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Posts com a Tag Dani Lins

domingo, 5 de abril de 2015 Superliga | 21:44

Rexona e Molico na frente na semifinal… A história vai se repetir?

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As semifinais da Superliga feminina começaram neste final de semana e Rexona/Ades e Molico/Nestlé saíram na frente. As cariocas venceram o Camponesa/Minas e o time de Osasco passou pelo Sesi. Será que a velha e conhecida história das finais da Superliga vai se repetir, com Rio x Osasco na decisão? Primeiro, vamos ao que aconteceu no sábado.

Bloqueio do Rexona na vitória sobre o Minas no 1º jogo da semifinal

Bloqueio do Rexona na vitória sobre o Minas no 1º jogo da semifinal da Superliga

Camponesa/Minas 1 x 3 Rexona/Ades

Foi um jogo repleto de erros: 26 para cada lado, segundo as estatísticas da CBV. E isso é muito! No primeiro set, por exemplo, o Minas não fez nenhum ponto de saque e nem de bloqueio, mas deixou o jogo igual porque ganhou 13 pontos de graça das cariocas. E erros à parte, a partida foi bem equilibrada nos três primeiros sets. Já no quarto set, foi o Minas quem vacilou e deu oito pontos, enquanto o Rexona foi abrindo e liquidou com 10 pontos de vantagem (as parciais do jogo foram 25/23, 22/25, 25/22 e 25/15).

O Rexona, apesar de nem sempre ser constante e também errar, é mais experiente e consegue crescer em qualquer momento de decisão, seja com uma chamada a mais de Bernardinho ou com uma inversão que dá certo. Já o Minas tem Jaqueline, mais uma vez quem mais pontuou para o time, mas ainda tem jogadoras mais novas e isso pode ter pesado, como disse a central Walewska depois da derrota. Agora passou o impacto na primeira partida da semifinal, mas ainda aposto na equipe do Rio de Janeiro para chegar à final.

Ivna foi a maior pontuadora da partida, com 25 acertos

Ivna foi a maior pontuadora da partida, com 25 acertos

Sesi 2 x 3 Molico/Nestlé

Mais um tie-break para a conta do Molico nesta Superliga (já fiz um post sobre isso aqui no blog!). O time de Osasco venceu os dois primeiros sets diante do Sesi mostrando bloqueio e saque afiados. Erros da central Fabiana também ajudaram as visitantes na segunda parcial. Mas o cenário mudou a partir do terceiro set. Será que foi aquela mais do que manjada síndrome do terceiro set? O Molico poderia ter crescido e acabado com o jogo, mas passou a errar e viu o Sesi, agora com Fabiana recuperada, empatar e levar o jogo para o tie-break. No set final, mais uma vez o saque e o bloqueio ajudaram. Para completar, na passagem de Dani Lins pelo serviço e com Carcaces no contra-ataque, o Molico emplacou três pontos e fechou em 15 a 10 (as parciais foram 25/11, 26/24, 22/25, 20/25 e 15/10).

Voltando a falar em erros, o Molico pecou neste jogo. Deu 11 pontos de graça no terceiro set, quando era o momento de aproveitar o embalo e fechar a partida. No total, foram 29 pontos de graça para o Sesi. A vitória veio graças ao bloqueio, que funcionou muito bem, marcou 27 pontos e compensou. Gabi e Dani Lins tiveram boas passagens pelo saque, o que ajudou no fundamento. Mas é complicado errar tanto e vencer mais uma vez… Apesar do triunfo, fica o sinal de alerta.

As semifinais continuam nesta semana… A gente se vê!

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Superliga | 11:01

De 3 a 2 em 3 a 2 se chega à final? Para o Molico, sim…

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A terça-feira foi de rodada cheia na Superliga feminina. Uma das partidas foi o clássico paulista entre Pinheiros e Molico/Nestlé. Depois de perder os dois primeiros sets – com direito a ter levado cinco pontos seguidos e a virada no primeiro set após chegar aos 24 a 21 – o time de Osasco se recuperou e venceu as paulistanas por 3 sets a 2. Mais um tie-break para a conta das comandadas por Luizomar de Moura, que seguem em terceiro na classificação geral.

