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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014 Superliga | 09:40

Briga na ponta da tabela do masculinos e os primeiros sets perdidos no feminino

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Segunda-feira e, para começar a semana, vamos a um resuminho da Superliga nos últimos dias. O Sada Cruzeiro venceu bem o Brasil Kirin e segue líder e como o único invicto no torneio masculino. Mas a briga pelo segundo lugar está apertada e o Taubaté Funvic é agora o vice-líder. No feminino, Molico/Nestlé perdeu os primeiros sets, mas venceu o Pinheiros e ainda é o primeiro colocado.

Filipe e companheiros vibram na vitória do Sada Cruzeiro sobre o Brasil Kirin

Filipe e companheiros vibram na vitória do Sada Cruzeiro sobre o Brasil Kirin em casa 

Sada e Brasil Kirin tinha ares de final. Mas os mineiros liquidaram por 3 sets a 0, com 8 a 4 em bloqueios e 4 a 1 em pontos de saque na partida. E no terceiro set, o oposto Wallace levantou a torcida com defesas e uma bola recuperada na placa de publicidade. O susto da vitória só no tie-break diante do Minas depois de ter vencido os dois primeiros sets deve ter feito bem ao Sada Cruzeiro.

Quem se deu bem na rodada foi o Taubaté, que depois dos 3 a 0 sobre o São Bernardo, passou para a segunda colocação. A briga está acirrada. O Sada tem uma folga de três pontos na liderança, mas apenas um ponto separa Taubaté do time de Campinas.

Na Superliga feminina, na sexta-feira, o Molico Nestlé perdeu os seus primeiros sets. Depois de abrir 2 a 0, perdeu os sets seguintes em casa para o Pinheiros e só fechou no tie-break. Entretanto, não há tanto que se comemorar. Ok, uma vitória é sempre importante, mas entregar 33 pontos é demais. Tanto que jogadoras e o técnico Luizomar não saíram satisfeitos de quadra. Como Dani Lins comentou, o time de Osasco abria cinco ou seis pontos e ainda permitia a virada.

Já o Pinheiros fez o terceiro jogo com tie-break seguido e tem se mostrado uma equipe que, apesar de não contar com estrelas, pode dar trabalho na temporada. Foram apenas duas derrotas até aqui e os méritos de ter acabado com a invencibilidade do Praia Clube no começo da semana e, agora, ter arrancado os primeiros sets do Osasco.

 

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 Superliga | 10:46

Um invicto a menos no feminino e duelos de favoritos no masculino

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A Superliga já caminha para o final do primeiro turno e os jogos desta semana tanto no feminino quanto no masculino merecem destaque. Entre as mulheres, há um invicto a menos. O Dentil/Praia Clube sofreu a primeira derrota com os 3 a 2 diante do Pinheiros em São Paulo. Entre os homens, a rodada da noite de quarta-feira teve duelo de favoritos e o Brasil Kirim venceu o Sesi em casa. Já o Sada Cruzeiro sofreu para manter a invencibilidade.

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Pinheiros bate Praia Clube e acaba com invencibilidade do time mineiro na Superliga feminina 

Vamos começar pelo torneio feminino. O Praia Clube estava embalado, mas parou diante do Pinheiros na casa do adversário. Nem os 28 pontos de Tandara ajudaram o time mineiro, que se perdeu em erros e sofreu com o bloqueio do lado paulista (foram 11 pontos neste fundamento). O Praia é o quarto colocado no momento na tabela. A liderança segue com o Molico/Nestlé, que além de ter vencido todos os jogos até aqui, passou por todo mundo p0r 3 a 0. E o Molico é justamente o próximo rival do Praia. Será que o time de Uberlândia se recupera? Ou as meninas do Osasco seguem nos 3 a 0?

Ainda entre as mulheres, vale falar de Jaqueline. A ponteira fez o seu segundo jogo pelo Camponesa/Minas, agora em casa, e ajudou o time na vitória sobre o Maranhão/Cemar. Depois de um tempo parada desde o Mundial até a definição de um time, a ponteira ainda recupera o ritmo e ainda não assumiu o posto de titular. Por enquanto, deu sorte e saiu com vitórias. Vamos esperar por um jogo com ela do começo ao fim.

