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Arquivo de dezembro, 2014

sábado, 20 de dezembro de 2014 Diversos, Superliga | 18:04

O clássico do vôlei e a entrevista de Bernardinho

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Se um jogo no vôlei feminino pode ser chamado de clássico é Rio de Janeiro x Osasco. Os times podem mudar de nome de acordo com o patrocinador, mas esse duelo sempre é esperado na Superliga. E na noite de sexta-feira, o carioca Rexona-Ades venceu por 3 sets a 0 o paulista Molico/Nestlé.

O esperado era uma partida mais equilibrada, pelo histórico de duelos. Mas o Molico já começou a desvantagem sem Dani Lins, cortada do jogo com dores nas costas, e ainda perdeu a cubana Carcaces, que machucou o dedo no aquecimento. E na partida, o Rexona já começou defendendo mais, armando contra-ataques e se distanciando do placar.

Mais sobre o jogo: Rexona vence Molico e lidera a Superliga

Ao longo do jogo o time de Osasco tentou correr atrás do placar, mas não conseguiu. O passe estava ruim, o que facilitou o trabalho das cariocas, que tiveram as atacantes Bruna e Gabi inspiradas. Resultado foi um jogo curto e a vitória em sets diretos.

Mas o que chamou a atenção foi um personagem fundamental nesse clássico: Bernardinho. O técnico teve a sua conhecida atuação na vitória do Rexona, cobrando as jogadoras mesmo com uma certa facilidade na partida. Antes, ele foi notícia durante o dia em todos os portais pela entrevista que deu para a revista Veja. Nela, o treinador fala da corrupção no vôlei e também revela que retirou um tumor maligno do rim.

Leia mais: Para revista, Bernardinho revela câncer e diz que tirou tumor após o Mundial

Bernardinho deveria tomar posição nesse escândalo todo com a CBV. Os jogadores já cobraram e fizeram protestos, com razão. Agora o técnico também. Para a revista, Bernardinho conta que cobrou atitudes de Ary Graça antes mesmo de tudo isso, em 2012, quando o dirigente iria de candidatar ao posto de presidente da FIVB. Disse ainda que ficou sabendo do começo do escândalo de corrupção em 2013, depois de um problema com a equipe de Volta Redonda. Mais do que revoltado, ele, que também falou que pensou em deixar a seleção, se diz triste.

O técnico falou sobre a doença e que fez a cirurgia para retirar o tumor há três meses. Ainda sobre o caso de desvios de verba na CBV, pediu investigação e deu a seguinte resposta à pergunta “acha justo que Ary Graça continue ocupando o posto de presidente da Federação Internacional?”: “Em se comprovando as denúncias, quem estiver vinculado aos malfeitos, aos desvios, às formas erradas de gerenciamento não pode continuar a atuar como dirigente. E que se cumpra a legislação existente. A quase certeza da impunidade é o que, em minha opinião, gera tudo isso, toda a corrupção.”

E acho que esse é o recado. Essa quase certeza de que nada será feito faz com que a corrupção corra solta em várias esferas do País. E como já disse por aqui, que as investigações sigam e que os culpados paguem por isso. E também que jogadores, técnicos e profissionais não se deixem envolver e sigam cobrando respeito ao nosso esporte. E claro, boa saúde a Bernardinho! Ele ainda tem um Olimpíada em casa e muitos clássicos Rio x Osasco pela frente!

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014 Superliga | 10:05

Uma surpresa atrás da outra na Superliga

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Divulgação

Montes Claros surpreende Sesi e vence time paulista por 3 a 2

Desde o final de semana a Superliga, tanto a feminina quanto a masculina, teve resultados que podem ser considerados inesperados. No sábado passado o Sesi derrubou o último invicto, o Sada Cruzeiro. Na noite de quarta-feira, o mesmo time perdeu em casa por 3 sets a 2 para o Montes Claros. E os 3 a 0 entre as mulheres também foram surpreendentes nas últimas partidas.

