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sábado, 11 de abril de 2015 Superliga | 09:50

Não passa nada! Molico/Nestlé cresce no bloqueio e vai para a final da Superliga

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O Rexona/Ades já sabe quem vai enfrentar na decisão da Superliga feminina 2014/2015. Na noite de sexta-feira, o Molico/Nestlé bateu o Sesi por 3 sets a 0 (25/21, 25/17 e 25/14), fechou a série com duas vitórias e garantiu a sua vaga na final do campeonato. E lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na decisão. Será o 10º nos últimos 11 anos!

Divulgação/ZDL

Bloqueio do Molico/Nestlé para cima do Sesi na semifinal da Superliga 2014/2015

E na partida desta sexta, o Molico/Nestlé repetiu o que deu certo no primeiro jogo da semifinal e arrumou o que estava errado. Assim, ficou fácil. No primeiro confronto, as jogadoras do Osasco aplicaram 27 pontos de bloqueio em cinco sets. Agora, foram 17 pontos no fundamento em três sets. Era bloqueio pelo meio, na ponta, na bola largada… Excelente leitura de jogo da equipe e pressão o tempo todo para cima do Sesi.

Mais detalhes da semifinal Molico/Nestlé x Sesi

Entretanto, no primeiro jogo o Molico vacilou nos erros e se perdeu em quadra, tendo que decidir no tie-break depois de ter vencido os dois primeiros sets. Foram os bloqueios que salvaram naquela partida. Agora, a equipe mostrou concentração do começo ao fim para liquidar logo a partida. Na volta para o terceiro, saiu na frente e em pouco tempo estava com 4 a 0 ou 6 a 1 no placar. Se com uma ótima atuação no bloqueio e erros já saiu a vitória, com parede na rede e concentração, veio o 3 a 0.

Do outro lado, o Sesi pecou nos erros de saque logo no primeiro set. Acho que foram seis pontos de graça nessas falhas. E com a pressão do outro lado, acabou sucumbindo. O time paulistano chegou a reagir ainda no primeiro set e quase complicou no finalzinho, mas não deu.

E desta vez, a escolha do Viva Vôlei foi mais do que acertada. Às vezes o prêmio é dado para incentivar uma jogadora e não vai para quem realmente segurou a onda da partida. A escolhida da noite foi Gabi, do Molico/Nestlé. Com 1,75m, ela bloqueou, mostrou potência em lindos ataques e defendeu. Mereceu. Mas como o destaque do jogo foi o bloqueio, méritos também para Thaísa e Adenízia e mais cinco pontos no fundamento na conta de cada uma.

Agora, como disse lá no começo, lá vamos nós para mais uma decisão entre Rio de Janeiro e Osasco. Espero que o time de Luizomar mantenha o embalo desta semifinal. Aí a final, marcada para o dia 26, promete…

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domingo, 5 de abril de 2015 Superliga | 21:44

Rexona e Molico na frente na semifinal… A história vai se repetir?

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As semifinais da Superliga feminina começaram neste final de semana e Rexona/Ades e Molico/Nestlé saíram na frente. As cariocas venceram o Camponesa/Minas e o time de Osasco passou pelo Sesi. Será que a velha e conhecida história das finais da Superliga vai se repetir, com Rio x Osasco na decisão? Primeiro, vamos ao que aconteceu no sábado.

Bloqueio do Rexona na vitória sobre o Minas no 1º jogo da semifinal

Bloqueio do Rexona na vitória sobre o Minas no 1º jogo da semifinal da Superliga

Camponesa/Minas 1 x 3 Rexona/Ades

Foi um jogo repleto de erros: 26 para cada lado, segundo as estatísticas da CBV. E isso é muito! No primeiro set, por exemplo, o Minas não fez nenhum ponto de saque e nem de bloqueio, mas deixou o jogo igual porque ganhou 13 pontos de graça das cariocas. E erros à parte, a partida foi bem equilibrada nos três primeiros sets. Já no quarto set, foi o Minas quem vacilou e deu oito pontos, enquanto o Rexona foi abrindo e liquidou com 10 pontos de vantagem (as parciais do jogo foram 25/23, 22/25, 25/22 e 25/15).

