Publicidade

Arquivo de fevereiro, 2015

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:57

Quem vence no duelo das saias na Superliga?

Compartilhe: Twitter

O post de hoje é um pouco “menininha”, mas o assunto deve agradar também aos marmanjos de plantão. Na rodada desta semana da Superliga feminina, o Camponesa Minas venceu em casa o Rio do Sul por 3 sets a 1 e entrou para a lista de times que adotam a saia-shorts como uniforme.

A ideia de usar saia começou com o Molico/Nestlé na Superliga 2013/2014. Nesta temporada, além do time do Osasco seguir com o uniforme, Brasília Vôlei e Rio do Sul aderiram à moda. E na rodada de terça-feira foi a vez da equipe do Minas. Entre as jogadoras, a opinião parece unânime. Conversei com algumas atletas do Molico em 2013 e as meninas do Minas concordam: a saia deixa as jogadoras ainda mais femininas em quadra e elas aprovaram a ideia.

Leia mais: Jogadoras do Minas aprovam short-saia e dizem ficar mais bonitas e femininas

Acho que alguns modelos, com o do Minas, mais apertados, devem ser desconfortáveis para jogar. Gosto mais do estilo do Brasília, com um partidinho do lado que ajuda no movimento. E para vocês, quem vence o duelo das saias na Superliga? Veja as imagens na galeria abaixo:

Autor: Tags: , , , , ,

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Superliga | 11:01

De 3 a 2 em 3 a 2 se chega à final? Para o Molico, sim…

Compartilhe: Twitter

A terça-feira foi de rodada cheia na Superliga feminina. Uma das partidas foi o clássico paulista entre Pinheiros e Molico/Nestlé. Depois de perder os dois primeiros sets – com direito a ter levado cinco pontos seguidos e a virada no primeiro set após chegar aos 24 a 21 – o time de Osasco se recuperou e venceu as paulistanas por 3 sets a 2. Mais um tie-break para a conta das comandadas por Luizomar de Moura, que seguem em terceiro na classificação geral.

Divulgação

Molico comemora vitória de virada diante do Pinheiros

Diante do Pinheiros, no primeiro turno, o Molico também venceu no quinto set. E nesses dois jogos tudo bem, era esperado dificuldade. O Pinheiros não tem o elenco estrelado de Molico, Rexona ou Sesi, mas é uma equipe consistente e quem vem dando trabalho na Superliga e não ganhou a Copa do Brasil por acaso. O problema foi que o Molico venceu apenas no tie-break jogos considerados mais simples, como diante do Rio do Sul (9º na tabela) e São Caetano (8º na classificação).

Os pontos perdidos nesses jogos podem pesar? “Se for para chegar à final vencendo tudo por 3 a 2, não tem problema. Prevaleceu a união da equipe”, comentou a levantadora Dani Lins depois da partida da noite de terça-feira contra o Pinheiros. Ok, esses resultados não tiram o Molico dos playoffs ou nada disso, mas podem complicar para os cruzamentos no mata-mata. Ainda mais sabendo que nas últimas rodadas do returno terá pela frente Praia Clube, que aparece logo atrás do time na tabela, Sesi e Rexona, os primeiros colocados. Dá para segurar o terceiro lugar assim? Se o returno da Superliga acabasse hoje, o cruzamento seria Molico x Pinheiros, mais uma vez.

A vantagem é que o time voltou a jogar completo no returno. O Molico ficou um mês sem Dani Lins e Thaísa e outras partidas sem Carcaces, o que dificultou. Agora todo mundo está em condição de jogo para a reta final da Superliga.

Enquanto isso, Rexona segue invicto na liderança. Apesar de Bernardinho reclamar e dizer que a equipe ainda não está no nível esperado, em quadra as meninas dão conta do recado. A vítima mais recente foi o Brasília. Será que elas seguem invictas até o mata-mata?