Divulgação

Molico comemora vitória de virada diante do Pinheiros

Diante do Pinheiros, no primeiro turno, o Molico também venceu no quinto set. E nesses dois jogos tudo bem, era esperado dificuldade. O Pinheiros não tem o elenco estrelado de Molico, Rexona ou Sesi, mas é uma equipe consistente e quem vem dando trabalho na Superliga e não ganhou a Copa do Brasil por acaso. O problema foi que o Molico venceu apenas no tie-break jogos considerados mais simples, como diante do Rio do Sul (9º na tabela) e São Caetano (8º na classificação).

Os pontos perdidos nesses jogos podem pesar? “Se for para chegar à final vencendo tudo por 3 a 2, não tem problema. Prevaleceu a união da equipe”, comentou a levantadora Dani Lins depois da partida da noite de terça-feira contra o Pinheiros. Ok, esses resultados não tiram o Molico dos playoffs ou nada disso, mas podem complicar para os cruzamentos no mata-mata. Ainda mais sabendo que nas últimas rodadas do returno terá pela frente Praia Clube, que aparece logo atrás do time na tabela, Sesi e Rexona, os primeiros colocados. Dá para segurar o terceiro lugar assim? Se o returno da Superliga acabasse hoje, o cruzamento seria Molico x Pinheiros, mais uma vez.

A vantagem é que o time voltou a jogar completo no returno. O Molico ficou um mês sem Dani Lins e Thaísa e outras partidas sem Carcaces, o que dificultou. Agora todo mundo está em condição de jogo para a reta final da Superliga.

Enquanto isso, Rexona segue invicto na liderança. Apesar de Bernardinho reclamar e dizer que a equipe ainda não está no nível esperado, em quadra as meninas dão conta do recado. A vítima mais recente foi o Brasília. Será que elas seguem invictas até o mata-mata?

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domingo, 27 de abril de 2014 Superliga | 16:15

Unilever cresce na fase final e fatura com sobra a Superliga

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A final foi diferente, mas o desfecho da Superliga feminina 2013/2014 foi com um velho conhecido no topo. Pela nona vez, o Unilever conquistou o título nacional. Depois de tantos anos encarando o time de Osasco na decisão, a equipe carioca dessa vez tinha o Sesi pela frente. Com começo arrasador e apenas uma bobeada no terceiro set, o elenco comandado por Bernardinho fez 3 sets a 1 se sagrou campeão de novo.

Alexandre Arruda/Divulgação CBV

Unilever é campeão da Superliga pela nona vez

O que fez o Unilever levar mais um título? Nesta temporada, o time sofreu críticas (eu me incluo nisso também), passou por altos e baixos e teve algumas derrotas bem inesperadas pelo caminho. A lesão de Fofão que a deixou parte do campeonato fora de jogo prejudicou. Roberta ainda é uma levantadora nova e não é nem justo compará-la a Fofão. Valeskinha também se machucou e aí deu lugar a Carol, mais uma central considerada baixa, mas que a exemplo da companheira de posição Juciely, sabe compensar com técnica e tempo de bola no bloqueio. Carol virou titular com méritos.

A equipe chegou aos playoffs sem aquele favoritismo disparado das outras temporadas, mas como já comentamos por aqui, cresceu na hora certa. Foi um novo time no momento da decisão, com jovens como Gabi e Carol assumindo a responsabilidade e a sérvia Mihajlovic virando e sendo destaque em alguns jogos desta fase final. Quando tinha que ter calma para virar um placar ou se manter à frente, o Unilever cumpriu seu papel e ganhou força a partir das quartas de final.

Saiba como foi a vitória do Unilever sobre o Sesi set a set na final da Superliga

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho fez o time crescer nos playoffs e comandou mais um título nacional

A partida deste domingo não foi diferente. Logo nos dois primeiros sets deu um passeio com saque que atrapalhou a recepção do Sesi e contou com os bloqueios de Carol  e companhia na rede. E se acontecia um rali, e foram diversos ao longo da partida, a tranquilidade para definir estava do lado carioca. Por exemplo, no primeiro set, um dos primeiros ralis vencidos pelo Sesi já foi com 18 a 10 no placar.  Os números do jogo comprovam isso, tanto que a maior diferença entre os times foi no ataque: 44 a 34 para o Rio.

O Sesi ainda tentou reagir e fez um excelente terceiro set com uma tática do técnico Talmo de Oliveira. A oposta Ivna parou demais no bloqueio rival. Por isso, ele improvisou Dayse como oposta e colocou Pri Daroit como ponteira ao lado de Suele. Deu certo e foi Dani Lins quem passou a trabalhar com passe na mão. Mas ainda na parcial, o Unilever reagiu com uma seqüência de cinco pontos ou mais e embalou de novo.