O Rexona, apesar de nem sempre ser constante e também errar, é mais experiente e consegue crescer em qualquer momento de decisão, seja com uma chamada a mais de Bernardinho ou com uma inversão que dá certo. Já o Minas tem Jaqueline, mais uma vez quem mais pontuou para o time, mas ainda tem jogadoras mais novas e isso pode ter pesado, como disse a central Walewska depois da derrota. Agora passou o impacto na primeira partida da semifinal, mas ainda aposto na equipe do Rio de Janeiro para chegar à final.

Ivna foi a maior pontuadora da partida, com 25 acertos

Ivna foi a maior pontuadora da partida, com 25 acertos

Sesi 2 x 3 Molico/Nestlé

Mais um tie-break para a conta do Molico nesta Superliga (já fiz um post sobre isso aqui no blog!). O time de Osasco venceu os dois primeiros sets diante do Sesi mostrando bloqueio e saque afiados. Erros da central Fabiana também ajudaram as visitantes na segunda parcial. Mas o cenário mudou a partir do terceiro set. Será que foi aquela mais do que manjada síndrome do terceiro set? O Molico poderia ter crescido e acabado com o jogo, mas passou a errar e viu o Sesi, agora com Fabiana recuperada, empatar e levar o jogo para o tie-break. No set final, mais uma vez o saque e o bloqueio ajudaram. Para completar, na passagem de Dani Lins pelo serviço e com Carcaces no contra-ataque, o Molico emplacou três pontos e fechou em 15 a 10 (as parciais foram 25/11, 26/24, 22/25, 20/25 e 15/10).

Voltando a falar em erros, o Molico pecou neste jogo. Deu 11 pontos de graça no terceiro set, quando era o momento de aproveitar o embalo e fechar a partida. No total, foram 29 pontos de graça para o Sesi. A vitória veio graças ao bloqueio, que funcionou muito bem, marcou 27 pontos e compensou. Gabi e Dani Lins tiveram boas passagens pelo saque, o que ajudou no fundamento. Mas é complicado errar tanto e vencer mais uma vez… Apesar do triunfo, fica o sinal de alerta.

As semifinais continuam nesta semana… A gente se vê!

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 Diversos | 09:28

Bloqueios de um lado, bloqueios do outro e título sul-americano para o Rexona

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O Rexona-Ades faturou o bicampeonato sul-americano no domingo depois de passar por 3 sets a 1 pelo Molico/Nestlé em Osasco, na casa das rivais. E se durante o campeonato inteiro as equipes brasileiras, claramente as melhores da competição, tiveram que treinar a concentração para levar a sério jogos fáceis (veja post anterior), na final a concentração pesou mais uma vez. Só que diante de um adversário de alto nível, perder o foco significa derrota.

Leia mais: Rexona-Ades vence Sul-Americano pela segunda vez

Márcio Rodrigues/MPIX

Fofão levanta o troféu de campeão sul-americano para o Rexona-Ades

O primeiro set foi uma aula de bloqueio do Molico, que marcou sete pontos no fundamento, três em sequência nos últimos pontos da parcial. Para facilitar, o Rexona deu 10 pontos em erros. Diante da torcida, seria um jogo fácil para o Molico? Não, não…

As outras parciais começaram equilibradas, mas o Molico começou a errar mais, enquanto o Rexona aproveitava os contra-ataques e crescia na partida. Destaque para Juciely, maior pontuadora com 17 acertos. O time do Rio de Janeiro cresceu e fechou os dois sets seguintes.

No quarto, devolveu o jogo da primeira parcial. Se no começo o Molico foi quem bloqueou, agora foi a vez do Rexona. Logo no começo, Natália fez uma ótima passagem pelo saque, começando no 5 a 2 e só saindo no 12 a 2. Durante esse tempo, quem dominou o bloqueio foi a central Carol. E com a jogadora na rede, o time de Bernardinho chegou a 14 a 4. Depois de nove pontos no bloqueio, o Rexona liquidou a partida e faturou o Sul-Americano.

