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Arquivo de abril, 2014

terça-feira, 29 de abril de 2014 Diversos, Superliga | 12:07

Amil encerra patrocínio no vôlei e todos perdem com isso

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A Amil enviou um comunicado para a imprensa nesta terça-feira para informar que encerra o patrocínio ao time feminino de Campinas. Sim, é verdade. Pouco menos de uma semana depois de anunciar em coletiva que o projeto seguiria e que Paulo Coco seria o técnico, a empresa anuncia que deixa o vôlei. Uma notícia muito ruim e todos perdem com isso.

As jogadoras, algumas já na seleção como Tandara e Natália, terão que correr atrás de um time para a temporada. E ainda tem a nova regra do ranking, que impõe o limite de duas atletas com pontuação sete por equipe. A equipe vai buscar um novo patrocinador, quem sabe com um elenco um pouco mais enxuto, para tentar sobreviver. Porém, o vôlei vive um momento mais do que conturbado com os escândalos da CBV e ainda estamos às vésperas de uma Copa do Mundo e todos os recursos estão voltados para o futebol.

E claro, perde também o torcedor, afinal, o Vôlei Amil foi uma das principais equipes da Superliga desde a sua criação e atraia público a sua arena.

Nesse caso, alguns fatores podem ter influenciado a decisão. A Amil começou o projeto no vôlei pelo desejo de ter um time comandado por José Roberto Guimarães, amigo de um dos diretores da empresa e seu pai. Agora, o treinador deixou a equipe para se dedicar exclusivamente à seleção brasileira. A saída pode ter sido um dos fatores. Além disso, a Amil não é mais uma empresa nacional e as decisões vem de fora. Decidiram lá e aceitaram por aqui.

Entra temporada e sai temporada, é a mesma coisa. Times perdem patrocinadores e se acabam. Notícia ruim, sempre, independente dos motivos!

Veja o comunicado na íntegra: 

A direção da Amil decidiu nesta terça-feira (29) encerrar o patrocínio ao time de vôlei feminino de Campinas. A medida foi tomada em função de reposicionamento de estratégia de marketing. Em nenhum momento a empresa questionou os resultados obtidos por um projeto vitorioso e que conquistou não só a região de Campinas, sede do projeto, mas todo o Brasil.

A Amil sente-se orgulhosa de ter montado, em tão pouco tempo, uma estrutura considerada uma das melhores do país e criado uma equipe de alto nível, que chegou por dois anos consecutivos à fase semifinal da Superliga, principal competição nacional da modalidade.

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domingo, 27 de abril de 2014 Superliga | 16:15

Unilever cresce na fase final e fatura com sobra a Superliga

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A final foi diferente, mas o desfecho da Superliga feminina 2013/2014 foi com um velho conhecido no topo. Pela nona vez, o Unilever conquistou o título nacional. Depois de tantos anos encarando o time de Osasco na decisão, a equipe carioca dessa vez tinha o Sesi pela frente. Com começo arrasador e apenas uma bobeada no terceiro set, o elenco comandado por Bernardinho fez 3 sets a 1 se sagrou campeão de novo.

Alexandre Arruda/Divulgação CBV

Unilever é campeão da Superliga pela nona vez

O que fez o Unilever levar mais um título? Nesta temporada, o time sofreu críticas (eu me incluo nisso também), passou por altos e baixos e teve algumas derrotas bem inesperadas pelo caminho. A lesão de Fofão que a deixou parte do campeonato fora de jogo prejudicou. Roberta ainda é uma levantadora nova e não é nem justo compará-la a Fofão. Valeskinha também se machucou e aí deu lugar a Carol, mais uma central considerada baixa, mas que a exemplo da companheira de posição Juciely, sabe compensar com técnica e tempo de bola no bloqueio. Carol virou titular com méritos.

A equipe chegou aos playoffs sem aquele favoritismo disparado das outras temporadas, mas como já comentamos por aqui, cresceu na hora certa. Foi um novo time no momento da decisão, com jovens como Gabi e Carol assumindo a responsabilidade e a sérvia Mihajlovic virando e sendo destaque em alguns jogos desta fase final. Quando tinha que ter calma para virar um placar ou se manter à frente, o Unilever cumpriu seu papel e ganhou força a partir das quartas de final.

