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Posts com a Tag Argentina

quarta-feira, 16 de maio de 2012 olimpíadas, Seleção feminina, Seleção masculina | 10:34

Quem já tem e quem ainda pode ter a vaga olímpica

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Os Pré-Olímpicos continentais acabaram e ainda restam as repescagens mundiais para homens e mulheres. Até agora, quem já conseguiu a vaga para as Olimpíadas de Londres? Entre os classificados, já dá para saber quem está melhor? E entre aqueles ainda sonham com Londres, quem carimbará o passaporte?

Quem já está lá

Brasil-FIVB

Brasil venceu sem problemas o Pré-Olímpico Sul-Americano em São Carlos

Entre as mulheres, o Brasil entrou para a lista que já contava com Grã-Bretanha, Itália, Estados Unidos, China, Argélia, Turquia e República Dominicana. No masculino, Estados Unidos, Argentina e Itália completam a relação ao lado de Grã-Bretanha, Rússia, Polônia, Brasil e Tunísia.

Como conversamos por aqui, ainda é difícil falar qual o nível atual da seleção brasileira feminina, já que os rivais do Pré-Olímpico Sul-Americano foram mais fracos.  Os homens estreiam agora na Liga Mundial e a expectativa é para ver como será a volta de Ricardinho. Se ele encaixar as suas bolas rápidas com os atuais atacantes, como fazia nos anos de parceria com Giba, o Brasil ganha um ótimo ponto positivo.

Já entre os outros time, a Turquia mostrou suas credenciais no Europeu feminino, deixando Rússia e companhia para trás. É uma seleção que vem crescendo e vale ficar alerta. A República Dominicana também é outra que gosta de dar trabalho, ainda mais com Bethania de La Cruz jogando bem. Estados Unidos dispensam comentários e podem ser candidatos ao ouro.

No masculino, os norte-americanos ainda têm estrelas de Pequim, como Stanley e seu saque, e Anderson, que já foi destaque em Liga Mundiais. São os campeões e merecem respeito e cuidado. A Argentina é a seleção em crescimento, que busca amadurecer e, apesar de ter Conte e companhia, acho que ainda fica um pouco para trás.

Quem ainda busca a vaga

Cuba - FIBV

Cuba quase ficou fora do Pré-Olímpico mundial, mas deve conseguir a sua vaga

Os torneios classificatórios mundiais dão uma vaga aos asiáticos e três para seleções de outros países. No feminino, brigam Japão, Coreia, Taiwan e Tailândia, além de Sérvia, Cuba, Rússia e Peru. Por aqui, a briga não deve ser tão dura. O Japão deve ser o asiático classificado e Peru não tem ainda time para competir com os demais. No final, Cuba, que precisou de ajuda financeira para disputar o torneio, deve ir para Londres, ao lado de Rússia e Sérvia.

O masculino terá três torneios de repescagem, um na Bulgária e outro na Alemanha ao mesmo tempo e, depois, um no Japão. Essa será a chance de tradicionais como Bulgária e Cuba conseguiram as vagas. Sérvia, mesmo sem Milijkovic, ainda tem bons atacantes e segue na briga.

Agora é com vocês. Quem encara o Brasil em Londres? Quem serão os favoritos por lá? É só comentar!

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 Seleção masculina | 14:30

Que a folga tenha feito bem… Para todos!

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Oi de volta, galera!

A folga fez eu perder os jogos da Copa do Mundo feminina e o começo da masculina, mas me fez bem. E espero que a folga também tenha feito bem ao time de Bernardinho! Voltei (agora casada) a ler as notícias e acompanhar a equipe e encontrei uma seleção desestabilizada, errando muito, desde o saque ao ataque, e perdendo jogos de maneira pouco comum.

Miljkovic - Divulgação/FIVB

Miljkovic encara bloqueio do Brasil na vitória da Sérvia

Primeiro, a derrota para Itália. Depois, Cuba e Sérvia e mais dois sets perdidos para a China no meio do caminho. O que aconteceu com o time? Agora, depois da primeira folga na Copa do Mundo, eles voltam a jogar nesta madrugada, à meia-noite, e precisam vencer o Irã, e depois a Polônia e o Japão, para sonhar com Londres 2012.