“Não mantivemos a concentração que apresentamos no primeiro set”, resumiu a líbero do lado de Osasco Camila Brait. Pois é, e neste momento, a falta de concentração pesou. Enquanto o Rexona soube se recuperar ao longo do jogo, o Molico passou a errar e não teve tempo de se reencontrar. Melhor para as cariocas, campeãs e classificadas para o Mundial de Clubes.

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:44

O que o Funvic Taubaté tem?

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Divulgação/CBV

Funvic Taubaté é campeão da Copa Brasil

Tanto a versão feminina como a masculina da Copa Brasil tiveram campeões inéditos em 2015. A diferença foi que, para as mulheres, venceu um dos times mais tradicionais do País, o Pinheiros. E entre os homens, o título ficou com o reformulado Funvic Taubaté. O time do interior de São Paulo já disputou outras Superligas, mas nesta temporada veio com cara de equipe grande, cheia de estrelas, e, por enquanto, tem cumprido o seu papel.

O Taubaté desbancou o Sesi para faturar o título do Paulista. Agora, depois de ter passado pelo Sada Cruzeiro na semifinal, venceu o Brasil Kirin na decisão da Copa Brasil. Afina, o que essa equipe tem?

Detalhes da final: Taubaté vence Copa Brasil e garante vaga no Sul-Americano

Eles já chamavam a atenção no papel, com elenco formado pelos selecionáveis Sidão, Lipe, Felipe e Rapha. Ainda tem o experiente Dante em uma das pontas, o oposto Lorena e o central Maurício. Entretanto, juntar talentos nem sempre resolve tudo. Era preciso esperar e ver na prática se o time se encaixava. Bom, os resultados respondem se deu certo ou não… Além do Paulista e a Copa Brasil, o Taubaté é vice na Superliga. Até agora soma apenas quatro derrotas, para Sada Cruzeiro (duas vezes), Sesi e Minas.

As armas da equipe são saque e bloqueio. Como comentamos por aqui, Lipe é destaque. Ele é uma arma de saque para Bernardinho na seleção e tem repetido o desempenho no Taubaté. Tanto que é o melhor sacador da Superliga, com 34 aces até agora e aproveitamento de 15,04%. O time ainda é o líder nas estatísticas no saque e no bloqueio.

Equipe desfilou nesta terça (27) por Taubaté para comemorar o título na Copa Brasil

Equipe desfilou nesta terça (27) por Taubaté para comemorar o título na Copa Brasil

Na final da Copa Brasil, a equipe fez jus aos números. No primeiro set, com Lipe no saque, abriu 22 a 15. No segundo, de novo com o ponteiro no serviço, virou para 21 a 20 depois de três bloqueios. E, para completar, Lipe foi o maior pontuador, com 22 bolas no chão.

Ok, saque está garantido e isso já ajuda, e muito, a atuação do bloqueio. E na rede, se Lorena estiver em um dia inspirado, os ataques também vão bem. O oposto é velho conhecido por seu temperamento explosivo em quadra e às vezes se perde, mas é uma força e tanto para a equipe. E ainda podemos lembrar que o time passou parte da temporada desfalcado. Sidão começou lesionado e Rapha machucou o tornozelo na final do Paulista e perdeu o começo da Superliga.

Leia mais: Central Sidão comemora título e bom momento na cidade onde foi criado

Vale a pena cuidar da sua recepção ao enfrentar o Funvic Taubaté. E será que eles cumprem os objetivos da temporada? Segundo o técnico Cesar Douglas, as metas eram o título do Paulista, final da Copa Brasil e semifinal da Superliga. Dois já foram…

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terça-feira, 13 de maio de 2014 Diversos | 13:06

Férias

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Oi, galera…

Fiz como a maioria do pessoal do vôlei depois da Superliga e entrei em férias. Estou fora da redação desde o começo do mês e volto em junho, mas parei para assistir às finais do Mundial de Clubes e ficou um pouco de frustração.

