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quarta-feira, 4 de abril de 2012 Superliga | 08:56

Virada em casa para abrir a série da semifinal

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O Sada Cruzeiro venceu o Vivo/Minas de virada em casa na abertura da sua série semifinal da Superliga masculina. E depois de perder o primeiro set, o time da casa passou a bloquear mais e mostrar o seu volume de jogo e fechou a partida com facilidade.

Sada/Cruzeiro vence Vivo/Minas no 1º jogo. Veja mais detalhes

William-Sada/Divulgação

William arma jogada pelo meio. Levantador variou bem as jogadas e o ataque do Sada funcionou

A noite de terça-feira teve jogos mais simples do que o esperado. Primeiro, o RJX fez 3 a 0 sobre o Vôlei Futuro. Depois, a vitória do Sada Cruzeiro com 25 a 16 no quarto set. E se na primeira partida o oposto Lorena fez falta (leia mais no post anterior), aqui os ataques e o saque cruzeirense ajudaram e muito.

Depois das quartas de final, ficou claro que, se alguém quiser vencer o Minas, tem que tirar o passe das mãos de Marcelinho. Experiente, o levantador está fazendo bolas mais aceleradas e comandando muito bem o time. Mas o Sada Cruzeiro fez o seu papel e, usando bem o serviço, deixou Marcelinho com um passe quebrado, o que ajudou para a facilidade no placar. O bom saque também sempre contribui para o bloqueio. E na noite de terça-feira foram 12 pontos no fundamento, contra apenas 4 do Vivo/Minas.

Além disso, depois de um começo ruim, o time da casa mostrou o seu melhor: o volume de jogo. O primeiro set foi cheio de erros, mas, a partir o segundo, a equipe comandada pelo levantador William virou bem mais no ataque e no contra-ataque com voos do oposto Wallace, bolas exploradas de Filipe e diversas pelo meio com Acácio, o melhor em quadra. A equipe jogou solta, aproveitou o embalo da torcida e fez a sua parte, vencendo o jogo que fez em casa.

Leia também: RJX bate Vôlei Futuro e dá primeiro passo rumo à decisão

As semifinais da Superliga masculina seguem no final de semana. Vocês acham que teremos outro 3 a 0 ou placares fáceis? Eu acho que não. No Vôlei Futuro, Lorena pode voltar a ser o oposto de sempre e complicar. Já o RJX tenta ser um time mais coeso, mas passou a Superliga toda baseado em talentos individuais. Entretanto, se tiver mais um dia de Lucão e Lipe inspirados no saque…

Já o Vivo/Minas aposta em sua torcida, tanto que depois do jogo o central Henrique afirmou que eles venceriam em casa. Para isso, eles têm que voltar a trabalhar com a bola na mão de Marcelinho para se livrar do bloqueio. De qualquer maneira, acho que os jogos serão mais equilibrados no sábado e no domingo.

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terça-feira, 3 de abril de 2012 Superliga | 21:22

RJX sai na frente do Vôlei Futuro na semifinal da Superliga

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Parece que a ideia de se concentrar em Saquarema antes das decisões está realmente fazendo bem ao RJX. O time carioca venceu, agora há pouco, o Vôlei Futuro por 3 sets a 0 na primeira partida da semifinal da Superliga masculina. E se a equipe de Araçatuba sentiu falta de seu oposto Lorena, o RJX viu lindas bolas cravadas no ataque e passagens de saques certeiras de Lucão.

RJX - Divulgação

Riad abre os braços e comemora ponto do RJX na semifinal da Superliga

A dupla Lorena e Ricardinho encaixou muito bem nesta temporada no Vôlei Futuro. Lorena sabe bater bem as bolas aceleradas de Ricardinho e é o cara que chama o jogo e a torcida o tempo todo. Mas esta noite não era a noite dele. Ele até foi o maior pontuador da partida, com 13 acertos, mas também errou demais, principalmente no saque.