Saiba como foi a vitória do Unilever sobre o Sesi set a set na final da Superliga

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho fez o time crescer nos playoffs e comandou mais um título nacional

A partida deste domingo não foi diferente. Logo nos dois primeiros sets deu um passeio com saque que atrapalhou a recepção do Sesi e contou com os bloqueios de Carol  e companhia na rede. E se acontecia um rali, e foram diversos ao longo da partida, a tranquilidade para definir estava do lado carioca. Por exemplo, no primeiro set, um dos primeiros ralis vencidos pelo Sesi já foi com 18 a 10 no placar.  Os números do jogo comprovam isso, tanto que a maior diferença entre os times foi no ataque: 44 a 34 para o Rio.

O Sesi ainda tentou reagir e fez um excelente terceiro set com uma tática do técnico Talmo de Oliveira. A oposta Ivna parou demais no bloqueio rival. Por isso, ele improvisou Dayse como oposta e colocou Pri Daroit como ponteira ao lado de Suele. Deu certo e foi Dani Lins quem passou a trabalhar com passe na mão. Mas ainda na parcial, o Unilever reagiu com uma seqüência de cinco pontos ou mais e embalou de novo.

Veio o quarto set e a decisão. Apesar de um placar um pouco mais equilibrado, o time carioca seguiu na frente e quando o lado paulista parecia que ia reagir, errava ou ficava em um bloqueio. Teve um rali com uma linda defesa de Suele, por exemplo. A bola subiu, Dani Lins correu e olhou para Pri Daroit. As duas pararam e a bola caiu no meio. Não dá para fazer isso na final, ainda mais contra o Unilever. Com bola na mão, Fofão chamou Carol, que colocou a bola no chão e definiu os 3 a 1.

O Sesi avançou para a final ao eliminar o Moliço/Nestlé com ótimas atuações de Dani Lins e Fabiana. O time depende da dupla e os 10 pontos de Fabiana não foram suficientes neste domingo. Com passe ruim, a central ficou apagada em diversos momentos do jogo. Já o Unilever variou mais as jogadas, trabalhou mais tempo com uma recepção que ajudou Fofão e, principalmente, acho que teve tranquilidade para definir ralis e pontos importantes. Como disse, cresceu na competição quando precisava, ganhou força e se mostrou gigante na final. Para o Sesi valeu ter mudado a história. Mas o título ficou do lado de quem foi melhor, do começo ao fim.

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quinta-feira, 24 de abril de 2014 Seleção feminina | 12:41

Jaqueline tem lugar garantido, pelo menos na seleção

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*atualizada

Jaqueline vive um momento complicado e não esconde isso de ninguém. Assim que ficou definido que o ranking para a próxima temporada limitaria a duas jogadoras de pontuação sete por equipe, a ponteira reclamou nas redes sociais. A jogadora segue com a pontuação máxima mesmo depois de um ano sem jogar por conta da gravidez de seu primeiro filho, Arthur, e se vê sem opções de clubes de ponta. Também não se vê saindo do Brasil, já que Murilo ainda tem um ano de contrato com o Sesi. No meio disso tudo, a boa notícia veio do técnico da seleção brasileira.

Reprodução/Instagram

Jaqueline posa com Arthur ainda recém-nascido e Murilo nas redes sociais

José Roberto Guimarães repete a fórmula que deu certo nos últimos ciclos olímpicos e deixa seu time, neste caso o Vôlei Amil, para se dedicar exclusivamente à seleção brasileira. E leva Jaqueline com ele. “Eu conto com a Jaqueline, sim. Posso dizer para vocês que ela vai ser uma das jogadoras convocadas para a seleção na nossa próxima lista. Ela já fez muito pela seleção. Então, acho que chegou a hora de a seleção ajudá-la”, disse o treinador em entrevista coletiva em Campinas na quarta-feira.