No masculino, o Sada Cruzeiro sediou o torneio e chegou com o status de atual campeão, campeão da Superliga e todo o embalo das últimas temporadas. Mas eles pararam nos russos do Belgorod na semifinal (time acabou com a medalha de ouro) e foram para a disputa do bronze contra o UPCN. E o jogo contra os argentinos foi bastante equilibrado e decidido apenas no tie-break. Melhor para os argentinos, que ficaram com o terceiro lugar (25/17, 31/29, 23/25, 16/25 e 15/13).

Divulgação/FIVB

Bloqueio do Dínamo Kazan quase não deu chances ao ataque do Molico na final

Entre as mulheres, o Dínamo Kazan foi o terror das brasileiras. Venceu o Molico/Nestlé na primeiro fase, passou pelo Sesi na semifinal e voltou a vencer o time de Osasco na decisão. E foi uma vitória e tanto. Nos dois primeiros sets, as russas usaram e abusaram do bloqueio e foram muito bem nos contra-ataques. Já o Molico não se achou e levou duas lavadas (25/11 e 25/16). Na terceira parcial, as brasileiras conseguiram equilibrar e chegaram a salvar três match points com momento inspirado de Sheilla no fim, mas o dia era de Gamova e companhia e as russas fecharam em 3 a 0 (27/25 no terceiro set) e ficaram com o ouro.

Os números do bloqueio resumem a final do Mundial de Clubes feminino. Foram 16 pontos para o Dínamo Kazan contra apenas dois do Molico. Assim fica muito complicado. Para completar o pódio no torneio, o Sesi comemorou o bronze depois de 3 a 2 para cima das donas da casa do suíço Volero.

Pois é, foram duas medalhas e um quarto lugar. Poderia ter sido mais. Quem sabe no próximo Mundial. Agora eu vou seguir com as minhas férias. No vôlei, tem gente também de folga e gente já treinando com a seleção. Os homens estreiam logo mais na Liga Mundial, no dia 23 de maio, diante da Itália, em Jaraguá do Sul (SC). Já as mulheres se preparam para o Montreux Volley Masters, de 27 de maio a 1º de junho, na Suíça. A gente se fala! Até junho!

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quarta-feira, 9 de abril de 2014 Superliga | 11:18

Será que o Unilever chega lá mais uma vez?

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O Unilever não fez uma temporada dos sonhos. Na fase de classificação da Superliga, por exemplo, somou seis derrotas, incluindo tropeço para o Rio do Sul, e ainda passou sufoco em outros jogos. A dificuldade continuou no primeiro confronto das quartas de final, quando venceram o Pinheiros apenas no tie-break. Na segunda partida, vitória por 3 a 0 e vaga na semifinal assegurada. E na noite de terça-feira, na abertura da série que leva para a decisão, mais um 3 a 0, agora para cima do Vôlei Amil. O time se encaixou de vez?

Mais sobre o jogo: Unilever larga na frente do Vôlei Amil nas semifinais da Superliga feminina

Mihajlovic - Divulgação

Mihajlovic foi a maior pontuadora do Unilever no primeiro jogo da semifinal da Superliga

No jogo em Campinas, o Unilever mostrou volume de jogo e paciência para buscar o placar quando era necessário. E nesses momentos o bloqueio apareceu e travou as opções de Claudinha, levantadora do outro lado da quadra. Teve uma hora que era bola para Tandara que ficava no bloqueio. Depois bola para Natália e mais um bloqueio. E ainda jogada com Carol Gattaz e o quê? Outro bloqueio. O destaque no fundamento foi Carol, que marcou metade dos pontos do time carioca na rede (foram 12 bloqueios certeiros no total).

Para colaborar, a sérvia Mihajlovic comandou o Unilever com 19 dos 42 pontos de ataque da equipe no jogo (ela ainda marcou um ponto de bloqueio e um ace). Ela pouco se importou com o bloqueio do Vôlei Amil…

Ainda foi a primeira partida da série semifinal e o time de Campinas tem elenco para se recuperar lá no Rio de Janeiro. Não pode é ficar no “feijão com arroz” como criticou José Roberto em um dos tempos técnicos já no terceiro set. Do outro lado, o Unilever cresce no momento certo da competição e lembra que mais uma final entre Rio e Osasco ainda pode, sim, acontecer.

