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terça-feira, 28 de maio de 2013 Seleção feminina | 18:22

Erros na recepção, mas dever cumprido na estreia

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A seleção brasileira feminina venceu a Suíça nesta tarde, na primeira partida da temporada, na estreia na Montreux Volley Masters. O placar foi de 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/23 e 25/10. O time teve muitos erros na recepção, quase se complicou no segundo set, mas cumpriu o dever na estreia, de vencer sem perder nenhuma parcial.

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Dani Lins comemora vitória na estreia com as companheiras da seleção

A recepção realmente foi o problema da equipe. No segundo set, por exemplo, o Brasil marcou 21 a 15 e empacou, sem conseguir nenhuma bola na mão de Fabíola, que havia entrado na inversão de 5-1. Sim, era só o primeiro jogo, tinha tensão da estreia e tal, porém foram erros demais. É o primeiro ponto a ser melhorado, sem dúvida.

Já o terceiro set foi uma lavada da seleção, que se impôs no saque com Pri Daroit e deslanchou de vez. Não dava para comparar muito os times na técnica. Era só ver a posição do bloqueio brasileiro, bem armado e a facilidade de ataques colocados, como as diagonais de Fê Garay. Mesmo na estreia, o Brasil é mais time, com variedade de jogadas e, por isso, dominou.

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O que deu para perceber desse jogo? Bom, além dos problemas na recepção, teve gente que pode ter sentido a pressão. Ellen fez uma Superliga e tanto pelo Pinheiros, mas não se achou muito em quadra. É nova, vai ter outras chances e logo deve corresponder. Já as gêmeas Monique e Michelle viraram quando solicitadas, assim como Pri Daroit. São três ainda novas na seleção, mas com experiência na base e isso pode ter ajudado.

Como disse, o Brasil cumpriu o seu dever. Venceu quem seria o rival mais simples e agora encara China e Rússia. Os jogos serão quarta e quinta, às 13h30 (horário de Brasília). Agora é usar o tempo e os jogos para se arrumar. Esse é só o começo do novo ciclo…

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segunda-feira, 27 de maio de 2013 Seleção feminina | 19:09

Ano da seleção começa com mais novatas que veteranas

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Começa nesta terça-feira mais um ciclo olímpico para a seleção feminina brasileira de vôlei. As comandadas por José Roberto Guimarães estreiam na Montreux Volley Masters diante da Suíça, às 16h (horário de Brasília). E para o início do trabalho, mais caras novas do que veteranas. Quem vai ser sair bem e se firmar na equipe para o ciclo que vai até 2016?

Veja os horários de jogos da Montreux Volley Masters

CBV

Tandara, Fê Garay e Ellen: mistura na seleção brasileira para começar o ciclo olímpico

As mais experientes são Dani Lins e Fabíola, Tandara, Fê Garay, Adenízia e Camila Brait. Já entre as novatas, tem gente que nem é tão nova assim na idade, mas que tem pouca rodagem da seleção, como Juciely. E outras como Claudinha, Monique, Ellen, Pri Daroit, Michelle, Letícia Hage e Suellen.

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Primeiro as veteranas… Acho justa a volta de Fabíola ao time e, até agora, não entendi o seu corte para levar a Fernandinha para as Olimpíadas de Londres. Dani Lins cresceu em 2012, segurou o time em Londres e Fabíola fez de novo uma boa Superliga. Vale apostar nelas mais uma vez. Já Camila Brait tem tudo para mostrar o seu potencial sem ter que dividir o posto por enquanto com Fabi. A será a vez de Tandara aparecer como oposta. Ela também melhorou na Superliga, conseguiu ser a jogadora de segurança em diversos jogos, principalmente na segunda parte do torneio.

No lado das novatas, quero ver o desempenho de Claudinha. Como ela vai ser sair em um time grande, com mais responsabilidade. Ela vai trabalhar com Zé também no Vôlei Amil e pode ajudar nesse novo ciclo, afinal, o Brasil sofreu com levantadoras ultimamente. Dani foi fundamental em Londres, como já disse, mas isso foi uma boa surpresa.

Na posição de oposto, Monique deve colocar pressão em Tandara. Ela cresceu no Praia Clube e teve que ajudar o time quando Herrera se machucou. Já as ponteiras, quero ver Ellen, o rosto novo. A jogadora se destacou no Pinheiros, uma equipe com atletas pouco conhecidas, mas que deu trabalho. Ellen se mostrou forte no saque e consciente na rede, apesar de seus 1,79m. Vamos se terá chance na seleção e como ela se sai.

