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Posts com a Tag Ana Tiemi

sábado, 17 de março de 2012 Superliga | 15:59

Mais um semifinalista e a volta de um favorito na Superliga

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O sábado colocou mais um time na semifinal da Superliga feminina 2011/2012 e viu a volta de um favorito. Com mais um tie-break, o Vôlei Futuro venceu o Banana Boat/Praia Clube, fechou a sua série em 2 a 0 e avançou na competição. O time de Araçatuba encara Unilever ou Mackenzie/Cia do Terno, mas eu falo desta série daqui a pouco.

Jogando fora de casa, o Vôlei Futuro começou com a formação que eu mais gosto, com Ana Cristina no levantamento e Stacy Sykora como líbero. Porém, dessa vez a combinação não deu certo e o Praia Clube venceu os dois primeiros sets. A partir do terceiro set, com Vere no fundo e Ana Tiemi armando o time, o Vôlei Futuro reagiu e chegou a vencer o quarto set com facilidade. Depois, fechou a partida no tie-break, assim como no primeiro jogo da série. Vaga na semifinal garantida.

Unilever - Divulgação/CBV

Bloqueio da Unilever também funcinou diante do Mackenzie e marcou 13 pontos

Na outra série, o Unilever voltou a ser o que foi em quase toda a Superliga, assumiu o favoritismo e venceu o Mackenzie/Cia do Terno em pouco mais de uma hora. No primeiro jogo, o time mineiro entrou agressivo, pesou no saque e no ataque e surpreendeu com a vitória no tie-break. Neste sábado, a equipe não teve nem de perto a agressividade, deu 26 pontos de graça e perdeu por 3 setsa 0.

Leia mais sobre o jogo: Unilever vence Mackenzie e empata quartas de final

O Unilever começou na frente e só relaxou no terceiro set. E se na sexta-feira o Sollys/Nestlé teve um jogo parecido, como comentamos por aqui, e também perdeu o foco na terceira parcial, o time carioca logo se recuperou, buscou o marcador e liquidou o jogo em sets diretos. Depois de três derrotas seguidas, uma vitória com superioridade.

E o que salvou o terceiro set foram duas lindas defesas e três pontos decisivos de Mari. Pois é, a ponteira, que já foi tanto criticada durante o torneio por errar passes, não se intimidou. Apesar de ter sofrido com o tempo de bola de Venturini, acertou quando o time precisava no fundo e fez a sua parte. E um fato em comum. Aqui, como no outro jogo do dia, a inversão de 5-1 deu certo. Com Roberta e Ju Nogueira em quadra que o conjunto do Rio de Janeiro buscou seis pontos e virou o último set.

O jogo mostrou que se não entrar forte, não tem chance. Desta vez, o saque do Mackenzie não quebrou o passe carioca e Gabi não foi tão decisiva. Apesar de terem acordado no terceiro set, terem colocado pressão no bloqueio, não dá para vencer com 26 erros em três sets.

Deu Unilever, que é um time mais experiente, que soube reverter e empatar a série. Se continuar assim, as cariocas avançam às semifinais e encaram o Vôlei Futuro. No final, aqueles que eram os favoritos caminham para as semifinais.

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domingo, 18 de dezembro de 2011 Superliga | 12:38

Vôlei Futuro parece ter acertado a mão nesta temporada

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Fernanda Garay - Divulgação/CBV

Fernanda Garay é um destaques do Vôlei Futuro na temporada

Pelo menos por enquanto, depois de três rodadas na Superliga, parece que os times do Vôlei Futuro acertaram a mão, principalmente entre as mulheres. A equipe equilibrou forças, ficou mais experiente e, além de liderar o torneio nacional, é o único que ainda não perdeu nenhum set.

O nome da terceira rodada, depois da vitória sobre o BMG/São Bernardo, foi Fernanda Garay, reforço do Vôlei Futuro na temporada. Ela foi a melhor jogadora em quadra na sexta-feira e segue o bom momento vivido desde o começo do ano, com a convocação para a seleção. Garay ajuda no passe e também é uma força no ataque, ao lado de Paula Pequeno, que entrou neo meio do jogo contra o São Bernardo e fez a diferença. Bela contratação de Garay e boa fase de Paula.

