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domingo, 5 de abril de 2015 Superliga | 21:44

Rexona e Molico na frente na semifinal… A história vai se repetir?

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As semifinais da Superliga feminina começaram neste final de semana e Rexona/Ades e Molico/Nestlé saíram na frente. As cariocas venceram o Camponesa/Minas e o time de Osasco passou pelo Sesi. Será que a velha e conhecida história das finais da Superliga vai se repetir, com Rio x Osasco na decisão? Primeiro, vamos ao que aconteceu no sábado.

Bloqueio do Rexona na vitória sobre o Minas no 1º jogo da semifinal

Bloqueio do Rexona na vitória sobre o Minas no 1º jogo da semifinal da Superliga

Camponesa/Minas 1 x 3 Rexona/Ades

Foi um jogo repleto de erros: 26 para cada lado, segundo as estatísticas da CBV. E isso é muito! No primeiro set, por exemplo, o Minas não fez nenhum ponto de saque e nem de bloqueio, mas deixou o jogo igual porque ganhou 13 pontos de graça das cariocas. E erros à parte, a partida foi bem equilibrada nos três primeiros sets. Já no quarto set, foi o Minas quem vacilou e deu oito pontos, enquanto o Rexona foi abrindo e liquidou com 10 pontos de vantagem (as parciais do jogo foram 25/23, 22/25, 25/22 e 25/15).

O Rexona, apesar de nem sempre ser constante e também errar, é mais experiente e consegue crescer em qualquer momento de decisão, seja com uma chamada a mais de Bernardinho ou com uma inversão que dá certo. Já o Minas tem Jaqueline, mais uma vez quem mais pontuou para o time, mas ainda tem jogadoras mais novas e isso pode ter pesado, como disse a central Walewska depois da derrota. Agora passou o impacto na primeira partida da semifinal, mas ainda aposto na equipe do Rio de Janeiro para chegar à final.

Ivna foi a maior pontuadora da partida, com 25 acertos

Ivna foi a maior pontuadora da partida, com 25 acertos

Sesi 2 x 3 Molico/Nestlé

Mais um tie-break para a conta do Molico nesta Superliga (já fiz um post sobre isso aqui no blog!). O time de Osasco venceu os dois primeiros sets diante do Sesi mostrando bloqueio e saque afiados. Erros da central Fabiana também ajudaram as visitantes na segunda parcial. Mas o cenário mudou a partir do terceiro set. Será que foi aquela mais do que manjada síndrome do terceiro set? O Molico poderia ter crescido e acabado com o jogo, mas passou a errar e viu o Sesi, agora com Fabiana recuperada, empatar e levar o jogo para o tie-break. No set final, mais uma vez o saque e o bloqueio ajudaram. Para completar, na passagem de Dani Lins pelo serviço e com Carcaces no contra-ataque, o Molico emplacou três pontos e fechou em 15 a 10 (as parciais foram 25/11, 26/24, 22/25, 20/25 e 15/10).

Voltando a falar em erros, o Molico pecou neste jogo. Deu 11 pontos de graça no terceiro set, quando era o momento de aproveitar o embalo e fechar a partida. No total, foram 29 pontos de graça para o Sesi. A vitória veio graças ao bloqueio, que funcionou muito bem, marcou 27 pontos e compensou. Gabi e Dani Lins tiveram boas passagens pelo saque, o que ajudou no fundamento. Mas é complicado errar tanto e vencer mais uma vez… Apesar do triunfo, fica o sinal de alerta.

As semifinais continuam nesta semana… A gente se vê!

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terça-feira, 31 de março de 2015 Superliga | 09:34

Sada Cruzeiro x Sesi em mais uma final de Superliga

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*atualizado dia 01/04

Voltamos, galera! Fiquei longe durante as férias, perdi o começo dos playoffs da Superliga, mas estou de volta a tempo de acompanhar a decisão. Então vamos ao que interessa? O Sada Cruzeiro é o primeiro finalista da Superliga 2014/2015. O atual campeão comprovou o favoritismo e fechou a série semifinal diante do Minas na noite de segunda-feira com duas vitórias. E com 3 a 0 para cima dos rivais fora de casa.