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CBV

Juciely tem 32 anos, mas é umas jogadoras da ala das menos experientes da seleção

Tem ainda as centrais. Juciely é baixa para a posição (1,84m), não é mais tão nova (tem 32 anos, 10 anos a mais que Letícia, outra central que vai para a Montreux), mas é veloz e excelente jogadora. As últimas Superligas deixaram isso bem claro. Ainda pode ser aproveitada por Zé Roberto. Pena que Bia e Angélica estão machucadas e não viajaram com a seleção. Bia, por exemplo, apareceu mais até que Fabiana no Sesi na última temporada. E Angelica foi mais um destaque do Praia Clube. Espero que ainda tenham chances.

Se há um momento para testar e colocar mais novatas que experientes em quadra é agora. E que a altura não seja um problema, porque essa seleção está um pouco baixa e, se ganha na velocidade, pode perder na marcação.

A Montreux é só o primeiro torneio da temporada e vale a pena já começar a mexer no time para ter tempo para pensar em formações, analisar desempenhos até ter um time lá no meio do ciclo que deve serguir até as Olimpíadas. Mais para frente, com Grand Prix e tal, as velhas conhecidas Sheilla, Thaísa, Fabiana e companhia devem voltar. Por enquanto, boa sorte para quem chegou! E bom desempenho para quem já estava no time!

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 Superliga | 22:24

Vôlei Amil passa pelo paredão do Pinheiros e vence nas quartas

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Em meados do segundo set, os números da partida indicavam 12 a 2 em pontos de bloqueio para o Pinheiros no confronto contra o Vôlei Amil nesta noite, o último da primeira rodada das quartas de final. E esse foi o fundamento que mais me chamou a atenção no duelo desta quarta-feira. O Pinheiros tem um time menos estrelado e menos experiente que o Vôlei Amil, mas mostrou volume, sacou bem, bloqueou melhor ainda e os 3 sets a 1 no placar podem não demostrar o quão equilibrado foram as parciais.

Doro Jr

Pri Daroit foi destaque na vitória do Vôlei Amil sobre o Pinheiros em casa

Veja como foi a partida set a set

O bloqueio do Pinheiros fechou o jogo com 26 pontos. O Vôlei Amil até melhorou e conseguiu 12 tentos, mas sofreu, e muito, com o paredão rival, comandado por Ellen. Poucas conseguiam colocar a bola no chão. Ramires foi parada, Walewska foi parada na china, Vasileva foi parada. Quem estava recebendo bola e virando era a ponteira Pri Daroit, que não a toa foi a maior pontuadora, com 23 acertos e eleita a melhor em quadra.

O Vôlei Amil venceu porque soube crescer nos finais dos sets, quando o jogo ficava mais equilibrado. O exemplo foi a quarta parcial. Depois de ter vantagem de três pontos, deixou o Pinheiros com seu saque e bloqueio empatar em 24 a 24. Aí apareceu a búlgara Vasileva. Ela recebeu uma bola alta na entrada de rede e encaixou no espaço entre os braços do bloqueio, colocando no chão. Depois, recebeu e marcou de novo. O time ganhou ânimo e fechou a parcial e a partida, vencendo de virada com parciais de 23/25, 25/23, 25/21 e 28/26.

Seguindo a lógica, pela classificação da primeira fase, o Vôlei amil fez jus por ser o favorito e ter terminado em terceiro na classificação geral e venceu o Pinheiros, que acabou em sexto. Na prática, a equipe da capital paulista mostrou mais uma vez que pode surpreender. Basta levar toda a efetividade do sistema defensivo para o ataque. Essa é mais uma série que promete equilíbrio.

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sábado, 26 de janeiro de 2013 Superliga | 08:42

Rodada de vitória suada do Amil e surpresa do Pinheiros

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*atualizado às 14h30

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Andrea, do Pinheiros, encara o bloqueio do Sollys/Nestlé

A quarta rodada do returno da Superliga começou com uma surpresa e acabou tarde na sexta-feira. Primeiro, o Pinheiros, na zebra até aqui da competição, venceu o Sollys/Nestlé. Depois, o Vôlei Amil penou, levou o jogo ao tie-break e só no quinto set venceu o Sesi em casa. Que rodada!

