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Arquivo de novembro, 2014

quarta-feira, 19 de novembro de 2014 Superliga | 10:50

Jaqueline, o Minas e a Superliga feminina

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Divulgação

Jaqueline assina com o Minas para a temporada da Superliga

A Superliga feminina está na terceira rodada e ganha um reforço. Jaqueline, depois de chorar ao final do Mundial por não ter clube e até cogitar parar e ficar fora das Olimpíadas de 2016 também pela falta de time, assinou com o Camponesa/Minas. Os treinos começam na próxima segunda e ainda não há data para a estreia, mas a contratação já provocou boas reações.

Logo depois do anúncio, fiz um post na página do blog no Facebook e quem comentou gostou da novidade. Para o torneio também acho que fará bem. O Minas já tinha investido para a temporada com as experientes Walewska e Carol Gattaz, além das opostas Lia, que deu muito trabalho em outras temporadas, e Ju Nogueira e da ponteira Mari Paraíba. Jaqueline reforça o time, pode ajudar no passe e dar volume ao time. Sem contar que nunca é demais contar com uma jogadora de seleção em seu elenco. O Minas subiu um degrau na lista de concorrentes ao título.

A briga esse ano no feminino deve ser interessante. Na temporada 2013/2014, o Sesi já conseguiu chegar até a final, mudando a história recente do torneio de Rio x Osasco. Agora mais gente tenta entrar para esse seleto grupo. O Praia Clube é um desses. A equipe vem crescendo na Superliga e nesse ano tem no elenco Tandara, da seleção; a cubana Ramirez, que foi destaque nos anos que jogou por aqui, e Sassá, ex-seleção. Além disso, Ju Costa é uma das ponteiras e ela tem um ótimo ataque na pancada. Completam o time Natasha, central, e Karine, levantadora.

É uma pena que o clássico mineiro do turno já tenha acontecido, antes da contratação de Jaqueline. O Praia recebeu o Minas e venceu por 3 a 2.

 

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014 Diversos | 09:35

Mais mudanças no vôlei

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Sim, teremos mais mudanças no vôlei. Depois do teste com os 21 pontos na última Superliga, a FIVB (Federação Internacional de Vôlei), em sua assembleia, aprovou novidades para a modalidade. A partir de 2015, qualquer toque na rede será considerado infração e partidas de alguns campeonatos, como o Mundial, terão apenas um tempo técnico por set.

E você, o que achou das mudanças? Vão ajudar o atrapalhar o vôlei? Deixe seu comentário! 

O Mundo do Vôlei conversou com alguns jogadores e a reação às mudanças não foi lá muito boa. “Vai ser pior que os 21 pontos”, comentou Wallace, oposto da seleção brasileira e do Sada Cruzeiro, sobre a alteração na parada técnica. E assim como na temporada passada, com a pontuação, a federação usou a televisão para justificar a mudança. Seria mais uma maneira de tentar diminuir o tempo de jogo e deixar o esporte mais atraente para as emissoras.

De novo, a ideia não soou muito bem. “Cada ano muda a regra, tudo em prol da TV, mas a TV não passa todos os jogos. Se passasse, valeria a pena tentar mudar. A gente acaba se tornando muito refém disso e vale pararmos para pensar no que estamos fazendo com o esporte”, afirmou Wallace.

O vôlei ainda está longe de ter um campeonato todo na TV… De acordo com a tabela da Superliga masculina no site da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), serão apenas um ou dois jogos transmitidos na SporTV por rodada até a sétima e três jogos nas demais. E a briga é para que o vôlei vá para a TV aberta e não no canal de assinatura…

E agora, os segundos de uma parada técnica, que pode ser importante para a partida, técnico e jogadores, vai fazer tanta diferença assim no tempo total de jogo?

Leia mais: ‘Estamos retrocedendo’, diz Bruninho no Twitter sobre mudanças

Além disso, se querem tentar acelerar de um lado, podem atrasar de outro. A volta de qualquer toque na rede ser considerado infração (atualmente só o toque no bordo superior é ponto do adversário) também recebe críticas. “O bom (com a regra atual) é que o jogo não parava a todo momento. Com a volta dessa regra de ser rede o tempo todo, o jogo vai parar bem mais, com certeza”, analisa Wallace. O levantador Bruninho também postou em sua página no Twitter sobre o assunto e disse que isso é um retrocesso.

Entretanto, há quem goste da alteração nesta regra, como Camila Brait, líbero da seleção e do Molico, que também conversou com o blog. “Achei bom, pois antes só era permitido rede embaixo, e acima era ponto do adversário. Isso confundia um pouco os juízes, principalmente quando o lance era muito rápido”, explica a jogadora.

Sim, isso deve facilitar a vida dos árbitros, mas os atletas também têm razão ao dizer que a partida será interrompida mais vezes nos meios das jogadas, pelo menos até a readaptação de todos com a mudança.

A FIVB ainda aprovou o limite máximo será de 12 anos para o mandato do presidente, com uma primeira gestão de oito anos e possível reeleição por mais quatro.

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