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Posts com a Tag claudinha

quarta-feira, 9 de abril de 2014 Superliga | 11:18

Será que o Unilever chega lá mais uma vez?

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O Unilever não fez uma temporada dos sonhos. Na fase de classificação da Superliga, por exemplo, somou seis derrotas, incluindo tropeço para o Rio do Sul, e ainda passou sufoco em outros jogos. A dificuldade continuou no primeiro confronto das quartas de final, quando venceram o Pinheiros apenas no tie-break. Na segunda partida, vitória por 3 a 0 e vaga na semifinal assegurada. E na noite de terça-feira, na abertura da série que leva para a decisão, mais um 3 a 0, agora para cima do Vôlei Amil. O time se encaixou de vez?

Mais sobre o jogo: Unilever larga na frente do Vôlei Amil nas semifinais da Superliga feminina

Mihajlovic - Divulgação

Mihajlovic foi a maior pontuadora do Unilever no primeiro jogo da semifinal da Superliga

No jogo em Campinas, o Unilever mostrou volume de jogo e paciência para buscar o placar quando era necessário. E nesses momentos o bloqueio apareceu e travou as opções de Claudinha, levantadora do outro lado da quadra. Teve uma hora que era bola para Tandara que ficava no bloqueio. Depois bola para Natália e mais um bloqueio. E ainda jogada com Carol Gattaz e o quê? Outro bloqueio. O destaque no fundamento foi Carol, que marcou metade dos pontos do time carioca na rede (foram 12 bloqueios certeiros no total).

Para colaborar, a sérvia Mihajlovic comandou o Unilever com 19 dos 42 pontos de ataque da equipe no jogo (ela ainda marcou um ponto de bloqueio e um ace). Ela pouco se importou com o bloqueio do Vôlei Amil…

Ainda foi a primeira partida da série semifinal e o time de Campinas tem elenco para se recuperar lá no Rio de Janeiro. Não pode é ficar no “feijão com arroz” como criticou José Roberto em um dos tempos técnicos já no terceiro set. Do outro lado, o Unilever cresce no momento certo da competição e lembra que mais uma final entre Rio e Osasco ainda pode, sim, acontecer.

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segunda-feira, 27 de maio de 2013 Seleção feminina | 19:09

Ano da seleção começa com mais novatas que veteranas

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Começa nesta terça-feira mais um ciclo olímpico para a seleção feminina brasileira de vôlei. As comandadas por José Roberto Guimarães estreiam na Montreux Volley Masters diante da Suíça, às 16h (horário de Brasília). E para o início do trabalho, mais caras novas do que veteranas. Quem vai ser sair bem e se firmar na equipe para o ciclo que vai até 2016?

Veja os horários de jogos da Montreux Volley Masters

CBV

Tandara, Fê Garay e Ellen: mistura na seleção brasileira para começar o ciclo olímpico

As mais experientes são Dani Lins e Fabíola, Tandara, Fê Garay, Adenízia e Camila Brait. Já entre as novatas, tem gente que nem é tão nova assim na idade, mas que tem pouca rodagem da seleção, como Juciely. E outras como Claudinha, Monique, Ellen, Pri Daroit, Michelle, Letícia Hage e Suellen.

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Primeiro as veteranas… Acho justa a volta de Fabíola ao time e, até agora, não entendi o seu corte para levar a Fernandinha para as Olimpíadas de Londres. Dani Lins cresceu em 2012, segurou o time em Londres e Fabíola fez de novo uma boa Superliga. Vale apostar nelas mais uma vez. Já Camila Brait tem tudo para mostrar o seu potencial sem ter que dividir o posto por enquanto com Fabi. A será a vez de Tandara aparecer como oposta. Ela também melhorou na Superliga, conseguiu ser a jogadora de segurança em diversos jogos, principalmente na segunda parte do torneio.

No lado das novatas, quero ver o desempenho de Claudinha. Como ela vai ser sair em um time grande, com mais responsabilidade. Ela vai trabalhar com Zé também no Vôlei Amil e pode ajudar nesse novo ciclo, afinal, o Brasil sofreu com levantadoras ultimamente. Dani foi fundamental em Londres, como já disse, mas isso foi uma boa surpresa.

Na posição de oposto, Monique deve colocar pressão em Tandara. Ela cresceu no Praia Clube e teve que ajudar o time quando Herrera se machucou. Já as ponteiras, quero ver Ellen, o rosto novo. A jogadora se destacou no Pinheiros, uma equipe com atletas pouco conhecidas, mas que deu trabalho. Ellen se mostrou forte no saque e consciente na rede, apesar de seus 1,79m. Vamos se terá chance na seleção e como ela se sai.

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CBV

Juciely tem 32 anos, mas é umas jogadoras da ala das menos experientes da seleção

Tem ainda as centrais. Juciely é baixa para a posição (1,84m), não é mais tão nova (tem 32 anos, 10 anos a mais que Letícia, outra central que vai para a Montreux), mas é veloz e excelente jogadora. As últimas Superligas deixaram isso bem claro. Ainda pode ser aproveitada por Zé Roberto. Pena que Bia e Angélica estão machucadas e não viajaram com a seleção. Bia, por exemplo, apareceu mais até que Fabiana no Sesi na última temporada. E Angelica foi mais um destaque do Praia Clube. Espero que ainda tenham chances.

