Publicidade

Arquivo da Categoria Seleção feminina

quarta-feira, 29 de abril de 2015 olimpíadas, Seleção feminina, Superliga | 08:00

“Eu voltei para onde eu queria”, diz Natália, campeã da Superliga

Compartilhe: Twitter

*atualizado

Natália foi a maior pontuadora da final da Superliga, faturou o título com o Rexona/Ades e ainda acabou como a segunda melhor atacante do campeonato. A temporada 2014/2015 será lembrada pela ponteira não só pela medalha de ouro, mas por uma espécie de recomeço. “Eu voltei para onde eu queria”, diz Natália em um papo exclusivo com o Mundo do Vôlei.

Facebook/Rexona-Ades

Emoção de Natália na final da Superliga

A jogadora teve um tumor benigno na canela esquerda e passou por duas cirurgias em 2011. Logo se recuperou, voltou a jogar e até foi para as Olimpíada de Londres. Mas faltava alguma coisa. Faltava ser a Natália desta Superliga.

“Na temporada que fiz aqui no Rio (2011/2012) e na que fui para Campinas (2013/2014), eu não tinha conseguido voltar a jogar porque não estava bem fisicamente. Eu ainda tinha dores na canela, não conseguia saltar. E a minha principal característica sempre foi a força”, lembra. E ela reconhece que precisa da potência para atuar bem. “Eu nunca fui aquela jogadora habilidosa que consegue ficar dando na mão de fora [do bloqueio] e fazendo mil coisas. Eu sempre dependi muito do meu salto e da minha força”, afirma.

Ela fala que, ainda na época do Campinas, as dores na canela passaram, mas ainda faltava recuperar todo o físico e isso abalou a confiança em quadra. “Chega uma hora que bate o desespero porque a cabeça está acostumada com uma coisa e o corpo não respondia ao que eu queria fazer”, confessa.

A jogadora diz ainda que teve medo de não voltar ao alto nível. “Principalmente depois da segunda cirurgia”, pontua.  Na operação, além de ter que colocar uma haste no lugar de parte do osso, precisou fazer um enxerto. “Ninguém do esporte tinha feito isso ainda. Era um caminho que ninguém sabia onde ia dar. Logo que voltei, sentia muita dor. E sabia que dependia da minha força e aquilo me incomodava muito”, recorda.

A plena forma só foi recuperada agora, depois de trabalho físico e apoio de técnicos, como Bernardinho no time carioca e Zé Roberto na seleção, e companheiras. “Essa realmente foi a temporada que eu melhor respondi fisicamente, de voltar a saltar o que eu saltava antigamente, e isso fez eu me sentir muito feliz. A comissão técnica e as meninas me ajudaram muito para eu poder me reerguer e voltar a jogar como eu jogava antes. Estou me sentindo muito bem”, avalia.

Olimpíadas de verdade

Natália disputou a primeira Olimpíada em Londres, 2012, e foi convocada por José Roberto Guimarães mais para compor o grupo do que para jogar de fato. Agora a história é outra. Os Jogos de 2016, no Rio, podem ser as primeiras Olimpíadas de fato da ponteira.

“Em Londres eu estava totalmente em recuperação. Agora vai ser uma grande oportunidade, ainda mais aqui no Brasil. Sempre tem a pressão por ser em casa e eu estou pronta para poder realmente lutar por uma vaga e até mesmo ser titular da equipe. Eu me sinto assim, estou com uma confiança diferente hoje porque eu vi o que posso fazer”, afirma.

Bernardinho x Zé Roberto

Natália conhece muito bem esses dois. Sua primeira convocação para a seleção adulta e o começo do trabalho com Zé Roberto foi aos 16 anos. Recentemente, teve Bernardinho ao seu lado no momento que estava frágil e buscando se encontrar de novo em quadra. Fica difícil escolher.

Reprodução/Instagram

Natália foi destaque da temporada pelo Rexona/Ades

“Os dois têm lugares muito especiais dentro de mim e os dois foram responsáveis pelo que sou hoje”, garante a jogadora. “O Zé sempre foi muito protetor e preocupado. Até no ano passado, que eu estava ainda psicologicamente abalada, ele perguntava como eu estava e queria ajudar. E na Olimpíada, quando ele me levou, ele sabia que não poderia ajudar tanto dentro de quadra, mas ele me achava importante para o grupo e acabou me convocando. O Bernardo se preocupa com todo mundo”, detalha.

