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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 Superliga | 08:00

Resta saber a ordem dos classificados na Superliga feminina

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Depois da pausa para o carnaval, a Superliga voltou na sexta-feira e agitou o final de semana. No masculino, só um jogo para completar ainda a rodada de antes da folga, com vitória do Canoas por 3 a 0 diante do Super Imperatriz. Já no feminino, os oito times com vagas nos playoffs já estão definidos. Agora, falta saber a ordem final dos classificados.

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E entra ano e sai ano e a decisão gira em torno de Rio de Janeiro e Osasco. A Unilever poderia ter assegurado o primeiro lugar na classificação geral com vitória por 3 a 0 ou 3 a 1 sobre o Sesi no sábado. A vitória veio, mas por 3 sets a 2 e, agora, advinha contra quem o time de Bernardinho vai disputar a liderança? Sim, isso mesmo, com o Sollys/Nestlé, a equipe de Osasco.

Saiba como foi os 3 a 2 do Unilever contra o Sesi set a set

A vantagem ainda está do lado carioca, que soma 44 pontos na classificação geral, com 13 vitórias seguidas. O Sollys, que tem 39 pontos, entra em campo durante a semana  e pega o Usiminas/Minas fora de casa. Depois, na sexta, encara o Unilever. Para assumir a liderança, a equipe paulista precisa faturar as duas partidas. Mas de qualquer maneira, o duelo Sollys x Unilever dará uma movimentada a mais nessa reta final. Podem ser os adversários de sempre, mas isso não quer dizer que o espetáculo perde a graça…

Outra briga ainda boa vem logo em seguida na tabela. O Vôlei Amil passou pelo Banana Boat/Praia Clube por 3 sets a 1 e está na terceira colocação com 36 pontos. Já Sesi e as mineiras do Praia estão com 32 pontos e disputam quem ficará com o quarto lugar e com o direito de mandar na série das quartas de final.

Leia mais sobre a vitória do Vôlei Amil sobre o Praia Clube

Os demais classificados estão mais afastados. Pinheiros é o sexto colocado, com 21 pontos, seguido por Usiminas/Minas, com 19, e Rio do Sul, com 15. Os últimos jogos da oitava rodada do returno e rodada que fecha essa etapa selam essas colocações e aqui, vale tentar cair contra quem é teoricamente mais simples no cruzamento dos playoffs.

E agora, já dá para fazer alguma aposta para as finais desta temporada da Superliga feminina? Por enquanto, a tabela favorece mais um Unilever x Sollys/Nestlé na decisão. Entretanto, Vôlei Amil, que perdeu com a lesão da Daymi, mas teve Pri Heldes bem no lugar da também lesionada Fernandinha, engatou uma boa série de vitórias e pode atrapalhar. Sesi também melhorou, e muito, no returno. Mesmo com a derrota do final de semana, o time não tem que perder o embalo e, sim, aproveitar a boa fase de Tandara. Quem perdeu mais força foi o Praia Clube sem a cubana Herrera. Será que o time tem chance de título? Vamos acompanhar os últimos jogos e comentar por aqui. Até!

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 12:04

Técnico José Roberto Guimarães em ação

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Assistir a um jogo que pode ser considerado fácil e com pouco público tem as suas vantagens. Acompanhei da quadra a vitória do Vôlei Amil sobre o Pinheiros aqui em São Paulo pela Superliga feminina 2012/2013. A torcida do time da casa não lotou o ginásio e fez pouco barulho. O Vôlei Amil venceu sem sustos, como era esperado, por 3 sets a 0. No entanto, o que chamou a minha atenção foi a atuação do técnico José Roberto Guimarães e também a movimentação das jogadoras. Foi possível escutar conversas, orientações, broncas e ver um pouco melhor como o tricampeão olímpico trabalha. Ele ajuda e muito a equipe, mas também provoca.