Mais detalhes da vitória do Sada Cruzeiro na semifinal da Superliga

Divulgação/CBV

Sada Cruzeiro passa pelo Minas na semifinal da Superliga

No primeiro jogo, os times fizeram uma partida mais equilibrada e o saque do Sada Cruzeiro fez a diferença. Foram 9 aces contra 2 do Minas. Nesta segunda, mais uma vez o serviço pesou. Enquanto o Sada forçava e desestabilizava a recepção rival, o Minas tentava responder forçando também, mas errando mais e sem conseguir quebrar o ritmo do Sada.

O primeiro set teve um placar mais apertado, com vitória de 25 a 22. Mas na segunda parcial, o Sada passeou com 25 a 11. E a prova de que os visitantes estavam bem foi que o Minas quase não errou, dando apenas 3 pontos de graça. Foi o Sada quem construiu a vantagem, disparou no placar aproveitando contra-ataques e fechou com um ace de Filipe. Depois, logo abriu 6 a 1 no terceiro set. O Minas tentou, mas o volume de jogo do Sada era melhor e eles fecharam em 25 a 19 sem muitos problemas.

Leia mais: “Estamos entre os quatro melhores times de forma honrosa”, diz técnico do Minas

Méritos para o Sada Cruzeiro, claro, que está em mais uma final. Foi o melhor time da fase classificatória com folga, tanto que jogará a decisão da Superliga em casa, no Mineirinho, no dia 12 de abril. Entretanto, o Minas também merece um parabéns. O 3 a 0 deve ter doído, mas o time é jovem, com vários atletas da base. Eles deixaram quem era apontado como favorito pelo caminho, como o Brasil Kirin, depois de duas vitórias nas quartas. Ninguém quer perder, mas que o lugar entre os quatro primeiros ajude ao Minas a se motivar a seguir investindo no vôlei. Quanto ao Sada, valeu o saque, o volume de jogo e a experiência de um time que mantém a base (fórmula com cara de ideial, não?).

Sesi garante vaga e repete final

Divulgação/CBV

Lucarelli e Marcelinho comemoram vitória do Sesi na semifinal

Do outro lado, o Sada Cruzeiro vai encarar o Sesi. A equipe paulista venceu o Taubaté/Funvic na noite de terça-feira por 3 a sets a 1 e fechou a série semifinal também em duas partidas. E a na segunda partida, só o primeiro set foi mais fácil. O Taubaté errou mais (deu nove pontos de graça) e o Sesi conseguiu fechar. Os donos da casa entraram no jogo na segunda parcial, mas aí os nervos pesaram. Lipe levou vermelho e o Sesi se manteve melhor e fechou mais um. Depois, de novo com bastante equilíbrio, foi o vez do Taubaté liderar o placar, abrir em uma passagem de Lorena pelo saque e fechar. No quarto set, o Taubaté ainda se manteve à frente quase toda a parcial, mas quase sempre com diferença mínima. No finalzinho, uma boa inversão de 5 1 de Pacheco e o ponto de saque de Lucão para cima de Dante deram a vitória ao time da capital.

E aqui também os dois times merecem parabéns. O Sesi cresceu no momento certo da competição, por mais clichê que seja falar isso. A equipe sofreu com lesões no começo da temporada, como Murilo e Téo, e se encaixou aos poucos. Chega aos playoffs com todo mundo pronto para jogar. Murilo ainda não está bem no ataque, mas está recuperado da cirurgia do ombro. Se não ataca, ele ajuda no passe. O time está completo e vai completo para a final.

Já o Taubaté ganhou reforços esse ano para ser campeão. Venceu o Campeonato Paulista, diante do mesmo Sesi, e a Copa do Brasil. Ficou no caminho na Superliga, mas merece respeito. Caiu em uma semifinal disputada, equilibrada. Que também serva de motivação para manter o investimento para a próxima temporada (acho que fiquei um pouco traumatizada depois de ver tantos times fechando ou perdendo espaço nas últimas temporadas…)

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quinta-feira, 5 de março de 2015 Superliga | 00:05

Volto logo!