O técnico do Rexona também ganha elogios. “O Bernardo é esse cara explosivo em quadra, mas com um coração enorme. Quando a gente está com algum problema, até fora de quadra, ele percebe que você está meio triste e vem: ‘o que foi? Por que você não está bem?’. E ele vem até meio sem jeito falar com você. Quem vê o Bernardinho só ali fora da quadra não imagina isso. Ele é muito humano, é doce de pessoa. Ele chega, faz piadinha. Durante o treinamento ele dá uns puxões de orelha na gente, mas a maioria do tempo, quando não é dia de jogo, ele é tranquilo e descontraído”, conta. “O grande motivo para eu ter vindo para cá foi para trabalhar com ele, para poder aprender. Ele é uma bíblia de ensinamentos”, completa

E quem vence a disputa? “Não vou escolher, até para não dar briga”, responde Natália aos risos. “Não dá para escolher. Os dois têm seu lado paizão, querem ajudar e fazem muito bem os seus papeis”, fala.

Mas agora não é hora de pensar em técnicos ou seleção. Natália ainda tinha um compromisso importante com o Rexona. O time encerrou a temporada com o Mundial de Clubes. Mas na Suíça, a equipe não repetiu o desempenho da Superliga e acabou fora do pódio, apenas com o quarto lugar na competição.

Autor: Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 28 de abril de 2015 Diversos, Seleção feminina | 06:00

Playboy, praia, Superliga e seleção: “Certeza que estou fazendo a coisa certa”, diz Mari Paraíba

Compartilhe: Twitter
Divulgação

Mari Paraíba se destacou pelo Minas na temporada 2014/2015 da Superliga

Essas palavrinhas aí no título resumem um pouco do que é Mari Paraíba. A ponteira já era conhecida de quem acompanhava o vôlei mais de perto e chegou à semifinal da Superliga 2011/2012 com o time do Minas. Depois, ganhou fama ao ser apontada como musa daquela edição da competição nacional e virar capa e recheio da Playboy. Em seguida, resolveu dar um tempo das quadras e se dedicar à carreira artística.

Relembre: Playboy divulga making of de Mari Paraíba

Musa, Mari Paraíba dá tempo no vôlei e revela até apoio do pai para ensaio nu

Depois de colher os frutos da revista, Mari quis voltar. Optou pela praia em 2013 e brincou com a sua volta ao esporte: “Eu tentei sair dele (do vôlei), mas ele não saiu de mim”, disse ao Ahe!, parceiro do iG. Mas a experiência durou pouco e no mesmo ano, Mari voltou ao seu habitat natural e fechou com Barueri para defender a Superliga.

Daí não saiu mais. Mudou de time e defendeu o Minas mais uma vez na temporada 2014/2015. Ela foi um dos destaques da equipe e se acostumou a dividir, por exemplo, o posto de maior pontuadora nas partidas com Jaqueline. O trabalho foi reconhecido e veio a primeira convocação. A partir desta semana, Mari Paraíba é uma atleta da seleção brasileira.

Em um papo exclusivo com o Mundo do Vôlei, a ponteira relembrou as diversas fases da carreira e falou sobre a convocação. Confira!

“Eu não sabia que seria convocada e nem cheguei a conversar com ninguém antes da lista. Eu fiquei muito feliz em ver meu nome lá. Foi a realização de um sonho”, disse a jogadora de 28 anos.

Ela também afirma que aprendeu um pouco em cada uma das fases, seja na vida de musa ou de jogadora. “Pude me conhecer melhor e saber o que queria em cada fase que me permiti passar. Hoje só tenho certeza que estou fazendo a coisa certa.  Há três anos (época da revista e que se afastou do esporte) eu tinha dúvidas e incertezas. Hoje eu me sinto um pouco mais madura e sei o que eu quero”, afirma.

Reprodução

Mari Paraíba na Playboy de junho de 2012

E a ponteira, claro, quer aproveitar a primeira convocação para uma seleção adulta, com calma. “Vou dar um passo de cada vez. Sonhar (com Olimpíadas) toda atleta sonha, mas primeiro vou aproveitar essa oportunidade”, comenta.

Entretanto, Mari sabe que fez fama na capa da revista masculina e que, além de jogadora, terá que lidar com a fama que conquistou com as fotos. “Ainda falam da revista, mas têm muito respeito. Isso já me incomodou mais e acho que hoje já sei lidar com esse assédio. Eu procuro mostrar o meu trabalho dentro de quadra para não acharem que sou só um rosto bonito”, fala.

A ponteira terá a chance de mostrar o seu trabalho agora na seleção. José Roberto Guimarães a convocou na semana passada e ela fará parte de um grupo que começa a se preparar para a temporada em Barueri, São Paulo. A seleção será dividida em dois grupos. Um irá aos Jogos Pan-Americanos de Toronto e outro participará do Grand Prix.

Autor: Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015 olimpíadas, Seleção feminina, Seleção masculina | 13:17

2015 no vôlei

Compartilhe: Twitter

Feliz Ano Novo, galera! E a temporada 2015 no vôlei já começa nesta semana, com a volta da Superliga, e tem mais pela frente. É ano de Pan-Americano e Copa do Mundo, que vale vaga para as Olimpíadas de 2016. Esperamos que seja o ano também para resolver os problemas e denúncias de irregularidade na CBV.