A seleção me parece desgastada. E aquela discussão entre o líbero Serginho e o técnico Bernardinho no jogo contra a Argentina, por mais que a gente saiba que se trata de dois profissionais acostumados a jogar juntos e também esquentados, abalou a seleção. O clima pesou e o resultado foram os 32 erros diante da Sérvia.

E também não é hora de reclamar de regulamento, como fizeram Giba e Murilo. Antes da competição, todos sabiam que a Copa do Mundo daria três pontos para quem vencesse por 3 a 0 ou 3 sets a 1 e apenas dois para quem fizesse 3 sets a 2. Na Superliga já é assim. E também já era conhecida a tabela e a ordem de todos os jogos.

Adianta criticar a Sérvia por escalar reservas  em outros jogos e vir com tudo para cima do Brasil? Ou a Argentina por ter poupado seus jogadores diante da seleção? Acho que não. Cada um está adotando a sua estratégia. Se a Sérvia jogou com seriedade contra o Brasil, foi para ver seus rivais europeus já classificados e jogar com tranquilidade o pré-Olímpico. O mesmo vale para a Argentina, que quer ver o Brasil em Londres para ter o seu pré-Olímpico mais fácil na América. Não acho que os times europeus queiram se ajudar, como já li nesses últimos dias. Todo mundo está é se defendendo como pode, seja na bola ou com o regulamento.

Tudo seria mais simples se o Brasil tivesse feito a sua parte. Todos sabiam que em um campeonato de pontos corridos, qualquer derrota poderia pesar. Já foram três. Entretanto, a seleção ainda tem chances de se classificar. Mas para isso, precisa jogar o que sabe, mostrar vontade e esquecer brigas e desgastes, começando nesta madrugada contra o Irã.

“Estamos a três vitórias de nossa tão sonhada vaga para as Olimpíadas de Londres e vamos buscar não apenas vencer, mas vencer bem, para chegarmos com moral ao confronto de sábado com os poloneses”, disse Rodrigão em seu blog. Essa é a ideia: aproveitar o rival mais frágil teoricamente da última fase para não só vencer, mas também tentar embalar.

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sábado, 1 de outubro de 2011 Seleção feminina | 00:05

Mais um 3 a 0, agora na Argentina

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O Sul-Americano feminino continua, e o Brasil segue vencendo por 3 sets a 0. Era esperado que o rival desta sexta-feira, a Argentina, dificultasse mais o jogo por ser um time mais profissional, que já jogou Grand Prix… Pelos números, só o primeiro set foi um pouco mais complicado, com 25 a 19 no placar. Depois, a rotina do Sul-Americano voltou e o Brasil marcou 25 a 10 e 25 a 8 (leia mais sobre o jogo)

E dessa vez eu peço desculpas… cai com uma crise de sinusite e preciso de um tempinho de descanso para me recuperar! Sabemos que a seleção vencerá o torneio e volto assim que tiver melhor com os comentários. Por enquanto, deixo o blog para vocês! Até mais!

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domingo, 25 de setembro de 2011 Seleção masculina | 14:28

Obrigação cumprida! Brasil é campeão do Sul-Americano

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Desde que comecei a falar do Sul-Americano por aqui, usei uma frase de Bernardinho, que disse uma vez que vencer o torneio, para o Brasil, era uma obrigação. Pronto, depois do jogo que todos esperaram ao longo da semana, a seleção cumpriu a sua obrigação, bateu a Argentina por 3 sets a 1 e venceu mais uma vez a competição.