Felipe Christ/Amil

Zé Roberto conversa e gesticula o tempo todo para a equipe

Como é comum no vôlei, Zé Roberto acompanha o jogo o tempo todo de pé, bem ao lado da quadra. E enquanto o técnico do Pinheiros Wagão faz o estilo mais calado, daqueles que observa as jogadas e tenta incentivar o time em alguns momentos, o treinador de Campinas fala o tempo todo.

“Às vezes mais exaltado, às vezes menos, mas eu tento me comunicar sempre. As pessoas acham que eu sou calmo, que eu falo pouco, mas é exatamente ao contrário. Eu falo o tempo inteiro e tento jogar com elas o tempo inteiro”, explicou Zé Roberto após a partida. Veja alguns exemplos:

A cubana Daymi vai para o saque com o Vôlei Amil com vantagem no placar. Do banco, Zé Roberto grita: “Pode forçar, pode forçar. ‘Vambora'”. A ponteira solta o braço, o time consegue o contra-ataque e faz mais um ponto. O técnico vibra e elogia as suas comandadas no mesmo instante.

Em outro momento, toda a didática para falar com Pri Daroit, um dos destaques da partida. A ponteira recebe uma bola na entrada de rede e está marcada pelo bloqueio do Pinheiros. Sem muita força, ela tenta explorar, mas acaba jogando por cima da marcação e a bola vai fora. Ali, enquanto o time se rival de arruma para sacar, Zé Roberto chama Pri para uma rápida conversa.

“Quebra ela lá”, diz ele apontado para o lado e mostrando qual movimento a sua atacante deveria fazer com o punho para direcionar melhor a bola. “Você bateu ela reto de novo”, completou o técnico, sem alterar o tom de voz.

Na sequência, mais uma jogada para Pri Daroit, mais uma vez marcada pelo bloqueio. Agora, ela segue as orientações que acabou de receber, desvia a bola do bloqueio e pontua. Ela corre para o banco para abraçar o treinador com jeito de professor.

E assim foi a partida toda. “Falo para não abrir antes, moçada”, avisa Zé depois de ponto do Pinheiros em uma jogada de fundo. “Levantador atrás, levantador atrás”, alerta ele para as suas jogadoras que estão na rede. Vale também, mesmo com o jogo simples, reclamar com o juiz. Depois de uma bola marcada como dentro no ataque do Pinheiros, ele vai até a linha do fundo de quadra e fala: “Aí, não. Eu estou na mesma linha que você e vi muito bem. Isso não”.

Conseguir escutar as conversas também rendeu algumas risadas. No segundo set, o árbitro marca que a bola caiu, mas as jogadoras do Pinheiros seguem, como se nada tivesse acontecido. O juiz precisa apitar mais algumas vezes para elas pararem. Ele chama a capitã Andreia para uma rápida conversa. E a comandante da equipe em quadra explica: “Desculpa, acho que deu ’tilte'”.

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sexta-feira, 30 de março de 2012 Superliga | 20:52

Com superioridade, Sollys/Nestlé chega a mais uma final

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Quando começaram os playoffs da Superliga feminina, comentei aqui no blog que havia grandes chances de termos mais uma final entre Sollys/Nestlé e Unilever. Metade da previsão acabou de ser concluída. Com superioridade em quadra, concentração e uma grande partida, o time de Osasco bateu o Usiminas/Minas por 3 a 0 e fechou a série semifinal, garantindo o seu lugar na decisão.

Leia mais sobre a partida: Sollys/Nestlé vence e vai à 11ª final de Superliga consecutiva

Sollys/Nestlé

Sollys/Nestlé fechou a série semifinal em 2 a 0 contra o Usiminas/Minas

A equipe de Minas sofreu nesta noite sem duas jogadoras. A cubana Daymi levou dois amarelos no primeiro jogo da série. Já Mari Paraíba sofre com uma lesão crônica no joelho e não entrou em quadra. Uma oposta e uma ponteira a menos fizeram falta no fundo de quadra e também no ataque. Herrera, a outra cubana, é uma excelente jogadora, mas não consegue se virar sozinha. E a recepç]ao sentiu as ausências e ficou frágil… Elas tentaram, lutaram, mas eram bem mais vulneráveis que o Sollys/Nestlé.