E falando em passe, Walweska, nova central, é uma das poucas meios que também fazem fundo. E ter a bola na mão ajuda Ana Tiemi e Ana Cristina, as duas levantadoras. Aí está mais uma vantagem para a temporada. No ano passado, Alisha Glass era a aposta, mas a norte-americana teve uma lesão e voltou para os EUA. Agora, o time tem duas jogadoras na posição.

O banco também teve uma mudança. Paulo Coco no lugar de William. E ele tem um time mais experiente e mais equilibrado em quadra. Apesar de na Superliga ainda não ter encarado as potências, venceu o Paulista diante do Sollys/Osasco com o time o completo.

Depois de uma temporada que era esperado pelo menos a final, o Vôlei Futuro melhorou e parece ter acertado a mão. No masculino, o perfil foi adotar jogadores bons, mas fora da seleção, como Lorena e Piá, e ter o time todo o ano todo. Eles também seguem invictos depois dos 3 a 1 sobre o Londrina na noite se sábado, mas aparecem em terceiro na classificação. Mas a Superliga masculina fica para o próximo post.

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sábado, 14 de novembro de 2009 Seleção feminina | 14:23

Sem ataque não dá para ganhar

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Para fazer ponto no vôlei tem que colocar a bola no chão da quadra adversária. A maneira mais simples de pontuar é com o ataque. Mas, nesta madrugada, o Brasil simplesmente não conseguiu atacar. E sem ataque, não tem como ganhar o jogo…

A seleção feminina foi derrotada pela Itália por 3 sets a 0, perdeu a invencibilidade na Copa dos Campeões e praticamente ficou com o segundo lugar do torneio (veja como foi a partida). Para ser campeã, a Itália precisa apenas de uma vitória sobre o Japão na última rodada. Já o Brasil teria que passar pela Tailândia e ainda torcer por uma vitória com vantagem das japonesas.

Festa da Itália - Divulgação/FIVB

Festa da Itália - Divulgação/FIVB

O Brasil quase não jogou nesta madrugada. Foram 20 pontos dados de graça para as italianas em erros, principalmente nos dois primeiros sets. A seleção errou em todos os fundamentos. Além de um saque sem potência, marcou pouco no bloqueio (foram somente cinco pontos no fundamento, muito abaixo da capacidade desse time), pecou no passe e não se achou no ataque. Sheilla e Mari estavam bem marcadas e não viraram quase nada. Os ataques nacionais sempre iam para a defesa italiana, com ótimo posicionamento, e raramente para o chão. E aí a Itália mostrou a sua superioridade, aproveitando os contra-ataques com Orotalni e Del Core, e marcando seus pontos.

As brasileiras pareciam nervosas o tempo todo e isso refletiu na armação das jogadas. Ana Tiemi começou como titular mais uma vez, mas não repetiu o desempenho dos jogos contra Japão e Coréia. De novo usou pouco o meio. Ela deu lugar a Dani Lins, que seguiu sem ousadia ou velocidade. A primeira bola realmente boa na velocidade só saiu para Thaísa quando o Brasil perdia por 17 a 19 no segundo set! As pontas ficaram sobrecarregadas! E o bloqueio italiano marcou as jogadas e o que vimos foi a baixa qualidade dos ataques.

E mais um reflexo do nervosismo foram os erros no contra-ataque. A Itália é um bom time, mas não imbatível e também com jogadas “defensáveis” pelas pontas. Mas, quando a seleção salvava a bola, não tinha paciência para armar a jogada mais uma vez e desperdiçava o contra-ataque. Do outro lado, as italianas tinham o ótimo levantamento de Lo Bianco e a calma para fechar o ponto.

