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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:57

Quem vence no duelo das saias na Superliga?

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O post de hoje é um pouco “menininha”, mas o assunto deve agradar também aos marmanjos de plantão. Na rodada desta semana da Superliga feminina, o Camponesa Minas venceu em casa o Rio do Sul por 3 sets a 1 e entrou para a lista de times que adotam a saia-shorts como uniforme.

A ideia de usar saia começou com o Molico/Nestlé na Superliga 2013/2014. Nesta temporada, além do time do Osasco seguir com o uniforme, Brasília Vôlei e Rio do Sul aderiram à moda. E na rodada de terça-feira foi a vez da equipe do Minas. Entre as jogadoras, a opinião parece unânime. Conversei com algumas atletas do Molico em 2013 e as meninas do Minas concordam: a saia deixa as jogadoras ainda mais femininas em quadra e elas aprovaram a ideia.

Leia mais: Jogadoras do Minas aprovam short-saia e dizem ficar mais bonitas e femininas

Acho que alguns modelos, com o do Minas, mais apertados, devem ser desconfortáveis para jogar. Gosto mais do estilo do Brasília, com um partidinho do lado que ajuda no movimento. E para vocês, quem vence o duelo das saias na Superliga? Veja as imagens na galeria abaixo:

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013 Superliga | 13:52

Érika volta com lembranças de 'freezer', dias de musa e traumas vencidos

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A Superliga começou mais cedo nesta temporada. O torneio masculino já teve uma partida, com vitória do Sada Cruzeiro diante do São Bernardo, e segue com jogos nesta semana. Já as mulheres estreiam no dia 27 de setembro. E a competição conta com a volta de gente grande. Fiz uma matéria para o iG com um papo com alguns deles. Giba, Paula Pequeno e Leandro Vissotto colocaram família e até a cama como razões para o retorno. Para o Mundo do Vôlei, separei uma conversa exclusiva com Érika. A atacante me contou sobre as experiências no ‘freezer’ da Polônia, os traumas do Azerbaijão e disse que um dos seus motivos para voltar foi sentir falta de gente.

Reprodução/Instagram

Érika exibe uniforme do Brasília

“Morar fora foi legal, mas estava me fazendo mal”
“Queria voltar para perto da família desde o ano passado. Morar fora foi legal não só como atleta, mas também foi um intercâmbio para a vida, só que já estava me fazendo mal psicologicamente. Queria falar a minha língua, viver na minha cultura”, fala Érika. Ela tem no currículo passagens por times europeus e defendeu o Atom Sopot, da Polônia na temporada passada.

“Sérgio Negrão me ligou e aceitei de cara”
Após três anos no exterior, retorna ao Brasil para defender o novo time do Brasília na temporada 2013/2014 da Superliga. “Sérgio Negrão (técnico do Brasília) me ligou e eu aceitei de cara. Fico segura porque é um time novo, mas com pessoas que conheço muito e confio. Acabou que não tinha muita gente no mercado e conseguiram montar o time comigo, com a Paula Pequeno e com a Lili (Elisângela, ex-Sesi). A gente se conhece há muito tempo, é um grupo experiente e isso pode jogar a nosso favor. Vamos comer pelas beiradas na Superliga”.

“Eu preciso de gente”
A atacante teve altos e baixos nos anos que passou fora do Brasil. No Azerbaijão, passou por um susto com uma cirurgia na perna. Recuperada, foi para a Polônia e viveu dias de ídolo. “Foi um ano incrível, ainda mais depois da cirurgia. E eu não esperava todo o reconhecimento. Tinha outdoor com foto minha do tamanho de um prédio! Foi um presente, mas foi solitário. Mas no Leste da Europa, tinha neve de novembro até o final de abril e amanhecia umas 8h. Era como entrar num freezer e ficar lá. Não tem como sair e eu preciso de gente, por isso me senti sozinha”.

A saudade pesava durante festividades. “Já passei Natal, Ano Novo, Carnaval… tudo longe de casa. Ano passado passei o Natal em Londres com uns amigos, mas não é a mesma coisa que estar aqui com a família. Estou em Brasília e é fácil ir para Minas. Meus pais moram em Lagoa Santa, a 30 km de Belo Horizonte”.

“Quando vi a minha perna foi assustador”
Mas enquanto viveu dias de rainha e musa na Polônia, Érika sofreu no Azerbaijão. Ela teve que ser operada às pressas por causa de um coágulo na perna direita, quando defendia o Igtisadchi, time da capital Baku. A ponteira se machucou em um treino e o coágulo se formou no local. Érika ainda faz uma viagem de avião, o que piorou o problema, e acabou passando por uma cirurgia na Itália, após consultar um médico por conta própria. Ainda restam alguns traumas da experiência e também aprendizado.

Reprodução/site oficial

Érika em dia de modelo

“Quando vi a minha perna inchada daquele jeito foi assustador. Tenho agora uma cicatriz gigante, de uns 10 cm. Ela me faz lembrar de tudo, mas também da superação. Foi um aprendizado. Acho que me ensinou a não ser tão coração e não dar a vida ali. Mesmo com a perna já inchada, eu inventei de pegar o avião. Mas no final, vi que vale quem tem dinheiro e não a justiça. Eles não me pagaram quatro meses. Eu nunca mais volto a jogar no Azerbaijão e dou esse conselho a quem perguntar”.

“Se pudesse, seria uma Gisele Bundchen. Acho lindo”

Érika também virou nome conhecido fora das quadras. Aos 17 anos, ela se viu em meio a uma polêmica quando defendia o então Rexona na Superliga e teve a feminilidade questionada. O caso foi resolvido após exames e com o passar do tempo, Érika ganhou curvas e status de musa. Na Polônia fez ensaios para revistas. Ela admite gostar das câmeras.

“Adoro fazer fotos e se aparecer mais trabalhos assim, por quê não fazer? Eu me cuido dentro do possível, afinal a gente passa muito tempo jogando ou treinando, toda suada. E eu me vejo como uma menina grande. Gosto muito de rosa, acho que combina comigo”.

Mas antes das fotos, vale uma dieta para garantir o visual em dia. “Eu perdi 5 kg em uma semana. Eu fui para um spa e passei com uma dieta de 600 calorias. Tem gente que a genética ajuda, mas não é o meu caso e eu preciso mesmo é fechar a boca. Mas se pudesse, seria uma Gisele Bundchen. Acho lindo”.

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