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Arquivo da Categoria O nome da Superliga

segunda-feira, 15 de abril de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:55

E agora, férias!

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Galera, agora vou para as minhas férias de verdade! Depois de acompanhar a final da Superliga masculina no Maracanãzinho, chegou a hora de descansar um pouco.

Deixo com vocês dois posts, atendendo a um pedido que chegou aqui no blog, com alguns destaques da Superliga. Tem “Os nomes da Superliga feminina”, com gente como as jovens Bia, do Sesi, ou Gabi, da Unilever, até o técnico Bernardinho.

>>Veja os nomes da Superliga feminina

Também tem “Os nomes da Superliga masculina”, com Lucão, campeão com o RJX e destaque no saque no bloqueio; Lucarelli, do Vivo/Minas, que amadureceu muito em quadra e tem chances de e firmar de vez na seleção brasileira e outros.

>>Veja os nomes da Superliga masculina

Volto em maio ao blog! Até mais!

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O nome da Superliga, Superliga | 19:42

Os nomes da Superliga masculina

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Alexndre Arruda/CBV

Lucão, central do RJX

Depois de falar quem se destacou entre as mulheres (veja post anterior), é a vez de lembrar dos homens na temporada 2012/2013 na Superliga. Como comentei, fiz uma série chamada “O nome da Superliga” para citar alguns destaques ao longo do torneio aqui no blog. Agora, é hora de balanço final. O RJX faturou o título com uma grande virada para cima do Sada/Cruzeiro e tem o primeiro nome da lista: Lucão.

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O central do time carioca foi o melhor saque da competição e também desequilibrou no bloqueio. Na final, o time entrou na partida quando a jogada entre ele e Bruninho saiu. Depois de ter atuado com o levantador anos e anos na Cimed e também na seleção, é o cara de segurança do companheiro. É um jogador que sempre usou o saque forçado, só que agora parece estar cada vez mais consistente no fundamento. Ele força e acerta o primeiro, força e acerta o segundo e assim por diante. Foi um belo nome da Superliga, ainda mais com a medalha de ouro na decisão.

Quem ficou pelo caminho também chamou a atenção. Lucarelli chegou à semifinal com o Vivo/Minas e fez uma grande temporada. Ele já passou pelo O nome da Superliga e amadureceu demais em quadra. Já vi jogos em que ele era caçado na recepção e errava. Agora, aguenta a função de passador. E mostrou variedade no ataque, sem se intimidar com rivais. É um nome que merece ser lembrado por Bernardinho na seleção, ainda mais uma posição com jogadores que já estão ficando velhos. Enquanto Lucarelli tem 21 anos, Murilo e Dante já passaram dos 30, por exemplo.

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No levantamento, o melhor do torneio foi William, do Sada e acho uma escolha justa. Foi um jogador que, mais uma vez, desequilibrou e soube usa muito bem o que tinha nas mãos. Dispensa mais comentários. Mas gostei muito da atuação de Marcelinho, do Vivo/Minas. O veterano exibiu as jogadas precisas e mais seguras com as quais ficou conhecido, mas também usou bolas rápidas, jogadas de meio forçadas com Henrique e Maurício. Terminou a Superliga jogando um voleibol e tanto.

Entre os cubanos, coloco Leal, outro do Sada/Cruzeiro, entre os nomes da Superliga. O cubano foi o esperado no ataque, com bolas potentes e certeiras. Também deu trabalho no saque. E acho que surpreendeu no fundo de quadra. Geralmente cubano não é especialista em recepção, mas Leal não prejudicou o Cruzeiro, não pelo menos nos jogos que eu assisti.

Assim como falei no post anterior, tem mais gente que foi destaque na Superliga masculina. Bruninho faturou o título distribuindo bem às bolas, Henrique foi bem n saque, Isaac é dos jovens que se destacou e está na seleção… Mas não dá para listar todo mundo ou não acabaria mais. Agora é com vocês. Quem foram os Nomes da Superliga para vocês? Quem quiser, é só comentar….