Que o Brasil perderia algum dia já era esperado. Essa seleção ganhou todo desde o Grand Prix de 2008, antes de Pequim. Porém, a derrota desta madrugada doeu um pouco mais. A seleção estava apática. Mostra disso foi um saque italiano no terceiro set que caiu fora, mas perto da linha, e nenhuma brasileira se mexeu nem para acompanhar a bola! Perder é ruim, mas dói mais perder sem jogar. Que o Brasil volte a ser Brasil na despedida contra a Tailândia! Jogo será à 1h30 (horário de Brasília).

E você? Assistiu a Brasil x Itália? O que achou da partida? Deixe seu comentário!

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009 Seleção feminina | 14:22

Brasil x Itália na “final” da Copa dos Campeões

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A Copa dos Campeões é um torneio de pontos corridos, mas se tivesse uma final, seria a partida desta madrugada entre Brasil e Itália. As duas seleções são as únicas invictas da competição e, quem vencer, coloca uma mão no título. Esse era o confronto mais esperado do campeonato, entre a atual campeã e a campeã europeia. Vale a pena acordar às 3h30 (horário de Brasília).

Para o duelo, é bom tomar cuidado com três jogadoras em especial: Gioli Simona, melhor atacante da Copa dos Campeões até agora; Jenny Barazza, central e boa bloqueadora; e Piccinini, veterana do time e segurança no fundo. Além disso, o técnico brasileiro Zé Roberto Guimarães já elogiou a atuação da atacante Serena Ortolani em outras competições.

Defesa de Piccinini - Divulgação/FIVB

Defesa de Piccinini - Divulgação/FIVB

As italianas perderam a cubana naturalizada Aguero, que decidiu se aposentar da seleção antes da Copa dos Campeões, e com ela, um pouco do poder do ataque. No torneio no Japão tiveram alguns altos e baixos. Fizeram um jogo ruim contra a Coreia do Sul, vencido no sufoco por 3 sets a 2, mas se superaram e dominaram a República Dominicana na última partida com um 3 a 0.

Já o Brasil vem de um jogo perfeito contra a Coreia do Sul e crescendo no torneio. O potencial da equipe está no grupo, com todas as jogadoras prontas para atuar. Se Dani Lins está mal, Ana Tiemi entre com precisão nos levantamentos. Se Natália está sendo marcada, Paula Pequeno assume a responsabilidade. Se Mari está ruim no passe, Sassá vai para o fundo da quadra e assim por diante.

A equipe nacional ainda peca na recepção, mas tem volume de ataque e bloqueio para segurar as italianas, que tem um jogo parecido com o nosso. Não são tão velozes quando as japonesas e nem jogas com as bolas mais altas como as dominicanas.

Brasil x Itália promete! Quem vencer, precisa apenas confirmar o favoritismo no último jogo para ficar com o ouro. E aí o Brasil leva vantagem. Enquanto a seleção tem pela frente a Tailândia, teoricamente mais fraca do torneio, a Itália encara o Japão, cheio de jogadas rápidas e querendo fazer bonito diante da torcida.

E você, o que espera dessa “final” na Copa dos Campeões? Deixe seu comentário!

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009 Seleção feminina | 11:03

O jogo perfeito na Copa dos Campeões

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Foi assim que o técnico José Roberto Guimarães definiu a vitória do Brasil sobre a Coreia do Sul na Copa dos Campeões nesta madrugada. Para ele, ataque, saque e bloqueio funcionaram bem e o time mereceu a vitória (leia mais). A seleção fez 3 sets a nas sul-coreanas e segue 100% e na liderança da competição, ao lado da Itália, a outra invicta.

A seleção teve dificuldade no começo do jogo com ótimas defesas da Coreia do Sul, que chegou a ter três set points na primeira parcial. A jovem central Jeon Ha Park, de 16 anos, chamou a atenção com belos saques e bloqueios. Mas o Brasil fechou o set em um erro de ataque asiático. Depois disso, o time nacional cresceu na partida, em todos os fundamentos. A Coreia do Sul ainda esboçou uma reação no terceiro set, mas parou nos ataques de Natália (leia mais sobre a partida).