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Galera, vou ficar mais uns dias longe do blog! Estou em férias da redação do iG e passarei uns dias viajando (depois de um ano de mudanças de editoria e muito trabalho, estava precisando!), mas volto a tempo de acompanhar parte dos playoffs das Superligas masculina e feminina.

Por enquanto, dá para arriscar alguns palpites. Pelo embalo, acho que o Rexona consegue chegar invicto às finais do torneio feminino. E no masculino, nas quartas de finais, aposto em equilíbrio entre Minas e Brasil Kirin e também não sei se o Sesi terá vida tão fácil diante do Maringá. Já Sada Cruzeiro e Taubaté devem avançar diante de Montes Claros e Canoas.

Será que acerto alguma previsão? Na minha volta a gente confere! Até lá!

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:57

Quem vence no duelo das saias na Superliga?

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O post de hoje é um pouco “menininha”, mas o assunto deve agradar também aos marmanjos de plantão. Na rodada desta semana da Superliga feminina, o Camponesa Minas venceu em casa o Rio do Sul por 3 sets a 1 e entrou para a lista de times que adotam a saia-shorts como uniforme.

A ideia de usar saia começou com o Molico/Nestlé na Superliga 2013/2014. Nesta temporada, além do time do Osasco seguir com o uniforme, Brasília Vôlei e Rio do Sul aderiram à moda. E na rodada de terça-feira foi a vez da equipe do Minas. Entre as jogadoras, a opinião parece unânime. Conversei com algumas atletas do Molico em 2013 e as meninas do Minas concordam: a saia deixa as jogadoras ainda mais femininas em quadra e elas aprovaram a ideia.

Leia mais: Jogadoras do Minas aprovam short-saia e dizem ficar mais bonitas e femininas

Acho que alguns modelos, com o do Minas, mais apertados, devem ser desconfortáveis para jogar. Gosto mais do estilo do Brasília, com um partidinho do lado que ajuda no movimento. E para vocês, quem vence o duelo das saias na Superliga? Veja as imagens na galeria abaixo:

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Superliga | 11:01

De 3 a 2 em 3 a 2 se chega à final? Para o Molico, sim…

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A terça-feira foi de rodada cheia na Superliga feminina. Uma das partidas foi o clássico paulista entre Pinheiros e Molico/Nestlé. Depois de perder os dois primeiros sets – com direito a ter levado cinco pontos seguidos e a virada no primeiro set após chegar aos 24 a 21 – o time de Osasco se recuperou e venceu as paulistanas por 3 sets a 2. Mais um tie-break para a conta das comandadas por Luizomar de Moura, que seguem em terceiro na classificação geral.

Divulgação

Molico comemora vitória de virada diante do Pinheiros

Diante do Pinheiros, no primeiro turno, o Molico também venceu no quinto set. E nesses dois jogos tudo bem, era esperado dificuldade. O Pinheiros não tem o elenco estrelado de Molico, Rexona ou Sesi, mas é uma equipe consistente e quem vem dando trabalho na Superliga e não ganhou a Copa do Brasil por acaso. O problema foi que o Molico venceu apenas no tie-break jogos considerados mais simples, como diante do Rio do Sul (9º na tabela) e São Caetano (8º na classificação).

Os pontos perdidos nesses jogos podem pesar? “Se for para chegar à final vencendo tudo por 3 a 2, não tem problema. Prevaleceu a união da equipe”, comentou a levantadora Dani Lins depois da partida da noite de terça-feira contra o Pinheiros. Ok, esses resultados não tiram o Molico dos playoffs ou nada disso, mas podem complicar para os cruzamentos no mata-mata. Ainda mais sabendo que nas últimas rodadas do returno terá pela frente Praia Clube, que aparece logo atrás do time na tabela, Sesi e Rexona, os primeiros colocados. Dá para segurar o terceiro lugar assim? Se o returno da Superliga acabasse hoje, o cruzamento seria Molico x Pinheiros, mais uma vez.

A vantagem é que o time voltou a jogar completo no returno. O Molico ficou um mês sem Dani Lins e Thaísa e outras partidas sem Carcaces, o que dificultou. Agora todo mundo está em condição de jogo para a reta final da Superliga.