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O nome da Superliga, Superliga | 19:34

Os nomes da Superliga feminina

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Desde o returno da Superliga fiz aqui no blog uma série chamada “o Nome da Superliga”. Citei alguns destaques dos times ao longo da briga pelo ouro e, agora, com o título do feminino para Unilever e do masculino para RJX, vou usar a série para atender um pedido que chegou pelos comentários do Mundo do Vôlei. Vamos falar de quem fez a diferença durante a competição? Primeiro as mulheres. Comento dos homens no outro post.

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A Unilever recuperou o título com 3 a 2 de virada para cima do Sollys/Nestlé na decisão. Dona do último ponto da partida em uma escolha premeditada da levantadora Fofão, Natália foi um dos nomes da Superliga. A ponteira ficou uma temporada afastada por causa do tumor na canela, voltou neste ano e cresceu aos poucos. Decidiu quando tinha que decidir e não hesitou em colocar aquela última bola no chão. Teve uma temporada de superação depois de ter recebido muitas críticas com a convocação para as Olimpíadas de Londres. Lá ela fez bem pouco em quadra, mas agora está de volta e tem o ciclo olímpico pela frente para mostrar que merece vaga na seleção e que pode ser destaque em 2016.

Alexandre Arruda/CBV

Bia, central do Sesi

Falando em seleção, Zé Roberto já fez a primeira convocação do ano e lembrou de jovens que brilharam na Superliga. Bia foi o nome no meio do Sesi, mesmo que no time estava também Fabiana. Esperava mais da veterana, enquanto a novata foi presença firme nos bloqueios. Já Angélica comandou o bloqueio do Praia Clube, time que pareceria que iria desbancar ou atrapalhar a eterna briga Unilever x Sollys/Nestlé, mas acabou pelo caminho. As duas estão na lista do treinador e têm futuro.

Outra já convocada que está de novo na lista é Pri Daroit. El é um ponteira que ainda precisa amadurecer, mas está no caminho e segurou as pontas no Vôlei Amil quando Ramires, destaque no ataque, não estava em seus melhores dias.
Quem acho que ainda merece destaque na ala das jovens são Gabi e Ju Carrijo. A ponteira da Unilever substituiu Logan Tom e aguentou tranco. Na final, demorou a entrar de vez no jogo, mas não comprometeu o time. Só tem 18 anos e é outra que deve estar no time de 2016 ou mesmo 2020, pela pouca idade. Já a levantadora tem 20 anos e muita habilidade. Queria vê-la testada na seleção também no futuro.

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Na lista das estrangeiras, espaço no Nome da Superliga para Herrera e Sarah Pavan. A cubana comandou o Praia e o time sentiu, e muito, quando ela saiu por contusão. É uma jogadora de potência e decisão e que promete dar trabalho na próxima temporada. Já a canadense chegou ao Rio para herdar a vaga na final, foi maior pontuadora em diversos confrontos, inclusive na final, e fez seu nome por aqui, depois de já ter sido destaque na Itália. Ter 1,96m ajuda Sarah a ser ofensiva já no saque e soltar o braço no ataque.

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho, técnico da Unilever

E para fechar os destaques, Bernardinho. O técnico mais uma vez fez a diferença na Unilever. A equipe não era a dona do melhor elenco e nem a favorita ao título diante do Sollys/Nestlé. Ainda assim, soube comandar o time na virada na decisão. E ver como todas falam dele é admirável. De Gabi a Fofão, todas reconhecem o trabalho de Bernardinho e querem atuar ao lado dele.

Sei que deixei um monte de gente de fora. Teve Camila Brait bem na defesa, Dani Lins ganhando consistência no levantamento, Ramires atacando com potência, Vasileva atuando como segurança.. Mas se fosse para falar de todo mundo, o post (que já está gigante) não teria fim! E também são apenas as minhas opiniões. Quem quiser, fique à vontade para comentar! E veja também no post seguinte os destaques da Superliga Masculina para o Mundo do Vôlei.