Quem se destacou nesse “jogo perfeito” foi mais uma vez a levantadora Ana Tiemi. Depois de uma ótima atuação contra o Japão, ela mandou Dani Lins para o banco e começou como titular. Ainda usou pouco o meio de rede (apenas sete dos 45 pontos de ataque saíram dessa posição), mas msotrou a vantagem de seus 1,87m. Normalmente as atacantes buscam a levantadora no bloqueio para bater. Mas isso não está se aplicando a Ana Tiemi. Ela cresce na rede e tem bom tempo de marcação. Hoje, contra a Coreia, fez três dos 11 pontos do Brasil no bloqueio. Isso pode ser um diferencial para que ela conquiste a vaga de titular da seleção…

Além de Ana Tiemi, Paula Pequeno também segue firme no time. Ela jogou bem contra o Japão e hoje só deu lugar a Natália no terceiro set. E a caçula da seleção também fez um bom jogo. Entrou quando o Brasil já dominava a partida, mas foi fundamental para fechar o passeio brasileiro com seu já conhecido ataque potente. Pelo visto, Mari, a maior pontuadora contra a Coreia do Sul com 16 acertos, vem apresentando atuações sempre no alto nível e tem lugar certo no time. A outra vaga na ponta é disputada por Paula e Natália. Melhor para a seleção, com duas boas jogadoras, uma que está recuperada da lesão e a outra que está amadurecendo em quadra.

Seleção volta para a quadra no sábado, em Fukuoka, na “final contra a Itália”. Os dois times são os únicos invictos e quem vencer vai precisar apenas confirmar o favoritismo na última rodada (Brasil x Tailândia e Itália  Japão) para ser campeão. O jogo será às 3h30 (horário de Brasília), com transmissão da Sportv.

Jogos da Copa dos Campeões (horário de Brasília)
dia 12/11
Brasil 3 x 0 Coreia do Sul, República Dominicana 0 x 3 Itália e Japão 3 x 0 Tailândia
dia 14/11
Brasil x Itália (3h30), Tailândia x Coreia do Sul (1h30) e República Dominicana x Japão (7h)
dia 15/11
Brasil x Tailândia (1h30), Coreia do Sul x República Dominicana (3h30) e Japão x Itália (7h)

E você, achou que a vitória sobre a Coreia do Sul foi o jogo perfeito? E Ana Tiemi, já virou a titular do Brasil? Paula Pequeno já está recupera e voltou a ser titular? Deixe seu comentário!

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009 Seleção feminina | 10:59

Brasil bate Japão com quase um set de bloqueios

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A seleção brasileira feminina passou sufoco no segundo jogo da Copa dos Campeões. Contra o Japão, o Brasil perdeu o primeiro set, teve trabalho para se recuperar, mas venceu por 3 a 1 com as ótimas entradas de Ana Tiemi e Paula Pequeno e excelentes bloqueios (veja como foi a partida). Com o resultado está na liderança do torneio.

Assim como na estreia, o bloqueio apareceu nos momentos chaves. E não exagerei quando disse, no post anterior, que nove pontos nesse fundamento em uma partida era pouco para a seleção. No jogo desta manhã contra as japonesas o Brasil quase fechou um set com os pontos na rede. Foram 23 bloqueios certeiros! Enquanto o ataque não estava tão eficiente, isso fez a diferença e garantiu a vitória nacional.

Vibração de Ana Tiemi - Divulgação/FIBV

Ana Tiemi - Divulgação/FIBV

Mais uma vez, o passe não saiu como esperado. Mari, a maior pontuadora com 21 acertos, melhorou na recepção, mas o time ainda está abaixo nesse quesito. E foi justamente nos momentos de passe quebrado e ataques  fáceis que o Japão cresceu e complicou o jogo. O Brasil conseguia abrir dois ou três pontos de vantagem, mas vacilava na recepção e logo o adversário voltava para o jogo. E foi surpreendente a atuação japonesa! Que é uma seleção que joga na velocidade todo mundo já sabe, mas a equipe estava com total sincronia nas jogadas de meio e com um belo saque.