Enquanto isso, Rexona segue invicto na liderança. Apesar de Bernardinho reclamar e dizer que a equipe ainda não está no nível esperado, em quadra as meninas dão conta do recado. A vítima mais recente foi o Brasília. Será que elas seguem invictas até o mata-mata?

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 Diversos | 13:25

Carnaval de folia e vice no Sul-Americano masculino

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Desfiles das escolas de samba na Sapucaí, bloco em Salvador ou sombra e água fresca? Astros do vôlei aproveitaram tudo isso nos dias de folga da Superliga e de folia. Mas também foram para a quadra. Na Argentina, no domingo, o Sada Cruzeiro acabou com o vice no Sul-Americano e o Funvic/Taubaté ficou em quarto lugar na competição. Veja o que os jogadores aprontaram na galeria: 

De volta as quadras, o UPCN foi a pedra do sapato dos brasileiros no Sul-Americano. Jogando em casa, os argentinos passaram pelo Funvic/Taubaté na semifinal e repetiram a decisão diante do Sada Cruzeiro. Nas edições de 2012 e 2014, o time mineiro ficou com o título. Agora, os argentinos venceram os dois primeiros sets e o Sada Cruzeiro se recuperou e empatou. E no tie-break decidido no 16 a 14, o título ficou com o UPCN. Com o ouro, a equipe garante vaga no Mundial de Clubes.

Leia mais: Sada Cruzeiro é derrotado na final e fica com o vice-campeonato sul-americano

Funvic/Taubaté acaba em quarto no Sul-Americano

O Sada Cruzeiro ajudou a compor a seleção do campeonato. Wallace foi escolhido o oposto, Leal foi um dos ponteiros e Serginho, o líbero. O melhor jogador do sul-americano foi o búlgaro Nikolay Uchikov.

Já o Funvic/Taubaté tropeçou. Depois de cair na semifinal, levou 3 a 1 do Lomas de Zamora, também da Argentina, e ficou fora do pódio. Resta aos brasileiros voltar as atenções para a Superliga.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 Superliga | 11:28

Mais uma vitória do Minas, mais uma partida de Jaqueline

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A ponteira Jaqueline assinou com o Camponesa Minas quando a Superliga já estava na terceira rodada do primeiro turno, em novembro de 2014. Ela externou o medo de ficar sem clube depois de voltar a jogar após o nascimento do filho Arthur, foi às lágrimas e conseguiu um contrato com o time mineiro. E,como esperado, foi uma contratação e tanto para a equipe.

Jaqueline é a quinta melhor atacante da Superliga até agora

Jaqueline é a quinta melhor atacante da Superliga até agora

A estreia de Jaque foi na primeira vitória da equipe na Superliga, no finalzinho de novembro, nos 3 a 1 diante do São José dos Campos. Desde então, o Minas embalou e saiu da lanterna para a sexta colocação geral, zona de classificação para os playoffs. Com Jaqueline na equipe, foram apenas duas derrotas, uma diante do Brasília, ainda no turno, e outra para o Rexona, único invicto na competição, agora no returno.

A jogadora pode nem sempre ter sido eleita a melhor em quadra, mas em quase todas as partidas, ela foi a maior pontuadora do elenco mineiro. Na noite de terça-feira, mais uma vez diante do São José e em outra vitória do Minas, ela colocou 22 bolas no chão. E até nas derrotas ela comandou os números, com 25 acertos nos 3 a 2 para o Rexona, com 21 pontos de ataque, três de bloqueio e um de saque.

