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terça-feira, 27 de janeiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:44

O que o Funvic Taubaté tem?

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Divulgação/CBV

Funvic Taubaté é campeão da Copa Brasil

Tanto a versão feminina como a masculina da Copa Brasil tiveram campeões inéditos em 2015. A diferença foi que, para as mulheres, venceu um dos times mais tradicionais do País, o Pinheiros. E entre os homens, o título ficou com o reformulado Funvic Taubaté. O time do interior de São Paulo já disputou outras Superligas, mas nesta temporada veio com cara de equipe grande, cheia de estrelas, e, por enquanto, tem cumprido o seu papel.

O Taubaté desbancou o Sesi para faturar o título do Paulista. Agora, depois de ter passado pelo Sada Cruzeiro na semifinal, venceu o Brasil Kirin na decisão da Copa Brasil. Afina, o que essa equipe tem?

Detalhes da final: Taubaté vence Copa Brasil e garante vaga no Sul-Americano

Eles já chamavam a atenção no papel, com elenco formado pelos selecionáveis Sidão, Lipe, Felipe e Rapha. Ainda tem o experiente Dante em uma das pontas, o oposto Lorena e o central Maurício. Entretanto, juntar talentos nem sempre resolve tudo. Era preciso esperar e ver na prática se o time se encaixava. Bom, os resultados respondem se deu certo ou não… Além do Paulista e a Copa Brasil, o Taubaté é vice na Superliga. Até agora soma apenas quatro derrotas, para Sada Cruzeiro (duas vezes), Sesi e Minas.

As armas da equipe são saque e bloqueio. Como comentamos por aqui, Lipe é destaque. Ele é uma arma de saque para Bernardinho na seleção e tem repetido o desempenho no Taubaté. Tanto que é o melhor sacador da Superliga, com 34 aces até agora e aproveitamento de 15,04%. O time ainda é o líder nas estatísticas no saque e no bloqueio.

Equipe desfilou nesta terça (27) por Taubaté para comemorar o título na Copa Brasil

Equipe desfilou nesta terça (27) por Taubaté para comemorar o título na Copa Brasil

Na final da Copa Brasil, a equipe fez jus aos números. No primeiro set, com Lipe no saque, abriu 22 a 15. No segundo, de novo com o ponteiro no serviço, virou para 21 a 20 depois de três bloqueios. E, para completar, Lipe foi o maior pontuador, com 22 bolas no chão.

Ok, saque está garantido e isso já ajuda, e muito, a atuação do bloqueio. E na rede, se Lorena estiver em um dia inspirado, os ataques também vão bem. O oposto é velho conhecido por seu temperamento explosivo em quadra e às vezes se perde, mas é uma força e tanto para a equipe. E ainda podemos lembrar que o time passou parte da temporada desfalcado. Sidão começou lesionado e Rapha machucou o tornozelo na final do Paulista e perdeu o começo da Superliga.

Leia mais: Central Sidão comemora título e bom momento na cidade onde foi criado

Vale a pena cuidar da sua recepção ao enfrentar o Funvic Taubaté. E será que eles cumprem os objetivos da temporada? Segundo o técnico Cesar Douglas, as metas eram o título do Paulista, final da Copa Brasil e semifinal da Superliga. Dois já foram…

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:01

Troco da Superliga e um campeão diferente para a Copa Brasil

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Lipe ataca para Taubaté na semifinal da Copa do Brasil diante do Cruzeiro

Lipe ataca para Taubaté na semifinal da Copa do Brasil diante do Cruzeiro

*atualizado

Estão definidos os finalistas da Copa Brasil masculina. Em casa, o Brasil Kirin passou pelo Minas T.C. por 3 sets a 1 e, na sequência, Taubaté Funvic passou pelo Sada Cruzeiro pelo placar. A segunda semifinal foi um troco da recente derrota dos paulistas na Superliga.

Na Superliga, no começo do mês, o Taubaté caminhava para vencer o Sada em casa. Entretanto, levou a virada dos mineiros e acabou derrotado por 3 a 2. Agora, venceu os dois primeiros sets por 26 a 24 e perdeu o terceiro por 25 a 17, mas voltou para liquidar a partida na parcial seguinte, com 25 a 23.

E jogo entre esses dois times é sinônimo de ótimos saques. Dessa vez, o serviço cruzeirense não funcionou muito bem. Já o Taubaté conta com jogadores como Lipe, que vem fazendo estragos com o saque potente, e Sidão. O central fez um ace no começo e outro no final do primeiro set, o levantador Rapha também fez o seu… E como sabemos, bom saque ajuda o bloqueio. Taubaté fechou os dois primeiros sets neste fundamento. E no quarto set, abriu cinco pontos no placar com saque, agora na passagem de Lorena.