Fim dos escândalos?

Foi noticiado pela ESPN em fevereiro de 2014 que empresas recebiam comissão da confederação em cima de contrato de patrocínio negociado diretamente entre a entidade e o Banco do Brasil. Assim começou o escândalo no vôlei brasileiro. E no final de 2014, em dezembro, veio o relatório da Controladoria Geral da União apontando o desvio de R$ 30 milhões por parte de cartolas durante a gestão Ary Graça. O Banco do Brasil ainda suspendeu o patrocínio ao esporte e os jogadores fizeram protestos e cobraram respostas.

Agora, ano novo, os problemas serão solucionados? Que o assunto não seja esquecido que os culpados sejam, de fato, punidos. E, como já disse por aqui, que os jogadores sigam com as cobranças e com voz ativa.

Liga Mundial e Grand Prix

divulgação

Seleção feminina faturou o 10º título do Grand Prix em 2014

No feminino, a seleção, atual campeã, vai buscar o 11º título na competição. Já os homens não conquistam o título desde 2010 e vêm de duas pratas seguidas. A medalha de 2014 teve cara de superação. O Brasil tropeçou na primeira fase, com derrotas para Itália, Polônia e Irã. O time se recuperou já na parte final da classificação e chegou às finais. Apesar do embalo, perdeu para os Estados Unidos na decisão por 3 a 1.

Agora terá a chance de volta ao topo na Liga, só não se sabe onde. Também em dezembro de 2014, a CBV mandou uma carta à FIVB dizendo que não seria a sede da fase final do torneio. Seria uma resposta às punições dadas a Bernardinho e jogadores no Mundial. Entretanto, no comecinho de janeiro, o site da FIVB fez uma série de matérias sobre o ano e lá ainda aparece o Brasil como a casa da final da Liga Mundial 2015.

Leia mais: CBV pode receber multa e suspensão por desistir de sediar final da Liga Mundial-2015

Copa do Mundo e as vagas olímpicas

O torneio pode não ter apelo da Copa do Mundo de futebol, mas vale ficar de olho porque é a primeira chance de classificação para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. O torneio será do final de agosto a setembro, no Japão.

Em 2011, a seleção masculina conseguiu com dificuldade a vaga depois de ficar em terceiro lugar. Já a equipe feminina decepcionou e acabou apenas em quinto e teve que conquistar o lugar em Londres no pré-olímpico. Tudo compensado pelo ouro olímpico depois.

O Brasil já está classificado para 2016 por ser o país-sede, mas vale ver a disputa pelas outras vagas. E além da Copa do Mundo, outros torneios serão classificatórios em 2015. Os mais bem colocados ainda não classificado de cada campeonato continental no ano também estarão nas Olimpíadas. As últimas vagas serão disputadas em pré-olímpicos mundiais em 2016.

Pan-Americano 2015

Arquivo

Peixinho para comemorar ouro no Pan 2011

A cidade de Toronto, no Canadá, será a sede dos Jogos Pan-Americanos 2015 em julho. Há quatro anos o Brasil foi ouro no masculino e no feminino em Guadalajara. Repete o pódio duplo agora? Em 2011, levou a seleção masculina B porque o foco daquele ano era a Copa do Mundo. Agora a vaga olímpica está assegurada, mas Marcus Vinicius Freire, superintendente do COB, comentou em entrevista a Marcelo Laguna, colega daqui do iG, que mais uma vez o vôlei masculino não deve contar com força máxima.

Para homens e mulheres, a preocupação é com os Estados Unidos. Se eles jogarem com o time completo, a história se complica. Em 2014, eles estiveram no caminho do Brasil. No feminino, passearam sobre o time de José Roberto Guimarães na semifinal do Mundial. E no masculino, venceram a final da Liga. Veremos…

Nossas seleções

2015 tem mudanças e boas perspectivas sobre os elencos das seleções masculina e feminina. Jaqueline, por exemplo. Ela voltou ao time titular no Grand Prix e foi um dos destaques do ano. Depois de ter chorado, conseguiu contrato com o Minas e se mantém na ativa para seguir firme também na seleção.

Camila Brait segue como líbero da seleção feminina

Camila Brait segue como líbero da seleção feminina

Ainda falando em seleção, o ano será de mais chances para Camila Brait. A líbero se fez ao lado de Fabi, mas a veterana se aposentou da equipe nacional no meio de 2014 e agora ela tem cada vez mais espaço. E tem talento para corresponder.

Também queria ver mais atuações da Carol na seleção. Ela foi convocada por Zé Roberto e, apesar de ser uma central baixa, é ágil e tem um excelente saque. Já foi destaque no time do Rio de Janeiro e pode ganhar mais espaço também.