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segunda-feira, 7 de abril de 2014 Superliga | 13:24

Rodada do Sesi na reta final da Superliga

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O Sesi foi o nome da rodada da Superliga. No feminino, o time de São Paulo venceu o Banana Boat/Praia Clube em casa por 3 sets a 2 e fechou a série de quartas de final. No masculino, a equipe de Murilo, Sidão e companhia, passou pelo Brasil Kirin também por 3 a sets a 2 e avançou para a decisão da competição.

Leia mais: Sesi derrota o Praia Clube e enfrenta o Molico/Nestlé na semifinal da Superliga

Nos dois casos, os resultados levaram a reencontros. Entre as mulheres, o Sesi vai encarar o Molico/Nestlé na semifinal. Até agora, os times duelaram na final da Copa do Brasil, com vitória para o lado de Osasco, e na briga pelo ouro no Sul-Americano, quando as paulistanas comandadas por Talmo de Oliveira levaram a melhor. Apesar desse “empate”, a vantagem segue para o Molico e sua impressionante série invicta. O time não perdeu nesta Superliga e esse é um fato que deve ser levado em conta.

Leia também: Sesi-SP aguenta a pressão, bate o Vôlei Brasil Kirin e vai à final da Superliga

Já no masculino, o Sesi fará a final do torneio nacional contra o Sada Cruzeiro. Os dois foram 1º e 2º na fase de classificação e se enfrentaram pelo título em 2010/2011, com vitória dos paulistas. Agora, o duelo promete equilíbrio mais uma vez. O Sada se destaca pelo volume de jogo. E o Sesi chama atenção no bloqueio. Foi assim diante do Brasil Kirin na semifinal. A partida acabou com 14 pontos em bloqueio para o Sesi contra 13 da equipe de Campinas, uma bela média. Sidão mostrou uma ótima leitura de jogo e ainda faz rede ao lado de Renan, de 2,17m. A dupla parece entrosada.

Os jogos continuam nesta semana. Na outra semifinal da Superliga feminina, Vôlei Amil encara o Unilever. E a decisão do masculino será no próximo domingo no Mineirinho, em Belo Horizonte. Quem será que leva a melhor nesses reencontros?

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segunda-feira, 10 de março de 2014 Superliga | 14:19

Jogo de bloqueio, vitória de favoritos e uma quase surpresa nos playoffs da Superliga

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Os playoffs da Superliga masculina já estão aí. E na primeira rodada, teve jogo marcado por bloqueio, vitória de quem era favorito e uma quase surpresa. Ainda teve uma curiosidade. A torcida parece ter ajudado e todos os donos da casa venceram. E vocês, o que acharam dos jogos? Vamos a um resumo das partidas e aos comentários.

Bloqueio do Brasil Kirin x ataque do Kappesberg Canoas

Gustavão - Facebook

Gustavão comandou bloqueio do Brasil Kirin

Esperava que esse fosse o duelo mais equilibrado dessas quartas de final da Superliga masculina. De fato foi um jogo parelho, com 3 a 2 no placar para a equipe de Campinas. Em quadra, Dennis, maior pontuador da competição, foi quem mais colocou bola no chão, com 19 acertos. Mas apesar do desempenho do cubano do Canoas, o que fez a diferença foi o bloqueio do Brasil Kirin.

No total foram 17 pontos no fundamento contra 9 dos donos da casa, com destaque para Gustavão, que marcou sete vezes e foi o melhor em quadra. Num jogo bem disputado como foi, o bloqueio esteve presente em diversos momentos chaves. No primeiro set, foram quatro bloqueios seguidos do Campinas, que perdeu a parcial, mas já mostrou a sua cara. No segundo set, eles abriram justamente com bloqueios e empataram o jogo. E para fechar, um bloqueio quando estava 14 a 12, outro para deixar 14 a 14 e mais um para marcar 17 a 15. Acho que não precisa falar mais nada.