O Sesi me parece um time que ainda não encontrou nesta Superliga. Marcos Pacheco conta com nomes importantes em quadra como Lucão, Lucarelli, Maurício, Serginho, Marcelinho, mas ainda tem altos e baixos na competição. Parecia que a situação iria mudar. “O time não tinha se ajustado e as peças não estavam encaixando”, comentou o treinador depois da vitória sobre o Sada em casa.

A partida poderia embalar o time paulista, mas aí outros mineiros estavam no caminho. O Montes Claros, que agora (infelizmente, porque nunca é bom ver um time ter que se reformular e cortar gente boa do elenco para se manter vivo e competindo) é muito diferente daquela equipe que chegou à final da Superliga com Lorena, Rodriguinho e companhia, venceu o Sesi.  O time de estrelas parou mais uma vez e soma cinco derrotas em doze jogos.

Leia mais: Montes Claros surpreende e derrota o Sesi em jogo com set de 66 pontos

Sesi venceu o Molico e assumiu a liderança na Superliga feminina

Sesi venceu o Molico e assumiu a liderança na Superliga feminina

Também na noite de quarta-feira, outro estrelado levou 3 sets a 2. O Taubaté, de Sidão, Dante, Lorena e mais, foi parado pelo Minas, de virada. E a equipe de Belo Horizonte apostou na juventude nesta Superliga e tem se dado bem, se mantendo na parte de cima da tabela.

Na Superliga feminina, os placares foram de 3 a 0. Fora de casa, o Rexona-Ades parou o Praia Clube e, também no ginásio dos rivais, o Sesi passou pelo Molico/Nestlé. Eram jogos entre os grandes da competição e por isso os resultados elásticos podem entrar nesse pacote de surpresas. E a pior ficou com o Praia. As meninas de Uberlândia já lideraram a tabela, mas amargam uma série de derrotas. Caíram diante do Pinheiros, quando perderam a invencibilidade, do Molico, do Sesi e do Rexona.

O bom é que a Superliga ainda reserva bons duelos. Faltou colocar os eternos rivais Rexona e Molico frente a frente. E que venham mais bons jogos para gente fechar o ano!

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 Diversos, Superliga | 08:32

Nariz de palhaço e luto: Jogadores podem e devem cobrar respeito ao vôlei

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*atualizado dia 19/12, às 9h19

Primeiro foram os narizes de palhaço em jogos da Superliga. Na noite de terça-feira, as mulheres de Molico/Nestlé e Sesi jogaram com uma faixa de luto no braço. São protestos que cobram respeito ao nosso voleibol. E os jogadores podem e devem exigir todas as explicações depois que o relatório da Controladoria Geral da União, a CGU, apontou desvios de R$ 30 milhões por parte dos cartolas da CBV.

Fabiana e Ivna exibem faixa de luto nos braços. Sesi e Molico aderiram aos protestos na Superliga

Fabiana e Ivna exibem faixa de luto nos braços. Sesi e Molico aderiram aos protestos na Superliga

Superliga feminina: Sesi acaba com a invencibilidade do Molico e assume liderança

Passou-se o tempo que o jogador ficava calado e não emitia a sua opinião. E no vôlei, alguns jogadores já foram repreendidos por usarem as redes sociais para fazer críticas a sistema de pontuação, encerramento de times e assuntos relacionados às competições e à Confederação. Agora não tem essa. Eles estão organizados, protestam e têm todo o direito de saber o que se passa com o esporte. E nós também!

E mais: 

Atletas protestam na internet contra as irregularidades na CBV: ‘Não vamos nos calar’

Astros da seleção brasileira se manifestam após confirmação de corrupção na CBV

Nariz de palhaço nas vitórias do Taubaté sobre o Canoas e do Sesi diante do Sada Cruzeiro

Dói ver que a modalidade que crescemos acompanhando e que trouxe ouro atrás de ouro para o Brasil passe por isso. Nos últimos dias, foi uma notícia pior que a outra. Teve o relatório da CGU, o Banco do Brasil que suspendeu o patrocínio para a CBV e as trocas de farpas entre brasileiros e FIVB – que puniu Bernardinho, Mário Junior, Murilo e Bruninho por reclamações e suposta confusão no Mundial, enquanto a CBV respondeu dizendo que não sediaria mais as finais da Liga Mundial 2015.

