar o Japão. Que o nervosismo da estreia tenha passado e a equipe nacional já comece embalada.  O jogo será na manhã de quarta-feira, às 8h (horário de Brasília), com transmissão do canal Sportv. As asiáticas jogam um estilo diferente das dominicanas, usando muito mais a velocidade, e ganharam elogios de Zé Roberto Guimarães. Mas, se o Brasil entrar bem concentrado e quebrar o passe rival, consegue mais uma vitória.

E você, o que achou da estreia do Brasil na Copa dos Campeões? O que espera para o jogo contra o Japão? Deixe seu comentário!

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