Veio o quarto set e a decisão. Apesar de um placar um pouco mais equilibrado, o time carioca seguiu na frente e quando o lado paulista parecia que ia reagir, errava ou ficava em um bloqueio. Teve um rali com uma linda defesa de Suele, por exemplo. A bola subiu, Dani Lins correu e olhou para Pri Daroit. As duas pararam e a bola caiu no meio. Não dá para fazer isso na final, ainda mais contra o Unilever. Com bola na mão, Fofão chamou Carol, que colocou a bola no chão e definiu os 3 a 1.

O Sesi avançou para a final ao eliminar o Moliço/Nestlé com ótimas atuações de Dani Lins e Fabiana. O time depende da dupla e os 10 pontos de Fabiana não foram suficientes neste domingo. Com passe ruim, a central ficou apagada em diversos momentos do jogo. Já o Unilever variou mais as jogadas, trabalhou mais tempo com uma recepção que ajudou Fofão e, principalmente, acho que teve tranquilidade para definir ralis e pontos importantes. Como disse, cresceu na competição quando precisava, ganhou força e se mostrou gigante na final. Para o Sesi valeu ter mudado a história. Mas o título ficou do lado de quem foi melhor, do começo ao fim.

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sábado, 12 de abril de 2014 Superliga | 16:39

Unilever cresce, conta com defesas de Fabi e faz outra final

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A equipe do Unilever assegurou a sua vaga na final da Superliga 2013/2014. Depois de uma temporada de tropeços, o time de Bernardinho chegou aos playoffs sem o mesmo favoritismo de antes, mas fez jus a camisa, cresceu na hora certa (como já comentávamos no post anterior) e fechou a semifinal com 3 sets a 2 diante do Vôlei Amil e 2 a 0 na série.

Festa do Unilever na semifinal no Maracañazinho

Festa do Unilever na semifinal no Maracañazinho

Achava que esse ano a Superliga poderia ter uma final diferente depois de algumas atuações do Unilever ao longo do torneio. Também apostava o Vôlei Amil pudesse interromper a hegemonia carioca. Errei. A equipe de Bernardinho fez logo 3 a 0 na primeira partida da semifinal e mostrou tranquilidade e personalidade para acabar com a série neste sábado.

Pelo primeiro set, parecia que seria diferente. Com Natália inspirada e bom saque, o elenco de Campinas venceu sem problemas. Na segunda parcial, o cenário de inverteu e quem passou a acertar passes e jogadas foram as cariocas, que empataram o jogo. Vitória de novo da Unilever no terceiro set e empate mais uma vez com parcial para o Vôlei Amil logo em seguida. Aí, na hora da decisão, calma e precisão do lado carioca.

O tie-break chegou a ficar 14 a 10 para o Unilever depois de erros de ataque de Tandara e Kristin. Mas com um ace e dois bloqueios, as campineiras empataram em 14 a 14. Isso dá moral para qualquer um crescer e virar de vez o jogo. Mas não foi assim. O Unilever recuperou o match point e colocou a bola no chão para vencer e avançar para a final.

A diferença na dinâmica do jogo me chamou a atenção. Tirando os problemas no passe vividos dos dois lados, tanto a defesa campineira como a carioca estavam presentes. Só que do lado do Vôlei Amil, a impressão era que a bola apenas subia e era preciso passar como fosse possível para seguir a jogada. Já no Unilever, até nas defesas as bolas sobravam melhores para Fofão, fluindo mais o jogo.

E para isso, méritos de Fabizinha. Ela estava em todas as bolas e salvou muitas jogadas, entregando bem para que Fofão seguisse com a armação. A líbero foi eleita a melhor em quadra com louvor. Fofão, aos 44 anos, dispensa comentários pela calma para decidir as jogadas e leitura da partida. E outra que merece destaque é Carol. A jovem central conquistou a vaga de titular nesta temporada, comandou o bloqueio no primeiro jogo da semi e foi a maior pontuadora do time carioca neste sábado.