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 Diversos | 13:25

Carnaval de folia e vice no Sul-Americano masculino

Compartilhe: Twitter

Desfiles das escolas de samba na Sapucaí, bloco em Salvador ou sombra e água fresca? Astros do vôlei aproveitaram tudo isso nos dias de folga da Superliga e de folia. Mas também foram para a quadra. Na Argentina, no domingo, o Sada Cruzeiro acabou com o vice no Sul-Americano e o Funvic/Taubaté ficou em quarto lugar na competição. Veja o que os jogadores aprontaram na galeria: 

De volta as quadras, o UPCN foi a pedra do sapato dos brasileiros no Sul-Americano. Jogando em casa, os argentinos passaram pelo Funvic/Taubaté na semifinal e repetiram a decisão diante do Sada Cruzeiro. Nas edições de 2012 e 2014, o time mineiro ficou com o título. Agora, os argentinos venceram os dois primeiros sets e o Sada Cruzeiro se recuperou e empatou. E no tie-break decidido no 16 a 14, o título ficou com o UPCN. Com o ouro, a equipe garante vaga no Mundial de Clubes.

Leia mais: Sada Cruzeiro é derrotado na final e fica com o vice-campeonato sul-americano

Funvic/Taubaté acaba em quarto no Sul-Americano

O Sada Cruzeiro ajudou a compor a seleção do campeonato. Wallace foi escolhido o oposto, Leal foi um dos ponteiros e Serginho, o líbero. O melhor jogador do sul-americano foi o búlgaro Nikolay Uchikov.

Já o Funvic/Taubaté tropeçou. Depois de cair na semifinal, levou 3 a 1 do Lomas de Zamora, também da Argentina, e ficou fora do pódio. Resta aos brasileiros voltar as atenções para a Superliga.

Autor: Tags: , , ,

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 Superliga | 11:28

Mais uma vitória do Minas, mais uma partida de Jaqueline

Compartilhe: Twitter

A ponteira Jaqueline assinou com o Camponesa Minas quando a Superliga já estava na terceira rodada do primeiro turno, em novembro de 2014. Ela externou o medo de ficar sem clube depois de voltar a jogar após o nascimento do filho Arthur, foi às lágrimas e conseguiu um contrato com o time mineiro. E,como esperado, foi uma contratação e tanto para a equipe.

Jaqueline é a quinta melhor atacante da Superliga até agora

Jaqueline é a quinta melhor atacante da Superliga até agora

A estreia de Jaque foi na primeira vitória da equipe na Superliga, no finalzinho de novembro, nos 3 a 1 diante do São José dos Campos. Desde então, o Minas embalou e saiu da lanterna para a sexta colocação geral, zona de classificação para os playoffs. Com Jaqueline na equipe, foram apenas duas derrotas, uma diante do Brasília, ainda no turno, e outra para o Rexona, único invicto na competição, agora no returno.

A jogadora pode nem sempre ter sido eleita a melhor em quadra, mas em quase todas as partidas, ela foi a maior pontuadora do elenco mineiro. Na noite de terça-feira, mais uma vez diante do São José e em outra vitória do Minas, ela colocou 22 bolas no chão. E até nas derrotas ela comandou os números, com 25 acertos nos 3 a 2 para o Rexona, com 21 pontos de ataque, três de bloqueio e um de saque.

Veja o desempenho de Jaqueline no returno da Superliga

  • Pinheiros 2 x 3 Camponesa Minas – 20 pontos (Mari Paraíba foi a maior pontuadora, com 22 acertos)
  • Camponesa Minas 3 x 0 Dentil/Praia Clube – 16 pontos (maior pontuadora do jogo)
  • Camponesa Minas 3 x 1 Molico/Nestlé – 13 pontos (Carla foi maior pontuadora, com 22 acertos)
  • Camponesa Minas 3 x 1 Sesi – 17 pontos (maior pontuadora do Minas)
  • Rexona-Ades 3 x 2 Camponesa Minas – 25 pontos (maior pontuadora do Minas)
  • Camponesa Minas x São José dos Campos – 22 pontos (maior pontuadora do jogo)