Foram diversas bolas na rede ou para fora. E quando você consegue o empate em 27 a 27 no terceiro set , depois de ter perdido os dois primeiros, não é o momento de arriscar no serviço se você não está num dia bom. Mas Lorena forçou, colocou a bola quase na cadeira do árbitro e viu o RJX fechar o set e o jogo na sequência.

Além disso, Ricardinho também o forçou demais no ataque. Ele é o jogador de segurança, mas se não estava bem, por que ser tão acionado? E por que o César Douglas não mexeu? O central Vini, que perdeu a cabeça depois de uma discussão após marcação de um erro de posicionamento foi logo para o banco e não voltou, por exemplo…

Do outro lado, o RJX parece, aos poucos, mais redondo. Depois de um começo de Superliga só com bons nomes, a equipe se uniu em duas semanas de concentração em Saquarema e está jogando bem nos playoffs. Para mim, o nome desta noite foi Lucão. Como ele virou pelo meio! E como ele sacou! O que o Lorena errou, ele acertou. Foi apenas um ponto direto no saque, mas ele conseguiu vários passes quebrados do lado do Vôlei Futuro. Méritos também de Marlon, que soube usar o seu jogador e deixá-lo diversas vezes com bloqueio quebrado na rede. E falando em saque, destaque também para Lipe que no finalzinho do terceiro foi lá, forçou e acertou.

Agora é ver a sequência da semifinal da Superliga masculina…

P.s.: vocês viram que o oposto Miljkovic anunciou a aposentadoria da seleção sérvia neste começo de semana? Eu fiquei surpresa porque ele ainda, quando está em seus dias, é o típico oposto que faz vinte e tantos pontos e carrega o time. Acho que deve fazer falta à Sérvia no Pré-Olímpico…

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sábado, 31 de março de 2012 Superliga | 15:15

Vôlei Futuro volta à briga, e Sada vai à semi com "básico"

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O sábado na Superliga foi para o Vôlei Futuro voltar à briga na semifinal do torneio feminino e para o Sada/Cruzeiro chegar à semifinal, depois de uma despedida e tanto do BMG/São Bernardo do torneio nacional. Veja como foram os jogos…

Já era esperado que o Unilever não tivesse de novo uma partida fácil como foi o primeiro jogo da série. E, neste sábado, o Vôlei Futuro também foi para quadra, não deixando as cariocas jogarem sozinhas. O time de Araçatuba foi agressivo, cresceu no jogo e empatou a semifinal usando melhor o saque e os ataques pelas pontas.

Ana Cristina - Divulgação/CBV

Ana Cristina foi eleita a melhor em quadra na vitória do Vôlei Futuro

Durante toda a Superliga, o Unilever sofreu com passe. Com a ajuda da levantadora Fernanda Venturini, que conseguiu arrumar diversas bolas “quebradas” e encaixou muito bem o jogo com as centrais Juciely e Valeskinha, as cariocas dominaram boa parte do torneio nacional. Mas neste sábado, voltou a sofrer no fundo de quadra. A recepção do Unilever não funcionou. Até no saque de Paula Pequeno, que é um serviço tático do chão, elas erraram.

Leia mais sobre o jogo: Vôlei Futuro frustra torcida, bate Unilever e adia decisão

Já o Vôlei Futuro melhorou no ataque ao longo do jogo. Fernanda Garay, Paula e companhia aos poucos soltaram o braço. E o jogo teve lindas defesas, de ambos os lados. Ninguém se intimidou em ficar na frente da bola! Mas as visitantes aproveitaram mais, mostraram mais tranquilidade e levaram o jogo para o tie-break. No set decisivo, só elas jogaram. Parecia o troco para a partida ruim na abertura da série. Agora fica tudo igual e o Sollys/Nestlé terá que esperar mais um pouco para conhecer o seu rival. Depois do equilíbrio de hoje, o Vôlei Futuro voltou a ter chances de acabar com o domínio Osasco x Rio nas finais…

Fazendo o básico e usando quem está virando, Sada/Cruzeiro vai à semi

No masculino, quase uma surpresa em mais um jogo bastante equilibrado. O BMG/São Bernardo chegou aos playoffs sem nenhuma pressão. Foi o oitavo colocado, teve uma campanha de altos e baixos e jogou mal na primeira partida da série de quartas de final, sendo facilmente derrotado pelo Sada/Cruzeiro. Já os mineiros eram os favoritos por serem os líderes da primeira fase e por terem mantido praticamente o time que foi vice-campeão no ano passado. Mesmo com as diferenças, a série acabou também bastante equilibrada.