Do lado nacional, as boas surpresas foram Ana Tiemi, Paula Pequeno e Thaísa. Todas entraram no segundo set, quando o Brasil perdia, e não saíram mais. Ana Tiemi segurou muito bem a pressão de armar as jogadas em ginásio lotado de torcida contra. Fez uma de seus melhores partidas com a seleção, e só pecou em não ter usado as centrais (foram apenas três pontos nessa posição em todo o jogo). Será que ela rouba o lugar de Dani Lins? Já Paula e Thaísa voltaram de lesão e estão muito bem. E esse foi o primeiro grande jogo de Paula Pequeno depois da cirurgia no joelho. Ela entrou com vontade, não se poupou e está na briga pela vaga de titular.

O próximo jogo do Brasil na Copa dos Campeões será de novo contra asiáticas. O time enfrenta a Coreia do Sul, que entrou no torneio como convidada, às 2h30 desta quinta-feira (horário de Brasília).  A vantagem agora é que a seleção brasileira já aprendeu o tempo correto do bloqueio para marcar essas bolas aceleradas. O que falta mesmo é acertar de vez o passe e voltar ao grande volume de ataque, que ficou abaixo do esperado contra o Japão. E ainda vale um alerta! A Coreia do Sul deu trabalho para a Itália nesta madrugada. Segurou o jogo por mais de duas horas, mas levou a virada e perdeu por 3 a 2.

Jogos da Copa dos Campeões (horário de Brasília)
dia 12/11
Brasil x Coreia do Sul (2h30), República Dominicana x Itália (4h30) e Japão x Tailândia (8h)
dia 14/11
Brasil x Itália (3h30), Tailândia x Coreia do Sul (1h30) e República Dominicana x Japão (7h)
dia 15/11
Brasil x Tailândia (1h30), Coreia do Sul x República Dominicana (3h30) e Japão x Itália (7h)

E você? O que achou da atuação do Brasil contra o Japão? Gostou da volta de Paula Pequeno e da entrada de Ana Tiemi? Deixe o seu comentário!

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segunda-feira, 14 de setembro de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 15:26

Oitavo título consecutivo para a seleção feminina

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Desde o Grand Prix de 2008, elas não sabem o que é perder. Na noite de domingo, faturaram mais um título. A seleção brasileira feminina venceu os Estados Unidos por 3 a 1 e levou o bicampeonato no torneio Final Four (veja como foi a partida). Foi o oitavo título consecutivo desde julho de 2008, o quinto só neste ano (Montreux Volley Masters, Copa Pan-Americana, Torneio Classificatório para o Mundial 2010, Grand Prix e Finail Four). Está mais do que bom!

Brasil é bicampeão do Final Four - Divulgação/FIVB

Brasil é bicampeão do Final Four - Divulgação/FIVB

E, como disse no post anterior, o melhor disso tudo é manter o nível tanto com time titular quanto com time reserva. E quem era banco faturou também prêmios individuais. Joycinha foi a melhor jogador do torneio; Regiane, a melhor atacante; Adenízia, a melhor sacadora e Ana Tiemi, a melhor levantadora.

Agora é a vez do Sul-Americano, que será disputado em Porto Alegre, de 30 de setembro a 4 de outubro. Mais uma vez, assim como no Final Four, os adversários serão mais fracos e o Brasil deve sobrar. Mas será a oportunidade de ver o time completo. Quem ficou em Saquarema treinando com Zé Roberto deve voltar. E quem estava com Paulo Coco no Peru vai querer ficar com uma vaga.

A promessa era que Paula Pequeno voltasse à equipe em Porto Alegre. Será que ela já está pronta, depois de sofrer com as lesões no joelho? E Mari e Natália? Arrumaram o passe, principal deficiência no Grand Prix? Acho que o Sul-Americano será mais um teste de luxo para essa equipe responder a essas perguntas e se firmar para a Copa dos Campeões, última competição da temporada e a hora de jogar para valer contra os grandes.

Mudança na seleção masculina
Aproveitando o assunto, vamos falar um pouco dos homens. Gustavo havia sido convocado por Bernardinho para uma série de amistosos contra os Estados Unidos depois de um ano de aposentadoria. Mas ele pediu dispensa por conta de uma contratura nas costas.

