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Posts com a Tag Adenízia

sábado, 11 de abril de 2015 Superliga | 09:50

Não passa nada! Molico/Nestlé cresce no bloqueio e vai para a final da Superliga

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O Rexona/Ades já sabe quem vai enfrentar na decisão da Superliga feminina 2014/2015. Na noite de sexta-feira, o Molico/Nestlé bateu o Sesi por 3 sets a 0 (25/21, 25/17 e 25/14), fechou a série com duas vitórias e garantiu a sua vaga na final do campeonato. E lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na decisão. Será o 10º nos últimos 11 anos!

Divulgação/ZDL

Bloqueio do Molico/Nestlé para cima do Sesi na semifinal da Superliga 2014/2015

E na partida desta sexta, o Molico/Nestlé repetiu o que deu certo no primeiro jogo da semifinal e arrumou o que estava errado. Assim, ficou fácil. No primeiro confronto, as jogadoras do Osasco aplicaram 27 pontos de bloqueio em cinco sets. Agora, foram 17 pontos no fundamento em três sets. Era bloqueio pelo meio, na ponta, na bola largada… Excelente leitura de jogo da equipe e pressão o tempo todo para cima do Sesi.

Mais detalhes da semifinal Molico/Nestlé x Sesi

Entretanto, no primeiro jogo o Molico vacilou nos erros e se perdeu em quadra, tendo que decidir no tie-break depois de ter vencido os dois primeiros sets. Foram os bloqueios que salvaram naquela partida. Agora, a equipe mostrou concentração do começo ao fim para liquidar logo a partida. Na volta para o terceiro, saiu na frente e em pouco tempo estava com 4 a 0 ou 6 a 1 no placar. Se com uma ótima atuação no bloqueio e erros já saiu a vitória, com parede na rede e concentração, veio o 3 a 0.

Do outro lado, o Sesi pecou nos erros de saque logo no primeiro set. Acho que foram seis pontos de graça nessas falhas. E com a pressão do outro lado, acabou sucumbindo. O time paulistano chegou a reagir ainda no primeiro set e quase complicou no finalzinho, mas não deu.

E desta vez, a escolha do Viva Vôlei foi mais do que acertada. Às vezes o prêmio é dado para incentivar uma jogadora e não vai para quem realmente segurou a onda da partida. A escolhida da noite foi Gabi, do Molico/Nestlé. Com 1,75m, ela bloqueou, mostrou potência em lindos ataques e defendeu. Mereceu. Mas como o destaque do jogo foi o bloqueio, méritos também para Thaísa e Adenízia e mais cinco pontos no fundamento na conta de cada uma.

Agora, como disse lá no começo, lá vamos nós para mais uma decisão entre Rio de Janeiro e Osasco. Espero que o time de Luizomar mantenha o embalo desta semifinal. Aí a final, marcada para o dia 26, promete…

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segunda-feira, 27 de maio de 2013 Seleção feminina | 19:09

Ano da seleção começa com mais novatas que veteranas

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Começa nesta terça-feira mais um ciclo olímpico para a seleção feminina brasileira de vôlei. As comandadas por José Roberto Guimarães estreiam na Montreux Volley Masters diante da Suíça, às 16h (horário de Brasília). E para o início do trabalho, mais caras novas do que veteranas. Quem vai ser sair bem e se firmar na equipe para o ciclo que vai até 2016?

Veja os horários de jogos da Montreux Volley Masters

CBV

Tandara, Fê Garay e Ellen: mistura na seleção brasileira para começar o ciclo olímpico

As mais experientes são Dani Lins e Fabíola, Tandara, Fê Garay, Adenízia e Camila Brait. Já entre as novatas, tem gente que nem é tão nova assim na idade, mas que tem pouca rodagem da seleção, como Juciely. E outras como Claudinha, Monique, Ellen, Pri Daroit, Michelle, Letícia Hage e Suellen.