Sada/Cruzeiro - Divulgação/CBV

Sada/Cruzeiro conseguiu a vaga na semifinal diante da sua torcida

A vitória no segundo jogo por 3 a 1 dão ânimos aos jovens paulistas e eles não se intimidaram em Contagem neste sábado. Saíram atrás no placar, perdendo o primeiro set, mas buscaram a virada. Depois, foi o Sada/Cruzeiro quem definiu mais e levou a partida para o tie-break (placar comum nesses playoffs da Superliga, não?). No set decisivo, os donos da casa venceram fazendo o básico, ou seja, dando bola para quem estava virando. Com ataques de Wallace e ajuda de bloqueio de Acácio e saque de Filipe, vitória aos mineiros e a vaga na semifinal. O São Bernardo não surpreendeu por pouco, mas fez bonito na série.

E continuo gostando das atuações de William, como acho que já comentei por aqui. O levantador sabe dar velocidade à bola, fazer lindas invertidas de rede, mas não esquece que, muitas vezes, vale fazer o mais simples. Wallace é um oposto que vem melhorando e muito porque, além de jogar na pancada, está aprendendo a usar o jeito também. E ele não se intimida e, diversas vezes, é o maior pontuador. Neste sábado não foi diferente. Ele marcou mais de 30 pontos no jogo. William, vendo isso, acionou o seu oposto. Méritos para o levantador, que tem que saber a hora de inventar, mas também tem que colocar a bola para quem está decidindo. E para o atacante, que amadurece diante de todos.

E se tivemos tie-breaks até agora, acho que a semifinal deve manter o mesmo ritmo. De um lado, RJX e Vôlei Futuro em uma série entre um time novato que finalmente ganhou identidade e outro que apostou em “não-selecionáveis” e se deu bem. Já o Sada/Cruzeiro terá um confronto regional com Vivo/Minas. Pelo visto, teremos mais saques forçados e pancadas nos ataque com os opostos. As duas séries têm grandes chances e durarem até o terceiro jogo…

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Superliga | 00:15

Após pancadas de um lado e de outro, Vivo/Minas vai à semi

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O Vivo/Minas acabou de vencer o Cimed/Sky de virada por 3 sets a 2 e, com isso, ficou com a vaga na semifinal da Superliga masculina. Mas o que chamou a atenção neste jogo foram os saques. Os dois times forçaram muito no serviço e, depois de um começo com os catarinenses acertando a mão, os mineiros reagiram, ganharam quase um set de presente em erros de saque do Cimed e fecharam o jogo em mais um saque na rede, das mãos de Éder.

A tática parecia ser a mesma: dar pancada o tempo todo, a começar pelo serviço. Na primeira parcial, o Vivo/Minas se atrapalhou e Marcelinho não conseguiu ter o passe na mão. No segundo o time melhorou, mas falhou no final e perdeu. Depois disso, foi o Minas quem passou a acertar de vez o tempo no saque, também usando a força. Só no tie-break foram dois pontos com Filip, um ace e outro que fez Bruninho parar nas placas de proteção, deixando o jogo em 14 a 11, por exemplo.

Veja set a set como foi a vitória do Vivo/Minas nas quartas de final da Superliga masculina

Os números do fundamento também chamam a atenção. Quem força, corre o risco de errar. Mas o Cimed/Sky abusou, dando 23 pontos em saques na rede ou para fora. Inclusive foi assim que acabou o jogo, com Éder sacando na rede. Tudo bem, no meio de tantas falhas foram oito pontos em aces. Ainda assim, não valeria ter arriscado menos e acreditado mais em seu bloqueio ou contra-ataque?