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sexta-feira, 29 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 11:54

O nome da Superliga: Serginho

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As semifinais da Superliga masculina seguem neste sábado e para já entrar no clima, o personagem da semana da série “O nome da Superliga” é o líbero Serginho, do Sesi. E é bom ele se preparar porque a partida contra o Sada Cruzeiro que pode decidir a vaga na final promete ser recheada de saques forçados.

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Alexandre Arruda/CBV

Serginho, líbero do Sesi

Serginho dispensa muitos comentários depois de tudo o que já fez na seleção brasileira e nos clubes. Nesta temporada, ele segue comandando o fundo do Sesi e é dono da melhor defesa da Superliga, com 27,49%. E no geral, o time paulista também se dá bem no fundamento e lidera as estatísticas, com 22,25% de eficiência até aqui.

O jogador é um dos veteranos do torneio, mas sempre que converso com ele, me contagia com um entusiasmo… Fala como um garoto que se encantou pela bola. Lembro só de uma vez que até me assustei ao falar com ele, no começo dessa Superliga. Logo nos primeiros jogos, o Sesi tropeçou e teve uma sequência de derrotas. Em uma dessas partidas conversei com o Serginho e ali ele estava abatido. Mas, o campeonato seguiu, o time pode contar com todos os jogadores depois de algumas lesões naquele começo e melhorou.

Em quadra, o líbero seguiu o que era. Um cara esquentado, que cobra demais, mas também incentiva e puxa o time. Acho que, se for possível controlar um pouco os ânimos para não virar uma briga de fato, vale a pena ter um Serginho na equipe, pela energia e, claro, pela qualidade.

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Agora, o Sesi terá o Sada Cruzeiro pela frente na semifinal da Superliga neste sábado, às 10h (horário de Brasília). A vantagem na série é do time mineiro, que venceu a primeira partida por 3 a 0 com uma atuação e tanto no saque. De novo, eles devem repetir a tática e lá vai Serginho tentando equilibrar a defesa paulista. Será que agora ele leva a melhor? Quem vence? Saque do Sada, o melhor da competição liderado por Leal, ou a defesa do Sesi, a melhor da competição liderada por Serginho? Veremos… E no sábado ainda tem Vivo/Minas x RJX e lá quem venceu a primeira foram os cariocas, no sufoco em um belo jogo.

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sexta-feira, 22 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:24

O nome da Superliga: Lucarelli

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Divulgação/CBV

Lucarelli, ponteiro do Vivo/Minas

*atualizado sábado, 23/03, às 13h44

Aproveitando que as semifinais da Superliga masculina começam neste sábado, o personagem da vez da série “O nome da Superliga” é o ponteiro do Vivo/Minas Ricardo Lucarelli. Ele é um dos caras da nova geração, tem 21 anos e tem deixado a sua marca nesta competição.

Escrevi esse post na noite de sexta-feira e até então ele era o maior pontuador da Superliga, com 412 bolas no chão. Lucarelli também aparecia como o melhor atacante, com 38,86% de eficiência, e ainda é o sétimo no saque.

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Na manhã deste sábado, ele perdeu a primeira partida da semifinal para o RJX (leia mais no post deste sábado), mas também mostrou o seu recado. Em diversos momentos já vi o jogador ser alvo no saque e não corresponder. Agora, ele está mais maduro no fundamento neste sábado entregou várias bolas na mão de Marcelinho. O Vivo/Minas perdeu, mas foi um jogaço e Lucarelli foi bem quando foi acionado em todos os fundamentos.

O ponteiro já teve algumas oportunidades na seleção brasileira, mas ainda precisa render no time verde e amarelo o que está rendendo no torneio nacional. A seu favor, a juventude. Ele tem um longo caminho e muita chance de se firmar no elenco de Bernardinho. É um atacante que tem se mostrado decisivo no Minas e pode levar isso à seleção.

E ele faz parte de uma filosofia interessante do Vivo/Minas. A equipe tem experientes e que estão fazendo a diferença, como o levantador Marcelinho, em ótima fase. E jovens, como Lucarelli, que estão encarando bem a responsabilidade.