Vitórias que eram esperadas

Sada Cruzeiro - CBV

Sada Cruzeiro foi líder na classificatória e saiu na frente nas quartas de final

Na sequência das quartas de final da Superliga, em dois jogos já eram esperados 3 sets a 0 no placar. Foram as vitórias do Vivo/Minas sobre o RJ Vôlei e do Sada Cruzeiro diante do Moda/Maringá. O time de William, Wallace e companhia é um dos favoritos ao título e não teve muito trabalho diante do paranaenses. Soube abrir no final das parciais para fechar e no segundo set, o que teve o placar mais dilatado, contou com erros do rival. Com todo respeito ao Moda Maringá, mas a aposta é no Sada Cruzeiro na semifinal.

A outra partida tem um significado a mais para o RJ Vôlei, que chegou aos playoffs aos trancos e barrancos depois da saída da OGX como já comentamos por aqui ou em matérias no iG. O time carioca conseguiu completar o elenco, que contava com apenas nove jogadores, e contratar três atletas que estavam na Superliga B. O jogo teve momentos de equilíbrio, mas prevaleceu o Vivo/Minas, bem mais estruturado ao longo de todo o torneio. Nem o bloqueio, fundamento comandado por Ualas e que vem sendo destaque no campeonato, ajudou os cariocas. Melhor para os mineiros, com os 15 pontos de Filip.

A quase zebra da rodada

Murilo - CBV

Sesi sofreu para bater o São Bernardo no tie-break

O jogo era entre segundo e sétimo colados. Olhando assim, quem leva a melhor? Sim, o Sesi venceu o São Bernardo, mas não foi nada fácil e o resultado só saiu no tie-break. O Sesi, segundo o líbero Serginho, jogou abaixo do que sabe. Como em outras partidas que já vi nesta Superliga, o time se atrapalhou no saque em alguns momentos. Foi assim de novo diante do São Bernardo. Entretanto, no finalzinho, lances de Lucarelli e um ponto de saque de Sidão fizeram a diferença, deixaram o Sesi em vantagem e ajudaram para a vitória.

As quartas de final seguem nesta semana. As séries são decididas em melhor de três e a gente acompanha para ver quem chega às semifinais. Até mais!

 

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013 Diversos | 06:50

Sada dá aula e coloca Brasil no topo no Mundial

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Divulgação/FIVB

Sada Cruzeiro é campeão mundial de clubes

O Brasil é campeão mundial de clubes de vôlei! No domingo, o Sada Cruzeiro bateu os russos do Lokomotiv Novosibirsk por 3 sets a 0 (25/20, 25/19 e 25/20) e conquistou o título do torneio. Pela primeira vez o país fatura o torneio masculino. E foi uma vitória e tanto em casa, e com casa cheia.

Leia mais sobre a partida: Sada Cruzeiro atropela o Lokomotiv e fatura o Mundial de Clubes pela primeira vez

No primeiro encontro entre mineiros e russos no Mundial, o placar apontou 3 a 2 para os europeus. Desta vez, na hora da decisão, o Sada Cruzeiro liderou praticamente o tempo todo. Se o saque foi o trunfo russo na classificatória, agora o saque foi a arma mineira. Foram seis aces, quatro só com o ponteiro cubano Leal. Mas o jogo teve muito mais do que isso…

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Logo no primeiro set, o Cruzeiro mostrou a sua cara. O time iria arriscar, sem medo. A equipe mineira deu 10 pontos em erros, mas também já emplacou saques e bloqueios certeiros. E para fechar, um dos lances da partida. Bola alta e ataque do levantador William para marcar o 25º pontos. Nas parciais seguintes, o Lokomotiv Novosibirsk saiu na frente, mas logo o Sada Cruzeiro se recuperou. Se no segundo seta virada veio com defesa de Serginho em um lance e bloqueio de Éder em outros, no set seguinte Leal emplacou uma série de aces e fez o time da casa abrir no placar.