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Primeiro as veteranas… Acho justa a volta de Fabíola ao time e, até agora, não entendi o seu corte para levar a Fernandinha para as Olimpíadas de Londres. Dani Lins cresceu em 2012, segurou o time em Londres e Fabíola fez de novo uma boa Superliga. Vale apostar nelas mais uma vez. Já Camila Brait tem tudo para mostrar o seu potencial sem ter que dividir o posto por enquanto com Fabi. A será a vez de Tandara aparecer como oposta. Ela também melhorou na Superliga, conseguiu ser a jogadora de segurança em diversos jogos, principalmente na segunda parte do torneio.

No lado das novatas, quero ver o desempenho de Claudinha. Como ela vai ser sair em um time grande, com mais responsabilidade. Ela vai trabalhar com Zé também no Vôlei Amil e pode ajudar nesse novo ciclo, afinal, o Brasil sofreu com levantadoras ultimamente. Dani foi fundamental em Londres, como já disse, mas isso foi uma boa surpresa.

Na posição de oposto, Monique deve colocar pressão em Tandara. Ela cresceu no Praia Clube e teve que ajudar o time quando Herrera se machucou. Já as ponteiras, quero ver Ellen, o rosto novo. A jogadora se destacou no Pinheiros, uma equipe com atletas pouco conhecidas, mas que deu trabalho. Ellen se mostrou forte no saque e consciente na rede, apesar de seus 1,79m. Vamos se terá chance na seleção e como ela se sai.

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CBV

Juciely tem 32 anos, mas é umas jogadoras da ala das menos experientes da seleção

Tem ainda as centrais. Juciely é baixa para a posição (1,84m), não é mais tão nova (tem 32 anos, 10 anos a mais que Letícia, outra central que vai para a Montreux), mas é veloz e excelente jogadora. As últimas Superligas deixaram isso bem claro. Ainda pode ser aproveitada por Zé Roberto. Pena que Bia e Angélica estão machucadas e não viajaram com a seleção. Bia, por exemplo, apareceu mais até que Fabiana no Sesi na última temporada. E Angelica foi mais um destaque do Praia Clube. Espero que ainda tenham chances.

Se há um momento para testar e colocar mais novatas que experientes em quadra é agora. E que a altura não seja um problema, porque essa seleção está um pouco baixa e, se ganha na velocidade, pode perder na marcação.

A Montreux é só o primeiro torneio da temporada e vale a pena já começar a mexer no time para ter tempo para pensar em formações, analisar desempenhos até ter um time lá no meio do ciclo que deve serguir até as Olimpíadas. Mais para frente, com Grand Prix e tal, as velhas conhecidas Sheilla, Thaísa, Fabiana e companhia devem voltar. Por enquanto, boa sorte para quem chegou! E bom desempenho para quem já estava no time!

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sexta-feira, 15 de março de 2013 Superliga | 22:58

Sollys/Nestlé mostra sua seleção é o primeiro finalista

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A Superliga feminina já tem o seu primeiro finalista e é um velho conhecido. O Sollys/Nestlé acabou de fazer 3 sets a 0 diante do Vôlei Amil (25/19, 25/16 e 25/20), encerrou a série semifinal em 2 a 0 e avançou para a decisão. Resta saber se encara Unilever ou Sesi na briga pelo título.

Esse resultado, sem desmerecer em nada a equipe de Campinas, já era esperado. Todo mundo já cansou de dizer, mas a realidade é que o Sollys é praticamente a seleção e todo mundo está jogando bem. Fernanda Garay é um destaques da Superliga, Sheilla aparece no momento certo, Thaisa e Adenízia são fortes no ataque e no bloqueio, Jaqueline nesta noite resolveu no ataque e Fabiola, na segunda temporada no time, está mais do que entrosada e sabendo colocar todo mundo para jogar. Ainda tem Camila Brait no fundo.

Para facilitar, o saque do time de Osasco atrapalhou a recepção de Campinas. Com isso, elas conseguiram também colocar pressão no bloqueio e, em todos os sets, abriram vantagem sem muita dificuldade. Foi ainda uma lavada em pontos de ataque: 44 a 27 no final. O Vôlei Amil tentou e até se favoreceu justamente de erros do saque do Sollys no terceiro set, mas logo as visitantes se acharam de novo e fecharam.