Sesi na frente

Enquanto isso, na outra semifinal, caiu a invencibilidade do Molico/Nestlé. O time de Osasco, que não perdia há 28 jogos, ou seja, toda a Superliga, levou 3 sets a 1 do Sesi em casa na noite de sexta-feira. E aqui os méritos vão para a dupla Dani Lins e Fabiana. A levantadora soube distribuir muito bem as jogadas e a central é aquela velha conhecida da seleção desde meados da Superliga.

E durante o jogo tive a impressão de ver o Sesi mais solto em quadra. Em alguns momentos, como no final do segundo set, se não me engano, o Molico reagiu e o time de Talmo ameaçou ficar nervoso. Mas se segurou e venceu. No geral, parecia que as jogadas do time de Osasco eram mais forçadas enquanto o jogo fluía melhor do outro lado.

E agora, o que vem pela frente? O Sesi chegou a ser 10º colocado no torneio e melhorou muito depois da Copa Brasil. Depois disso ainda foi campeão sul-americano justamente diante do Molico. Será que a final vai ser diferente graças ao Sesi? Ou o Molico/Nestlé reverte a série e repete a decisão contra o Unilever? Eu é que não vou arriscar nenhum palpite…

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segunda-feira, 27 de maio de 2013 Seleção feminina | 19:09

Ano da seleção começa com mais novatas que veteranas

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Começa nesta terça-feira mais um ciclo olímpico para a seleção feminina brasileira de vôlei. As comandadas por José Roberto Guimarães estreiam na Montreux Volley Masters diante da Suíça, às 16h (horário de Brasília). E para o início do trabalho, mais caras novas do que veteranas. Quem vai ser sair bem e se firmar na equipe para o ciclo que vai até 2016?

Veja os horários de jogos da Montreux Volley Masters

CBV

Tandara, Fê Garay e Ellen: mistura na seleção brasileira para começar o ciclo olímpico

As mais experientes são Dani Lins e Fabíola, Tandara, Fê Garay, Adenízia e Camila Brait. Já entre as novatas, tem gente que nem é tão nova assim na idade, mas que tem pouca rodagem da seleção, como Juciely. E outras como Claudinha, Monique, Ellen, Pri Daroit, Michelle, Letícia Hage e Suellen.

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Primeiro as veteranas… Acho justa a volta de Fabíola ao time e, até agora, não entendi o seu corte para levar a Fernandinha para as Olimpíadas de Londres. Dani Lins cresceu em 2012, segurou o time em Londres e Fabíola fez de novo uma boa Superliga. Vale apostar nelas mais uma vez. Já Camila Brait tem tudo para mostrar o seu potencial sem ter que dividir o posto por enquanto com Fabi. A será a vez de Tandara aparecer como oposta. Ela também melhorou na Superliga, conseguiu ser a jogadora de segurança em diversos jogos, principalmente na segunda parte do torneio.

No lado das novatas, quero ver o desempenho de Claudinha. Como ela vai ser sair em um time grande, com mais responsabilidade. Ela vai trabalhar com Zé também no Vôlei Amil e pode ajudar nesse novo ciclo, afinal, o Brasil sofreu com levantadoras ultimamente. Dani foi fundamental em Londres, como já disse, mas isso foi uma boa surpresa.

Na posição de oposto, Monique deve colocar pressão em Tandara. Ela cresceu no Praia Clube e teve que ajudar o time quando Herrera se machucou. Já as ponteiras, quero ver Ellen, o rosto novo. A jogadora se destacou no Pinheiros, uma equipe com atletas pouco conhecidas, mas que deu trabalho. Ellen se mostrou forte no saque e consciente na rede, apesar de seus 1,79m. Vamos se terá chance na seleção e como ela se sai.

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CBV

Juciely tem 32 anos, mas é umas jogadoras da ala das menos experientes da seleção

Tem ainda as centrais. Juciely é baixa para a posição (1,84m), não é mais tão nova (tem 32 anos, 10 anos a mais que Letícia, outra central que vai para a Montreux), mas é veloz e excelente jogadora. As últimas Superligas deixaram isso bem claro. Ainda pode ser aproveitada por Zé Roberto. Pena que Bia e Angélica estão machucadas e não viajaram com a seleção. Bia, por exemplo, apareceu mais até que Fabiana no Sesi na última temporada. E Angelica foi mais um destaque do Praia Clube. Espero que ainda tenham chances.

Se há um momento para testar e colocar mais novatas que experientes em quadra é agora. E que a altura não seja um problema, porque essa seleção está um pouco baixa e, se ganha na velocidade, pode perder na marcação.