Dante - Divulgação/Vipcomm

Dante foi destaque no ataque do Brasil na final do Sul-Americano

E depois da atuação ruim contra os venezuelanos e de um campeonato com nível bem baixo dos adversários, a expectativa era ver como o Brasil se comportaria para esse “jogo de verdade” contra os argentinos. Pois a equipe nacional teve altos e baixos. Os ataques só saíram realmente na medida com Dante (e como ele atacou! Foi o jogador de segurança), já que Théo e o Wallace não se apresentaram tão bem. Marlon teve momentos de distribuição homogênea, mas voltou àquele velho erro de insistir no mesmo jogador depois de um erro para “dar moral” e quase complicou (com isso, viu Sidão perder três ou quatro ataques seguidos!). E o saque, que era o ponto que Bernardinho dizia que precisaria trabalhar, voltou a vacilar em alguns momentos. Se a ideia era forçar, que soltasse o braço e pronto. Quando se acertou nisso, conseguiu também crescer no bloqueio e melhorar.

Mas o Brasil venceu e, para isso, também fez coisas corretas. Acho que a tônica do jogo foi justamente o bloqueio. A Argentina estava com o levantador De Cecco muito inspirado. Ele acelerou jogadas, variou e deixou Conte e Quiroga, seus ponteiros, livres na rede. Além disso, eles conseguiram marcar o Brasil. A situação só se inverteu quando o saque brasileiro entrou mais e o bloqueio nacional apareceu. Foram dois sets marcados pelo fundamento. No segundo, a Argentina fez seis pontos de bloqueio. No terceiro, foi a vez do Brasil devolver o placar.

Bloqueio - Divulgação/Vipcomm

Bloqueio foi o principal fundamento do jogo deste domingo

E no final, o que pesou também foram os erros da Argentina. Eles deram mais de um set de graça para o Brasil em erros de saque. Isso mesmo, formam mais de 25 serviços errados em quatro sets! E o técnico Webber perdeu a cabeça e abandonou os seus atletas. Depois de uma reclamação de Bernardinho de que um argentino estava molhando a bola no saque, o treinador rival ficou nervoso, discutiu, xingou e não falou mais com seus jogadores. Ele pedia tempo e nem se aproximava dos atletas! A Argentina tem, sim, talento, mas precisa de um técnico até o fim.

A decisão do Sul-Americano foi o melhor jogo do torneio, como era o esperado, e o Brasil venceu porque teve mais experiência, usou o seu bloqueio e contou com Lucão em um grande dia na rede. Mas no geral, os problemas de ataque e contra-ataque podem ser resultado das outras partidas mais fracas, porque nenhum dos dois times chegou à final no auge. Eles chegaram ali e fizeram o seu jogo. A Argentina tentou usar o talento de De Cecco e dos seus atacantes, o que rendeu belas jogadas. O Brasil usou a rodagem, a emoção e os bons momentos para faturar mais um título.

Agora é pensar na Copa do Mundo. Brasil e Argentina estão classificados e lá será um campeonato em pontos corridos, com seleções de níveis semelhantes e mais jogos com cara de final.

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sábado, 24 de setembro de 2011 Seleção masculina | 14:29

Brasil faz 3 a 0, mas tem a atuação mais fraca do Sul-Americano

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Mais um jogo do Sul-Americano, mais uma vitória do Brasil por 3 sets a 0, agora sobre a Venezuela (25/14, 25/15 e 27/25). Só que desta vez a partida foi bem pior do que o esperado… Que chegue logo o confronto contra a Argentina!

Bernardinho - Divulgação/Vipcomm

Bernardinho reclama com Murilo. Brasil teve uma atuação ruim contra Venezuela

A seleção foi bem no primeiro set, marcando forte no bloqueio, precisa no saque e quase sem errar. Depois, parou. Saiu perdendo de 3 a 0 na segunda parcial e se recuperou mais em função da confusão da Venezuela do que pela sua qualidade. No final, errou passes e sofreu para fechar, acabando com o set apenas no 27 a 25. No geral, a falta de concentração e os erros de recepção ao logo de quase todo  o jogo fizeram o Brasil ter a pior apresentação no Sul-Americano.

Mas o segundo set ainda merece um espaço a mais pela lambança dos venezuelanos. Eles se atrapalharam de uma maneira que eu nunca tinha visto. Jogadores, técnico e árbitros não se entendiam com a posição de cada um em quadra. Até Bernardinho foi lá ajudar para ver se dava jeito! Depois, eles caíram de rendimento, perderam e só voltaram a jogar no set seguinte, aquele do 27 a 25.