Jaqueline é a referência no ataque do Minas. E claro que é bom contar com uma jogadora experiente para virar as bolas. Mas o desempenho da jogadora e a melhora da equipe ao longo da competição já coloca o Camponesa Minas como concorrente ao título? Os playoffs vão dizer… E o legal deste ano na Superliga é isso, que alguma surpresa pode acontecer. O Sesi, desde a temporada passada, chegou para acabar com a hegemonia Rio x Osasco. Agora, Dentil Praia Clube montou um elenco bom no papel, mas teve tropeços da competição. Já o Pinheiros, mais modesto em termos de estrelas, conseguiu surpreender os considerados favoritos, venceu a Copa Brasil e é o quinto da tabela. Vamos ver quem se mantém até à final!

P.S.: Na partida contra o São José, o Camponesa Minas ainda mandou um recado. As jogadoras foram para quadra com camisas e uma faixa contra o preconceito. Na partida contra o Sesi, a central Fabiana, do time paulista, disse ter escutado insultos racistas de um torcedor que acompanhava o jogo em Belo Horizonte. Que os torcedores se espelhem na faixa e camisas do Minas. 

Autor: Tags: , ,

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 Diversos | 09:28

Bloqueios de um lado, bloqueios do outro e título sul-americano para o Rexona

Compartilhe: Twitter

O Rexona-Ades faturou o bicampeonato sul-americano no domingo depois de passar por 3 sets a 1 pelo Molico/Nestlé em Osasco, na casa das rivais. E se durante o campeonato inteiro as equipes brasileiras, claramente as melhores da competição, tiveram que treinar a concentração para levar a sério jogos fáceis (veja post anterior), na final a concentração pesou mais uma vez. Só que diante de um adversário de alto nível, perder o foco significa derrota.

Leia mais: Rexona-Ades vence Sul-Americano pela segunda vez

Márcio Rodrigues/MPIX

Fofão levanta o troféu de campeão sul-americano para o Rexona-Ades

O primeiro set foi uma aula de bloqueio do Molico, que marcou sete pontos no fundamento, três em sequência nos últimos pontos da parcial. Para facilitar, o Rexona deu 10 pontos em erros. Diante da torcida, seria um jogo fácil para o Molico? Não, não…

As outras parciais começaram equilibradas, mas o Molico começou a errar mais, enquanto o Rexona aproveitava os contra-ataques e crescia na partida. Destaque para Juciely, maior pontuadora com 17 acertos. O time do Rio de Janeiro cresceu e fechou os dois sets seguintes.

No quarto, devolveu o jogo da primeira parcial. Se no começo o Molico foi quem bloqueou, agora foi a vez do Rexona. Logo no começo, Natália fez uma ótima passagem pelo saque, começando no 5 a 2 e só saindo no 12 a 2. Durante esse tempo, quem dominou o bloqueio foi a central Carol. E com a jogadora na rede, o time de Bernardinho chegou a 14 a 4. Depois de nove pontos no bloqueio, o Rexona liquidou a partida e faturou o Sul-Americano.

“Não mantivemos a concentração que apresentamos no primeiro set”, resumiu a líbero do lado de Osasco Camila Brait. Pois é, e neste momento, a falta de concentração pesou. Enquanto o Rexona soube se recuperar ao longo do jogo, o Molico passou a errar e não teve tempo de se reencontrar. Melhor para as cariocas, campeãs e classificadas para o Mundial de Clubes.

Autor: Tags: , , , , ,

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 Diversos | 11:29

Treino para concentração no Sul-Americano feminino

Compartilhe: Twitter
Roberta arma jogada para o Rexona. Bernardinho aproveita o Sul-Americano para testar formações da equipe carioca

Roberta arma jogada para o Rexona. Bernardinho aproveita o Sul-Americano para testar formações da equipe carioca

Rexona Ades e Molico/Nestlé estão passeando no Sul-Americano de clubes que está sendo disputado em Osasco nesta semana. Até agora, o único susto foi no primeiro set do primeiro jogo das cariocas, diante do Aragua. O time da Venezuela abriu 4 a 0 logo de cara, mas em pouco tempo levou a virada em 5 a 4. Ainda assim, é a equipe mais marcou diante dos times brasileiros em um set na competição (nesse jogo contra o Rexona, perdeu a primeira parcial por 25 a 17).