Veja o desempenho de Jaqueline no returno da Superliga

  • Pinheiros 2 x 3 Camponesa Minas – 20 pontos (Mari Paraíba foi a maior pontuadora, com 22 acertos)
  • Camponesa Minas 3 x 0 Dentil/Praia Clube – 16 pontos (maior pontuadora do jogo)
  • Camponesa Minas 3 x 1 Molico/Nestlé – 13 pontos (Carla foi maior pontuadora, com 22 acertos)
  • Camponesa Minas 3 x 1 Sesi – 17 pontos (maior pontuadora do Minas)
  • Rexona-Ades 3 x 2 Camponesa Minas – 25 pontos (maior pontuadora do Minas)
  • Camponesa Minas x São José dos Campos – 22 pontos (maior pontuadora do jogo)

Jaqueline é a referência no ataque do Minas. E claro que é bom contar com uma jogadora experiente para virar as bolas. Mas o desempenho da jogadora e a melhora da equipe ao longo da competição já coloca o Camponesa Minas como concorrente ao título? Os playoffs vão dizer… E o legal deste ano na Superliga é isso, que alguma surpresa pode acontecer. O Sesi, desde a temporada passada, chegou para acabar com a hegemonia Rio x Osasco. Agora, Dentil Praia Clube montou um elenco bom no papel, mas teve tropeços da competição. Já o Pinheiros, mais modesto em termos de estrelas, conseguiu surpreender os considerados favoritos, venceu a Copa Brasil e é o quinto da tabela. Vamos ver quem se mantém até à final!

P.S.: Na partida contra o São José, o Camponesa Minas ainda mandou um recado. As jogadoras foram para quadra com camisas e uma faixa contra o preconceito. Na partida contra o Sesi, a central Fabiana, do time paulista, disse ter escutado insultos racistas de um torcedor que acompanhava o jogo em Belo Horizonte. Que os torcedores se espelhem na faixa e camisas do Minas. 

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 Diversos | 09:28

Bloqueios de um lado, bloqueios do outro e título sul-americano para o Rexona

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O Rexona-Ades faturou o bicampeonato sul-americano no domingo depois de passar por 3 sets a 1 pelo Molico/Nestlé em Osasco, na casa das rivais. E se durante o campeonato inteiro as equipes brasileiras, claramente as melhores da competição, tiveram que treinar a concentração para levar a sério jogos fáceis (veja post anterior), na final a concentração pesou mais uma vez. Só que diante de um adversário de alto nível, perder o foco significa derrota.

Leia mais: Rexona-Ades vence Sul-Americano pela segunda vez

Márcio Rodrigues/MPIX

Fofão levanta o troféu de campeão sul-americano para o Rexona-Ades

O primeiro set foi uma aula de bloqueio do Molico, que marcou sete pontos no fundamento, três em sequência nos últimos pontos da parcial. Para facilitar, o Rexona deu 10 pontos em erros. Diante da torcida, seria um jogo fácil para o Molico? Não, não…

As outras parciais começaram equilibradas, mas o Molico começou a errar mais, enquanto o Rexona aproveitava os contra-ataques e crescia na partida. Destaque para Juciely, maior pontuadora com 17 acertos. O time do Rio de Janeiro cresceu e fechou os dois sets seguintes.

No quarto, devolveu o jogo da primeira parcial. Se no começo o Molico foi quem bloqueou, agora foi a vez do Rexona. Logo no começo, Natália fez uma ótima passagem pelo saque, começando no 5 a 2 e só saindo no 12 a 2. Durante esse tempo, quem dominou o bloqueio foi a central Carol. E com a jogadora na rede, o time de Bernardinho chegou a 14 a 4. Depois de nove pontos no bloqueio, o Rexona liquidou a partida e faturou o Sul-Americano.

“Não mantivemos a concentração que apresentamos no primeiro set”, resumiu a líbero do lado de Osasco Camila Brait. Pois é, e neste momento, a falta de concentração pesou. Enquanto o Rexona soube se recuperar ao longo do jogo, o Molico passou a errar e não teve tempo de se reencontrar. Melhor para as cariocas, campeãs e classificadas para o Mundial de Clubes.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 Diversos | 11:29

Treino para concentração no Sul-Americano feminino

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Roberta arma jogada para o Rexona. Bernardinho aproveita o Sul-Americano para testar formações da equipe carioca

Roberta arma jogada para o Rexona. Bernardinho aproveita o Sul-Americano para testar formações da equipe carioca

Rexona Ades e Molico/Nestlé estão passeando no Sul-Americano de clubes que está sendo disputado em Osasco nesta semana. Até agora, o único susto foi no primeiro set do primeiro jogo das cariocas, diante do Aragua. O time da Venezuela abriu 4 a 0 logo de cara, mas em pouco tempo levou a virada em 5 a 4. Ainda assim, é a equipe mais marcou diante dos times brasileiros em um set na competição (nesse jogo contra o Rexona, perdeu a primeira parcial por 25 a 17).