A equipe formada por Zé Roberto fez um bom trabalho e cumpriu o objetivo no ano de estreia – como disse o treinador mais de uma vez, ele queria chegar à final do Paulista e às semis da Superliga. Saiu derrotado na duas, mas chegou lá. A mescla de juventude com experiência foi boa, mas as mais novas ainda precisam de rodagem e isso pesa e causa nervosismo na hora do vamos ver.

E agora, mais do mesmo com Sollys x Unilever na decisão? Ou o Sesi pode surpreender e levar a decisão da série semifinal para o terceiro jogo? Meu palpite é que  duelo será mais equilibrado do que o desta noite, mas quem ainda deve levar a melhor é a equipe carioca. E vocês? O que acham?

Desabafo de Zé Roberto

Depois do jogo, o técnico José Roberto Guimarães aproveitou para reclamar da CBV e do ranking das atletas. A pontuação foi criada para equilibrar as equipes e “espalhar” as jogadoras da seleção brasileira. O Sollys/Nestlé herdou atletas do extinto Finasa e, com isso, tem gente “barata” ou que não custa nada, como Adenízia, formada na base de Osasco. Com essas brechas no ranking, a equipe formou essa seleção que comentamos acima.

Será que isso é justo? Para Zé Roberto, não. Ele pediu a revisão do sistema do ranking, citou o caso de Adenízia e ainda completou: “Tem que ser revista a questao dos pontos porque se não a final vai ser sempre Rio e Osasco e quem entra vai ficar com dúvida se vai ficar”.

E vocês, o que acham?

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012 Diversos | 10:29

Entrosadas x novatas e um Zé Roberto incomodado no clássico

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Sollys/Nestlé x Vôlei Amil

Sollys/Nestlé foi bem no bloqueio e na virada de bola para vencer o Vôlei Amil

A noite de quarta-feira foi de clássico no Campeonato Paulista. De um lado, o Sollys/Nestlé, atual campeão brasileiro. Do outro, o Vôlei Amil, time criado nesta temporada e que tem no comando José Roberto Guimarães. E no duelo entre quem está mais entrosado e quem acabou de se formar logo no começo da temporada, venceu o entrosamento, com folga.

O time de Osasco fez 3 sets a 0 para cima das rivais de Campinas (25/18, 25/23 e 25/17), em 1h18min. A equipe é a base da seleção brasileira, já que conta com Thaísa, Adenízia e Jaqueline, além de Fabíola e Camila Brait, que passaram pelo time nacional, e Sheilla e Fernanda Garay, que chegaram na última janela de mercado. O elenco de Campinas tem experientes como Fernandinha, Walewska e a cubana Daymi Ramires, sem falar no técnico Zé Roberto no banco. Mas a diferença foi que o Sollys/Nestlé, mesmo no começo da temporada, já está ‘redondinho’ e sabe jogar junto. Já o Campinas tem potencial, mas ainda está de conhecendo.

E esse ‘saber jogar junto’ fez a diferença, como é o esperado. O Sollys trabalhou com a bola na mão e pode usar e abusar das bolas de meio com Thaísa e Adenízia. Além disso, com fez vários pontos no bloqueio, principalmente no primeiro set. A virada de bola com Sheilla, Fê Garay e Jaqueline também funcionou. O Vôlei Amil ficou atrás em todos os sets e ainda precisa se encaixar mais em quadra. Já o Sollys tem que diminuir os erros de ataque, mas deve aproveitar que já começa a temporada um passo a frente dos rivais.

E Zé Roberto ainda viveu uma situação, digamos, desagradável em quadra. Em conversa ao iG e ao Mundo do Vôlei na tarde de quarta-feira, ele comentou um incômodo por enfrentar as ex-comandadas da seleção. “É ruim, é muito duro. Eu não gosto. É uma sensação muito difícil. Mas tem que jogar e cada um vai tentar fazer o melhor pelo seu time. Tem que saber separar. Uma coisa é dentro da quadra e outra coisa é fora. A gente tem que manter o respeito nos dois recintos. Lá dentro a gente vai fazer tudo pela nossa equipe. Depois acaba o jogo e é vida que segue e tudo fica dentro da quadra.”, comentou.