Leia mais: Amil confirma saída de Zé Roberto para ser treinador exclusivo da seleção feminina

Ele cumpriu o prometido e o nome da atleta estava na primeira lista de convocadas, divulgada nesta quinta-feira. Mais uma vez, Jaque foi para as redes sociais, dessa vez para agradecer. ” Obrigado a todos de coração pelo carinho que recebo diariamente. Estou muito feliz mesmo”, postou a atacante.

Zé Roberto está certo com essa convocação? Eu acho que sim. Como ele mesmo disse, Jaque já mostrou trabalho na seleção e costuma ajudar no passe e no ataque. E sabemos que passe geralmente é um ponto fraco da equipe nacional.

Também é um bom momento para ganhar ritmo mais uma vez. Jaque ficou muito tempo parada por causa do Arthur e vai precisar de um tempo para se readaptar, como qualquer atleta que se afasta do esporte. Sendo convocada logo de cara, na primeira lista, terá tempo para isso. E estamos ainda no meio do ciclo olímpico e no começo da temporada de seleção no ano do Mundial, este é o momento para testes. Ela vai ter a chance de continuar jogando e mostrar se pode ou não seguir no time. Além disso, agora é a hora da seleção. Quem sabe até a volta da Superliga e dos torneios de clubes, Jaqueline não se encaixe em algum time.

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domingo, 13 de abril de 2014 Superliga | 15:10

Sada Cruzeiro fatura Superliga e é o grande nome do vôlei masculino

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Na final da Superliga masculina da temporada 2012/2013, o Sada Cruzeiro encarou o RJX e perdeu na casa dos rivais. Depois disso, o time mineiro não soube mais o que era ser derrotado em decisões. Venceu Mineiro, Copa do Brasil, Sul-Americano, Mundial de Clubes e, na manhã deste domingo, conquistou a Superliga 2013/2014. É, sem dúvida, o grande time do vôlei no Brasil.

divulgação

Sada Cruzeiro é campeão da Superliga 2013/2014

A partida desta manhã prometia equilíbrio, como foi a final da Copa do Brasil, por exemplo. E no começo o placar até ficou parelho, mas pelos erros dos dois lados. Wallace foi bem e colocou a bola no chão para assegurar 1 set a 0 ao Sada Cruzeiro. Na parcial seguinte, o time mineiro se manteve melhor e conseguiu abrir pela primeira vez três pontos no duelo. Destaque para Filipe, seguro no passe e decisivo no ataque. Mais um set vencido pelos cruzeirenses, dessa vez com um ace de Éder.

Veio o terceiro set para liquidar a partida. Logo no começo, Leal deu um manchetão para devolver a bola e o Sesi deixou cair num golpe de vista. A bola foi dentro e o placar marcou 4 a 1. E esse foi só um dos muitos erros do time paulista. A equipe comandada por Pacheco chegou a errar cinco saques seguidos. Não dá para ganhar jogo, ainda mais uma final, assim. Quando acertaram o serviço. era tarde demais. Depois do primeiro match point do Sada Cruzeiro, Lucarelli foi para o saque e fez três ótimos serviços. Mas no primeiro contra-ataque, bola no chão com Wallace e vitória e título para a equipe mineira.

Mais sobre o set a set da partida

Mais uma vez, o Sada Cruzeiro prova o quanto vale manter uma base e seguir com projeto. O time campeão deste ano tem quase as mesmas peças do vice do ano passado. E quem não estava por lá, chegou muito bem, como o central Éder, por exemplo. Uma equipe não chega a tantas finais e soma tantos títulos a toa. Eles formam o time do momento com méritos e que sirvam de exemplos para outros elencos da Superliga.

Do outro lado, o Sesi foi quem mais investiu, contratando, por exemplo, Lucão e Lucarelli. Entretanto, a equipe mal jogou hoje. Pareciam nervosos desde o começo e a série de erros no saque são indício disso. Apesar do ótimo elenco, sentiu a pressão e não levou perigo ao Sada Cruzeiro, que arrasou com Filipe e Wallace no ataque, além de William no levantamento e todo o elenco.