No masculino, na noite de quarta-feira, o Sada Cruzeiro sofreu para se manter como o único 100% até aqui. Depois de abrir 2 a 0, eles pararam e deixaram o Minas crescer no saque e no bloqueio e voltar para o jogo no clássico mineiro. Durante a terceira parcial, o Sada não marcou nenhum ponto de saque ou de bloqueio. A partida voltou a se equilibrar no quarto set, e o Sada Cruzeiro venceu apenas no tie-break. Foi o primeiro 3 a 2 da temporada do time de William, Wallace e companhia, que segue na liderança.

Outro clássico foi Brasil Kirin x Sesi. Em casa, a equipe de Campinas manteve o embalo e passou pelo Sesi por 3 a 1. Foi a oitava vitória do Campinas em nove rodadas da Superliga masculina. Oito vitórias também é o número para o Taubaté/Funvic, mais um time que promete dar trabalho. Eles venceram o Maringá de virada.

Por enquanto, Sada Cruzeiro, Brasil Kirin e Taubaté/Funvic seguem embolados nos primeiros lugares da tabela e estão a sete pontos do quarto colocado, o Minas.

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014 Superliga | 10:50

Jaqueline, o Minas e a Superliga feminina

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Jaqueline assina com o Minas para a temporada da Superliga

A Superliga feminina está na terceira rodada e ganha um reforço. Jaqueline, depois de chorar ao final do Mundial por não ter clube e até cogitar parar e ficar fora das Olimpíadas de 2016 também pela falta de time, assinou com o Camponesa/Minas. Os treinos começam na próxima segunda e ainda não há data para a estreia, mas a contratação já provocou boas reações.

Logo depois do anúncio, fiz um post na página do blog no Facebook e quem comentou gostou da novidade. Para o torneio também acho que fará bem. O Minas já tinha investido para a temporada com as experientes Walewska e Carol Gattaz, além das opostas Lia, que deu muito trabalho em outras temporadas, e Ju Nogueira e da ponteira Mari Paraíba. Jaqueline reforça o time, pode ajudar no passe e dar volume ao time. Sem contar que nunca é demais contar com uma jogadora de seleção em seu elenco. O Minas subiu um degrau na lista de concorrentes ao título.

A briga esse ano no feminino deve ser interessante. Na temporada 2013/2014, o Sesi já conseguiu chegar até a final, mudando a história recente do torneio de Rio x Osasco. Agora mais gente tenta entrar para esse seleto grupo. O Praia Clube é um desses. A equipe vem crescendo na Superliga e nesse ano tem no elenco Tandara, da seleção; a cubana Ramirez, que foi destaque nos anos que jogou por aqui, e Sassá, ex-seleção. Além disso, Ju Costa é uma das ponteiras e ela tem um ótimo ataque na pancada. Completam o time Natasha, central, e Karine, levantadora.

É uma pena que o clássico mineiro do turno já tenha acontecido, antes da contratação de Jaqueline. O Praia recebeu o Minas e venceu por 3 a 2.

 

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014 Diversos | 09:35

Mais mudanças no vôlei

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Sim, teremos mais mudanças no vôlei. Depois do teste com os 21 pontos na última Superliga, a FIVB (Federação Internacional de Vôlei), em sua assembleia, aprovou novidades para a modalidade. A partir de 2015, qualquer toque na rede será considerado infração e partidas de alguns campeonatos, como o Mundial, terão apenas um tempo técnico por set.

E você, o que achou das mudanças? Vão ajudar o atrapalhar o vôlei? Deixe seu comentário! 