O técnico já havia ‘sofrido’ na rodada anterior, na vitória sobre o Sesi, que contava com Dani Lins, Tandara e Fabiana. E sabe que, agora de volta a um time brasileiro, passará por isso muitas e muitas vezes.

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quinta-feira, 26 de abril de 2012 Seleção feminina | 13:02

Uruguai será primeiro rival no Pré-Olímpico

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A CBV divulgou a tabela do Pré-Olímpico feminino de vôlei, e o Brasil estreia contra o Uruguai. Depois, encara a Colômbia. No outro outro grupo, Argentina, Venezuela, Chile e Peru duelam e os dois melhores de cada chave vão para a semifinal (Veja a tabela completa do Pré-Olímpico de vôlei).

O Brasil é o favorito, sobre isso não há dúvidas. E o torneio deve ter o ritmo do Sul-Americano do ano passado, vencido pela seleção sem maiores problemas. O que vale é pensar mais para frente, nos Jogos Olímpicos…

Fernandinha -CBV

Fernandinha, uma das novidades da convocação de Zé Roberto, treina em Saquarema

A provável facilidade que a seleção deve encarar no Pré-Olímpico não pode iludir. E a Copa do Mundo do ano passado lembrou que o time ainda tem problemas. Mas vamos ver como algumas novidades vão se sair em quadra.

A levantadora Fernandinha, por exemplo. Fabíola foi bem na Superliga, principalmente na final, quando teve o passe na mão. Já Dani Lins eu acompanhei pouco na temporada. Será que Fernandinha pode roubar uma vaga?

Outra cara nova é Natasha, central do Usiminas/Minas. Mas aqui acho ainda mais difícil uma mudança. Fabiana e Thaísa são a segurança da posição e Adenízia também fez uma grande Superliga, tanto no bloqueio quanto no ataque. E ainda tem Juciely, que tenta desde o ano passado um espacinho no time…

Entre ponteiras e opostas, nenhuma novidade. Vamos esperar pela recuperação e volta de Natália para mais um reforço para o time.

O Pré-Olímpico começa no dia 9 e será o primeiro compromisso do ano do Brasil. Com a vaga garantida e um peso a menos, se tudo der certo, será mais simples definir o grupo que irá ao Grand Prix e para Londres.

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sexta-feira, 30 de março de 2012 Superliga | 20:52

Com superioridade, Sollys/Nestlé chega a mais uma final

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Quando começaram os playoffs da Superliga feminina, comentei aqui no blog que havia grandes chances de termos mais uma final entre Sollys/Nestlé e Unilever. Metade da previsão acabou de ser concluída. Com superioridade em quadra, concentração e uma grande partida, o time de Osasco bateu o Usiminas/Minas por 3 a 0 e fechou a série semifinal, garantindo o seu lugar na decisão.

Leia mais sobre a partida: Sollys/Nestlé vence e vai à 11ª final de Superliga consecutiva

Sollys/Nestlé

Sollys/Nestlé fechou a série semifinal em 2 a 0 contra o Usiminas/Minas

A equipe de Minas sofreu nesta noite sem duas jogadoras. A cubana Daymi levou dois amarelos no primeiro jogo da série. Já Mari Paraíba sofre com uma lesão crônica no joelho e não entrou em quadra. Uma oposta e uma ponteira a menos fizeram falta no fundo de quadra e também no ataque. Herrera, a outra cubana, é uma excelente jogadora, mas não consegue se virar sozinha. E a recepç]ao sentiu as ausências e ficou frágil… Elas tentaram, lutaram, mas eram bem mais vulneráveis que o Sollys/Nestlé.

Do lado paulista, depois de bobear e quase perder um set nas quartas para o BMG/São Bernardo e perder uma parcial no primeiro jogo da semifinal, a concentração reinou. O Sollys/Nestlé buscou o marcador e disparou, principalmente nos finais dos sets. Destaque para os nove pontos de bloqueio de Adenízia e para o bom saque, que achou um caminho mais fácil com os desfalques mineiros.

