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segunda-feira, 2 de setembro de 2013 Seleção feminina | 07:45

De volta ao topo no Grand Prix

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O Brasil faturou o Grand Prix neste final de semana! Depois de bater na trave e parar nos Estados Unidos nas finais nos últimos três anos, a seleção feminina teve apresentações de gala, venceu todos os jogos por 3 a 0 na etapa decisiva e voltou a levantar a taça de campeã! E pela nona vez!

Divulgação

Brasil é eneacampeão do Grand Prix de vôlei

O ouro veio com a vitória para cima da China. Faturar dois sets já era garantia de título, mas a seleção não perdeu o foco e marcou mais um 3 a 0. Sinais de uma equipe que se renova, mas que já mostra maturidade em quadra.

José Roberto Guimarães começou, nesta temporada, a mexer na seleção. Depois do segundo ouro olímpico era a hora de ver quem seguiria no time e quem poderia ter chance para 2016. Por exemplo, as gêmeas Monique e Michelle, a central Juciely e a ponteira Gabi foram convocadas pelo técnico. Ele também manteve experientes como Thaísa, Sheilla, Fabiana ou Dani Lins. E até agora, a mistura deu certo.

Quem chegou, mostrou potencial. Mesmo um pouco mais baixa, Juciely teve jogos importantes no bloqueio ao longo da temporada. Monique se viu como oposta titular e Gabi, de 19 anos, foi uma opção e tanto para o ataque na fase final do Grand Prix. E com a volta das veteranas, a seleção ficou mais equilibrada.

Concordo com o trabalho da temporada, ainda depois de ter vencido tudo o que disputou até aqui. Foi válido ter dado uma folga a quem vinha de Olimpíadas e outros torneios como Sheilla, Thaísa e companhia. Com isso quem estava chegando pode ser testada e perder o medo e a ansiedade da estreia. Na hora da verdade, no Grand Prix, elas já tinham um pouco de bagagem. E quem voltava ao time, mesmo dizendo estar um pouco fora de ritmo, entrou bem. Ali, na final contra a China, brilhou Sheilla, maior pontuadora. E Thaísa foi eleita a melhor do torneio pela atuação nas finais.

E o Brasil mostrou que estudar vale demais. Esse foi um dos segredos para cinco jogos com 3 a 0 no placar na etapa decisiva do Grand Prix. E quando digo que a equipe ficou mais equilibrada com a mescla de jogadoras, isso pode ser visto também nos placares. Mesmo quando estava atrás, o Brasil conseguiu virar. E para isso, era Sheilla virando bola de um lado e Gabi do outro, por exemplo. Nada de abaixar a cabeça e deixar o rival crescer ou aquela fama de amarelar da seleção.  A renovada e experiente seleção começou bem!

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3 comentários | Comentar

  1. 23 Ademar 03/09/2013 21:49

    Penso que na atualidade com a crise do vôlei em Cuba as maiores seleções adversárias do Brasil serão a Rússia e a China. Ambas têm tradição no volei e já foram campeãs olímpicas. A Rússia há mais tempo não ganha uma olimpíada e deve crescer muito….O Brasil terá que se superar em suas deficiências, precisa surgir jogadoras altas e habilidosas, com altura e pouca habilidade não resolve…Vamos ver como será o mundial no ano que vem…

  2. 22 Ademar 02/09/2013 22:10

    Todo título tem seu valor. No entanto, as principais seleçoes jogaram o grand prix sem as suas titulares. É bom começar bem entretanto é preciso ter mente que as demais seleções devem crescer e muito. Não sei o porquê a melhor jogadora da China não jogou a final, talvez esttivesse lesionada, é claro que uma jogadora sozinha não vence o jogo e se ela estivesse talvez o jogo fosse mais equilibrado. Lembro que li numa época que jogadoras russas disseram que as jogadoras brasileiras só são boas de Grand Prix e no último mundial a seleção brasileira perdeu exatamente para a Rússia, agora com o bicampeonato olímpico, elas tterão mais respeito… é preciso surgir novas jogadoras na seleção brasileiras que sejam ágeis e altas, a Gabi é uma revelação, acho que precisa de mais jpgadoras jovens e altas para substituirem Fabiana e Thaisa, a primeira parece que já não tem o mesmo potencial de outrora, será que chega até 2016 em plena forma física e técnica?

    • aline 04/09/2013 17:01

      Sai fora seca-pimenteira de uma figa.
      Engracado, todos os tecnicos se cagando de medo de enfrentar o Brasil, fato INEDITO no volei mundial. O Brasil ganha surrando geral de 3×0, revela para o mundo uma juvenil fenomeno. Joga a fase de classificacao com uma selecao renovada e a fase final com as olimpicas sem cair a qualidade do time. E melhor ganha TODOS os torneios disputados em 2013: Montreaux, Alassio e GP. E me aparece um seca-pimenteira, asa negra, frustrado e de mal com vida…
      Eh o momento de festejar e nao de agourar…
      O Brasil foi valente e determinado, Mencareli, Terzic e Lang Ping, medrosos e covardes…
      Dessa forma o Brasil jah eh Bi-olimpico e caminha a passos largos para o TRI, e as demais equipes sao que na fila do pao???
      Me poupem de suas derrotas pessoais pessimistas de plantao!!!

    • Aretha Martins 03/09/2013 7:35

      Oi, Ademar

      Acho que para 2016 essas jogadoras ainda seguem, mas concordo que renovar é preciso. Zé Roberto reuniu boas novas jogadoras, mas tem o problema da altura, que pode pesar em algum momento…

      Abraços e continue comentando por aqui

      Aretha

  3. 21 Douglas Pereira 02/09/2013 17:37

    – Valeu Zé Roberto, como é bom fechar a boca dos incrédulos. hahaha…

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