O Mundo do Vôlei conversou com alguns jogadores e a reação às mudanças não foi lá muito boa. “Vai ser pior que os 21 pontos”, comentou Wallace, oposto da seleção brasileira e do Sada Cruzeiro, sobre a alteração na parada técnica. E assim como na temporada passada, com a pontuação, a federação usou a televisão para justificar a mudança. Seria mais uma maneira de tentar diminuir o tempo de jogo e deixar o esporte mais atraente para as emissoras.

De novo, a ideia não soou muito bem. “Cada ano muda a regra, tudo em prol da TV, mas a TV não passa todos os jogos. Se passasse, valeria a pena tentar mudar. A gente acaba se tornando muito refém disso e vale pararmos para pensar no que estamos fazendo com o esporte”, afirmou Wallace.

O vôlei ainda está longe de ter um campeonato todo na TV… De acordo com a tabela da Superliga masculina no site da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), serão apenas um ou dois jogos transmitidos na SporTV por rodada até a sétima e três jogos nas demais. E a briga é para que o vôlei vá para a TV aberta e não no canal de assinatura…

E agora, os segundos de uma parada técnica, que pode ser importante para a partida, técnico e jogadores, vai fazer tanta diferença assim no tempo total de jogo?

Leia mais: ‘Estamos retrocedendo’, diz Bruninho no Twitter sobre mudanças

Além disso, se querem tentar acelerar de um lado, podem atrasar de outro. A volta de qualquer toque na rede ser considerado infração (atualmente só o toque no bordo superior é ponto do adversário) também recebe críticas. “O bom (com a regra atual) é que o jogo não parava a todo momento. Com a volta dessa regra de ser rede o tempo todo, o jogo vai parar bem mais, com certeza”, analisa Wallace. O levantador Bruninho também postou em sua página no Twitter sobre o assunto e disse que isso é um retrocesso.

Entretanto, há quem goste da alteração nesta regra, como Camila Brait, líbero da seleção e do Molico, que também conversou com o blog. “Achei bom, pois antes só era permitido rede embaixo, e acima era ponto do adversário. Isso confundia um pouco os juízes, principalmente quando o lance era muito rápido”, explica a jogadora.

Sim, isso deve facilitar a vida dos árbitros, mas os atletas também têm razão ao dizer que a partida será interrompida mais vezes nos meios das jogadas, pelo menos até a readaptação de todos com a mudança.

A FIVB ainda aprovou o limite máximo será de 12 anos para o mandato do presidente, com uma primeira gestão de oito anos e possível reeleição por mais quatro.

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terça-feira, 28 de outubro de 2014 Superliga | 14:59

E lá vem a Superliga

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Passou a eleições e, aos poucos, eu volto ao blog! E para recomeçar, vamos de Superliga? O torneio masculino começa nesta semana e tem time novo na briga com os grandes. E como toda temporada, tem perdas importantes também…

O RJX, que virou RJ Vôlei, não conseguiu se manter e Rio fica sem representantes na edição 2014/2015 da Superliga. Mas o estado de São Paulo tem um reforço o tanto. O Taubaté veio na temporada passada com Giba como cabeça do elenco, mas pouco fez. O ponteiro saiu no meio do torneio e foi para os Emirados Árabes antes de se aposentar e o time ficou em 10º na classificação geral. Agora, com uma lista de patrocinadores que lotam a camisa, a equipe está mais do que reforçada.

Leia mais: Ziober Maringá Vôlei recebe o São Bernardo na abertura da Superliga

Elenco do Taubaté comemora título do Paulista

Elenco do Taubaté comemora título do Paulista

Chegaram da seleção brasileira que foi prata no Campeonato Mundial o levantador Rapha, o central Sidão, o ponteiro Lipe e o líbero Felipe. Completam o elenco Dante, que dispensa comentários, e Lorena, um oposto e tanto com seu ataque de canhoto, apesar do temperamento forte. Ainda tem o central Maurício, que já foi destaque da Superliga, e Thiago Sens, que veio do time do Rio de Janeiro. E para começar bem a temporada, a equipe do interior faturou o Campeonato Paulista, batendo o Sesi na final. Com a vantagem de contar com quem está acostumado a jogar junto na seleção, o Taubaté é uma da promessas da temporada.