O time de Osasco venceu porque foi mais coeso. Usou bem o serviço e esteve muito atento do bloqueio, com 13 pontos no fundamento. Além disso, acertou a mão no ataque e no contra-ataque. No total, foram 44 pontos na rede contra apenas 28 do Usiminas/Minas. As mineiras não tinham reservas do nível de Daymi e Mari Paraíba e sentiram a pressão e foram facilmente derrotadas.

Agora resta acompanhar a série entre Unilever x Vôlei Futuro para saber se a final da Superliga feminina continuará a mesma…

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segunda-feira, 9 de maio de 2011 Sem categoria | 19:14

Unilever segura a base com Sheilla, Mari e Juciely

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Sheilla

Sheilla segue como o principal nome da Unilever

A semana já começou agitada no mercado do vôlei feminino. A Unilever, que já havia renovado com a líbero Fabi, agora garantiu mais três titulares para a próxima temporada: a oposta Sheilla, a ponteira Mari e a central Juciely. As reservas Roberta (levantadora), Juliana Nogueira (oposta), Juju Perdigão (líbero) e Mara (meio-de-rede) também seguem no elenco. Com isso, pode-se de dizer que a base campeã nacional será preservada.

A equipe de Bernardinho deve perder Dani Lins para o novo time do Sesi, mas vai manter seus destaques da última temporada. Sheilla foi, sem dúvida, a melhor jogadora da Superliga e é um grande nome em qualquer time. Já Mari, recuperada da cirurgia do joelho, também é forte no ataque e está crescendo na recepção, já que sempre é alvo do saque rival. E Juciely, que já tinha feito uma boa temporada no São Caetano, se superou no ano passado. Ela não é uma central muito alta, o que pode atrapalhar no bloqueio, mas tem velocidade de braço, o que a torna uma bela atacante, com tempo de bola um pouco diferenciado.

Claro que, para manter tudo isso bem unido, é necessário ter uma boa levantadora. Mas trabalhar com atacantes de alto nível e uma líbero que entrega na mão facilita. Vamos ver quem fica com a responsabilidade de armar as jogadas no time carioca…

Novidades e dispensas no Sollys/Osasco

Adenízia

Adenízia disse que segue no Sollys/Osasco

Como o blog divulgou com exclusividade, o time paulista contará com Fabíola como levantadora para a próxima temporada. Além disso, já estão confirmadas Karine, como segunda levantadora, e a ponta Ivna, mais jogadoras que estavam no Pinheiros/Mackenzie. E Adenízia confirmou nesta segunda-feira em sua página no Twitter que já renovou o seu contrato.

Tinham me perguntando sobre Carol Albuquerque e Ana Tiemi. As duas já deixaram o time de Osasco, mas ainda não foram confirmadas por outras equipes.

Fora isso, o blog apurou que o time tem acordo verbal com outras atletas, mas nada ainda assinado. São elas: Tandara, ex-Vôlei Futuro, Thaísa e Camila Brait. Natália também segue em negociação, só que ainda em fase inicial. E quem deve sair mesmo é Jaqueline, mais uma que provalvemente vestirá a camisa do Sesi na próxima temporada.

Por enquanto, a equipe teve boas e más notícias. Fabíola e Karine são belos reforços, pois, como já disse por aqui, Carol e Ana Tiemi vacilaram em diversos jogos na Superliga. Na final, Carol não se achou com suas atacantes e isso contribuiu para o vice. Acho Fabíola e Karine mais estáveis.

Entretanto, Jaqueline fará falta à linha de passe. Ivna, a nova ponteira, é jovem e versátil para o ataque, mas não sei se é segura o suficiente no fundo. Ajudará se Sassá seguir no time…

Mais equipes

Herrera é dada como certa no Usiminas/Minas

Herrera é dada como certa no Usiminas/Minas

Desde a semana passada, algumas renovações e mudanças no Usiminas/Minas eram dadas como certas. Além continuar com a ponteira cubana Herrera, a levantadora Claudinha, a líbero Tássia e a central Natasha, a equipe fechou com outra cubana, Daymi Ramirez, ex-Praia Clube, e também com a ponteira Dani Paraíba e com a meio Fernanda Ísis, que estavam no Macaé.