A Montreux é só o primeiro torneio da temporada e vale a pena já começar a mexer no time para ter tempo para pensar em formações, analisar desempenhos até ter um time lá no meio do ciclo que deve serguir até as Olimpíadas. Mais para frente, com Grand Prix e tal, as velhas conhecidas Sheilla, Thaísa, Fabiana e companhia devem voltar. Por enquanto, boa sorte para quem chegou! E bom desempenho para quem já estava no time!

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terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 15:48

Amil anuncia Claudinha e líderes já têm suas 'cabeças'

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O Vôlei Amil anunciou nesta terça-feira Claudinha como a levantadora para próxima temporada. Com isso, os líderes da última Superliga fecham as, digamos, cabeças de suas equipes. E acho que fizeram bons negócios.

Divulgação/ZDL

Claudinha é a nova levantadora do Vôlei Amil

O time de Campinas era justamente quem precisava de uma mudança. Zé Roberto apostou em Fernandinha, mas ela poderia ter mostrado mais. Ela sofreu com uma antiga dor nas costas e lesões e nem pode atuar em toda a temporada e, em alguns momentos, pecou nas decisões em quadra, sendo um pouco previsível. Pri Heldes entrou, e bem, em seu lugar, mas ainda é muito nova para assumir o time, apesar de ter futuro. Agora chega Claudinha.

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A ex-levantadora do Minas também é jovem, tem 25 anos, mas tem feito boas Superligas. Ela é habilidosa e ao mesmo tempo passa segurança em quadra e deve dar uma cara nova ao time. Além disso, terá dupla jornada para mostrar o trabalho a Zé Roberto, em Campinas e na seleção. Boa chance para dar um salto na carreira.

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Essa semana também foi de anúncios de renovações na Unilever. Seguem no time Sarah Pavan, Valeskinha e, já que o assunto do post são levantadoras, Fofão. Aos 43 anos ela vai para mais uma temporada e ainda comandando a equipe com aquela tranquilidade aparente que lhe é peculiar. É um exemplo a ser seguido e deve mesmo se manter em quadra enquanto o físico lhe permitir.

Sollys/Nestlé e Sesi, que completaram os quatro primeiros na temporada 2012/2013 já haviam renovado com suas levantadoras e também acertaram. Fabíola, além de ter conquistado a torcida, fez duas excelentes temporadas no Osasco, enquanto Dani cresce em Londres e ainda pode ajudar o time da capital.

Cabeças definidas, agora é seguir a movimentação nas outras posições! Gostaram dos negócios até aqui?

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terça-feira, 5 de março de 2013 Superliga | 22:07

Semis definidas… E passou quem disse que chegaria lá

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Acabou agora há pouco o último jogo das quartas de final da Superliga feminina. O Vôlei Amil venceu o Pinheiros por 3 a 1 de virada e assegurou a vaga na próxima fase. Agora, encara o Sollys/Nestlé na semifinal, que passou sem muitos problemas pelo Usiminas/Minas com duas vitórias. Na noite de segunda-feira, o Sesi já havia se classificado ao bater o Praia Clube fora de casa. O time de São Paulo será o rival da Unilever, outra que teve vida simples e despachou o Rio do Sul nos playoffs. E curiosamente estão nas semifinais quem me falou que chegaria até essa etapa.

Divulgação

Daymi Ramirez vibra coma torcida do Vôlei Amil. Ela foi destaque da vitória sobre o Pinheiros

Ainda na festa de lançamento da Superliga, conversei com jogadoras desses quatro times. Unilever e Sollys/Nestlé mais uma vez já começaram o torneio como os favoritos a mais uma final e nem precisamos ficar justificando isso. Pelo elenco, Sesi e Vôlei Amil eram os meus outros candidatos.

O Sesi conta com campeãs olímpicas como Tandara, Dani Lins, Fabiana e companhia. Já o Vôlei Amil tinha uma proposta interessante de misturar juventude de ponteiras como Pri Daroit ou Vasileva, que na época era pouco conhecida por aqui, com experiência da também campeã olímpica Walewksa e da cubana Daymi Ramirez. Tanto Sesi quanto Vôlei Amil disseram que o objetivo da temporada era, pelo menos ficar entre os quatro. Pois bem, elas chegaram lá.

