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Arquivo de fevereiro, 2014

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014 Diversos, Superliga | 10:19

Vitórias de opostos no vôlei brasileiro

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Sada Cruzeiro conquistou o bicampeonato no Sul-Americano no final de semana. Pela Superliga, o RJ Vôlei se superou e venceu o Sesi na casa do rival. O que esses jogos têm em comum? A situação das duas equipes vencedoras mostra lados opostos de uma mesma moeda: o patrocínio no vôlei brasileiro.

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Sada Cruzeiro é campeão sul-americano

Sada Cruzeiro é campeão sul-americano

O time mineiro segue com números de dar inveja. Além de liderar a Superliga, o ouro continental foi o 11º título deles nos últimos quatro anos, depois de chegado a 14 finais. E nesse tempo, eles batem na mesma tecla, de que é preciso manter a base e seguir com o investimento. Os resultados estão aí para provar que essa é uma fórmula de sucesso. O time é quase o mesmo das temporadas anteriores com William, Wallace, Serginho e companhia e o patrocinador segue firme e forte, dando esperança que o clube seguirá no mercado.

Na outra ponta está o RJ Vôlei. O time é o atual campeão brasileiro depois de ver vencido justamente o Sada Cruzeiro na final da Superliga 2012/2013. Depois de ter perdido nomes importantes, como Lucão, um dos destaques daquela final e da temporada passada, montou um novo time de ponta com Leandro Vissotto, Thiago Alves e outros nomes e começou bem o torneio nacional. Até que acabou o patrocínio da OGX, jogadores ficaram sem salários e seis atletas deixaram o elenco. Quem ficou tenta sobreviver na Superliga e, graças aos pontos lá do começo da temporada, vai levar o time aos playoffs.

Mesmo com apenas nove jogadores e tendo que contar com ponteiro Rodriguinho, de 17 anos, para decidir, a equipe carioca encarou o Sesi, apontado ao lado do Sada como favorito ao título, e arrancou um 3 sets a 2 no placar. Vitória para dar um respiro.

É muito ruim ver em um mesmo torneio situações tão dispares. Enquanto tem gente que se investindo, mantendo times de ponta como Sada Cruzeiro, Minas, Sesi e outros exemplos, ainda tem aqueles que vivem aos trancos e barrancos para ao menos acabar a temporada porque perdeu um patrocinador no meio do caminho.

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014 Diversos, Superliga | 10:42

Sesi é campeão sul-americano. Agora o time embala de vez?

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O Sesi venceu o Molico/Nestlé na noite de domingo e faturou o título do Sul-Americano de vôlei feminino e a vaga para o Mundial de Clubes. Foi o primeiro título de expressão do time, criado em 2011. Será que agora a equipe de Talmo de Oliveira embala de vez?

Desde que começou, o Sesi conta com bom elenco, mas não tinha conseguido engrenar. Fez contratações de peso como Dani Lins e Fabiana e nesta temporada ainda levou Pri Daroit, que foi bem na Superliga passada no Vôlei Amil e teve vaga na seleção brasileira. Mesmo assim, na hora da decisão, o time não virava, digamos assim. Parece que em 2014 o cenário mudou.

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Se em dezembro a equipe paulistana somou três derrotas, não perdeu nenhum jogo da Superliga desde janeiro. Também chegou à final da Copa do Brasil e perdeu por 3 a 1 para o Molico/Nestlé. Deu o troco com os 3 a 0 deste domingo.

Divulgação

Sesi leva o ouro no Sul-Americano

E na final do torneio, destaque para Fabiana. Ela comandou o time,  foi eleita MVP do Sul-Americano e disse estar feliz porque se cobra muito e sabia há tempos não era a jogadora que estamos acostumados. Sim, desde que foi para o Sesi, a central não era aquela velha conhecida da seleção e muitas vezes passava apagada no ataque, mesmo atuando com Dani Lins, por exemplo. O time agradece se ela mantiver a regularidade a partir de agora.

Ainda sobre a decisão, o saque do Sesi ajudou e o Molico não conseguiu encaixar o bloqueio, como reconheceu Luizomar de Moura depois do jogo. Destaque também para Ivna, que além do serviço, virou bolas importantes no terceiro set, vencido com mais facilidade pelo Sesi (placar foi 25/21, 25/21 e 25/16).

Molico e Sesi dominam prêmio individuais no Sul-Americano. Veja relação

O Sesi, que até agora só tinha uma Copa São Paulo no currículo, é campeão continental e vai ao Mundial de Clubes, que será disputado de 6 a 11 de maio na Suíça. Até lá, é manter o embalo na Superliga.

Falando no torneio nacional, o Molico segue na liderança e continua o único invicto, apesar de ter perdido um set nos últimos jogos, contra São Caetano, Rio do Sul e Minas. Ainda assim, é a equipe a ser batida e não deve ser ignorada por um dia ruim no Sul-Americano.

E agora, o que virá por aí? Fico na torcida para que cada vez mais times embalem e animem a disputa da Superliga!

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