E agora, o que esperar do duelo contra a Argentina? Escrevi que queria ver logo essa partida pelo nível das duas seleções. Finalmente teremos dois times de igual para igual em quadra. Os argentinos, quarto colocados na última Liga Mundial, têm volume de jogo, atacantes bons (como Conte) e um levantador habilidoso (De Cecco).

Théo - Divulgação/Vipcomm

Théo e Bruninho devem ser os titulares na partida contra Argentina

Mas e o Brasil? Como chega para o jogo, ainda mais depois de uma atuação fraca como a deste sábado? Murilo, conhecido pela precisão no passe, não está bem na função. Neste sábado, ele e Dante falharam na posição, por exemplo. Wallace tem as características para embalar, mas não repetiu a atuação que teve diante da Colômbia. Quem veio do banco e precisava conquistar um posição, como Thiago Alves e João Paulo Bravo, foram melhores que os mais experientes.

É difícil mensurar a evolução de uma equipe com rivais mais fracos e é normal perder o foco e tal. Mas se a seleção só teve adversário que não exigiu muito, a Argentina passou pela mesma situação. Porém, a obrigação de vitória é da equipe de Bernardinho. E para conseguir, acho que será necessário arrumar o passe, em primeiro lugar. Além disso, manter o saque que já foi visto neste Sul-Americano, com alguns forçando, como Lucão, Sidão, e outros executando um serviço tático e preciso, como Marlon. De nada adianta errar demais com excesso de pancadas ou só passar para o outro lado. E claro, contra a Argentina não será possível usar a desculpa da falta de concentração ou de um objetivo. Concentração será fundamental para entrar no jogo e não sair dele e o objetivo é cumprir a obrigação de vencer em casa.

P.s.: e na seleção feminina, que joga o Sul-Americano a partir da próxima quarta-feira, Adenízia foi cortada. Pensei que uma das ponteiras poderia perder a vaga, mas Zé Roberto preferiu manter Jaqueline na equipe. O Brasil jogará o torneio com as levantadoras Dani Lins e Fabíola; as opostos Sheilla e Tandara; as centrais Fabiana, Thaísa e Juciely; as ponteiras Mari, Paula, Jaqueline, Sassá, Fernanda Garay e Natália; e a líbero Fabi. Mas isso é assunto para a semana que vem…

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011 Seleção masculina | 22:31

Sul-Americano é obrigação na seleção

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Dos 28 Campeonatos Sul-Americanos já disputados, a seleção masculina ganhou 27. Só não venceu quando não participou, em 1964. Esse número só reforça a afirmação: título do Sul-Americano é obrigação na seleção.

A justificativa é simples. O Brasil é o favorito na disputa, tem os melhores jogadores, o melhor nível técnico e tem que fazer um papel bonito em casa. Por mais que os jogadores usem o discurso de que o torneio pode ser complicado e tudo mais, a realidade é que o Brasil é mais time que os rivais.

Veja a tabela dos jogos do Sul-Americano

Entre os adversários, não sei como está a Venezuela no momento, mas eles já deram trabalho à equipe nacional no começo dos anos 2000, com um estilo de jogar parecido com o de Cuba, com um voleibol de força, seja no ataque ou no saque.

Além disso, a Argentina vem numa crescente e o desempenho da equipe na Liga Mundial, com um inédito quarto lugar, deixa o Sul-Americano mais interessante.

Os hermanos não eram páreo para o Brasil desde a época de Milinkovic, Weber e companhia (lembram da Olimpíada de Sydney? Eles venceram e jogaram a seleção para um fraco sexto lugar geral). Agora, com Conte, De Cecco e companhia, o técnico Webber (o que foi levantador daquela geração) conseguiu um time jovem, cheio de vontade e com que joga na habilidade e na velocidade. Eles, sim, podem complicar no último jogo.