O Sesi me surpreendeu. O primeiro turno do time não foi lá dos melhores, mas a equipe se recuperou no returno, como já comentamos por aqui em outros momentos. E se o Sesi melhorou, o Praia Clube teve um começo fulminante, mas perdeu um pouco a potência com a lesão e a ausência da cubana Herrera. Ainda assim fez uma excelente Superliga. Já do lado paulista, Tandara cresceu e muito nos últimos jogos. Ela foi destaque na partida da segunda-feira.

Mas o que chamou a atenção foi a concentração. Tinha visto jogos em que o Sesi estava bem, mas perdia a cabeça, errava principalmente na recepção e se complicava. Dessa vez, elas se mantiveram atentas o tempo todo, principalmente no terceiro set, quando foram buscar o placar. A recepção funcionou e com passe, as atacantes apareceram e decidiram. O time chega forte para a semifinal.

>>Leia mais sobre a vitória do Sesi sobre o Praia Clube

No jogo desta noite, o Vôlei Amil mais uma vez teve trabalho diante do Pinheiros, um time que eu não imaginava que fosse melhorar tanto ao longo da Superliga. Assisti a um jogo entre as paulistas e as campineiras aqui em São Paulo no primeiro turno  e foi uma vitória simples para o lado comandado por José Roberto Guimarães. Agora, o Pinheiros tem um volume e tanto no bloqueio e jogadoras jovens, mas que vibram e acreditam demais em cada bola e sabem encarar os considerados mais fortes. Só que o Vôlei Amil, depois de perder o primeiro set, cresceu no embalo de Ramirez, maior pontuadora e melhor em quadra, e ficou com a vaga na semifinal.

>>Leia mais sobre a vitória do Vôlei Amil sobre o Pinheiros

E agora, mais uma vez Unilever e Sollys/Nestlé confirmam o status de favoritos e chegam de novo à decisão? Ou Sesi e Vôlei Amil podem parar o time do Rio e o de Osasco? Vamos descobrir a partir desta sexta-feira. O primeiro jogo da nova rodada de playoffs será Sesi x Unilever aqui em São Paulo, às 21h (horário de Brasília).

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quarta-feira, 29 de agosto de 2012 Diversos, Superliga | 20:47

Sollys/Nestlé é o "supertime" da temporada?

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O Sollys/Nestlé apresentou, nesta quarta-feira, a equipe para a temporada 2012/2013 do vôlei nacional. Além de manter a base atual campeã da Superliga, o time ganhou os reforços de Sheilla e Fernanda Garay. Olhando o elenco no papel, já dá para falar que a equipe de Osasco é o “supertime” desta temporada?

Apresentação do Sollys/Nestlé para a temporada 2012/2013

Apresentação do Sollys/Nestlé para a temporada 2012/2013

Nomes para sustentar esse status o Sollys/Nestlé tem, sem dúvida alguma. E ter mantido a base que deu certo no ano passado é sempre bom, para qualquer equipe. Em 2011/2012, Fabíola se entrosou e foi bem ao lado de Adenízia e principalmente de Thaísa, por exemplo. Jaqueline ajudou no passe e Camila Brait se destacou como líbero. Para completar, Hooker entrou dominando na rede.

Leia também: Sheilla revela ‘pressão’ das companheiras antes de acertar com o Sollys/Nestlé

Agora, Sheilla assume a responsabilidade da virada de bola, já que a norte-americana foi para o voleibol russo. Na ponta, Fê Garay fica com o lugar dividido por Ju Costa (que está no Azerbaijão) e Tandara (novidade do Sesi, mas falo disso daqui a pouco). Com isso, o time troca uma excelente oposta por outra que cresceu, e muito, nas Olimpíadas e voltou a ser decisiva para a seleção brasileira. Do outro lado da rede, conta com mais uma atleta destaque em Londres, que está melhorando também no fundo e tem potência no ataque. Ou seja, boa base já acostumada a jogar junta com uma bela combinação de novidades.

O Sollys/Nestlé se armou muito bem, mas acho que ele não estará sozinho na temporada. A Unilever, por exemplo. Perdeu jogadoras como Sheilla, Mari (vai jogar no Fenerbahce) ou Fernanda Venturini (aposentada, mais uma vez). Mas conta com Fofão, levantadora que ficou um ano sem time, mas que tem uma bagagem que dá segurança a qualquer elenco, além de ter mantido Natália, Régis, Valeskinha, Juciely, Amanda e Fabi. Ou seja, a base continua aí. E ainda contratou a canadense Sarah Pavan e falta a chegada de Logan Tom, um reforço e tanto de uma atleta que garante volume de jogo e experiência. O time ainda não relaciona a norte-americana em seu elenco, mas todos já dão a contratação como certa.