Já o Sesi, além de Dani Lins e Jaqueline, sonha com a central Fabiana, que já falou em tom de despedida do Vôlei Futuro. E a equipe já teria repatriado a central Walewska, que estava na Rússia. Promete ser um time com ótimo potencial e jogadoras que, graças à seleção, já sabem jogar juntas, o que ajuda em um novo projeto.

Vamos ver como seguem as negociações. Até agora, o que vocês acharam? Quem parece ter ficado mais forte para 2011/2012?

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quarta-feira, 30 de setembro de 2009 Seleção feminina | 10:00

Sul-Americano = vaga na Copa dos Campeões

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O Sul-Americano feminino de vôlei começa nesta quarta e o Brasil tem todas as chances e mais um pouco de faturar o título. Mas, para ser sincera, o que vale mesmo nesse campeonato é a vaga para a Copa dos Campeões, último torneio do ano. Quem ficar com o ouro, fica com o lugar no torneio, marcado para novembro, no Japão.

Adenízia - Divulgação/CBV

Adenízia - Divulgação/CBV

E o Brasil terá mudanças no time. Com Fabiana com tendinite no ombro direito e fora do time e Thaísa poupada por causa de uma bursite, Adenízia ganhou a vaga de titular. Como já disse algumas vezes por aqui, gosto dessa jogadora. Adenízia é muito veloz e tem um bom saque. Que ela aproveite essa chance! A outra central será Carol Gattaz, que voltou tudo para o time nesta temporada. E claro, o Sul-Americano é o retorno de Paula Pequeno!

A seleção estreia nesta noite, contra o Paraguai. Depois enfrenta Uruguai e Argentina, único time que pode complicar um pouco (veja a tabela abaixo). Mas isso não me preocupa. O Brasil nunca perdeu um set sequer na competição e tem excelentes chances de continuar assim. Já estou esperando a Copa dos Campeões!

Quem já está lá
Falando nisso, a República Dominicana ficou com a vaga da Norceca para a Copa dos Campeões, ao vencer Porto Rico na final do torneio continental por 3 sets a 2. Os Estados Unidos, que estão com uma equipe renovada, ficaram apenas na quarta colocação, depois de perder o bronze para Cuba.

Já no Europeu, algumas seleções despontam como favoritas. A competição já está na segunda fase e Rússia, Itália e Holanda seguem invictas.  As italianas estão reforçadas com Piccinini e as holandesas mostram que vieram para ficar, com boas atuações desde o Grand Prix. Mesmo assim, as russas, com gigantes no bloqueio, e devem levar essa briga.

E agora? O Brasil leva mesmo mais esse título? E quem mais se classifica para a Copa dos Campeões? Dê os seus palpites!

Brasil no Sul-Americano
Brasil x Paraguai – dia 30/09 – 19h30
Brasil x Uruguai – dia 01/09 – 19h30
Brasil x Argentina – dia 02/09 – 19h
(todos os jogos serão transmitidos pela Sportv)

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009 Seleção feminina | 08:30

Paula Pequeno é a única “novata” no Sul-Americano

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Zé Roberto definiu na quinta-feira o grupo que vai para o Sul-Americano e, mesmo com o título das reservas no Final Four, ele preferiu manter as jogadoras “de sempre”. A única novidade é Paula Pequeno, que está treinando bem e segue com o time.

Como já conversamos aqui no blog, resta saber se Paula tem ainda vaga na seleção. Alguns leitores afirmaram que ela tem lugar cativo no time. Outros preferem Natália e Mari. Paula é uma grande jogadora, mas, como está sem atuar com o Brasil há um ano, voltou a ser novata e precisa mostrar serviço e que está em forma. No momento, ainda acho que ela sai atrás de Natália, mesmo com a pouca experiência, e Mari.