Do lado paulista, depois de bobear e quase perder um set nas quartas para o BMG/São Bernardo e perder uma parcial no primeiro jogo da semifinal, a concentração reinou. O Sollys/Nestlé buscou o marcador e disparou, principalmente nos finais dos sets. Destaque para os nove pontos de bloqueio de Adenízia e para o bom saque, que achou um caminho mais fácil com os desfalques mineiros.

O time de Osasco venceu porque foi mais coeso. Usou bem o serviço e esteve muito atento do bloqueio, com 13 pontos no fundamento. Além disso, acertou a mão no ataque e no contra-ataque. No total, foram 44 pontos na rede contra apenas 28 do Usiminas/Minas. As mineiras não tinham reservas do nível de Daymi e Mari Paraíba e sentiram a pressão e foram facilmente derrotadas.

Agora resta acompanhar a série entre Unilever x Vôlei Futuro para saber se a final da Superliga feminina continuará a mesma…

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quarta-feira, 21 de março de 2012 Superliga | 10:03

Cubanas levam Minas para semifinal da Superliga

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A Superliga feminina tem as suas semifinalistas conhecidas. Depois de Sollys/Nestlé, Unileve re Vôlei Futuro, o Usiminas/Minas venceu o Sesi em casa no tie-break, fechou a série em 2 jogos a 1 e também avançou. E não tem como falar do time mineiro sem citar as cubanas.

Usiminas/Minas - Divulgação

Herrera comemora com a líbero Tássia a vitória do Usiminas/Minas

Em todos os jogos do Usiminas, citei Herrera e Daymi, seja para falar que elas comandaram os ataques do time ou para falar que a equipe não foi bem porque elas não estavam inspiradas. As duas são o termômetro do Usiminas/Minas na temporada e não foi diferente na noite de terça-feira, para o bem e para o mal.

Veja como foi a vitória do Usiminas/Minas nas quartas de final set a set

Os primeiros sets da partida foram opostos. No começo, o Sesi deslanchou contanto com nove pontos de Elisângela na primeira parcial. Depois, foi o Minas quem, bloqueando e atacando mais, venceu. No terceiro set as cubanas ficaram mais evidência. Daymi reclamou muito com o árbitro, o time desconcetrou, levou cartões amarelos e acabou perdendo de novo. Esse é lado ruim de ter uma cubana no time…

Porém, no quarto e no quinto set, as mineiras viram como é bom ter as suas cubanas. Daymi “voltou” para o jogo e Herrera seguiu virando bolas que recebia de Claudinha. Com dois contra-ataques de Herrera, o Usiminas/Minas fez 13 a 12 no tie-break, por exemplo. Depois, fechou no erro de saque do Sesi.

No final, Herrera marcou 27 pontos, foi a maior pontuadora da partida e ainda ganhou o troféu de melhor em quadra. A oposto Ramirez teve 26 acertos. Com suas cubanas, o time mineiro chegou à semifinal e agora, vai enfrentar o Sollys/Nestlé. Como será o confronto de estrangeiras, com Daymi e Herrera de um lado e Destinee Hooker do outro?

Provocar para quê?

E já que o assunto foram as cubanas, vamos falar de provocação. As caribenhas são velhas conhecidas das brasileiras pelas provocações na rede e tal, mas dessa vez, elas só mostraram o que sabiam na bola. Quem provocou e exagerou foi Fernada Isis, dando “tchau” para Elisângela depois da classificação (do mesmo jeito que Elisângela também não precisava ter provocado no segundo jogo, segundo os leitores comentaram por aqui). Para quê?