A equipe não deve, nesta temporada, ter o problema de falta de jogadoras como no ano passado. Mari não estava em bom momento e Natália estava machucada. Com isso, Bernardinho acabou muitas vezes sem opção de troca. Agora, pode ter perdido uma atleta decisiva como Sheilla, mas finalmente poderá contar com Natália. A dúvida por aqui é justamente sobre o técnico. Ele é esperado para seguir no comando e cumprir o contrato, mas já comentou que pode deixar ou a equipe carioca ou a seleção masculina neste ano.

Zé Roberto ao lado de Walewska e Fernandinha na apresentação ao Amil/Vôlei

Zé Roberto ao lado de Walewska e Fernandinha na apresentação ao Amil/Vôlei

Quem também chega e já pode dar trabalho é a Amil/Vôlei. O novo time de José Roberto Guimarães fez uma mescla interessante entre novatas e veteranas. Se tem a levantadora Fernandinha e a central Walewska, conta ainda com jogadoras da seleção de novas e que já foram destaque na Superliga, como ponteira a Priscila Daroit, a central Natasha e a oposto Ju Nogueira. Essa última, por exemplo, é uma nova, mas que ajudou bastante a Unilever quando atuou por lá. As estrangeiras são a búlgara Elitsa Vassileva, que atuou na Itália e é conhecida de Zé Roberto, e a cubana Daymi, que formou uma dupla muito efetiva com Herrera no Minas em 2011/2012.

Outro time a ter de reforçado e que deve figurar entre os grandes é o Sesi. Aqui, foram nove contratações. Dani Lins, destaque da medalha de ouro em Londres depois de ter conquistado o posto de levantadora titular, terá a companhia da experiente Carol Albuquerque na posição. Elisângela segue como oposta, mas terá do outro lado Tandara, que pode seguir como oposta e virar reserva ou voltar a atuar como ponta, e Suelle, mais uma jogadora que já passou pela Unilever e aprendeu muito por lá. Para completar, Fabiana comandará o time pelo meio-de-rede, ao lado de Natália, jovem, mas que vem se destacando desde os tempos de São Caetano. E ainda tem Sassá, sempre vista como segurança no fundo. Assim como a equipe de Campinas, o Sesi alia experientes e jovens e tem chances de ir além do quinto lugar da última Superliga.

Agora é com vocês. O Sollys/Nestlé é mesmo o “supertime” da temporada? Quem pode brigar com o atual campeão da Superliga? Deixe seu recado!

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sábado, 11 de agosto de 2012 Seleção feminina | 18:01

Brasil é bi em um jogo que resume a campanha em Londres

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É bi! A seleção brasileira feminina de vôlei é bicampeã olímpica! E a final diante dos Estados Unidos resumiu em quatro sets a campanha do time em Londres. A equipe foi atropelada na primeira parcial e, ainda assim, conseguiu se reencontrar para virar e ficar com a medalha de ouro.

Leia mais sobre a final: Brasil reage de novo, vence EUA e conquista o bi olímpico no vôlei feminino

Nas Olimpíadas, o Brasil começou com tropeços, com a cabeça baixa e sem convicção no ataque. Exatamente como foi no primeiro set. Depois, cresceu e mostrou psicológico equilibrado para se segurar em quadra e vencer. O ataque entrou com lindas pancadas. A defesa funcionou, recuperando bolas. O saque deu trabalho à recepção rival. Exatamente como foram nas outras três parciais da final, vencidas pelas brasileiras.

Esse ouro foi a medalha da superação. Eu cheguei a desacreditar na seleção depois de ver tantas atuações regulares e com panes, como durante o Grand Prix ou mesmo nas Olimpíadas. Mas, aos poucos, elas se uniram, acharam a regularidade e fez com que todos voltasse a acreditar na medalha. E ela veio!

O destaque da final foi Jaqueline. Depois de vários jogos ao longo da temporada com rendimento baixo no ataque, ela já tinha melhorado na fase final em Londres. Neste sábado, virou jogadora de segurança, virando bolas na pancada a partir do segundo set. E definir na pancada dá moral! A ponteira usou isso e foi a maior pontuadora da partida, com 18 acertos.