Se há um momento para testar e colocar mais novatas que experientes em quadra é agora. E que a altura não seja um problema, porque essa seleção está um pouco baixa e, se ganha na velocidade, pode perder na marcação.

A Montreux é só o primeiro torneio da temporada e vale a pena já começar a mexer no time para ter tempo para pensar em formações, analisar desempenhos até ter um time lá no meio do ciclo que deve serguir até as Olimpíadas. Mais para frente, com Grand Prix e tal, as velhas conhecidas Sheilla, Thaísa, Fabiana e companhia devem voltar. Por enquanto, boa sorte para quem chegou! E bom desempenho para quem já estava no time!

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terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 15:48

Amil anuncia Claudinha e líderes já têm suas 'cabeças'

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O Vôlei Amil anunciou nesta terça-feira Claudinha como a levantadora para próxima temporada. Com isso, os líderes da última Superliga fecham as, digamos, cabeças de suas equipes. E acho que fizeram bons negócios.

Divulgação/ZDL

Claudinha é a nova levantadora do Vôlei Amil

O time de Campinas era justamente quem precisava de uma mudança. Zé Roberto apostou em Fernandinha, mas ela poderia ter mostrado mais. Ela sofreu com uma antiga dor nas costas e lesões e nem pode atuar em toda a temporada e, em alguns momentos, pecou nas decisões em quadra, sendo um pouco previsível. Pri Heldes entrou, e bem, em seu lugar, mas ainda é muito nova para assumir o time, apesar de ter futuro. Agora chega Claudinha.

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A ex-levantadora do Minas também é jovem, tem 25 anos, mas tem feito boas Superligas. Ela é habilidosa e ao mesmo tempo passa segurança em quadra e deve dar uma cara nova ao time. Além disso, terá dupla jornada para mostrar o trabalho a Zé Roberto, em Campinas e na seleção. Boa chance para dar um salto na carreira.

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Essa semana também foi de anúncios de renovações na Unilever. Seguem no time Sarah Pavan, Valeskinha e, já que o assunto do post são levantadoras, Fofão. Aos 43 anos ela vai para mais uma temporada e ainda comandando a equipe com aquela tranquilidade aparente que lhe é peculiar. É um exemplo a ser seguido e deve mesmo se manter em quadra enquanto o físico lhe permitir.

Sollys/Nestlé e Sesi, que completaram os quatro primeiros na temporada 2012/2013 já haviam renovado com suas levantadoras e também acertaram. Fabíola, além de ter conquistado a torcida, fez duas excelentes temporadas no Osasco, enquanto Dani cresce em Londres e ainda pode ajudar o time da capital.

Cabeças definidas, agora é seguir a movimentação nas outras posições! Gostaram dos negócios até aqui?

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 Superliga | 22:20

Até agora, Superliga volta do carnaval como esperado

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A Superliga 2011/2012 voltou na noite desta sexta-feira depois da parada para a folia do carnaval. Depois de desfilar em escolas de samba, como as meninas do Unilever, curtir camarote na Sapucaí, como Murilo e Jaqueline, e fechar o feriado com show de despedida do Exaltasamba, que contou com o elenco da Cimed/Sky lá em Florianópolis, os jogos voltaram.

Ana Cristina e Fernanda Garay

Fernanda Garay postou uma foto no Twitter ao lado de Ana Cristina após vitória sobre o Pinheiros

E, pelos resultados do feminino nesta sexta-feira, as coisas seguem como o esperado. Líder Unilever bateu o Macaé por 3 sets a 0, com dois sets apertados e vida fácil na última parcial. O Vôlei Futuro, em casa, passou pelo Pinheiros pelo mesmo placar. A equipe de Araçatuba errou saques, mas se impôs no ataque e dominou o jogo (veja os detalhes do jogo). O Pinheiros, apesar de estar por enquanto em oitavo na tabela, segue sem grandes chances na temporada depois do desmanche que sofreu no ano passado.

Falando em tabela, o Mackenzie/Cia do Terno venceu o BMG/São Bernardo, mais um time que, na minha opinião, não “virou” nesta temporada, também em sets diretos e assegurou um lugar nos playoffs da Superliga.

Mas o jogo esperado da rodada é entre Sollys/Nestlé e Usiminas/Minas, na tarde de sábado. Se vencer, o time de Osasco segue na vice-liderança. Um tropeço faz as laranjas serem ultrapassadas pelo Vôlei Futuro. Será uma partida interessante porque o Sollys/Nestlé vinha de boas atuações. A equipe ganhou volume com a volta da levantadora Fabíola e finalmente começou a ver a norte-americana Destinee Hooker em ação. Já as mineiras têm as cubanas Herrera e Daymi no ataque sob o comando da levantadora Claudinha. Promessa de boas jogadas.

Sobre o masculino ainda é um pouco cedo para comentar, já que quase toda a rodada também será no sábado. Na noite desta sexta-feira apenas vitória no tie-break do RJX sobre o BMG/São Bernardo (leia mais sobre a partida) e um duelo equilibrado entre Vôlei Futuro e Vivo/Minas. Volto depois da rodada com os resultados atualizados e mais comentários.

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