Nem precisa falar que o nosso vôlei é quem perde com isso, e já vem perdendo há tempos. Os desvios indicados pela CGU são da gestão anterior, quando Ary Graça, atual presidente da FIVB, estava no comando da confederação nacional. Jogadores foram prejudicados, sem dúvida, já que foi noticiado que a verba desse caso seria de premiação das Olimpíadas. Mas quantas vezes escutamos que um time teve que fechar por falta de patrocínio nesses últimos anos? Será que esse dinheiro não poderia ter sido usado em um plano para ajudar as equipes?

Depois do relatório, a CBV soltou um comunicado oficial na quinta-feira (19), afirmando que todas as medidas sugeridas pela Controladoria Geral da União serão implementadas na entidade no prazo de 90 dias. Vamos esperar! E que os jogadores continuem com os protestos e tenham voz para cobrar respostas. O vôlei, os jogadores e os torcedores merecem respeito!

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terça-feira, 9 de dezembro de 2014 Superliga | 08:00

Aos 20 anos, Rosamaria comanda Pinheiros, diz que ficou apavorada com Zé Roberto e sonha alto na Superliga

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Ela tem 20 anos, 1,84m e é a segunda maior pontuadora da Superliga, perdendo apenas para Tandara, oposta da seleção e do Praia Clube. Essa é a catarinense Rosamaria, titular na saída de rede do Pinheiros. Nos sete jogos da equipe até agora, ela só não foi a maior pontuadora do seu lado uma vez. Nos outros, ficou com a média de mais de 18 pontos por partida.

Rosamaria veste a camisa 9 do Pinheiros na Superliga 2014/2015

Rosamaria veste a camisa 9 do Pinheiros na Superliga 2014/2015

Rosamaria também conta com um time que vem embalado, como ela mesma disse em um papo exclusivo com o Mundo do Vôlei. Apesar de não contar com jogadoras de peso da seleção, as paulistanas têm apenas duas derrotas no torneio nacional e, nas últimas rodadas, elas deram trabalho para os estrelados Praia Clube, acabando com a invencibilidade da equipe mineira, e para o Molico/Nestlé, fazendo o rival perder os primeiros sets da competição (veja o post anterior para saber mais).

Leia mais: Em casa, Pinheiros derruba invencibilidade do Praia Clube

“Nosso time veio embalado desde o Paulista, apesar de não ter chegado à final (caiu na semifinal diante do Molico). A nossa receita é acreditar que dá”, resume a oposta. Ela reconhece pontos fracos do Pinheiros, mas já aponta a solução. “A gente sabe quem jogadoras mais baixas e a velocidade com que o time joga facilita a nossa vida. Estou feliz com a boa fase, não só minha, mas do grupo, e esperamos melhorar mais ainda”, completa.

Essa é a primeira Superliga de Rosamaria como titular. A oposta já jogou no Brusque e no São Caetano. “Com 16 anos eu joguei no Brusque, mas foi no segundo turno. Eu ainda estava na escola e tinha que conciliar com os jogos”, lembra. A jogadora ficou conhecida nas duas temporadas que defendeu o Amil, antigo time de Campinas, sob  o comando de José Roberto Guimarães. Ela era reserva, mas acabou ganhando espaço com a lesão da cubana Ramires, passou a atuar mais e faturou troféus de melhor em quadra.

Ser comandada pelo técnico da seleção assustou a jovem. “No começou eu falei: ‘meu Deus do céu’. Eu fiquei apavorada, mas de uma maneira boa”, conta aos risos. Além de Zé Roberto, ela atou ao lado de nomes conhecidos do vôlei. “No início foi um choque. Tinha a Wal (Walewska, meio de rede), Natália, Tandara… Eram ídolos que eu só via de longe e, de repente, eram minhas amigas. Todos tiveram muita paciência”.