Leia mais: Rexona-Ades e Molico/Nestlé estreiam com vitórias fáceis no Sul-Americano feminino

Rexona-Ades e Molico/Nestlé avançam às semifinais do Sul-Americano feminino

Os números comprovam a facilidade das partidas para Rexona e Molico. Foram dois 3 a 0 para cada um, com direitos a parciais de 25 a 4 e 25 a 5 até 25 a 12. E partidas desse jeito têm suas vantagens de desvantagens. Enquanto é possível testar as formações e variar as jogadoras em quadra, esses duelos são um treino de concentração.

“É difícil manter a concentração sabendo que não precisamos fazer muito esforço para ganhar”, comentou Mari, titular do Molico. E em quadra é exatamente isso. É claro que cariocas e paulistas são superiores às rivais que enfrentaram até agora e, nesse caso, a dificuldade é se manter ligado na partida, levando aquilo a sério do começo ao fim. De volta aos números, as meninas estão fazendo bem esse papel. Ao levar os jogos a sério é que saem todas essas lavadas no placar.

Thaísa marcou oito aces no segundo jogo do Molico no Sul-Americano. Luizomar mexer no time em um jogo e usou titulares no outro

Thaísa marcou oito aces no 2º jogo do Molico. Luizomar mexer no time em um jogo e usou titulares no outro

Quem se beneficia são as jogadoras do banco. Tanto Rexona quando Molico mexeram no time e já colocaram quase todo mundo para jogar. Mesmo com adversários mais fracos, isso ajuda a dar ritmo de jogo e entrosa as atletas. Também dá para testar e se destacar alguns fundamentos. Thaísa chamou a atenção no saque na vitória do Molico sobre o Boston College, do Chile. No segundo set, ela foi para o serviço com 6 a 3 no placar e só saiu de lá no 18 a 3. Na parcial seguinte, começou no 8 a 5 e ficou até o 17 a 5. A fraca recepção rival ajuda, mas é bom para testar e ajustar o saque também passar tantos pontos na função.

As duas equipes brasileiras estão na semifinal e a expectativa é pelo confronto direto no Sul-Americano. O vencedor do torneio tem vaga para o Mundial de Clubes

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015 Superliga | 10:11

Liderança isolada

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O Sada Cruzeiro venceu o Vôlei Canoas na noite de segunda-feira pela Superliga masculina e assegurou o primeiro lugar na fase classificatória. O time mineiro soma 53 pontos, 13 a mais que o segundo colocado, o Taubaté/Funvic, que ainda joga nesta rodada.

Mais sobre o jogo: Sada vence e atinge marca inalcançável para rivais

O que chama a atenção no time mineiro é a regularidade. Até agora, eles tiveram apenas uma derrota na competição. Os demais, tiveram muito mais tropeços. Taubaté já perdeu quatro vezes e o Sesi, terceiro colocado na tabela, soma seis tropeços.

E essa situação parece um pouco nova para a Superliga masculina. O torneio sempre teve um equilíbrio grande entre as principais equipes, tanto que isso foi considerado um atrativo a mais nas últimas temporadas se comparada com a Superliga feminina, decidida durante muitos anos por Rio de Janeiro e Osasco. Agora, o Sada, que acertou em manter a base do elenco para seguir no topo e defender o título, está com uma folga e tanto na ponta, enquanto os outros brigam pelo segundo lugar na classificação.

A Superliga caminha para a reta final do segundo turno. E o Sada terá uma vantagem nos playoffs. Como líder da primeira fase, garantiu o direito de jogar em casa se for finalista, já que o regulamento da competição diz que a decisão será no estado da equipe com melhor índice técnico na fase classificatória.

E agora, será que esse desempenho da primeira fase vai pesar na hora do mata-mata ou nessa hora todo mundo pode jogar de igual para igual?

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