Agora, é acompanhar o desempenho deles na semifinal. A equipe de Belo Horizonte levou 3 sets a 2 do RJX neste sábado e volta para quadra em casa, na semana que vem, para tentar empatar a série. Mais tarde, às 21h30, será a vez de Sada Cruzeiro receber o Sesi no começo da outra semifinal. E então, quem vai para a final? Lucarelli tem chance de disputar o título da Superliga? Comente e também deixe a sua sugestão para o próximo “O nome da Superliga”!

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sexta-feira, 8 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 15:47

O nome da Superliga: Tandara

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Divulgação

Tandara, destaque do Sesi

Nesta sexta-feira começam as semifinais da Superliga feminina com Sesi x Unilever. Aproveitando o embalo do jogo, escolhi colocar Tandara como a personagem da semana no “O nome da Superliga”. A ponteira do time paulista cresceu ao longo do torneio e é a maior pontuadora da competição, com 388 bolas no chão.

>>Mais sobre Superliga: Centrais do Unilever atingem marca histórica

A jogadora seguiu o ritmo do Sesi no torneio. Ela e a equipe melhoraram no returno e, agora, ela é a jogadora de segurança no ataque e também uma boa arma no saque. No terceiro jogo das quartas de final, por exemplo, o serviço da atleta ajudou a dar trabalho ao passe do Praia Clube. Com tudo isso, além do destaque no número de pontos, ela aparece como a quarta na lista das melhores atacantes da Superliga.

>>E ainda: Para Bernardinho, duelo da semifinal será duríssimo

Entretanto, Tandara já foi questionada em outros times e na seleção. Antes das Olimpíadas de Londres, muitos criticaram o técnico José Roberto Guimarães por ter, por exemplo, ter levado a jogadora como reversa de Sheilla e ter cortado Mari, que também poderia ser improvisada como oposta.

Nos times, normalmente atua como ponteira e, às vezes, sofre na recepção, como também aconteceu na série de quartas de final, na segunda partida, vencida pelo Praia. Mas tem se esforçado para melhorar no fundamento. Mas é a força do ataque que ajuda Tandara a aparecer e decidir. E por isso ela ganhou o seu espaço aqui na série!

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sexta-feira, 1 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 12:14

O nome da Superliga: Gabi

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Gabi, ponteira da Unilever

Depois de uma semana agitada com a primeira rodada das quartas de final da Superliga feminina, a personagem da vez na série “O Nome da Superliga” é Gabi, ponteira da Unilever. Ela esteve em quadra na vitória do time carioca sobre o Rio do Sul nos playoffs, foi a maior pontuadora com 14 acertos e ainda foi eleita a melhor da partida.

Leia mais sobre Unilever 3 x 0 Rio do Sul

Ela é a caçula da equipe, mas tem responsabilidade, digamos, de gente grande. Aos 18 anos, entrou no lugar no Logan Tom no clássico contra o Sollys/Nestlé no turno da Superliga e roubou o lugar da veterana. Depois, seguiu no time com a lesão de Tom (machucou o tornozelo no returno). E na época dessa lesão, perguntei aqui no blog e no Twitter se a norte-americana faria falta ao time carioca. Os comentários foram que não, justamente porque a equipe contava com Gabi em boa forma.

O caminho da jogadora ainda é longo, mas Gabi já teve um ótimo começo. No ano passado, foi destaque no Mackenzie e isso lhe rendeu o contrato com a Unilever. Agora, trabalha com jogadoras experientes e com um técnico que dispensa comentários que é Bernardinho. Ou seja, ela só tende a crescer. Na seleção, já participou do grupo que disputou o Grand Prix em 2012 e pode estar no elenco para as Olimpíadas do Rio, em 2016.

Será que ela consegue conquistar o seu espaço com a camisa amarela até lá? E por enquanto, Gabi segue como titular no Unilever nos playoffs? O espaço está aberto para vocês!

Ps.: a Superliga masculina também está quente e os playoffs seguem indefinidos. RJX continua só um ponto à frente do Sada/Cruzeiro na parte de cima da tabela. Do outro lado, Volta Redonda, São Bernardo e Vôlei Futuro disputam as últimas vagas. A última rodada do returno promete!