O Vivo/Minas errou 14 vezes, o que também é um número alto, mas colocou a bola no chão quando mais precisava, como no finalzinho do set decisivo. Além disso, Lucarelli foi o alvo dos catarinenses. E o ponteiro falhou algumas vezes, deu passe quebrado em outras, mas seguiu no jogo e ainda marcou 11 pontos.

E já que o assunto do post é pancada, quem soltou o braço também na rede foi o tcheco Filip, maior pontuador do confronto com 24 acertos. Seja no saque ou no ataque, o Vivo/Minas mostrou força e também equilíbrio. Quando o Cimed/Sky abria no placar, não conseguia manter a folga por muito tempo. Já os mineiros abriam e se mantinham na frente. Agora é ver quem será o rival da semifinal.

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sexta-feira, 30 de março de 2012 Superliga | 20:52

Com superioridade, Sollys/Nestlé chega a mais uma final

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Quando começaram os playoffs da Superliga feminina, comentei aqui no blog que havia grandes chances de termos mais uma final entre Sollys/Nestlé e Unilever. Metade da previsão acabou de ser concluída. Com superioridade em quadra, concentração e uma grande partida, o time de Osasco bateu o Usiminas/Minas por 3 a 0 e fechou a série semifinal, garantindo o seu lugar na decisão.

Leia mais sobre a partida: Sollys/Nestlé vence e vai à 11ª final de Superliga consecutiva

Sollys/Nestlé

Sollys/Nestlé fechou a série semifinal em 2 a 0 contra o Usiminas/Minas

A equipe de Minas sofreu nesta noite sem duas jogadoras. A cubana Daymi levou dois amarelos no primeiro jogo da série. Já Mari Paraíba sofre com uma lesão crônica no joelho e não entrou em quadra. Uma oposta e uma ponteira a menos fizeram falta no fundo de quadra e também no ataque. Herrera, a outra cubana, é uma excelente jogadora, mas não consegue se virar sozinha. E a recepç]ao sentiu as ausências e ficou frágil… Elas tentaram, lutaram, mas eram bem mais vulneráveis que o Sollys/Nestlé.

Do lado paulista, depois de bobear e quase perder um set nas quartas para o BMG/São Bernardo e perder uma parcial no primeiro jogo da semifinal, a concentração reinou. O Sollys/Nestlé buscou o marcador e disparou, principalmente nos finais dos sets. Destaque para os nove pontos de bloqueio de Adenízia e para o bom saque, que achou um caminho mais fácil com os desfalques mineiros.

O time de Osasco venceu porque foi mais coeso. Usou bem o serviço e esteve muito atento do bloqueio, com 13 pontos no fundamento. Além disso, acertou a mão no ataque e no contra-ataque. No total, foram 44 pontos na rede contra apenas 28 do Usiminas/Minas. As mineiras não tinham reservas do nível de Daymi e Mari Paraíba e sentiram a pressão e foram facilmente derrotadas.

Agora resta acompanhar a série entre Unilever x Vôlei Futuro para saber se a final da Superliga feminina continuará a mesma…

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Campeonato Italiano | 13:16

Piacenza aposenta camisa 16 que foi usada por Bovolenta

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bovolenta

Bovolenta com a camisa do Piacenza

A morte de Vigor Bovolenta, italiano várias vezes campeão da Liga Mundial e medalhista olímpico, foi o assunto da semana com homenagens em quadra, presença de campeões no funeral e até o seu time, o Peruggia, querendo agora pagar salários atrasados. E nesta sexta-feira, mais um homenagem ao central.

Leia também: Ex-companheiros levam caixão de Bovolenta

O Piacenza vai aposentar a camisa número 16, que foi usada pelo central em sua passagem pela equipe, segundo o site Volley.it. A ação é bem comum em outros esportes, como a NBA que já aposentou diversos números de ídolos ou no futebol, que “entrega” a camisa 12 para a torcida.