Passado o “susto”, os tempo de Amil serviram como aprendizado para que Rosamaria conquistasse o posto entre as seis jogadores principais de um time. E como boa oposta, mesmo com a pouca idade, ela não se incomoda com responsabilidade pela virada de bola. “Eu gosto”, resume. “Nas seleções de base eu fui capitã e sempre gostei da responsabilidade em cima de mim. Lógico que não é fácil e nem se compara com que é a Superliga, que tem muito mais visibilidade e o nível é altíssimo”, explica. Aí vale a ajuda do técnico Wagão no Pinheiros. “Gosto de ter responsablidade, mas o Wagão e a comissão estão sempre dando suporte. E acho que a gente tem que ser assim, e ir para cima sempre. Não pode se acomodar”, comenta.

Facebook

Rosamaria já figurou listas de musas do vôlei

Ela também diz não acompanhar de perto das estatísticas. Na quinta rodada, quando assumiu a liderança entre as pontuadoras, só ficou sabendo do feito pela assessoria de imprensa da CBV. Agora, segunda colocada nesse quesito e quinta melhor no ataque, ela segue distante dos números e focada em seu time.

Outro título que não incomoda Rosamaria é o de musa. Ela se diverte com o assunto. “Vire e mexe eu vejo umas fotinhos minhas em blogs ou eleições de musas da Superliga, mas eu nunca ganhei nada. Ah, eu gosto”, diz um pouco envergonhada. A bela catarinense já se arriscou como modelo, mas a timidez atrapalhava. “Sempre que aparecia algum trabalho eu pensava em não fazer. E também já jogava e estudava, não dava. Tenho até vontade de fazer mais alguma coisa, como fotos, mas ainda não procurei nenhuma agência”, comenta.

Falando em musa, outra bela jogadora é referência para Rosamaria nas quadras. A oposta, mas que atuou como ponteira e exerceu essa função nas seleções de base, considera Jaqueline uma atleta completa e um exemplo. Segundo a jovem, a veterana já deu conselhos e trata muito bem as novatas da base.

Nesta Superliga, o reencontro entre ídolo e pupila será na primeira rodada do returno. O Pinheiros estreou no torneio nacional com vitória sobre o Minas, antes da contratação de Jaque pela equipe de Belo Horizonte. Por enquanto, foco de Rosamaria está nas próximas rodadas do Pinheiros, que tem pela frente Sesi e Rexona. Parada dura e mais desafios para Rosamaria e companhia.

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014 Superliga | 09:40

Briga na ponta da tabela do masculinos e os primeiros sets perdidos no feminino

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Segunda-feira e, para começar a semana, vamos a um resuminho da Superliga nos últimos dias. O Sada Cruzeiro venceu bem o Brasil Kirin e segue líder e como o único invicto no torneio masculino. Mas a briga pelo segundo lugar está apertada e o Taubaté Funvic é agora o vice-líder. No feminino, Molico/Nestlé perdeu os primeiros sets, mas venceu o Pinheiros e ainda é o primeiro colocado.

Filipe e companheiros vibram na vitória do Sada Cruzeiro sobre o Brasil Kirin

Filipe e companheiros vibram na vitória do Sada Cruzeiro sobre o Brasil Kirin em casa 

Sada e Brasil Kirin tinha ares de final. Mas os mineiros liquidaram por 3 sets a 0, com 8 a 4 em bloqueios e 4 a 1 em pontos de saque na partida. E no terceiro set, o oposto Wallace levantou a torcida com defesas e uma bola recuperada na placa de publicidade. O susto da vitória só no tie-break diante do Minas depois de ter vencido os dois primeiros sets deve ter feito bem ao Sada Cruzeiro.

Quem se deu bem na rodada foi o Taubaté, que depois dos 3 a 0 sobre o São Bernardo, passou para a segunda colocação. A briga está acirrada. O Sada tem uma folga de três pontos na liderança, mas apenas um ponto separa Taubaté do time de Campinas.