Mas tem outra posição no elenco de Zé Roberto que me chama a atenção: o meio-de-rede. Carol Gattaz e Adenízia brigam pelo seu espaço, e uma briga muito boa, por sinal! Carol chegou a jogar ao lado de Fabiana e Walewska, mas ficou de fora com a chegada de Thaísa. Agora, com a aposentadoria provisória de Walewska, ela está em alta. É uma jogadora focada e com ótimo posicionamento no bloqueio. Já Adenízia chegou agora e se destaca pela agilidade. É uma atacante muito leve, mas também com potência e está repetindo na seleção o trabalho exibido no antigo Finasa/Osasco na Superliga.

O Sul-Americano começa no dia 30, em Porto Alegre. Brasil vai enfrentar na primeira fase Paraguai (dia 30/09), Peru (dia 1/10) e Argentina (dia 2/10). As semifinais serão no dia 3 e a final, no dia 4 de outubro. Eu só me preocupo com a Argentina, que já nos deu trabalho neste ano.

Quem vencer garante vaga na Copa dos Campeões. Mas, como disse o leitor JP no post anterior, o torneio vai perder um pouco do brilho, já que a China perdeu para a Tailândia e está fora. E de Brasil x Japão já estamos um pouco cansados. Vamos ver quem se classifica na Europa e na Norceca….

A seleção brasileira
Pontas: Paula Pequeno, Mari, Natália e Sassá
Opostas: Sheilla e Joycinha
Meios: Fabiana, Thaísa, Carol Gattaz e Adenízia
Levantadoras: Dani Lins e Ana Tiemi
Líberos: Fabi e Camila Brait

E para você? Vem  mais um título? Quem deve ser titular e quem deve ficar na reserva na seleção brasileira? Deixe o seu comentário!

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segunda-feira, 14 de setembro de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 15:26

Oitavo título consecutivo para a seleção feminina

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Desde o Grand Prix de 2008, elas não sabem o que é perder. Na noite de domingo, faturaram mais um título. A seleção brasileira feminina venceu os Estados Unidos por 3 a 1 e levou o bicampeonato no torneio Final Four (veja como foi a partida). Foi o oitavo título consecutivo desde julho de 2008, o quinto só neste ano (Montreux Volley Masters, Copa Pan-Americana, Torneio Classificatório para o Mundial 2010, Grand Prix e Finail Four). Está mais do que bom!

Brasil é bicampeão do Final Four - Divulgação/FIVB

Brasil é bicampeão do Final Four - Divulgação/FIVB

E, como disse no post anterior, o melhor disso tudo é manter o nível tanto com time titular quanto com time reserva. E quem era banco faturou também prêmios individuais. Joycinha foi a melhor jogador do torneio; Regiane, a melhor atacante; Adenízia, a melhor sacadora e Ana Tiemi, a melhor levantadora.

Agora é a vez do Sul-Americano, que será disputado em Porto Alegre, de 30 de setembro a 4 de outubro. Mais uma vez, assim como no Final Four, os adversários serão mais fracos e o Brasil deve sobrar. Mas será a oportunidade de ver o time completo. Quem ficou em Saquarema treinando com Zé Roberto deve voltar. E quem estava com Paulo Coco no Peru vai querer ficar com uma vaga.

A promessa era que Paula Pequeno voltasse à equipe em Porto Alegre. Será que ela já está pronta, depois de sofrer com as lesões no joelho? E Mari e Natália? Arrumaram o passe, principal deficiência no Grand Prix? Acho que o Sul-Americano será mais um teste de luxo para essa equipe responder a essas perguntas e se firmar para a Copa dos Campeões, última competição da temporada e a hora de jogar para valer contra os grandes.

Mudança na seleção masculina
Aproveitando o assunto, vamos falar um pouco dos homens. Gustavo havia sido convocado por Bernardinho para uma série de amistosos contra os Estados Unidos depois de um ano de aposentadoria. Mas ele pediu dispensa por conta de uma contratura nas costas.

Para o seu lugar foi chamado o meio-de-rede Thiago Barth, que estava na seleção na primeira fase da Liga Mundial de 2009 e fez uma boa Superliga. Mas, para mim, ele ainda fica atrás de Sidão e Lucão, que são bastante agressivos.

E você? O que achou de mais um título da seleção feminina? E da convocação de Thiago Barth para a seleção masculina? O que esperar desse final de temporada? Mais títulos? Deixe a sua opinião!

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