Leia ainda: Após autópsia em corpo de Bovolenta, médico mantém cautela

Além disso, o Piacenza, ao lado Pallavolo Modena e Lube Banca Marche Macerata, vai usar uma camisa em homenagem a Bovolenta na rodada de domingo. O uniforme terá os dizeres “Ciao Bovo. Un bacio grande”.

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terça-feira, 27 de março de 2012 Superliga | 22:53

Vôlei Futuro respeita demais, e Unilever sai na frente

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“Estamos respeitando demais”. Esta foi uma frase do técnico do Vôlei Futuro Paulo Coco ao final de um dos tempos técnicos do primeiro jogo da série semifinal contra o Unilever. E assim, respeitando demais, demorando a acordar no jogo, e levando diversos pontos no bloqueio que o time de Araçatuba viu o Unilever sair na frente na série com louvor.

Unilever

Unilever fez um paredão para cima do Vôlei Futuro no primeiro jogo da semifinal

O time carioca jogou com facilidade e marcou 3 sets a 0 com direito a 19 pontos de bloqueio. Quase um set só neste fundamento em um jogo com apenas três parciais. É muita coisa (e uma curiosidade: nos últimos posts sempre tenho comentado da boa atuação da equipe de Bernardinho no bloqueio!). Mas a explicação nesta noite é simples e volta ao “respeito” do Vôlei Futuro. O time de Araçatuba não foi agressivo no saque. O Unilever sofre na recepção e, mesmo sabendo disso, as anfitriãs sacavam fácil para cima da líbero Fabi. Sem contar quando não erravam dois serviços seguidos…

Mais detalhes do jogo: Com ‘paredão’, Unilever vence Vôlei Futuro

Com isso, Fernanda Venturini trabalhou com o passe na mão e deixou a quadra com sorriso no rosto. Na grande maioria das jogadas ela estava com a  bola redondinha e tinha todas opções de ataque para definir. Do outro lado, Ana Cristina e Ana Tiemi tinham que forçar com as pontas. E quando o passe saia era tão esperado que a levantadora tentaria uma bola de meio que era bloqueio na certa (veja mais no lance a lance da vitória do Unilever).

O Vôlei Futuro até conseguiu bloquear e forçar o ataque e empatar no terceiro set, mas quando teve a oportunidade de virar, falhou e voltou a parar no bloqueio carioca. Pois é, não tinha mais jeito.

Acho que fica a mesma lição adotada pelo Mackenzie/Cia do Terno nas quartas. Antes do primeiro jogo, a ideia das mineiras era forçar o tempo todo, ser agressivo e arrisacando sempre. Deu certo e elas surpreenderam com a vitória no primeiro jogo da série. Resta ao Vôlei Futuro seguir o mesmo caminho e esquecer a apatia o respeito desta noite. Ou elas se aproveitam da fragilidade da recepção carioca e soltam o braço no ataque, ou teremos mais uma vez o Unilever na final.

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domingo, 25 de março de 2012 Campeonato Italiano | 12:16

Manhã de luto no vôlei

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Bovolenta

"Sempre em nossos corações. Um abraço", dizia o site oficial do Forlí nesta manhã

Quem acompanhou a seleção masculina da Itália nos anos 90 e todas as vitórias sobre o Brasil deve se lembrar do central Vigor Bovolenta. Eu me lembrava daquele central que jogava ao lado de Andre Giani, Satoretti e companhia. E Bovolenta deixa o vôlei de luto.

“Minha cabeça está girando, me ajudem que vou cair”. Esta foi a última frase de Bovolenta

Vi a notícia no plantão aqui na redação. O jogador se sentiu mal, desmaiou e morreu em quadra, enquanto jogava pelo Forli. Bovolenta tinha 37 anos, era casado e tinha quatro filhos. Médicos falam que pode ter sofrido um ataque cardíaco, mas a causa da morte só será confirmada após exames e autópsia nesta segunda.