Entre os homens, espero a volta de Murilo. Em 2014 ele conseguiu recuperar a forma e a confiança depois de uma cirurgia no ombro. Ele foi melhorando ao longo da Liga e foi bem no Mundial, voltando a sacar e atacar com segurança. Agora, se recupera de outra cirurgia. Que volte bem mais uma vez.

Mas isso tudo pode mudar… Com os escândalos no vôlei, jogadores como Murilo chegaram a falar em fazer boicote à seleção até que tudo seja esclarecido. Se essa for a alternativa para que as respostas e os culpados apareçam, por que não?

E você? O que espera de 2015 para o vôlei?

Autor: Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 25 de agosto de 2014 Seleção feminina | 10:47

Brasil leva ouro no GP e mostra que pressão pode fazer bem

Compartilhe: Twitter

E a seleção brasileira feminina de vôlei faturou o 10º título no Grand Prix neste final de semana. A equipe venceu o Japão por 3 a 0 na “final da competição” (torneio é de pontos corridos na fase final, e brasileiras e japonesas tinham chances de ficar com a taça no último jogo) e ficou mais uma vez com o ouro. E a medalha mostra que um pouco de pressão pode fazer muito bem para um time.

Divulgação/FIVB

Brasil com o ouro no pódio no Grand Prix

Quem nunca escutou no vôlei que uma boa equipe não tem apenas os seis titulares, mas 12 jogadores? Esse pensamento parece não se adequar muito à seleção feminina. Por lá, há uma disputa entre titulares e reservas e isso dá um bom resultado em quadra. Na fase fina, diante da Turquia, o Brasil não levou um 3 a 0 porque José Roberto Guimarães mexeu e colocou reservas em quadra. Com Tandara, Gabi, Carol, Fabíola e Monique, em alguns momentos, a equipe levou o jogo para o tie-break. Perdeu por 3 sets a 2, mas a atuação serviu para acordar as titulares.

Os melhores: Brasil coloca três jogadoras e o técnico Zé Roberto na seleção do Grand Prix

Com a equipe principal de novo em quadra, o Brasil cresceu e só venceu na fase final. Marcou 3 a 0 para cima da China, passeou com outro 3 a 0 diante da Bélgica e chegou ao jogo contra as russas tendo que vencer para seguir com chances de título. E veio mais um 3 a 0, resultado que coloca mais uma pedra em cima do fantasma de Brasil x Rússia, que fica cada vez mais em passado distante (nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, e na final do Mundial de 2010, para ser mais exata).

Leia ainda: Zé Roberto elogia recuperação do Brasil no Grand Prix

Era a hora do último jogo no Grand Prix. Para ficar com o título era preciso um 3 a 0 ou um 3 a 1 contra o Japão. Foi mais um 3 a 0, com dois sets tranquilos e dificuldade na última parcial. Mas o Brasil foi bem e ainda agradeceu os 29 pontos dados e em erros pelas japonesas para conquistar o 10º título no torneio.

E também: Melhor jogadora da final, Sheilla destaca poder de reação da seleção

Agora é pensar no Mundial, o título que falta para essa seleção. As expectativas são boas. Além de ser uma geração que venceu Olimpíada, Grand Prix e outros torneios, Zé Roberto já está fazendo uma renovação no time. Já contava com Gabi como ponteira e agora ainda tem a jovem Carol pelo meio, por exemplo. E renovação tem que ser feita assim, aos poucos, para que as mais experientes realmente possam passar o bastão para as novatas. Para ajudar, as meninas que estão chegando estão bem e pressionam as titulares a manter o alto nível se não quiserem parar no banco. Olha a pressão fazendo bem, aí.

Falando nisso, quando as titulares voltaram depois da derrota para a Turquia, o Brasil teve as suas melhores atuações. Como as atletas falaram depois do título, o Grand Prix mostrou superação e poder de reação do time. E uma reação rápida. Depois de perder levando 12 aces da Turquia, a seleção se encaixou e soube voltar a trabalhar com passe na mão. Diante da Rússia, por exemplo, o time já estava pronto de novo e segurou as europeias com bloqueio tocando em muitas bolas (foram 16 pontos diretos e diversas amortecidas) e defendendo, o que facilita o jogo.

Que venha o Mundial! O torneio começa dia 23 de setembro, na Itália.

P.s.: Só lembrando que estou na cobertura de eleições aqui no iG, então peço um pouco de paciência de vocês se demorar para escrever… =(

Autor: Tags: , , , , ,

quinta-feira, 24 de abril de 2014 Seleção feminina | 12:41

Jaqueline tem lugar garantido, pelo menos na seleção

Compartilhe: Twitter

*atualizada

Jaqueline vive um momento complicado e não esconde isso de ninguém. Assim que ficou definido que o ranking para a próxima temporada limitaria a duas jogadoras de pontuação sete por equipe, a ponteira reclamou nas redes sociais. A jogadora segue com a pontuação máxima mesmo depois de um ano sem jogar por conta da gravidez de seu primeiro filho, Arthur, e se vê sem opções de clubes de ponta. Também não se vê saindo do Brasil, já que Murilo ainda tem um ano de contrato com o Sesi. No meio disso tudo, a boa notícia veio do técnico da seleção brasileira.