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013 O nome da Superliga, Seleção masculina, Superliga | 11:01

O nome da Superliga: Bruninho

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Bruninho - levantador do RJX

Nada mais justo do que colocar Bruninho no destaque da vez do ‘O nome da Superliga’… Na terça-feira ele venceu Rapha, do Trentino, na eleição de melhor levantador do mundo de 2012 (para quem quiser, segue e matéria que publiquei no iG) feita pelo portal Volleyball.it. Na Superliga, ele comanda o RJX, líder isolado na classificação, e aparece nas estatísticas como terceiro na posição, atrás de William e Marcelinho.

Bruninho já foi muito questionado, principalmente quando foi convocado para a seleção brasileira. Perdi a conta de quantas vezes ouvi os comentários de que ele estava lá só por causa de Bernardinho, seu pai. Mas, nesse caso, não vejo favorecimento.

Ele é um levantador ainda jovem e que está amadurecendo (sabemos muito bem que levantador precisa de experiência e rodagem) e, ao mesmo tempo, sabe fazer lindas bolas rápidas, por exemplo. Às vezes ele pode até exagerar, mas tem um índice de acerto muito alto nas chutadas de meio com Lucão. Mesmo com passe quebrado, afastado da rede, Bruninho tem confiança para fazer a jogada e ela costuma dar certo.

E é essa confiança que está sendo vista na Superliga 2012/2013. Bruninho se transferiu para o RJX nesta temporada e lá voltou a atuar com antigos companheiros,  como Lucão e Thiago Alves. Ter atacantes conhecidos ajuda e muito um levantador e isso está claro em quadra. Além disso, conhece outros do time da seleção. Resumindo, Bruninho está à vontade em quadra.

Na seleção, ele deve seguir na posição no novo ciclo olímpico e ainda tem chances de ser mais um líder em campo. Resta saber quem estará ao seu lado, como já comentamos diversas vezes por aqui…

p.s.: galera, tenho que pedir desculpas! Estou fazendo um curso à noite, e as aulas somadas à correria da redação estão deixando a minha rotina cada vez mais apertada! Nem sempre tenho conseguido escrever sobre as rodadas, mas sigo acompanhando, mesmo que um pouco mais distante. E o espaço, é claro, está sempre aberto para vocês!

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 12:34

O nome da Superliga: Fernanda Garay

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Fernanda Garay

Fernanda Garay - ponteira do Soollys/Nestlé

Depois de abrir a série “O nome da Superliga” com William, a personagem desta semana é Fernanda Garay. A jogadora, que chegou ao Sollys/Nestlé nesta temporada, foi maior pontuadora em algumas partidas, já levou título de melhor da rodada e, no momento, é a melhor atacante da Superliga feminina, com 28,13% de aproveitamento.

Garay está em uma crescente. Na seleção, ela começou as Olimpíadas de Londres como reserva e conquistou o lugar de Paula Pequeno ao longo do torneio. No Sollys/Nestlé, ajudou muito no começo da temporada, quando o time não contou com Sheilla. A oposto perdeu as finais do Paulista e o começo da Superliga e caberia às mais experientes dividir a responsabilidade em quadra. Com isso, Jaqueline virou uma segurança e Fernanda Garay também ganhou mais espaço. Ela foi crescendo, recebendo bolas e se firmando com uma bela opção no ataque de Osasco.

A atacante tem estilo próprio de bater na bola. Ela se curva ao atacar e costuma não aliviar a pancada. E tanto na seleção quanto no Sollys, ela pode dividir a responsabilidade do fundo de quadra com Jaqueline, que teoricamente e a ponteira passadora. Com isso, acaba ainda mais solta para atacar. Ela está amadurecendo em quadra e ainda pode, sim, ajudar mais no fundo. Já vi alguns jogos que ela foi alvo do saque rival e não contribuiu muito. Mas acho que ela já tem os seus méritos em quadra.