A final foi uma bela mostra de conjunto. Williams fez o seu papel na distribuição e ainda foi eleito o melhor levantador do torneio. Leal, como já dissemos, ajudou e muito no saque e também no ataque. Também ficou com prêmio individual. O líbero Serginho, mais um premiado, salvou bolas que levantaram a torcida. Os centrais Douglas e Eder também pontuaram. O primeiro é cara veloz, que mesmo baixo consegue atacar e ser uma sombra no bloqueio. O outro foi uma das poucas mudanças para a temporada e se encaixou muito bem à equipe, colaborando ainda mais no bloqueio e em momentos chaves. E claro, Wallace. O oposto foi o melhor jogador do Mundial de Clubes. Acho que isso já diz o que ele mostrou em Betim.

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E um dos trunfos do Sada Cruzeiro, que foi vice no Mundial de 2012, é manter a base a tanto tempo. William, Filipe, Serginho, Wallace e outros seguem no time entra temporada e sai temporada. Leal chegou muito bem no ano passado e, agora, Éder e Isac são os novatos. Nada de mudar tudo de um ano para o outro. Com isso, os jogadores ganham confiança uns nos outros. Isso sem contar que estamos falando de jogadores com talento e que esse talento deu muito certo junto.

Acho que a frase do técnico Marcelo Mendez ao final do partida resume tudo: “Jogamos muito”, disse o argentino.

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sábado, 1 de junho de 2013 Seleção feminina | 15:39

Seleção feminina na primeira final da temporada

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*atualizado às 18h22

O Brasil está na decisão da Montreux Volley Masters! A seleção feminina venceu, agora há pouco, a República Dominicana por 3 sets a 0, com parciais de 25/19, 25/18 e 32/30, e vai disputar a primeira final da temporada. E o jogo desta tarde foi o primeiro teste de fato da equipe até aqui.

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Fernanda Garay foi a maior pontuadora do Brasil na semifinal

O time de Zé Roberto havia passado por Suíça, juvenis da China e reservas da Rússia. Mas agora tinha pela frente as dominicanas com jogadoras experientes, como De La Cruz, Castillo e companhia. O jogo foi o mais equilibrado e acho que o Brasil se comportou bem. Abriu no primeiro set, viu as rivais melhorarem com uma inversão de 5-1, mas logo fechou. Depois, buscou o placar na segunda parcial e, de novo, deslanchou no final para vencer. E no último set, dificuldade para acabar com a partida, mas um bloqueio resolveu o jogo.

Falando em bloqueio, o Brasil deu lavada no fundamento, marcando 18 pontos nas três parciais. No terceiro set, por exemplo, uma das viradas veio com sequência de pontos de bloqueio. Destaques para Juciely (ela costuma resolver no bloqueio na Unilever e aparece também agora na seleção), Adenízia e Pri Daroit.

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Além disso, a seleção não cometeu tantos erros bobos e até por isso venceu os dois primeiros sets depois de ver a situação ficar equilibrada. Já as dominicanas… Elas deram 25 pontos ao Brasil em erros! Ou seja, a equipe nacional teve que, de fato, vencer dois sets para acabar com a partida.

Como disse no outro post, acho bom Zé Roberto manter a sua equipe em quadra. De novo, só Suelen entrou em passagens de saque. O resto foi o mesmo e elas conseguiram se encontrar, virar o placar e sair com a vitória. Vi também alguns lindos ataques de Fê Garay pelo fundo e se no outro comentário elogiei Pri Daroit, aqui aprovo a atuação da outra ponteira. E Garay foi a maior pontuadora, com 15 bolas no chão. Ela está segura e confiante em quadra! Assumiu bem o papel de ser uma das experientes do time e também a capitã.

Agora é esperar a final neste domingo. A decisão será às 11h (horário de Brasília) e quem estará do outro lado será a Rússia.  A equipe venceu a Itália por 3 sets a 2 na segunda semifinal. Será que o Brasil repete a vitória da fase classificatória? Amanhã a gente descobre! Até lá!

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