Entretanto, terá que esperar para contar com algumas estrelas. Rapha teve um estiramento de ligamento no tornozelo direito na decisão do Paulista e só deve voltar no final de novembro ou começo de dezembro. Já Sidão tve uma lesão muscular na panturrilha esquerda e também está fora. Volta um pouco antes do Rapha.

De volta aos clubes, outro que segue nas cabeças é o Sada/Cruzeiro. Enquanto o time paulista mudou quase que completamente, os mineiros seguem a linha “time que está ganhando não se mexe”. O Sada praticamente manteve o elenco que é o atual campeão nacional. Seguem William, Lipe, Leal e companhia, além de Éder e Isac. Para completar, chegou o ponteiro Winters, um dos melhores jogadores da seleção do Canadá. Pontos para o Sada, que mantém o projeto e seus jogadores há alguns anos.

De volta a São Paulo, o Sesi também continua na lista de destaques. A novidade é o experiente levantador Marcelinho, ex-seleção. E ainda estão no time Lucão, Lucarelli e o líbero Serginho. Murilo é outro nome, mas passou há pouco tempo por uma nova cirurgia no ombro. Vamos ver como ele volta dessa vez. Uma boa novidade é Rafael, um jovem oposto de 2,00m e que tem futuro.

Leia mais: Atual vice-campeão, Sesi-SP estreia contra o Montes Claros Vôlei

Ainda devemos incluir nessa lista o Brasil Kirin, de Campinas. Eles em agora ex-Sesis no elenco. Os levantadores são Sandro e Jotinha e o oposto é Wallace, que foi destaque em 2010/2011, quando o time da capital faturou a Superliga. A mistura pode dar certo.

A Superliga ainda segue com o tradicional Minas, que aposta em um time jovem e na volta do ex-técnico Cebola, agora como supervisor; Montes Claros, com o central Acácio mais uma vez; São José dos Campos, campeão da Superliga B e reforçado por Gelinski (levantador) e Kaio (oposto) ; o reformulado UFJF; o Canoas, que chegou aos playoffs e tem chances de dar trabalho com os veteranos Gustavo, Minuzzi e Jeffe, além das chegadas do argentino Quiroga, do central Thiago Barth e do oposto Jardel, que já de destacou no Minas e o Maringá, que continua encabeçado por Ricardinho. Ainda tem o Vôlei Sul, que entrou de última hora na vaga aberta pelo Volta Redonda.

É isso, que venha mais uma edição da Superliga! Depois eu volto com um texto sobre a Superliga feminina, que estreia no dia 7 de novembro. Bons jogos a todos

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014 Diversos | 10:48

Às vésperas das eleições…

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*atualizado

Galera, como sabem estou na cobertura de eleições aqui no iG e, às vésperas da votação, não estou conseguindo conciliar o trabalho com política e a paixão pelo vôlei. Acompanhei de longe o Mundial feminino e, mais uma vez, conto com a compreensão de vocês pela ausência no blog.

Mesmo distante, estava na torcida e aquele 3 a 0 para os Estados Unidos semifinal me pegou de surpresa… Mas veio a medalha de bronze para fechar mais uma temporada da seleção.

Enfim, as eleições estão aí e daqui a pouco volto para o esporte, para o vôlei e para o blog! Até

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domingo, 21 de setembro de 2014 Seleção masculina | 19:21

Polônia é campeã mundial e deixa o Brasil com frustração da prata

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A Polônia é campeã mundial masculina de vôlei. Os donos da casa honraram a festa da torcida, venceram o Brasil na decisão por 3 sets a 1 (18/25, 25/22, 25/23 e 25/22) e ficaram com o ouro. Para a seleção brasileira, a frustração de mais uma prata. Sim, um segundo lugar em um Campeonato Mundial tem o seu valor, mas no caso do jogo deste domingo também é dolorido. A Polônia foi bem, principalmente na virada de bola, e o Brasil errou mais e deu pontos quando não poderia, principalmente no final do quarto set.