Reprodução/Instagram

Jaqueline posa com Arthur ainda recém-nascido e Murilo nas redes sociais

José Roberto Guimarães repete a fórmula que deu certo nos últimos ciclos olímpicos e deixa seu time, neste caso o Vôlei Amil, para se dedicar exclusivamente à seleção brasileira. E leva Jaqueline com ele. “Eu conto com a Jaqueline, sim. Posso dizer para vocês que ela vai ser uma das jogadoras convocadas para a seleção na nossa próxima lista. Ela já fez muito pela seleção. Então, acho que chegou a hora de a seleção ajudá-la”, disse o treinador em entrevista coletiva em Campinas na quarta-feira.

Leia mais: Amil confirma saída de Zé Roberto para ser treinador exclusivo da seleção feminina

Ele cumpriu o prometido e o nome da atleta estava na primeira lista de convocadas, divulgada nesta quinta-feira. Mais uma vez, Jaque foi para as redes sociais, dessa vez para agradecer. ” Obrigado a todos de coração pelo carinho que recebo diariamente. Estou muito feliz mesmo”, postou a atacante.

Zé Roberto está certo com essa convocação? Eu acho que sim. Como ele mesmo disse, Jaque já mostrou trabalho na seleção e costuma ajudar no passe e no ataque. E sabemos que passe geralmente é um ponto fraco da equipe nacional.

Também é um bom momento para ganhar ritmo mais uma vez. Jaque ficou muito tempo parada por causa do Arthur e vai precisar de um tempo para se readaptar, como qualquer atleta que se afasta do esporte. Sendo convocada logo de cara, na primeira lista, terá tempo para isso. E estamos ainda no meio do ciclo olímpico e no começo da temporada de seleção no ano do Mundial, este é o momento para testes. Ela vai ter a chance de continuar jogando e mostrar se pode ou não seguir no time. Além disso, agora é a hora da seleção. Quem sabe até a volta da Superliga e dos torneios de clubes, Jaqueline não se encaixe em algum time.

Autor: Tags: , ,

sábado, 28 de dezembro de 2013 Diversos, Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 08:00

Retrospectiva 2013: ano de ouro para mulheres, recuperação para homens, 21 pontos e mais

Compartilhe: Twitter

Como já é tradição, é hora de fazer a nossa retrospectiva do ano aqui no Mundo do Vôlei. E 2013 foi um ano de ouro para a seleção feminina, mostrou recuperação e ainda problemas na equipe masculina, teve a polêmica dos 21 pontos na Superliga e ainda contou com casamentos de musas e nascimento de herdeiros do vôlei. Vamos relembrar?

Renovação e títulos para mulheres

Seleção feminina assumiu liderança no Grand Prix e segue em 1º

Seleção feminina assumiu liderança do ranking mundial com ouro no Grand Prix e segue em 1º

Primeiro ano do ciclo olímpico e José Roberto Guimarães aproveitou para fazer testes na seleção feminina. Ele convocou Claudinha, Monique, Michelle, Pri Daroit e outras e cumpriu com louvor o papel na temporada. Com time mais de novatas do que de veteranas, ganhou torneios menores. Com elenco mais completo, faturou Grand Prix e Copa dos Campões. No final, o Brasil venceu tudo o que disputou no ano.

Entre os destaques, dá para colocar Gabi e Thaísa. A jovem ponteira foi bronze no juvenil e, na seleção adulta, foi peça importante no Grand Prix e conquistou o seu espaço na seleção. Tem apenas 19 anos e futuro em quadra. Já a central cresceu demais também no Grand Prix, foi eleita a melhor jogadora do torneio e comandou ataque e bloqueio do time.

Sempre a Rússia no caminho dos homens

No masculino, mais uma vez a Rússia cruzou o caminho do Brasil. Eles venceram por 3 a 0 a final da Liga Mundial e, em novembro, deram mais uma virada de 3 a 2 na Copa dos Campeões. Está na hora de reaprender a jogar contra eles…

Mas no geral, o ano foi positivo. A equipe cumpriu a obrigação com o título no Sul-Americano e voltou a vencer um campeonato maior com o ouro na Copa dos Campeões, mesmo passando um susto e quase perdendo para a Itália no último jogo. Além disso, a seleção masculina foi campeã mundial sub 23 com destaque para Lucarelli. O jogador já havia começado ganhar espaço na temporada passada e agora se firma. E em uma boa hora, já que a posição estava carente na seleção com Murilo fora após cirurgia, Giba aposentado da equipe, Dante também fora da boa forma. Além disso, Lucão, com saque potente, é cada vez mais o nome da seleção brasileira e também está bem no Sesi, time na temporada 2013/2014.

