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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 Diversos | 09:28

Bloqueios de um lado, bloqueios do outro e título sul-americano para o Rexona

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O Rexona-Ades faturou o bicampeonato sul-americano no domingo depois de passar por 3 sets a 1 pelo Molico/Nestlé em Osasco, na casa das rivais. E se durante o campeonato inteiro as equipes brasileiras, claramente as melhores da competição, tiveram que treinar a concentração para levar a sério jogos fáceis (veja post anterior), na final a concentração pesou mais uma vez. Só que diante de um adversário de alto nível, perder o foco significa derrota.

Leia mais: Rexona-Ades vence Sul-Americano pela segunda vez

Márcio Rodrigues/MPIX

Fofão levanta o troféu de campeão sul-americano para o Rexona-Ades

O primeiro set foi uma aula de bloqueio do Molico, que marcou sete pontos no fundamento, três em sequência nos últimos pontos da parcial. Para facilitar, o Rexona deu 10 pontos em erros. Diante da torcida, seria um jogo fácil para o Molico? Não, não…

As outras parciais começaram equilibradas, mas o Molico começou a errar mais, enquanto o Rexona aproveitava os contra-ataques e crescia na partida. Destaque para Juciely, maior pontuadora com 17 acertos. O time do Rio de Janeiro cresceu e fechou os dois sets seguintes.

No quarto, devolveu o jogo da primeira parcial. Se no começo o Molico foi quem bloqueou, agora foi a vez do Rexona. Logo no começo, Natália fez uma ótima passagem pelo saque, começando no 5 a 2 e só saindo no 12 a 2. Durante esse tempo, quem dominou o bloqueio foi a central Carol. E com a jogadora na rede, o time de Bernardinho chegou a 14 a 4. Depois de nove pontos no bloqueio, o Rexona liquidou a partida e faturou o Sul-Americano.

“Não mantivemos a concentração que apresentamos no primeiro set”, resumiu a líbero do lado de Osasco Camila Brait. Pois é, e neste momento, a falta de concentração pesou. Enquanto o Rexona soube se recuperar ao longo do jogo, o Molico passou a errar e não teve tempo de se reencontrar. Melhor para as cariocas, campeãs e classificadas para o Mundial de Clubes.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 Diversos | 11:29

Treino para concentração no Sul-Americano feminino

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Roberta arma jogada para o Rexona. Bernardinho aproveita o Sul-Americano para testar formações da equipe carioca

Roberta arma jogada para o Rexona. Bernardinho aproveita o Sul-Americano para testar formações da equipe carioca

Rexona Ades e Molico/Nestlé estão passeando no Sul-Americano de clubes que está sendo disputado em Osasco nesta semana. Até agora, o único susto foi no primeiro set do primeiro jogo das cariocas, diante do Aragua. O time da Venezuela abriu 4 a 0 logo de cara, mas em pouco tempo levou a virada em 5 a 4. Ainda assim, é a equipe mais marcou diante dos times brasileiros em um set na competição (nesse jogo contra o Rexona, perdeu a primeira parcial por 25 a 17).

Leia mais: Rexona-Ades e Molico/Nestlé estreiam com vitórias fáceis no Sul-Americano feminino

Rexona-Ades e Molico/Nestlé avançam às semifinais do Sul-Americano feminino

Os números comprovam a facilidade das partidas para Rexona e Molico. Foram dois 3 a 0 para cada um, com direitos a parciais de 25 a 4 e 25 a 5 até 25 a 12. E partidas desse jeito têm suas vantagens de desvantagens. Enquanto é possível testar as formações e variar as jogadoras em quadra, esses duelos são um treino de concentração.

“É difícil manter a concentração sabendo que não precisamos fazer muito esforço para ganhar”, comentou Mari, titular do Molico. E em quadra é exatamente isso. É claro que cariocas e paulistas são superiores às rivais que enfrentaram até agora e, nesse caso, a dificuldade é se manter ligado na partida, levando aquilo a sério do começo ao fim. De volta aos números, as meninas estão fazendo bem esse papel. Ao levar os jogos a sério é que saem todas essas lavadas no placar.

Thaísa marcou oito aces no segundo jogo do Molico no Sul-Americano. Luizomar mexer no time em um jogo e usou titulares no outro

Thaísa marcou oito aces no 2º jogo do Molico. Luizomar mexer no time em um jogo e usou titulares no outro

Quem se beneficia são as jogadoras do banco. Tanto Rexona quando Molico mexeram no time e já colocaram quase todo mundo para jogar. Mesmo com adversários mais fracos, isso ajuda a dar ritmo de jogo e entrosa as atletas. Também dá para testar e se destacar alguns fundamentos. Thaísa chamou a atenção no saque na vitória do Molico sobre o Boston College, do Chile. No segundo set, ela foi para o serviço com 6 a 3 no placar e só saiu de lá no 18 a 3. Na parcial seguinte, começou no 8 a 5 e ficou até o 17 a 5. A fraca recepção rival ajuda, mas é bom para testar e ajustar o saque também passar tantos pontos na função.

As duas equipes brasileiras estão na semifinal e a expectativa é pelo confronto direto no Sul-Americano. O vencedor do torneio tem vaga para o Mundial de Clubes

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