Divulgação/FIVB

Polônia comemora ponto em quadra e torcida faz festa na arquibancada

A partida teve momentos parecidos com a semifinal brasileira. No primeiro set, a seleção, assim como na partida contra a França, foi arrasadora. Além de encaixar o bloqueio, com cinco pontos no fundamento, soube defender e dar cobertura. Venceu e parecia que iria encaminhar o jogo. Mas não foi nada disso.

A partir do segundo set, o Brasil conseguiu ficar poucas vezes à frente do placar. E se encostava ou finalmente tinha uma pequena vantagem, não aproveitava. No segundo set, na passagem de Bruninho pelo saque, saiu do 17 a 11 para deixar o jogo igual. Logo depois, os poloneses voltaram a atacar e fecharam. Na parcial seguinte, a Polônia liderou e no quarto set, quando o Brasil precisava levar o jogo para o tie~break para seguir com chances, a situação se repetiu. Já na parte final o time brasileiro colocou dois pontos de vantagem. Seria segurar a virada de bola e tentar fechar o set. Mas aí apareceram os erros. A Polônia foi marcando, fez um bloqueio, agradeceu dois ataques errados brasileiros e fechou o jogo em um belo contra-ataque.

Os poloneses honraram a festa armada neste Mundial. O torneio teve jogo em estádio de futebol e uma torcida apaixonada e fiel em todas as partidas. Neste domingo na final era impressionante a quantidade de gente que estava do lado de fora do ginásio para acompanhar a partida pelo telão. Foi uma festa e tanto, coroada pelo ouro.

Em quadra, os destaques da final foram o experiente levantador Zagumny e o ponteiro Mika. Zagumny saiu do banco e deu ritmo ao ataque polonês, deixando diversas vezes seus jogadores diante de um bloqueio simples. E Mika, com aquela expressão serena, foi o nome no ataque. Foi o melhor atacante da partida, com 19 bolas no chão. Deu muito trabalho ao bloqueio brasileiro.

Do lado nacional, os problemas começaram com a inversão de 5-1. Desde a Liga Mundial, com Rapha como levantador reserva, essa inversão tem ido muito bem. Na final não foi. Vissotto entrou e levou bloqueios. Rapha não conseguiu mudar o jeito do jogo. Mas tudo bem, esse não foi o maior problema. Acho que o que faltou o Brasil foi decisão. A seleção passou o jogo inteiro ali, colada no placar, mas não cresceu no final. Aquela cobertura e marcação do bloqueio do primeiro set se perderam ao longo da partia. E ali, no finalzinho, foram erros que custaram o jogo.

Fica o sentimento de frustração com a prata, ainda mais depois de três ouros seguidos em Mundiais e depois de outras pratas como nas Olimpíadas ou na Liga Mundial. entretanto, a temporada da seleção foi em uma crescente. Passou sufoco na Liga, chegou às finais e, agora, fez um bom Mundial. Foi muito bom ver Murilo de volta à boa forma, principalmente no passe. Ou Lucarelli com seus 22 anos e sendo decisivo no ataque. Mas ainda falta um pouco. Como nesta final… Faltou mais de Mário Jr no passe e nos golpes de vista. Na dúvida, vá na bola! Faltou um pouco de malícia para explorar o bloqueio. Faltou o saque de Lucão, tão importante em outros torneios. Enfim, faltou colocar a bola no chão ali ni finalzinho.

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sábado, 20 de setembro de 2014 Seleção masculina | 15:15

E o Brasil está na quarta final consecutiva do Mundial

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*atualizado

Deu Brasil na semifinal do Mundial de vôlei! A rival França poderia teoricamente ser mais fácil por não ser um time de tanta tradição e também não muito alto. Mas eles sabem sacar e explorar o bloqueio e o jogo foi complicado. O Brasil comandou o primeiro set, sofreu com o ataque francês, principalmente do ponteiro Ngapeth, mas fechou a partida no tie-break (25/18, 23/25, 25/23, 22/25 e 15/12) e está na final.