Como Bernardinho disse uma vez, se o Brasil vencer, vai sair uma notinha na imprensa dizendo que cumpriu a obrigação. Se perder, terá um grande destaque falando de uma possível crise. O técnico está certo. Vale colocar o favoritismo em quadra, respeitar os rivais jogando com seriedade e garantir a vaga para a Copa do Mundo para brigar pelos primeiros lugares na Olimpíada de Londres.

Resta saber com que time o Brasil entrará em quadra. Mas isso é assunto para um próximo post…

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terça-feira, 13 de setembro de 2011 Seleção masculina | 08:45

Brasil ganha ajuda de tabela favorável no Sul-Americano

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As seleções brasileiras feminina e masculina estão concentradas em Saquarema e se preparam para o Sul-Americano. Primeiro será a vez dos homens, de 19 a 25 de setembro em Cuibá. Dois dias depois da final masculina, as mulheres começam a disputa em Lima, no Peru.

Seleção maculina - Divulgação/FIVB

Seleção vai jogar o Sul-Americano em Cuiabá

E já que estamos às vésperas do torneio, vou fazer alguns posts essa semana sobre o Sul-Americano masculino. Para começar, a tabela de jogos.

As datas dos jogos haviam sido divulgadas na última semana e a foram confirmadas na segunda-feira. O Brasil começa a competição diante do Uruguai. Depois, encara Chile, Paraguai e Colômbia. E após folgar na sexta-feira, joga contra Venezuela e Argentina.

Veja o horário de todos os jogos do Sul-Americano

Nem precisamos falar que vencer o Sul-Americano é uma obrigação (esse será assunto do próximo post), mas a tabela bem que ajudou. “Não teremos nenhum confronto fácil, mas nossos adversários de mais tradição, a Venezuela e a Argentina, ficaram para as duas últimas rodadas. Isso é bom, pois possibilita que o time vá se ajustando e crescendo de produção jogo a jogo”, disse Bruninho (leia a reportagem completa com o levantador).

O jogador fez o discurso correto, de que é bom ter cuidado e respeito com os adversários, mesmo os mais fracos, mas que é bem melhor começar contra os mais frágeis e ganhar ritmo ao longo do torneio, isso não resta dúvida. O Brasil é o franco favorito no torneio e pode ganhar dos primeiros rivais com um time reserva, por exemplo.

O caminho da Argentina (acho que único time que pode realmente fazer frente ao Brasil depois do que mostrou na Liga Mundial com bons atacantes, como Conte e Pereyra, e um bom levantador, De Cecco) também tem alguma facilidade. Eles começam contra Chile, Colômbia e Uruguai para só então pegar a Venezuela. E se vencerem os venezuelanos, como é o esperado, farão o jogo contra o Brasil ter cara de final.  Aí teremos a velha rivalidade deixando o jogo mais interessante.

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sábado, 20 de agosto de 2011 Diversos, Seleção feminina | 14:07

Passeio de um lado e pedra no sapato de outro

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Fabiana ataca contra Argentina - Divulgação/FIVB

Fabiana foi a maior pontuadora do jogo com 17 acertos

O vôlei brasileiro movimenta a Ásia. Enquanto a seleção feminina adulta joga o Grand Prix neste final de semana na Tailândia, as seleções de novos estão na disputa do Universíade, na China. E neste sábado, uma teve um passeio sem problemas em quadra e a outra reencontrou uma pedra no sapato.

As comandadas por Zé Roberto Guimarães, como era esperado, venceram a Argentina com facilidade em uma hora e um minuto de jogo (veja os detalhes do jogo contra Argentina). Foi bom ver os números da central Fabiana. Ela sempre aparecia com um desempenho pior que Thaísa neste Grand Prix, mas foi o destaque deste vez, com oito pontos de bloqueio e nove no ataque. No final, o Brasil fez mais que o dobro de pontos que a frágil Argentina (75 a 35) e aproveitou a partida para testar a concentração. Mesmo contra rivais mais fracas, elas mantiveram o foco e, por isso, deram esse passeio. A atuação rendeu mais elogios de Zé Roberto…

Já a seleção masculina de novos parecia que levaria o Universíade com facilidade. Mas o time de Chupita, Thiago Alves, Wallace e companhia perdeu para a Rússia (leia mais sobre a derrota do Brasil) e vai ter que se conformar com a disputa da medalha de bronze. Será a Rússia a nova pedra no sapato do Brasil? Já temos histórico com a seleção feminina, perdemos a final da Liga Mundial e agora, mais uma derrota.