E o destaque para mim ao longo das Olimpíadas foi Dani Lins. Mais uma vez, tenho que fazer jus a atuação da levantadora. Ela saiu do banco, soube conquistar a posição de titular recolocando as meios no jogo e usando Sheilla pelo fundo, uma jogada que estava um pouco esquecida e não vinha surtindo tando efeito. Com isso, ganhou três armas e tanto no ataque e pode escolher com quem queria jogar. Na decisão, a partir do segundo set, usou e abusou de Fabiana, que virou quase todas (como a central também cresceu e se achou em quadra ao longo do torneio. Neste sábado, foi gigante no bloqueio), sentiu o bom momento de Jaqueline para o desafogo e seguiu com Sheilla. Thaísa também agradeceu as boas bolas.

Ah, e não tem como não falar das defesas do Brasil. Fê Garay parou de virar em alguns momentos na final, mas colaborou no fundo. Fabizinha, mas uma jogadora que foi vista como dúvida depois da temporada de Camila Brait, salvou lindas bolas na decisão. E foi graças ao volume de jogo que a defesa proporcionou que o jogo acabou ficando mais fácil contra os EUA. Nem Hooker, principal pontuadora da Olimpíada, conseguiu virar com tranquilidade. O Brasil estava bem posicionado, recuperou bolas e teve paciência para matar os contra-ataques.

Mas como já disse outras vezes aqui. A seleção passou a vencer quando colocou a cabeça no lugar e conseguiu ser mais regular em quadra. Se as jogadoras haviam sido convocadas era porque tinham méritos e qualidades. Mas a cabeça estava atrapalhando. Desde o Grand Prix, com atuação de altos e baixos e também no começo das Olimpíadas. Quando o grupo se uniu de fato e se organizou, o talento apareceu e elas ganharam mais um ouro.

E que infeliz coincidência dos Estados Unidos. Foram elas quem colocaram o Brasil na fase final com a vitória sobre a Turquia. E agora, elas ficam com a prata. Mas isso é a vitória do esporte. Elas venceram a Turquia porque eram melhores que as rivais. E hoje, venceu o Brasil porque soube reagir e ser melhor na final.

Para fechar, parabéns a Zé Roberto Guimarães. Ser tricampeão olímpico não é para qualquer um.

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012 Seleção feminina | 19:17

3 a 0 arrasador na semifinal para seleção feminina

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E a seleção feminina está na final olímpica! O time entrou forte, dominou do começo ao fim, fez 3 sets a 0 para cima do Japão e avançou à decisão em Londres. Bela vitória!

O começo do jogo já mostrou como seria toda a partida. O Japão tocava em todas as bolas no fundo. Mas o Brasil também estava atento na defesa e, aos poucos, fez com que as bolas recuperadas no fundo virasse contra-ataques. Principalmente a partir do segundo set, a seleção mostrou um ótimo volume de jogo e o saque, com Thaísa, passou a quebrar a recepção japonesa. E para completar, nada de síndrome do terceiro set. Sinais de que o emocional da equipe vai bem, obrigada.

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Como destaques do jogo, começo pela líbero Fabi. Ela se jogou, deu peixinhos e chegou bem nas coberturas. No ataque, Jaqueline fez sua a melhor partida. Foi acionada por Dani Lins e virou. Sheilla, depois de ser o destaque no final do jogo contra a Rússia, ganhou moral e segue como segurança, principalmente pelo fundo. Voltou a ser uma oposta muito decisiva. E Dani, com o passe na mão, usou e abusou mais uma vez das meios, que vivem ótimo momento.

E por falar em meio, já comentei várias vezes aqui que um dos principais fundamentos deste time é o bloqueio. Hoje o bloqueio entrou e muito bem. Foram 14 pontos no fundamento contra apenas um das asiáticas. Um show no fundamento! E se a bola passasse direto, tinha alguém lá no fundo da quadra para ajudar.

Foi uma excelente atuação, mas agora quem o Brasil tem pela frente são os Estados Unidos. A seleção vem, sem dúvida nenhuma, em uma crescente nas Olimpíadas e agora, depois de evoluir em todos os fundamentos e mostrar mais estabilidade em quadra, pode encarar as norte-americanas de igual para iugal. É manter a postura e partir para a final!

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