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sábado, 12 de abril de 2014 Superliga | 16:39

Unilever cresce, conta com defesas de Fabi e faz outra final

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A equipe do Unilever assegurou a sua vaga na final da Superliga 2013/2014. Depois de uma temporada de tropeços, o time de Bernardinho chegou aos playoffs sem o mesmo favoritismo de antes, mas fez jus a camisa, cresceu na hora certa (como já comentávamos no post anterior) e fechou a semifinal com 3 sets a 2 diante do Vôlei Amil e 2 a 0 na série.

Festa do Unilever na semifinal no Maracañazinho

Festa do Unilever na semifinal no Maracañazinho

Achava que esse ano a Superliga poderia ter uma final diferente depois de algumas atuações do Unilever ao longo do torneio. Também apostava o Vôlei Amil pudesse interromper a hegemonia carioca. Errei. A equipe de Bernardinho fez logo 3 a 0 na primeira partida da semifinal e mostrou tranquilidade e personalidade para acabar com a série neste sábado.

Pelo primeiro set, parecia que seria diferente. Com Natália inspirada e bom saque, o elenco de Campinas venceu sem problemas. Na segunda parcial, o cenário de inverteu e quem passou a acertar passes e jogadas foram as cariocas, que empataram o jogo. Vitória de novo da Unilever no terceiro set e empate mais uma vez com parcial para o Vôlei Amil logo em seguida. Aí, na hora da decisão, calma e precisão do lado carioca.

O tie-break chegou a ficar 14 a 10 para o Unilever depois de erros de ataque de Tandara e Kristin. Mas com um ace e dois bloqueios, as campineiras empataram em 14 a 14. Isso dá moral para qualquer um crescer e virar de vez o jogo. Mas não foi assim. O Unilever recuperou o match point e colocou a bola no chão para vencer e avançar para a final.

A diferença na dinâmica do jogo me chamou a atenção. Tirando os problemas no passe vividos dos dois lados, tanto a defesa campineira como a carioca estavam presentes. Só que do lado do Vôlei Amil, a impressão era que a bola apenas subia e era preciso passar como fosse possível para seguir a jogada. Já no Unilever, até nas defesas as bolas sobravam melhores para Fofão, fluindo mais o jogo.

E para isso, méritos de Fabizinha. Ela estava em todas as bolas e salvou muitas jogadas, entregando bem para que Fofão seguisse com a armação. A líbero foi eleita a melhor em quadra com louvor. Fofão, aos 44 anos, dispensa comentários pela calma para decidir as jogadas e leitura da partida. E outra que merece destaque é Carol. A jovem central conquistou a vaga de titular nesta temporada, comandou o bloqueio no primeiro jogo da semi e foi a maior pontuadora do time carioca neste sábado.

Sesi na frente

Enquanto isso, na outra semifinal, caiu a invencibilidade do Molico/Nestlé. O time de Osasco, que não perdia há 28 jogos, ou seja, toda a Superliga, levou 3 sets a 1 do Sesi em casa na noite de sexta-feira. E aqui os méritos vão para a dupla Dani Lins e Fabiana. A levantadora soube distribuir muito bem as jogadas e a central é aquela velha conhecida da seleção desde meados da Superliga.

E durante o jogo tive a impressão de ver o Sesi mais solto em quadra. Em alguns momentos, como no final do segundo set, se não me engano, o Molico reagiu e o time de Talmo ameaçou ficar nervoso. Mas se segurou e venceu. No geral, parecia que as jogadas do time de Osasco eram mais forçadas enquanto o jogo fluía melhor do outro lado.

E agora, o que vem pela frente? O Sesi chegou a ser 10º colocado no torneio e melhorou muito depois da Copa Brasil. Depois disso ainda foi campeão sul-americano justamente diante do Molico. Será que a final vai ser diferente graças ao Sesi? Ou o Molico/Nestlé reverte a série e repete a decisão contra o Unilever? Eu é que não vou arriscar nenhum palpite…

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quarta-feira, 9 de abril de 2014 Superliga | 11:18

Será que o Unilever chega lá mais uma vez?