Na Superliga feminina, na sexta-feira, o Molico Nestlé perdeu os seus primeiros sets. Depois de abrir 2 a 0, perdeu os sets seguintes em casa para o Pinheiros e só fechou no tie-break. Entretanto, não há tanto que se comemorar. Ok, uma vitória é sempre importante, mas entregar 33 pontos é demais. Tanto que jogadoras e o técnico Luizomar não saíram satisfeitos de quadra. Como Dani Lins comentou, o time de Osasco abria cinco ou seis pontos e ainda permitia a virada.

Já o Pinheiros fez o terceiro jogo com tie-break seguido e tem se mostrado uma equipe que, apesar de não contar com estrelas, pode dar trabalho na temporada. Foram apenas duas derrotas até aqui e os méritos de ter acabado com a invencibilidade do Praia Clube no começo da semana e, agora, ter arrancado os primeiros sets do Osasco.

 

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 Superliga | 10:46

Um invicto a menos no feminino e duelos de favoritos no masculino

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A Superliga já caminha para o final do primeiro turno e os jogos desta semana tanto no feminino quanto no masculino merecem destaque. Entre as mulheres, há um invicto a menos. O Dentil/Praia Clube sofreu a primeira derrota com os 3 a 2 diante do Pinheiros em São Paulo. Entre os homens, a rodada da noite de quarta-feira teve duelo de favoritos e o Brasil Kirim venceu o Sesi em casa. Já o Sada Cruzeiro sofreu para manter a invencibilidade.

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Pinheiros bate Praia Clube e acaba com invencibilidade do time mineiro na Superliga feminina 

Vamos começar pelo torneio feminino. O Praia Clube estava embalado, mas parou diante do Pinheiros na casa do adversário. Nem os 28 pontos de Tandara ajudaram o time mineiro, que se perdeu em erros e sofreu com o bloqueio do lado paulista (foram 11 pontos neste fundamento). O Praia é o quarto colocado no momento na tabela. A liderança segue com o Molico/Nestlé, que além de ter vencido todos os jogos até aqui, passou por todo mundo p0r 3 a 0. E o Molico é justamente o próximo rival do Praia. Será que o time de Uberlândia se recupera? Ou as meninas do Osasco seguem nos 3 a 0?

Ainda entre as mulheres, vale falar de Jaqueline. A ponteira fez o seu segundo jogo pelo Camponesa/Minas, agora em casa, e ajudou o time na vitória sobre o Maranhão/Cemar. Depois de um tempo parada desde o Mundial até a definição de um time, a ponteira ainda recupera o ritmo e ainda não assumiu o posto de titular. Por enquanto, deu sorte e saiu com vitórias. Vamos esperar por um jogo com ela do começo ao fim.

No masculino, na noite de quarta-feira, o Sada Cruzeiro sofreu para se manter como o único 100% até aqui. Depois de abrir 2 a 0, eles pararam e deixaram o Minas crescer no saque e no bloqueio e voltar para o jogo no clássico mineiro. Durante a terceira parcial, o Sada não marcou nenhum ponto de saque ou de bloqueio. A partida voltou a se equilibrar no quarto set, e o Sada Cruzeiro venceu apenas no tie-break. Foi o primeiro 3 a 2 da temporada do time de William, Wallace e companhia, que segue na liderança.

Outro clássico foi Brasil Kirin x Sesi. Em casa, a equipe de Campinas manteve o embalo e passou pelo Sesi por 3 a 1. Foi a oitava vitória do Campinas em nove rodadas da Superliga masculina. Oito vitórias também é o número para o Taubaté/Funvic, mais um time que promete dar trabalho. Eles venceram o Maringá de virada.

Por enquanto, Sada Cruzeiro, Brasil Kirin e Taubaté/Funvic seguem embolados nos primeiros lugares da tabela e estão a sete pontos do quarto colocado, o Minas.

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