Quando vi na tabela que seria dia de Sollys/Nestlé x Pinheiros, não tive como evitar o pensamento de que seria mais uma vitória do time de Osasco. O retrospecto das duas equipes e os elencos apontavam para isso. Mas se de um lado a bicampeã olímpica Sheilla, titular em dois sets, marcou apenas 3 pontos, do outro a líbero Leia fez uma partida de dar inveja.

Com defesas lindas da sua líbero, o Pinheiros mostrou volume e acabou com a paciência do Sollys. Depois de tanto atacar e a bola não cair, elas perderam e a concentração e a partida por 3 sets a 1 (25/16, 28/26, 20/25 e 25/19). E o Pinheiros não apenas defendeu, como sacou bem. O time da capital paulista marcou 11 pontos em aces. Isso mesmo, foram 11 pontos diretos de saque! Que número invejável.

Do lado do Sollys, se Sheilla não aparece bem nos números, quem assume a responsabilidade é Fernanda Garay, maior pontuadora com 17 acertos. No Pinheiros, destaque para Ellen, com 24 bolas no chão. Pelo elenco, experiência, investimento e tudo mais, o resultado foi uma zebra. Mas que deve ter dado um ânimo e tanto aos Pinheiros, ah, isso deve!

Para fechar a rodada, Vôlei Amil recebeu o Sesi. Pelo primeiro set, vencido pelo time da casa com bom saque e 6 a 2 no bloqueio, poderia se pensar em um jogo mais simples. Nada disso. A partida foi resolvida apenas no tie-break, com vitória do Campinas (25/17, 23/25, 15/25, 25/23 e 15/13), e mostrou algumas coisas…

No Sesi, Tandara cresce como a atacante de definição. Foram 28 pontos dela na partida, soltando o braço do começo ao fim. Mas ainda acho que Fabiana não está rendendo o que pode. Ok, ela marcou 12 pontos, mas poderia ser uma segurança a mais para a levantadora Dani Lins. Quem tem aparecido mais pelo meio é a outra central, a jovem Bia, que foi grande no bloqueio.

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Sistema defensivo funcionou e o Vôlei Amil cresceu no bloqueio contra o Sesi

No Vôlei Amil, Daymi Ramirez e Suellen chamaram a atenção. A cubana é aquela atacante que chama o jogo, mas mostrou que também sabe bloquear. E a líbero, criticada pelo peso e por falta de agilidade em alguns momentos, teve uma atuação e tanto na defesa. Ela quase sempre estava na posição certa na quadra. E também recuperou bolas no reflexo e na agilidade. Foi merecida a escolha da líbero como a melhor em quadra.

O jogo foi bom. O Sesi poderia ter liquidado em 3 a 1 depois de se recuperar. Se no primeiro set não se achou no bloqueio, no terceiro seu um passeio e marcou 7 a 1 no fundamento na parcial. Entretanto, desacelerou no set seguinte, viu o Vôlei Amil voltar a bloquear e continuar defendendo bem e acabou tendo que decidir no 5º set. Aí, melhor para as donas da casa.

De tanto que Zé Roberto reclamou, o seu time se acertou na defesa. Várias bolas subiram e os contra-ataques entraram. Mas acho que isso não deve fazer o Sesi abaixar a cabeça. O time vem, sim, melhorando no returno e, apesar da primeira derrota, errou menos e fez uma boa partida. Talvez falta equilibrar mais a distribuição no ataque e deixar Dani Lins com o passe mais redondo. Mas um time que passa um set inteiro sem nenhum erro, como foi na terceira parcial, também merece méritos.

Enfim, foi uma bela rodada! Na classificação, Unilever segue líder após vitória sobre o Usiminas. Mesmo com a derrota, o Sollys/Nestlé é o segundo, com o mesmo número de pontos do Banana Boat/Praia Clube, que levou um susto e só bateu o São Caetano por 3 a 2. Agora, o Vôlei Amil é o quarto colocado, seguido pelo Sesi. E daqui a pouco tem mais vôlei, com a Superliga masculina… Tá bom para um feriadão?

P.s.: viram a virada do Sesi para cima do RJX na manhã deste sábado? Placar foi 3 sets a 2 (21/25, 22/25, 25/20, 26/24 e 15/12), com destaque para Lorena, maior pontuador com 26 bolas no chão e Everaldo, levantador que entrou no segundo set no Sesi e não saiu mais. Com isso, o time paulista ajudou o Sada/Cruzeiro na corrida pela liderança. O RJX ainda está dois pontos na frente na tabela, mas os mineiros jogam neste sábado…

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