Veja também: Brasileiros lembram Bovolenta no Twitter

É triste um plantão assim. Ainda mais se pensar em uma seleção como aquela da Itália, durante tantos anos campeã e meu segundo time na infância e na adolescência…

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Sem categoria, Superliga | 12:06

Superliga tem surpresas, semi definida e um 25 a 7

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Este final de semana é mais um daqueles de agenda cheia e de decisão. Se na sexta São Bernardo e Vivo/Minas empataram as suas séries de quartas de final, o sábado foi de definição de uma das semis, com RJX enfrentando o Vôlei Futuro. Já no feminino, Sollys/Osasco teve um começo arrasador e saiu na frente do Usiminas/Minas na sua semifinal. Vamos ao resumo da Superliga e alguns pitacos.

Séries empatadas
Um pode ter sido uma surpresa, mas no outro, o equilíbrio era mais do que esperado. Primeiro o BMG/São Bernardo esqueceu o primeiro jogo da série, no qual foi batido facilmente pelo Sada/Cruzeiro, jogou de igual para igual e venceu os mineiros por 3 a 1. Os paulistas realmente acreditaram na vitória, apesar da superioridade do Sada, que havia vencido todos os jogos contra eles nesta Superliga. Tanto que saíram perdendo de 5 a 0 em um dos sets e buscaram o placar. Além disso, fizeram direitinho a combinação saque e bloqueio. Acertaram no serviço com sete aces e bola fora da mão de William. E completaram com 14 bloqueios.

Já Vivo/Minas e Cimed/Sky tiveram mais um tie-break. E tenho que concordar com os leitores daqui do blog. Eu mesma já disse isso em outros posts: já chegou a hora de Bruninho parar com essa de insistir com o jogador se ele erra a primeira bola! Rivaldo era o maior pontuador em quadra e, então, ele deveria receber bola no tie-break. Mas ele foi bloqueado e, em seguida, recebeu mais uma bola e levou outro bloqueio. Era a hora de tentar uma jogada diferente. Com isso, o Vivo/Minas venceu e forçou o quarto jogo. Mas Bruno ainda é um bom levantador e Cimed e Minas têm ótimos elencos. Esta série é de longe a mais equilibrada…

Altura nem sempre resolve
Medley/Campinas tem um oposto de 2,08m (Bob), um central de 2,15m (Gustavão) e até um levantador de 2,06m (Fidele, reserva de Rodriguinho).  Já o Vôlei Futuro tem Camejo, de 2,06m, mas o outro ponteiro tem 19,4m (Dentinho), o oposto é de 1,98m (Lorena) e um central de 1,96m (Vini). Quem bloquearia melhor? Os mais altos? Não, não… No segundo set o Vôlei Futuro já tinha oito a zero em bloqueios para cima do Campinas.

E o saque também ajudou. O time de Araçatuba força muito no serviço e quebrou a recepção do Medley/Campinas a ponto de Lukianetz dizer a seguinte frase após o jogo: “Com esse saque forçado e sem errar, o Vôlei Futuro vai longe e vai ser campeão dessa Superliga”. Será? Vamos ver a semifinal diante do RJX. Pelo que mostrou na temporada, pelo elenco redondo e ótima dupla Ricardinho e Lorena e também pela potência no saque acho que o Vôlei Futuro pode chegar à final…

Adeus ao campeão
O RJX está mais perto do que era o objetivo no começo da temporada, quando o time foi lançado. Eles queriam chegar à final. Já estão na semi depois de terem eliminado o Sesi, atual campeão. O time paulista vinha sofrendo nas últimas rodadas sem seus opostos, que estavam machucados. Wallace até jogou, mas voltou a sentir dores no joelho. Depois de altos e baixos dos dois lados, melhor para o RJX, que venceu no tie-break. É uma equipe que oscilou na fase de classificação, mas que aos poucos deixa de ser só um grande nome no papel e também aprende a jogar junta em quadra. 