Agora, a Copa Brasil terá um outro campeão, já que o Sada, dono do título ficou pelo caminho. Quem faturar o título garante vaga para o Sul-Americano, que será disputado em San Juan, na Argentina, entre os dias 9 e 15 de fevereiro.

P.s.: em tempo, o Taubaté venceu o Brasil Kirin na final por 3 sets a 0 no final de semana e ficou como o título! 

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015 Diversos, Superliga | 11:00

Título inédito para Pinheiros em uma final sem Rio ou Osasco

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Pinheiros comemora título na Copa Brasil

Há quanto tempo você não via uma final de um torneio nacional de vôlei feminino sem os times do Rio de Janeiro (hoje Rexona, mas que também já se chamou Unilever) ou Osasco (agora Molico/Nestlé, mas que já foi BCN, Finasa, Sollys…) estarem em um dos lados da quadra? Faz tempo… A última vez foi na disputa pelo título da Superliga 2000/2001 entre Flamengo e Vasco, com ouro para a equipe rubro-negra. E foi assim de novo na decisão da Copa Brasil no final de semana, quando o Pinheiros bateu o Sesi e conquistou o título inédito.

Mais sobre a final: Pinheiros bate o Sesi-SP no tie-break e conquista a Copa Brasil feminina

As equipes de Rio de Janeiro e Osasco fizeram por onde para chegar a tantas decisões, mas acho bom mudar um pouco. E melhor ainda ver um time que não é estrelado e até considerado baixo sendo campeão.

Para chegar ao título, o Pinheiros venceu o Dentil Praia Clube nas quartas e desbancou o Rexona/Ades na semifinal. E como disse a ponteira Ellen, um dos destaques da equipe paulista, já era um resultado a ser comemorado já que ele, veterana de casa, não lembrava de ter vencido o Rexona. E na decisão, com aproveitamento no bloqueio nos momentos finais e boa atuação de Ellen e da líbero Leia, o Pinheiros venceu o Sesi e ficou como título inédito.

A Copa Brasil é uma competição paralela a Superliga e não tem o mesmo peso do torneio nacional. Ela ajuda aos times se manterem ativos no começo do ano e tem o atrativo de normalmente render clássicos, já que reúne os melhores da tabela da Superliga. Entretanto, é bom ver uma final diferente e mostrar que até os melhores times (Rexona é o líder da Superliga, por exemplo), não são soberanos.

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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014 Superliga | 09:40

Pelo que li, a final da Copa Brasil foi um jogão

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Pois é, quem estava em São Paulo neste final de semana teve que apenas ler e acompanhar comentários sobre a final masculina da Copa Brasil. A TV Globo transmitiu a final da Copa São Paulo de futebol júnior e a decisão no vôlei não passou nem na tv a cabo.

A partida foi vencida pelo Sada Cruzeiro diante do Sesi por 3 sets a 2 e diversos jogadores foram às redes sociais reclamar da falta de transmissão. “Pelo que “li” foi jogão Sada x Sesi, obrigado pela belíssima transmissão para São Paulo”, comentou João Paulo Bravo, do Brasil Kirim, time de Campinas. Quem estava envolvido na final também falou: “Gostaria de agradecer a rede Globo em nome dos meus familiares de São Paulo!! Pq? Pq não vão transmitir a nossa final!”, postou William, levantador campeão como Sada Cruzeiro.

Leia mais: Jogadores reclamam da não transmissão da final da Copa Brasil para São Paulo

Eles estão errados ou exageraram? Acho que não. O vôlei luta, temporada após temporada, para ter e manter os patrocinadores. E esses patrocinadores querem mais espaço na mídia, principalmente na TV. Quando eles terão esses espaços sem transmissão de jogos?

Voltando a falar de vôlei, a final da Copa Brasil foi o reflexo da Superliga. Com RJ Vôlei fora da briga depois de tantos problemas, Sada Cruzeiro e Sesi parecem mesmo os donos da modalidade neste ano. Temos tudo para ver esse duelo Minas x São Paulo também na decisão da Superliga.

E no feminino (com transmissão da TV), o Molico/Nestlé bateu o Sesi. Os finalistas até tiveram uma cara nova, mas o título ficou com velho conhecido Osasco. Isso mostra que o time de Luizomar de Moura soube lidar bem com as poucas mudanças no elenco, como as trocas das ponteiras. Gabi é baixa, mas forte e sabe virar. Já pelo meio, Thaísa segue em ótima forma.

Se no masculino já temos favoritos, no feminino ainda há uma briga boa. O Molico tem grandes chances de estar em mais uma final de Superliga, mas do outro lado pode ter uma cara nova. O Sesi foi bem na Copa do Brasil, mas precisa agora repetir o desempenho na Superliga para sonhar. Já o Vôlei Amil segue embalado, já soma sete vitórias seguidas e tem boas chances de chegar lá. E não dá para esquecer do Unilever… Será que finalmente a Superliga vai ter uma final diferente?

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