Para o seu lugar foi chamado o meio-de-rede Thiago Barth, que estava na seleção na primeira fase da Liga Mundial de 2009 e fez uma boa Superliga. Mas, para mim, ele ainda fica atrás de Sidão e Lucão, que são bastante agressivos.

E você? O que achou de mais um título da seleção feminina? E da convocação de Thiago Barth para a seleção masculina? O que esperar desse final de temporada? Mais títulos? Deixe a sua opinião!

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terça-feira, 9 de junho de 2009 Seleção feminina | 18:28

Primeiro torneio, primeiro jogo, primeira vitória

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A seleção feminina começou a temporada com a sua cara. Nesta tarde, estreou no Montreaux Volley Masters com uma vitória por 3 a 0 sobre a Alemanha com a mesmas forças que a consagraram campeã olímpica em Pequim: bloqueio para compensar a recepção e inteligência no ataque.

Esta é a seleção com a maior média de altura do País (1,87m). Além das gigantes centrais Thaisa, Fabiana e Carol Gattaz , conta com a levantadora Ana Tiemi, de 1,88m, a maior na função. Mesmo que o bloqueio não marque o ponto, ele sempre está ali, fazendo sombra e colocando pressão nas adversárias. E foi isso que aconteceu nesta tarde. A Alemanha armava bem as suas jogadas, mas não conseguia finalizar e parecia se afobar com a presença da parede brasileira, sempre bem colocada.

O Brasil não chegou a ser ameaçado. Depois de um começo nervoso, conseguiu abrir no placar e fechar o primeiro set em 25 a 19. Na parcial seguinte, a Alemanha levou o jogo de igual para igual com um ótimo passe. Enquanto as brasileiras variavam no ataque, elas se jogavam na defesa e tocavam em quase todas as bolas. Além disso, colocavam a bola na não da levantadora, mas faltava a frieza para definir a jogada. A seleção brasileira se distanciou no placar com saques de Sheilla e bloqueios de Carol Gattaz e fechou em 25 a 19.

No terceiro set, um passeio nacional. As alemãs entregaram o jogo e as brasileiras relaxaram e dominaram a partida. Jogando bem mais solto que na primeira parcial, mas sem sofrer da famosa “síndrome do terceiro set”, quando um time acha que o jogo já está definido e relaxa tanto que perde o foco, o Brasil fechou em 25 a 14.

Bom começo
O primeiro jogo da nova formação da seleção foi positivo. Time não conta com jogadoras renomadas como Walewska, que pediu para ficar afastada; Paula Pequeno, ainda se recuperando de uma cirurgia no joelho; Carol Albuquerque, que não foi convocada por Zé Roberto e Fofão, aposentada da equipe. Mas a base está mantida e jogou bem no primeiro desafio do ano. Falta ainda acertar um velho problema: o fundo de quadra. Enquanto as alemãs recuperavam diversas bolas, as brasileiras tinham dificuldades em colocar o passe na mão de Ana Tiemi.

Além disso, o saque nacional teve altos e baixos. Quando entrava, fazia estragos, principalmente com Fabiana e Carol Gattaz, no saque tático, e Sassá, com a força. Mas foram também diversos erros no serviço não forçado. Coisas de primeiro jogo e simples de arrumar. Basta um pouco mais de concentração. Mas não pode demorar muito para coloca ordem nisso.

Carol Gattaz, Ana Tiemi e Natália, as caras novas do time na partida desta tarde, tiveram uma boa estreia. Carol foi a segurança na rede e causou estragos com um saque tático sem peso, principalmente no terceiro set. Ana Tiemi virou titular na última hora, já que Dani Lins torceu o tornozelo, mas soube se acalmar e se soltar ao longo do jogo. E Natália mostrou a potência de sempre no ataque e foi grande no bloqueio.

Brasil volta a jogar nesta quinta, contra a China, às 16h (horário de Brasília). Vamos ver como o time se sai neste novo ciclo olímpico. E você, o que achou da estreia da seleção feminina? Deixe o seu comentário!

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