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sábado, 9 de julho de 2011 Seleção masculina | 14:21

E vamos para mais uma final!

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O Brasil está em mais uma final da Liga Mundial. A seleção acabou de vencer a Argentina por 3 sets a 0. Apesar do placar, o jogo não foi tão fácil assim e teve o segundo set mais longo da história da competição. Dessa vez, vou fazer um comentário diferente por aqui. Primeiro, um resumo de cada set e, depois, um pouco sobre os jogadores do Brasil. Vamos lá!

Sidão - Divulgação/FIVB

Sidão recebe bola. Jogada de meio foi a arma mais eficiente do Brasil

1º set: 25 a 22 para o Brasil
Brasil teve um branco quado deixou a Argentina virar no 11 a 9, mas logo se recuperou e passou a jogar do jeito que a gente vinha pedindo, com alegria e bastante solto. E na parte final do set, a virada de bola brasileira apareceu muito bem, principalmente com o Théo, mais uma vez o oposto titular. Ele só foi bloqueado uma vez e em uma jogada ue foi previsível. O Brasil só não precisava errar tantos saques forçados, poderia “testar” mais os rivais. Já o saque argentino funcionou muito bem na pancada, primeiro com De Cecco, ainda no começo da parcial, e com Conte, no final.

2º set: 42 a 40 para o Brasil
A Argentina começou na frente e me pareceu mais solta no ataque. Entretanto, a defesa brasileira estava bem ligada. Durante todo o set, os brasileiros recuperaram belas bolas. Já o bloqueio nacional ainda foi pouco efetivo, principalmente nas pontas, chegando quebrado. E a Argentina pode ser menos experiente, mas tem bons jogadores. Conte tem muita habilidade e o levantador De Cecco viu que a ponta estava aberta e usou bem Pereya. O Brasil cresceu quando voltou a usar o seu meio e equilibrou novamente. Mas a Argentina não se entregou e levou o jogo até os 40 pontos!

3º set: 25 a 23 para o Brasil
Parecia que o time nacional poderia sentir a famosa síndrome do terceiro set, abrindo e deixando a Argentina crescer. Mas depois de levar os ataques de ponta do set anterior, o bloqueio acordou e marcou essa posição. Além disso, Pereya parou de virar. No final, a inversão do 5-1 não deu nada certo e isso preocupa um pouco para a final porque Vissotto segue sem ritmo e Marlon, apático. Bernardinho fez bem em e logo voltar seus titulares e como o Brasil voltou à frente? Com uma bola de meio! Essa foi a grande arma da seleção diante da inexperiência da Argentina. Eles conseguiram marcar no bloqueio na ponta, mas não chegaram ao meio.

E os brasileiros?

Théo - Divulgação/FIVB

Théo passa pelo bloqueio argentino. Ele foi maior pontuador, com 23 acertos

Foi bom ver o time empolgado de novo em quadra. Giba e Serginho seguiram chamando o jogo e, ao lado de Bruno, contagiaram a equipe. O Brasil também fez algumas lindas pancadas no ataque, daquelas que dão moral (posso estar sendo chata, mas ainda queria mais). Entre os nossos opostos, Théo é a melhor escolha. Ele está mais entrosado com Bruno e foi o maior pontuador da partida. Mas, para mim, o destaque dessa fase final da Liga Mundial é Sidão. Ele conquistou a vaga entre os titulares com um saque potente e presença na rede. Neste sábado o saque brasileiro foi equivocado em alguns momentos, como disse no set a set, mas o ataque de meio foi perfeito. E foi com a bola de meio que o Brasil ganhou, com experiência e maturidade em quadra.