No primeiro set, o Brasil foi arrasador, principalmente no bloqueio. Foram quatro pontos até a primeira parada técnica. E a parcial seguiu assim, com tranquilidade e a seleção marcando bem, defendendo e atacando. A vitória foi fácil. Mas se isso é uma semifinal de Mundial e nada seria tão simples…

Falamos muito aqui do passe do Brasil, de como a recepção cresce com Murilo e tal. Pois é, a partir do segundo set nada disso deu certo. A seleção ficou sem passe e passou e errar mais. Com isso, a França cresceu e o jogo ficou bem mais equilibrado. E se o lado de cá sofria com passe, a França melhorava no ataque e no saque.

O time brasileiro perdeu o segundo set e venceu o terceiro, quando voltou a bloquear mais. Daria para fechar no quarto set, mas aí a França já tinha aprendido a jogar contra o Brasil de vez. Se o bloqueio estava alto, os franceses exploravam. Se o passe estava ruim, os franceses forçavam o saque. Foi assim que Ngapeth virou o grande nome da partida, marcando pontos seguidos no ataque, praticamente todos explorando o bloqueio brasileiro. E Le Roux deu trabalho no saque.

Com esses ataques bem explorados, a França, com Ngapeth dominando o jogo, levou a partida para o tie-brak. Só que aí o bloqueio brasileiro reapareceu, o time cresceu de novo e acabou o jogo.

No final, do lado da França, Ngapeth foi o nome. Quando ele passou a virar, o time foi junto e deu muito trabalho ao Brasil. No Brasil, destaque para Sidão, bloqueando em momentos importantes e também muito bem no ataque, e para Lucão, que recebeu as velhas conhecidas bolas de meio de Bruninho e correspondeu. No saque, vale ressaltar a atuação de Lipe. Ele entrou em todos os sets só para sacar e saiu com dois aces e serviços bem colocados. E geralmente quem vem do banco está frio e não arrisca tanto, ou erra ao arriscar. Mas Lipe cumpriu muito bem o seu papel.

E para completar, vale falar de Lucarelli. O ponteiro fez lindos pontos pela bola de fundo, mas pecou em alguns ataques, encarando demais o bloqueio e levando toco. Ainda assim, é com ele e Murilo a melhor formação. Assim Murilo ajuda no passe e ele sobre no ataque.

Agora é mais uma final! Quarta consecutiva! A adversária será a Polônia, dona da casa, e o jogo será neste domingo, com transmissão do Sportv a partir de 15h. Vem o tetra por aí?

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014 Seleção masculina | 23:50

Sacrifício vale a vaga na semifinal no Mundial

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Segunda fase do Campeonato Mundial, uma vitória e uma derrota para o Brasil, a vaga na semifinal assegurada e uma certeza: o sacrifício valeu a pena! Diante da Rússia, na última partida da fase anterior, Wallace (entorse no tornozelo esquerdo), Sidão (dor nas costas) e Murilo (estiramento na coxa direita) saíram machucados. Contra a Polônia, na terça-feira, Sidão conseguiu atuar, mas Wallace só entrou nas inversões e Murilo sequer foi relacionado. O Brasil perdeu por 3 sets a 2. Nesta quarta, era preciso vencer a Rússia mais uma vez para seguir no torneio e todo mundo foi para quadra. E a seleção atropelou os russos por 3 sets a 0.

Divulgação/FIVB

Murilo voltou ao time titular na vitória por 3 a 0 sobre a Rússia no Campeonato Mundial

Dos machucados, quem faz mais falta ao time é Murilo. Desde que voltou na Liga Mundial, ele é peça fundamental para a recepção. Lipe foi titular contra a Polônia na vaga de Murilo. Com ele, o Brasil ganha mais uma opção no ataque. Lipe foi o terceiro melhor atacante da partida (colocou 13 bolas no chão no total) e ainda fez três bloqueio. Entretanto, com ele, o fundo de quadra acaba um pouco pior. Mario Junior fica sobrecarregado e Lucarelli tem que ajudar mais no passe também. E Lucarelli vive uma excelente fase no ataque e melhorou no passe, mas ainda não é o Murilo.