Clubes que comandaram o Brasil

Divulgação/FIVB

Sada Cruzeiro é campeão mundial de clubes

Entre os times brasileiros em 2013 acho que dá para falar de quatro. No feminino, Unilever e Osasco fizeram de novo a final da Superliga, com vitória para as cariocas. Conversei com atletas dos dois times antes da decisão e elas, como era de se esperar, acham justa a repetição. E não discordo. São times que investem há tempos e estão colhendo os frutos. Poderiam servir de exemplos para acabar com essa de todo ano ter um time que fecha e perde patrocínio no vôlei nacional. Mas também queria ver uma Superliga mais dividida. Quem sabe dessa vez o Vôlei Amil não fura de vez esse domínio Rio e Osasco em 2013/2014?

No masculino, o RJX foi campeão da Superliga e, agora, luta para manter elenco de estrelas sem o X com a saída do patrocínio de Eike Batista (o que falamos no parágrafo anterior?). Mas o time do ano foi o Sada Cruzeiro. Ok, eles perderam o nacional, mas chegaram à final mais uma vez. E, depois, faturaram o inédito título no Mundial de Clubes. Mais uma prova de que manter um time, uma base, dá resultado.

E como estamos falando de clubes, vale um adendo para o turco Vakifbank Istambul. A equipe venceu a Unilever na final do Mundial feminino e passou das 50 vitórias seguidas, marca que não é para qualquer um.

21 pontos e mais reclamações

O ano também teve polêmica, muita reclamação e iniciativa de jogadores. Ao final da Superliga 2012/2013, Campinas perdeu o patrocínio da Medley e ficou sob ameaça até fechar com a Brasil Kirim. Nesse tempo, jogadores usaram as redes sociais para pedir pelo esporte e até criaram a campanha “Unidos pelo voleibol – por uma Superliga melhor”. Eles pediram mais apoio das mídias e incentivo das empresas, por exemplo.

Depois, a polêmica que ganhou a web e todas as conversas foi o teste dos 21 pontos na Superliga 2013/2014. A ideia era reduzir a pontuação para tentar reduzir o tempo dos jogos e, assim, deixar o esporte mais atraente para a TV. Os jogadores reclamaram muito, mas não adiantou e o torneio está aí, com o tal 21 pontos. O problema é que na prática quase não alterou o tempo de jogo e o vôlei segue fora da TV aberta… Pelo menos foi só um teste e tudo volta ao normal na próxima temporada.

Reprodução

Sheilla posta foto e reclama de voo na classe econômica mesmo após acordo com a CBV

Ainda no item reclamações, as jogadoras da seleção soltaram o verbo nas redes sociais depois de viajarem para o Sul-Americano de classe econômica. Havia um acordo desde o ouro olímpico em Pequim que as atletas, após a conquista, viajariam de classe executiva. A CBV tentou se explicar, dizendo que o acordo valia para voos intercontinentais, mas no final pegou mal.

E tudo isso mostra que atletas não querem mais ficar calados e que há coisas erradas por aí que a gente não sabe.

Casamentos, noivados e nascimentos

Reprodução

Sheilla se casou logo depois da Superliga 2012/2013

Vamos falar de coisas leves também. O final da temporada 2012/2013 foi sinônimo de casamento no vôlei. Sheilla encabeçou a lista de casórios de abril, ao lado de Camila Brait e Monique. Depois, o time de noivas ganhou reforço de Luciane Escouto e Thaísa, que começou namoro neste ano e já está morando com Rodrigo. Ela ainda disse ao Mundo do Vôlei que estava ansiosa pelo Ano Novo. Seria a primeira visita à família do amado.

2013 também ganhou herdeiros do vôlei. A gravidez mais comentada foi a de Jaqueline, que anunciou no começo do ano que ficaria fora das quadras para ser mãe. Arthur, filho da bicampeã olímpica com Murilo, nasceu agora em dezembro e o casal é pura felicidade no final do ano. A família também cresceu para outros astros. Em setembro, Leandro Vissotto foi pai pela segunda vez com o nascimento de Vitória. Já o levantador Williams entrou para a ala de papais com a pequena Nina. Saúde a todos!