Alerta depois de começo arrasador
O jogo feminino deste final de semana foi Sollys/Nestlé x Usiminas/Minas na primeira partida da série semifinal. O  time de Osasco e marcou simplesmente 25 a 7 no primeiro set. Depois, o jogo ficou equilibrado e ganhou mais cara de semifinal. E, depois de vencer dois sets, o Sollys mais uma vez baixou a guarda, como fez no segundo jogo das quartas contra o BMG/São Bernardo. Só que o Minas tinha Herrera, que tinha começado a virar bolas, Claudinha bem na distribuição e um saque que deu trabalho (mais uma vez o saque, personagem desses jogos!). Se contra o São Bernardo deu tempo de recuperar e fechar em 3 a 0, aqui foi necessário se contentar com um 3 a 1. Ainda acho que o Sollys/Nestlé é mais equilibrado e tem um conjunto melhor. Mas é melhor ligar o alerta para Herrera, que pode decidir.

Na terça-feira tem mais, com Unilever x Vôlei Futuro na abertura da outra série de semifinais… Os homens voltam a jogar na sexta e no sábado.

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quarta-feira, 21 de março de 2012 Superliga | 10:03

Cubanas levam Minas para semifinal da Superliga

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A Superliga feminina tem as suas semifinalistas conhecidas. Depois de Sollys/Nestlé, Unileve re Vôlei Futuro, o Usiminas/Minas venceu o Sesi em casa no tie-break, fechou a série em 2 jogos a 1 e também avançou. E não tem como falar do time mineiro sem citar as cubanas.

Usiminas/Minas - Divulgação

Herrera comemora com a líbero Tássia a vitória do Usiminas/Minas

Em todos os jogos do Usiminas, citei Herrera e Daymi, seja para falar que elas comandaram os ataques do time ou para falar que a equipe não foi bem porque elas não estavam inspiradas. As duas são o termômetro do Usiminas/Minas na temporada e não foi diferente na noite de terça-feira, para o bem e para o mal.

Veja como foi a vitória do Usiminas/Minas nas quartas de final set a set

Os primeiros sets da partida foram opostos. No começo, o Sesi deslanchou contanto com nove pontos de Elisângela na primeira parcial. Depois, foi o Minas quem, bloqueando e atacando mais, venceu. No terceiro set as cubanas ficaram mais evidência. Daymi reclamou muito com o árbitro, o time desconcetrou, levou cartões amarelos e acabou perdendo de novo. Esse é lado ruim de ter uma cubana no time…

Porém, no quarto e no quinto set, as mineiras viram como é bom ter as suas cubanas. Daymi “voltou” para o jogo e Herrera seguiu virando bolas que recebia de Claudinha. Com dois contra-ataques de Herrera, o Usiminas/Minas fez 13 a 12 no tie-break, por exemplo. Depois, fechou no erro de saque do Sesi.

No final, Herrera marcou 27 pontos, foi a maior pontuadora da partida e ainda ganhou o troféu de melhor em quadra. A oposto Ramirez teve 26 acertos. Com suas cubanas, o time mineiro chegou à semifinal e agora, vai enfrentar o Sollys/Nestlé. Como será o confronto de estrangeiras, com Daymi e Herrera de um lado e Destinee Hooker do outro?

Provocar para quê?

E já que o assunto foram as cubanas, vamos falar de provocação. As caribenhas são velhas conhecidas das brasileiras pelas provocações na rede e tal, mas dessa vez, elas só mostraram o que sabiam na bola. Quem provocou e exagerou foi Fernada Isis, dando “tchau” para Elisângela depois da classificação (do mesmo jeito que Elisângela também não precisava ter provocado no segundo jogo, segundo os leitores comentaram por aqui). Para quê?

Jogadores reagiram na mesma hora no Twitter. “Na boa, Fernanda Ísis. Vamos combinar, não precisa disso”, postou Natália. Se falamos tanto em respeito da torcida com os jogadores, também temos que ter respeito entre os atletas.

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