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O Unilever não fez uma temporada dos sonhos. Na fase de classificação da Superliga, por exemplo, somou seis derrotas, incluindo tropeço para o Rio do Sul, e ainda passou sufoco em outros jogos. A dificuldade continuou no primeiro confronto das quartas de final, quando venceram o Pinheiros apenas no tie-break. Na segunda partida, vitória por 3 a 0 e vaga na semifinal assegurada. E na noite de terça-feira, na abertura da série que leva para a decisão, mais um 3 a 0, agora para cima do Vôlei Amil. O time se encaixou de vez?

Mais sobre o jogo: Unilever larga na frente do Vôlei Amil nas semifinais da Superliga feminina

Mihajlovic - Divulgação

Mihajlovic foi a maior pontuadora do Unilever no primeiro jogo da semifinal da Superliga

No jogo em Campinas, o Unilever mostrou volume de jogo e paciência para buscar o placar quando era necessário. E nesses momentos o bloqueio apareceu e travou as opções de Claudinha, levantadora do outro lado da quadra. Teve uma hora que era bola para Tandara que ficava no bloqueio. Depois bola para Natália e mais um bloqueio. E ainda jogada com Carol Gattaz e o quê? Outro bloqueio. O destaque no fundamento foi Carol, que marcou metade dos pontos do time carioca na rede (foram 12 bloqueios certeiros no total).

Para colaborar, a sérvia Mihajlovic comandou o Unilever com 19 dos 42 pontos de ataque da equipe no jogo (ela ainda marcou um ponto de bloqueio e um ace). Ela pouco se importou com o bloqueio do Vôlei Amil…

Ainda foi a primeira partida da série semifinal e o time de Campinas tem elenco para se recuperar lá no Rio de Janeiro. Não pode é ficar no “feijão com arroz” como criticou José Roberto em um dos tempos técnicos já no terceiro set. Do outro lado, o Unilever cresce no momento certo da competição e lembra que mais uma final entre Rio e Osasco ainda pode, sim, acontecer.

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segunda-feira, 7 de abril de 2014 Superliga | 13:24

Rodada do Sesi na reta final da Superliga

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O Sesi foi o nome da rodada da Superliga. No feminino, o time de São Paulo venceu o Banana Boat/Praia Clube em casa por 3 sets a 2 e fechou a série de quartas de final. No masculino, a equipe de Murilo, Sidão e companhia, passou pelo Brasil Kirin também por 3 a sets a 2 e avançou para a decisão da competição.

Leia mais: Sesi derrota o Praia Clube e enfrenta o Molico/Nestlé na semifinal da Superliga

Nos dois casos, os resultados levaram a reencontros. Entre as mulheres, o Sesi vai encarar o Molico/Nestlé na semifinal. Até agora, os times duelaram na final da Copa do Brasil, com vitória para o lado de Osasco, e na briga pelo ouro no Sul-Americano, quando as paulistanas comandadas por Talmo de Oliveira levaram a melhor. Apesar desse “empate”, a vantagem segue para o Molico e sua impressionante série invicta. O time não perdeu nesta Superliga e esse é um fato que deve ser levado em conta.

Leia também: Sesi-SP aguenta a pressão, bate o Vôlei Brasil Kirin e vai à final da Superliga

Já no masculino, o Sesi fará a final do torneio nacional contra o Sada Cruzeiro. Os dois foram 1º e 2º na fase de classificação e se enfrentaram pelo título em 2010/2011, com vitória dos paulistas. Agora, o duelo promete equilíbrio mais uma vez. O Sada se destaca pelo volume de jogo. E o Sesi chama atenção no bloqueio. Foi assim diante do Brasil Kirin na semifinal. A partida acabou com 14 pontos em bloqueio para o Sesi contra 13 da equipe de Campinas, uma bela média. Sidão mostrou uma ótima leitura de jogo e ainda faz rede ao lado de Renan, de 2,17m. A dupla parece entrosada.

Os jogos continuam nesta semana. Na outra semifinal da Superliga feminina, Vôlei Amil encara o Unilever. E a decisão do masculino será no próximo domingo no Mineirinho, em Belo Horizonte. Quem será que leva a melhor nesses reencontros?

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