Leia mais: Rexona-Ades e Molico/Nestlé estreiam com vitórias fáceis no Sul-Americano feminino

Rexona-Ades e Molico/Nestlé avançam às semifinais do Sul-Americano feminino

Os números comprovam a facilidade das partidas para Rexona e Molico. Foram dois 3 a 0 para cada um, com direitos a parciais de 25 a 4 e 25 a 5 até 25 a 12. E partidas desse jeito têm suas vantagens de desvantagens. Enquanto é possível testar as formações e variar as jogadoras em quadra, esses duelos são um treino de concentração.

“É difícil manter a concentração sabendo que não precisamos fazer muito esforço para ganhar”, comentou Mari, titular do Molico. E em quadra é exatamente isso. É claro que cariocas e paulistas são superiores às rivais que enfrentaram até agora e, nesse caso, a dificuldade é se manter ligado na partida, levando aquilo a sério do começo ao fim. De volta aos números, as meninas estão fazendo bem esse papel. Ao levar os jogos a sério é que saem todas essas lavadas no placar.

Thaísa marcou oito aces no segundo jogo do Molico no Sul-Americano. Luizomar mexer no time em um jogo e usou titulares no outro

Thaísa marcou oito aces no 2º jogo do Molico. Luizomar mexer no time em um jogo e usou titulares no outro

Quem se beneficia são as jogadoras do banco. Tanto Rexona quando Molico mexeram no time e já colocaram quase todo mundo para jogar. Mesmo com adversários mais fracos, isso ajuda a dar ritmo de jogo e entrosa as atletas. Também dá para testar e se destacar alguns fundamentos. Thaísa chamou a atenção no saque na vitória do Molico sobre o Boston College, do Chile. No segundo set, ela foi para o serviço com 6 a 3 no placar e só saiu de lá no 18 a 3. Na parcial seguinte, começou no 8 a 5 e ficou até o 17 a 5. A fraca recepção rival ajuda, mas é bom para testar e ajustar o saque também passar tantos pontos na função.

As duas equipes brasileiras estão na semifinal e a expectativa é pelo confronto direto no Sul-Americano. O vencedor do torneio tem vaga para o Mundial de Clubes

Autor: Tags: , , , , , ,

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015 Superliga | 10:11

Liderança isolada

Compartilhe: Twitter

O Sada Cruzeiro venceu o Vôlei Canoas na noite de segunda-feira pela Superliga masculina e assegurou o primeiro lugar na fase classificatória. O time mineiro soma 53 pontos, 13 a mais que o segundo colocado, o Taubaté/Funvic, que ainda joga nesta rodada.

Mais sobre o jogo: Sada vence e atinge marca inalcançável para rivais

O que chama a atenção no time mineiro é a regularidade. Até agora, eles tiveram apenas uma derrota na competição. Os demais, tiveram muito mais tropeços. Taubaté já perdeu quatro vezes e o Sesi, terceiro colocado na tabela, soma seis tropeços.

E essa situação parece um pouco nova para a Superliga masculina. O torneio sempre teve um equilíbrio grande entre as principais equipes, tanto que isso foi considerado um atrativo a mais nas últimas temporadas se comparada com a Superliga feminina, decidida durante muitos anos por Rio de Janeiro e Osasco. Agora, o Sada, que acertou em manter a base do elenco para seguir no topo e defender o título, está com uma folga e tanto na ponta, enquanto os outros brigam pelo segundo lugar na classificação.

A Superliga caminha para a reta final do segundo turno. E o Sada terá uma vantagem nos playoffs. Como líder da primeira fase, garantiu o direito de jogar em casa se for finalista, já que o regulamento da competição diz que a decisão será no estado da equipe com melhor índice técnico na fase classificatória.

E agora, será que esse desempenho da primeira fase vai pesar na hora do mata-mata ou nessa hora todo mundo pode jogar de igual para igual?

Autor: Tags: , ,