Até 2014

A gente fica por aqui! Desculpem pela ausência nos últimos tempos, pelos problemas e instabilidade no blog… E que 2014 venha com muito vôlei e mais conquistas para a gente comentar por aqui! Feliz Ano Novo e até mais

Autor: Tags:

terça-feira, 26 de novembro de 2013 Seleção feminina, Seleção masculina | 09:25

Descanso em paz e ouro com alerta na Copa dos Campeões

Compartilhe: Twitter

As seleções brasileiras fecham o ano de 2013 com duas medalhas de ouro. Homens e mulheres do país venceram a Copa dos Campeões. No feminino, a sensação, pelo menos para José Roberto Guimarães, era de poder descansar em paz. Já no masculino, o título tira um certo peso das costas depois de tropeços na Liga Mundial e nas Olimpíadas, mas também vem com um sinal de alerta.

Siga também o Mundo do Vôlei no Twitter

Seleção feminina sobe ao pódio para receber o ouro no Japão

Seleção feminina sobe ao pódio para receber o ouro na Copa dos Campeões

Algumas frases de Zé Roberto chamaram a atenção durante a competição das mulheres no Japão. Uma delas foi sobre Walewska. A convocação da veterana depois de cinco anos fora da seleção chamou a atenção de todos. Por que o técnico convocou uma jogadora de 34 anos e não deu chance a uma novata, pensando em renovação? Wal ajudou com a experiência dentro e fora de quadra, assumiu o lugar de outra central importante, Thaísa, e cumpriu o seu papel. As palavras do técnico: “Foi importante ela ter vindo e mostrado para essa juventude o significado de vestir a camisa da seleção”. Parece que ela passou bem a sua lição…

Relembre: Waleska reestreia e seleção feminina vence a Tailândia na Copa dos Campeões

Depois, o treinador ainda disse: “Vamos tentar vencer o 5º torneio do ano para fazer dele o ano dos sonhos”. O título veio e, com ele, um desabafo: “Na minha cabeça significa (ouro) descansar em paz. No Brasil, segundo e último lugares são a mesma coisa”. Sim, 2013 foi mais um ano perfeito para a seleção feminina, que venceu Montreux, Alassio, Grand Prix, Sul-Americano e, agora, a Copa dos Campeões. É muito bom manter o embalo assim logo no começo de um novo ciclo olímpico, com renovação, cansaço das jogadoras e tudo mais. E sim, dá para descansar, pelo menos um pouco. O teste mesmo dessa seleção será no ano que vem, com o Mundial. Mas pelo que vem mostrando, tem chance de conquistar o título que falta.

Veja também: Brasil vence o Japão e é bicampeão da Copa dos Campeões

Seleção masculina comemora com o tradicional peixinho o ouro no Japão

Seleção masculina comemora com o tradicional peixinho o ouro na Copa dos Campeões

No masculino, o ouro na Copa dos Campeões foi mais sofrido e, de novo, o time de Bernardinho encontrou a Rússia pelo meio do caminho. Quando o Brasil vai reaprender a vencer os russos nos momentos de decisão? De novo o placar era de 2 a 0 com chance de liquidar a partida. De novo Muserskiy e companhia deram um nó na seleção e viraram. E aqui está o motivo do alerta que escrevi lá no título. A equipe brasileira está bem, mas vem pecado na hora de definir. Foi assim contra a Rússia e o jogo quase se complicou também contra a Itália na última partida do campeonato. Segundo Bruninho, o time teve chance de vencer no terceiro set mais uma vez, mas ficou nervoso.

Leia mais: Seleção masculina leva susto, mas vence a Itália e conquista a Copa dos Campeões

O time masculino também passa por mudanças e os caras novos têm que ter muita cabeça no lugar para aguentar a cobrança de repetir o desempenho de 2002, 2004 e 2010 e recolocar o Brasil no topo. Que isso apareça no Mundial e ganhe força até 2016.

Mas também teve coisa muito boa no Japão. A recuperação de Sidão, por exemplo, depois tanto sofrer com dores e lesões. Logo no primeiro jogo ele foi o maior pontuador! Também vale ressaltar o crescimento de Lucão. Eu o vejo como o nome dessa nova geração, com o saque poderoso e definição no ataque. Na Copa dos Campeões, ele escutou críticas de Bernardinho pelo começo apático. Mas o central cresceu e apareceu. Diante da Rússia, fez cinco dos sete aces do Brasil. No último jogo, marcou 21 pontos. Além disso, o Bruninho e Wallace ainda entraram para a seleção do campeonato. No final, a missão foi cumprida.

Autor: Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 4 de novembro de 2013 Seleção feminina, Seleção masculina | 10:12

Novatos e veteranas para a Copa dos Campeões

Compartilhe: Twitter

As seleções brasileiras de vôlei se preparam para a Copa dos Campeões, que será disputada neste mês. A equipe feminina já está concentrada em Saquarema, enquanto a masculina se apresenta nesta segunda-feira. A pela lista de convocados de José Roberto Guimarães e Bernardinho, um aposta na experiência e outro em novatos.