Jogadores reagiram na mesma hora no Twitter. “Na boa, Fernanda Ísis. Vamos combinar, não precisa disso”, postou Natália. Se falamos tanto em respeito da torcida com os jogadores, também temos que ter respeito entre os atletas.

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segunda-feira, 12 de março de 2012 Superliga | 16:41

Superliga feminina tem quartas de final com três favoritos

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Jaqueline - Divulgação

Jaqueline encara bloqueio do Unilever no jogo que deu a liderança do returno ao Solly

A rodada do final de semana decidiu os playoffs da Superliga. E mesmo depois de mudança em pontuação e time reformulados, temos chances de mais uma final entre Unilever e Sollys/Osasco. Isso porque dos confrontos de quartas de final, na minha opinião, três terão favoritos.

O Sollys/Nestlé abre o mata-mata contra o São Bernardo na noite desta segunda-feira. O time de Osasco ficou com a primeira colocação depois de bater o Unilever em um jogo que falaram que foi da veterana Fernanda Venturini x a atual levantadora da seleção Fabíola, mas eu acho que foi um jogo de lindas defesas. Fabi, de um lado, e Camila Brait, do outro, recuperaram inúmeras bolas! E Jaque e Tandara formam um bom fundo. Venceu quem soube aproveitar mais os contra-ataques e errou menos.

Para o jogo desta noite o Sollys/Nestlé é favorito. Assim como o Unilever é favorito contra o Mackenzie/Cia do Terno e o Vôlei Futuro diante do Banana Boat/Praia Clube. Os times mantém o discurso de que agora começa um campeonato novo, que todo mundo volta ao zero e que é preciso respeitar. Sim, respeito é fundamental, sempre, mas não dá para esquecer tudo que o que já aconteceu nesta Superliga.

Para organizar, vou falar de um jogo por tópico. No final, quem quiser, deixa o seu palpite!

Sollys/Nestlé x BMG/São Bernardo (dia 12/03, às 21h, no José Liberatti, em Osasco)

A equipe de Osasco venceu no turno e no returno. Agora, tem a vantagem de contar com o elenco completo. A oposta Hooker está em plena forma depois de lesão na mão por causa de uma briga com o namorado. Fabíola também voltou após lesão no joelho. E Ju Costa, fora das últimas rodadas, está liberada. Gosto da formação com Hooker e Tandara como ponta. Acho que o time rende no ataque, com duas jogadoras de referência, além de Jaqueline, e pode ir bem no passe, já que Tandara já foi ponteira e teve que fazer fundo também. Só Fabíola que deve voltar a se acertar com os meios, que receberam bolas ruins no jogo contra a Unilever.

Do lado do BMG/São Bernardo, apesar da experiência de Lia e Dani Scott, elas devem ficar pelo caminho. Podem complicar com um jogo agressivo para tentar quebrar o passe e mexer com o psicológico do Sollys. Acho que Sollys passa e vai para a semi contra Usiminas/Minas ou Sesi.

Unilever x Mackenzie/Cia do Terno (dia 13/03, às 16h30, no Mackenzie, em Belo Horizonte)

O Unilever vem de duas derrotas, para Vôlei Futuro e Sollys/Nestlé, mas ainda é mais time. Fernanda Venturini sabe impor uma bela velocidade à equipe e conta com as centrais Valeskinha e Juciely para concluir. Sheilla ainda tem momentos ruins, mas sabemos muito bem que pode decidir. O problema do time segue no passe. Régis melhorou, mas Mari ainda vive uns momentos de brancos. E a equipe segue sem reservas, já que Natália agora que foi liberada para andar sem as muletas depois da segunda cirurgia na canela esquerda. Ainda assim, mesmo contra as ponteiras do time de Minas, o Unilever deve passar para as semifinais.