Vale falar também que a Argentina sai da briga, mas deixa uma boa impressão. O Brasil ainda é mais time, mas os argentinos não se intimidaram tanto assim e colocaram pressão. Até as Olimpíadas de Londres esse time ainda vai crescer…

E agora, quem vem pela frente?
Se fosse para escolher, iria preferir a Polônia. O Brasil já sabe jogar contra eles. Mas a Rússia é a favorita. Podemos esperar o tradicional bloqueio alto e saque pesado, mas também algumas jogadas mais aceleradas como vimos no “treino” contra o Brasil na sexta-feira. A partir de 15h a gente descobre!

E vocês? O que acharam do jogo? Poderia ter sido mais fácil, sem os 42 a 40 do segundo set? Deixem seus comentários e mais a tarde a gente volta para falar do rival do Brasil!

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sexta-feira, 8 de julho de 2011 Seleção masculina | 17:25

Como jogar fora uma chance com um jogo feio

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Brasil e Rússia entraram em quadra nesta manhã já classificados para as semifinais. A diferença foi que os brasileiros pareciam que nem estavam ali, enquanto os russos aproveitaram para, pelo menos, se divertir em quadra.

A seleção perdeu por 3 sets 0 (veja como foi a partida) e com certeza não agradou a ninguém. Eles erraram demais e se esforçaram de menos. Se faziam algum ponto, pouco vibravam. Se perdiam o ponto, não se importavam tanto assim. O placar foi um mero reflexo da falta de atitude em quadra.

Bernardinho cumpriu o prometido e mexeu no time. E a justificativa do técnico para isso foi válida. Para que colocar seus principais jogadores em quadra depois de dois jogos desgastantes como foram as vitórias sobra Cuba e Estados Unidos se o jogo dessa sexta era para cumprir tabela? Se havia ainda alguma oportunidade para colocar tudo mundo para jogar e dar ritmo era nessa partida. Mas vocês acham que quem entrou soube aproveitar esse “treino de luxo”?

Acho que não. Até em um treino dá para vibrar mais, bater mais e se soltar mais em quadra! O Brasil sofreu com o saque e com o bloqueios russos e com a sua apatia. Tudo bem, o time perdeu quando podia, Bernardinho mexeu quando podia, mas o jogo foi feio, muito feio.

Maxim Mikhaylov/FIVB

Maxim Mikhaylov foi um dos destaques da Rússia no ataque e passou pelo bloqueio brasileiro

Os russos, sim, aproveitaram o “treino”. Viram o central Muserskyi voltar a dominar a rede e o atacante Apalikov acertar no saque, por exemplo. Eles nem forçaram tanto assim e saíram com a vitória e um ânimo a mais para a semifinal. Fizeram apenas o jogo deles, sem se preocupar muito com quem estava do outro lado.

E é melhor o Brasil mudar logo esse “estado de espírito” porque vai encarar uma Argentina mais do que empolgada na sua semi. Os argentinos podem não ter uma grande experiência, mas são jovens, comandados por um bom técnico (Webber) e por um oposto que vive ótima (Conte) e estão cheios de vontade de fazer história!

Já o Brasil sabe, sim, jogar com vontade e usar a sua experiência. Eu só espero que eles comecem o jogo já empolgados e mostrem logo o que sabem porque até agora, mesmo na fase final quando o jogo valia a classificação, eles começaram bem devagar.

Bruno, mesmo com algumas falhas, consegue levantar o time em quadra. De Giba e Serginho nem precisamos falar nada porque sabemos o quanto eles cobram os companheiros. Mas ainda me preocupo com os nossos opostos. Vissotto até que virou algumas bolas com vontade nesta manhã, mas só algumas. E Théo já levou cada bloqueio… Posso estar de mau-humor por causa do jogo de hoje, mas vamos lá, acredito que o Brasil cresça na semifinal e tenha a chance de dar o troco na Rússia em uma decisão, com um jogo de verdade!

P.s.: Argentina acabou de perder para a Polônia por 3 sets a 2. Com isso, os donos da casa ficam com a vaga na semifinal, mas devem parar na Rússia. Pelo visto, teremos outro Brasil e Rússia na decisão da Liga Mundial. Ah, Brasil x Argentina será às 12h e Rússia x Polônia às 15h neste sábado.

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