Nesta tarde, contra a Rússia, Murilo foi para o sacrifício e voltou a ser titular. E a atuação dele na recepção foi até melhor que a de Mario Junior. Enquanto o ponteiro teve um aproveitamento de 57,89%, o líbero ficou nos 55.56%. Na rede, Murilo fez quatro pontos no ataque e um no bloqueio. Aí está o exemplo de que o Brasil com Lipe pode ganhar na rede, mas fica com mais volume de jogo com Murilo. E no caso da nossa seleção, que joga muito bem com os meios, vale, e muito, ter um bom fundo de quadra e passe na mão de Bruninho.

Além disso, o Brasil segue bem no saque e esse fundamento ajudou a diante dos russos, por exemplo. A seleção abriu vantagem com bons saques no primeiro e no segundo set. E ainda fez uma série de bloqueios (fundamento que, como sabemos, é ajudado por um saque que quebra a recepção rival) que levaram até o match point. Para fechar, uma ajuda dos russos com toque na rede.

O sacrifício de Murilo compensou para o passe. E ainda inspirou Wallace, que também ignorou a dor no entorse no tornozelo e foi titular e ainda terminou o jogo como segundo maior pontuador, com 14 acertos, atrás de Lucarelli, que fez 15 pontos.

Leia mais: Ignoramos a provocação e isso até incomodou o time deles, diz Wallace

Wallace também destacou outro ponto importante. Depois de tanto sofrer diante dos russos, o Brasil aprendeu a encarar o rival não apenas recepcionando bem e marcando os gigantes rivais, mas também mantendo a cabeça no lugar. Jogo contra a Rússia é jogo de provocação na cara o tempo todo e, como Wallace disse, os brasileiros souberam ignorar isso. E o oposto tem razão quando fala que ignorar pode até irritar ainda mais do que responder. Quem gosta de ser ignorado? Ninguém. E o melhor jeito de responder a uma provocação é deixar o cara falando sozinho e ainda aplicar um 3 a 0 no placar.

Que venha a semifinal!

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terça-feira, 16 de setembro de 2014 Superliga | 11:48

Atendendo a pedidos, Superliga masculina 2014/2015 será decidida em playoff

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Desde a temporada 2009/2010 a Superliga é decidida em um jogo único. E desde aquele ano, todo mundo reclama e pede a volta dos playoffs também para a decisão do título, e não apenas para quartas e semifinais. Pois bem, o campeão da Superliga masculina 2014/2015 será definido mais uma vez em série de melhor de três jogos. No feminino, os times optaram por seguir com o jogo único, no estado do finalista com o melhor desempenho na classificação.

Acho justo. Se todo o mata-mata é em playoff, porque não manter o formato na final? E três jogos é um número bom. Acaba com aquela história de “poxa, foi só um jogo e justo naquele dia o time não rendeu”, e também não demora demais. Todo mundo tem as suas chances de mostrar o que sabe e pronto.

Leia mais: Superliga também define número de times e regras para inclusão de equipes

Há eterno problema da transmissão na TV. E foi por isso que os times do feminino mantiveram o formato. Por medo de perder o jogo final transmitido pela Globo, acharam melhor deixar como está. Já o masculino terá que convencer a emissora a transmitir pelo menos os dois jogos que podem decidir a série. Se conseguir, dupla vitória. Por deixar uma competição mais justa na final e por colocar mais jogos na televisão aberta. Tomara!

Além disso, tudo volta ao normal com os sets de 25 pontos, como já era mais do que esperado. Desde o final da Superliga 2013/2014 já falavam que a regra nova não iria continuar. Na prática, ela não ajudou em nada. Os jogos seguiram praticamente como mesmo tempo e só técnicos e jogadores sofreram para se adaptar e por ter que disputar campeonato nacional de um jeito e torneios internacionais de outro.

Que venha mais uma Superliga por aí!

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