Divulgação/CBV

Zé Roberto observa Carol Gattaz durante treino em Saquarema

No time feminino, o técnico teve que fazer mudanças por conta de dispensas e lesões (muitos jogos, desgaste e tudo o que vire e mexe comentamos por aqui). Dani Lins nem foi convocada e Thaísa, Juciely e Gabi acabaram dispensadas. Nos lugares, Claudinha segue como opção no levantamento, como já havia sido na ausência de Fabíola. Michelle fica com a vaga de Gabi e continua sendo testada na equipe. A experiência veio pelo meio, com Walewska e Carol Gattaz.

Veja a lista completa da seleção feminina para a Copa dos Campeões

Não esperava a volta das duas centrais. A justificativa do treinador faz sentido, já que ele  disse querer dar mais maturidade ao time sem pesar muito para as jogadoras, já que é um torneio curto. Mas Carol ficou um tempo parada e Wal não defende a seleção há cinco anos, desde Pequim. Espero ainda ver no time nomes como Bia, que fez uma ótima Superliga pelo Sesi no ano passado, mas a jogadora ainda se recupera de lesão. O fato é que Zé Roberto treina as veteranas no Vôlei Amil e sabe muito bem das condições das duas…

No masculino, Bernardinho mexeu no elenco e lembrou de campeões mundiais do Sub 23. Além de Lucarelli, destaque do torneio e que deve seguir firme e forte na seleção. foram convocados os ponteiros Ary e Lucas Loh. A posição pede uma renovação e eles podem mostrar seu potencial ao técnico. E vai ser bom ver Murilo de volta ao time, mesmo que apenas para os treinos. O ponteiro do Sesi passou por um cirurgia no ombro e aos poucos está de volta e acho que ainda tem espaço na equipe nacional.

Leia mais: Bernardinho divulga lista da Copa dos Campeões e convida Murilo para os treinos

No levantamento, pode ser o teste de Rapha. O ex-jogador do Trentino e agora na Turquia teve uma fratura na mão e não pode ser incluído na lista. Agora, sem William (uma pena, depois do que fez na estreia na seleção e também no Mundial), Rapha ganha espaço o lado de Bruninho.

A Copa do Campeões começa no dia 12 para as mulheres e no dia 19 de novembro para os homens. Já dá para fazer alguma previsão?

Autor: Tags: , , , , ,

terça-feira, 8 de outubro de 2013 Seleção feminina, Seleção masculina | 14:21

Brasil segue no topo no masculino e no feminino

Compartilhe: Twitter
Seleção feminina assumiu liderança no Grand Prix e segue em 1º

Seleção feminina assumiu liderança no Grand Prix e segue em 1º

Enquanto o calendário segue agitado com Superliga, Estaduais e Mundiais sub-23, a FIVB divulgou nesta terça-feira o novo ranking das seleções adultas e o Brasil segue no topo no masculino e no feminino.

Entre as mulheres, acho que a seleção vai muito bem, obrigada, e mereceu assumir a liderança nesta temporada, depois do Grand Prix, ultrapassando os Estados Unidos.

Já no masculino, o time de Bernardinho deve ficar atento aos russos. Eles seguem em segundo, mas estão sobrando em praticamente todas as competições. No mês passado ainda faturaram o Campeonato Europeu. A distância para os brasileiros é de apenas três pontos…

E nas categorias de base, o Brasil segue na disputa do Mundial su 23, como disse lá no começo. No masculino, liderado por Lucarelli, que já brilhou na equipe adulta e tem tudo para ser um grande destaque no torneio, a seleção segue invicta. No feminino foram duas vitórias e uma derrota. Por enquanto, Francynne e Mara lideram as estatísticas de bloqueio. Vamos ver como eles seguem no campeonato!

Autor: Tags: ,

quarta-feira, 4 de setembro de 2013 Seleção feminina | 09:20

De volta ao topo, parte 2

Compartilhe: Twitter

Escrevi “de volta ao topo” no título do post anterior para falar que a seleção brasileira feminina recuperou o título do Grand Prix depois de três anos seguidos como vice. E vi agora há pouco que tem mais um “de volta ao topo” para a equipe nacional. Com o ouro do final de semana, o Brasil também recuperou a liderança do ranking mundial, ultrapassando os Estados Unidos na classificação.

Leia mais: Campeãs do Grand Prix chegam ao Brasil com medalhas e sorrisos

Divulgação/FIVB

Abraço da líbero Fabi no mascote do Grand Prix

Comemorações  e conquistas à parte, agora é se reapresentar aos seus clubes e para logo voltar à seleção para o Sul-Americano, em meados de setembro. Por lá, o Brasil é favorito e tem tudo e mais um pouco para ficar com mais um título. Depois, já será a hora de pensar no Mundial de 2014. Será que essa seleção que mescla novatas às experientes, como comentamos no post anterior, e começou bem o novo ciclo alcança esse título que ainda falta ao Brasil?

Autor: Tags: , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. 10
  8. 20
  9. Última