O melhor jogo de Fernanda Garay até aqui foi a vitória sobre o Sesi no primeiro turno. O Sollys/Nestlé marcou 3 sets a 2 e a ponteira assinalou 36 pontos, igualando Karen Rodrigues como a maior pontuadora em um jogo da Superliga (a marca da ex-jogadora era de 98/99). Agora, o Sollys encara mais uma vez o Sesi nesta semana. Será mais um jogo comandado por Garay? Façam suas apostas e comentem por aqui!

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 16:04

O nome da Superliga: William

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William - CBV

William - levantador do Sada/Cruzeiro

A Superliga já está caminhando para os playoffs e, para aproveitar o embalo, vou começar uma série especial aqui no blog. No post “O nome da Superliga”, a ideia é falar, a cada semana, de um jogador que está se destacando no torneio nacional. Para isso, vale comandar as estatísticas, ter sido o grande nome da rodada… O que acham? Para começar, William, levantador do Sada/Cruzeiro.

Ele faturou o título na temporada passada e também foi eleito o melhor levantador do campeonato. No momento, lidera as estatísticas no fundamento. O Sada/Cruzeiro tem, somando os jogadores que passam pela função, 38,17% de eficiência. Se for levado em conta apenas o desempenho de William, no número passa para 45,63%. E agora, depois da quarta rodada do returno, o time mineiro está na liderança da Superliga. William e companhia venceram o Funvic/Midia Fone por 3 sets a 0 no final de semana e ultrapassaram o RJX na classificação.

William é um cara experiente, que ganhou bagagem e fama na Argentina e é destaque desde que voltou ao Brasil, para atuar no Sada/Cruzeiro. Para ele, tudo isso conta, e muito, para o desempenho em quadra.

“Um bom levantador se faz com rodagem dentro de quadra e cancha de jogo, como se diz na linguagem do vôlei. Quanto mais velho melhor. Eu acredito que esse bom desempenho, com certeza, é resultado de muitos anos de treinamento. Com esses anos fazem com que o jogo se torne mais lento na visão do levantador. Tudo isso somado a uma equipe equilibrada em todos os fundamentos fazem com que o levantador se sinta a vontade  e esse é meu caso”, explica William ao Mundo do Vôlei.

Mas nem tudo é fácil para um levantador. Se o passe não sai, as jogadas já se complicam. E tem outro aspecto que pode atrapalhar o atleta. “Acho que quando os atacantes de confiança não estão em um bom dia… Isso pode derrubar um levantador”, afirma William.

Bom, no Sada/Cruzeiro ele ganhou um belo reforço nesse quesito. Se Wallace sempre foi a segurança do time como oposto, nesta temporada o cubano Leal tem sido uma excelente alternativa para o ataque. E William se entrosou com o novo companheiro e está sabendo distribuir as jogadas. Uma vez disse isso por aqui e nem todo mundo gostou, mas acho que uma das qualidades de William é fazer o básico. Ou seja, se um jogador está virando, siga dando bola para ele. Muitas vezes é assim com Wallace e, agora, com Leal. E se eles não estiverem nesse dia tão inspirado, William sabe reconhecer e inverter as jogadas. Acho que ele alia esse “básico” a leitura de jogo.

Fala-se também nele como um nome para a seleção brasileira. Uma vez conversamos sobre isso e ele me disse que nem pensava mais tanto em uma convocação. Aos 33 anos, ele, quem sabe, pode levar experiência para a equipe nacional. Bruninho é o cara da posição e tem tudo para continuar assim, mas ter um jogador experiente e centrado ao lado pode até ajudá-lo a crescer. Não sei qual será a opção de Bernardinho para esse ciclo olímpico, mas que já comece logo. Pode ser William ou outro, mas acho que ele deve começar agora a trabalhar com Bruno, para que aja sintonia e tempo de entrosamento entre os dois. Ricardinho pode ter chegado tarde demais nessa volta à seleção, por exemplo.

William tem até o final da Superliga para mostrar trabalho, buscar o segundo título consecutivo e, quem sabe, conquistar Bernardinho. O Sada/Cruzeiro volta para quadra na quinta-feira e encara o Sesi. E eu fico por aqui! Sugestões para o próximo “o nome da Superliga”? É só comentar!

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