Vôlei Futuro x Banana Boat/Praia Clube (dia 13/03, às 18h45, no Plácido Rocha, em Araçatuba)

A aposta é o time de Araçatuba classificado para encarar o Unilever na semifinal. Mas isso se o técnico Paulo Coco mantiver a equipe que venceu o Unilever no returno, com Ana Cristina no levantamento, principalmente. Ana Tiemi é alta e ajuda na rede, mas Ana Cristina é mais precisa, conhece mais as companheiras e é melhor nessa hora de decisão. Se estiver bem, Stacy também merece a vaga de líbero.

Usiminas/Minas x Sesi (dia 13/03, às 21h, na Arena Vivo, em Belo Horizonte)

Aqui, sim, um confronto equilibrado. Enquanto o Minas tem as cubanas Herrera e Daymi no ataque, sob o comando da levantadora Claudinha, o time paulista tem um ótimo sistema defensivo. O Sesi nasceu nesta temporada e, em alguns jogos, sofreu no ataque dependendo da “pequena” Sassá. Porém tem Elisângela e Soninha, que sabem soltar o braço. Já as mineiras dispensam muitos comentários. Quando Herrera está em um bom dia, é difícil segurá-la. As duas equipes têm boas chances de chegar à semi e, possivelmente, encarar o Sollys/Nestlé.

Vale lembrar que as quartas de final serão decididas em séries de melhor de três. Segundo a CBV, todos os jogos terão transmissão. na primeira rodada, a Sportv transmite todos os jogos.

P.s.: Na Superliga masculina, os playoffs devem começar no dia 16. Até lá faço também um jogo a jogo. E desculpa pela ausência nos últimos dias, galera, mas tive uma semana recheada de problemas pessoais e precisava de um tempinho!

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 Superliga | 22:20

Até agora, Superliga volta do carnaval como esperado

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A Superliga 2011/2012 voltou na noite desta sexta-feira depois da parada para a folia do carnaval. Depois de desfilar em escolas de samba, como as meninas do Unilever, curtir camarote na Sapucaí, como Murilo e Jaqueline, e fechar o feriado com show de despedida do Exaltasamba, que contou com o elenco da Cimed/Sky lá em Florianópolis, os jogos voltaram.

Ana Cristina e Fernanda Garay

Fernanda Garay postou uma foto no Twitter ao lado de Ana Cristina após vitória sobre o Pinheiros

E, pelos resultados do feminino nesta sexta-feira, as coisas seguem como o esperado. Líder Unilever bateu o Macaé por 3 sets a 0, com dois sets apertados e vida fácil na última parcial. O Vôlei Futuro, em casa, passou pelo Pinheiros pelo mesmo placar. A equipe de Araçatuba errou saques, mas se impôs no ataque e dominou o jogo (veja os detalhes do jogo). O Pinheiros, apesar de estar por enquanto em oitavo na tabela, segue sem grandes chances na temporada depois do desmanche que sofreu no ano passado.

Falando em tabela, o Mackenzie/Cia do Terno venceu o BMG/São Bernardo, mais um time que, na minha opinião, não “virou” nesta temporada, também em sets diretos e assegurou um lugar nos playoffs da Superliga.

Mas o jogo esperado da rodada é entre Sollys/Nestlé e Usiminas/Minas, na tarde de sábado. Se vencer, o time de Osasco segue na vice-liderança. Um tropeço faz as laranjas serem ultrapassadas pelo Vôlei Futuro. Será uma partida interessante porque o Sollys/Nestlé vinha de boas atuações. A equipe ganhou volume com a volta da levantadora Fabíola e finalmente começou a ver a norte-americana Destinee Hooker em ação. Já as mineiras têm as cubanas Herrera e Daymi no ataque sob o comando da levantadora Claudinha. Promessa de boas jogadas.

Sobre o masculino ainda é um pouco cedo para comentar, já que quase toda a rodada também será no sábado. Na noite desta sexta-feira apenas vitória no tie-break do RJX sobre o BMG/São Bernardo (leia mais sobre a partida) e um duelo equilibrado entre Vôlei Futuro e Vivo/Minas. Volto depois da rodada com os resultados atualizados e mais comentários.

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