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Arquivo de março, 2013

domingo, 31 de março de 2013 Superliga | 11:04

Final mineira na Superliga ou o RJX ainda tem chances?

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O sábado foi dos mineiros na Superliga. Depois de o Sada Cruzeiro liquidar a série semifinal diante do Sesi com mais um 3 sets a 0 e se garantir na decisão, o Vivo/Minas repetiu o placar para cima do RJX e empatou outra semifinal. E agora, o time de Belo Horizonte mantém o embalo e faz uma final mineira na Superliga? Ou a equipe carioca se recupera em casa?

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Se olharmos para a fase de classificação do torneio nacional, a resposta seria a vaga para o RJX, que avançou aos playoffs em primeiro lugar. Mas se o parâmetro for a semifinal, o favorito vira do Vivo/Minas. No primeiro jogo, eles fizeram um duelo e tanto contra os cariocas e mostraram a sua força, principalmente usando bem o ataque aberto nas pontas. Na noite de sábado, dominaram os rivais e ganharam moral.

Leia mais sobre os 3 a 0 do Vivo/Minas diante do RJX

O RJX pecou pelos erros em todos os fundamentos e deu 30 pontos de graça aos mineiros. O primeiro set acabou em um erro de saque de THiago Alves e o segundo, em um erro de ataque de Da Silva, por exemplo. Já a terceira parcial foi do Vivo/Minas do começo ao fim, para liquidar logo a partida e forçar o terceiro jogo da série, marcado para a próxima sexta, no Maracanãzinho, às 21h30.

E se na semifinal da manhã foi Serginho que teve que ficar em quadra com dores, no jogo da noite o levantador Marcelinho, do Vivo/Minas, jogou e sofreu com o joelho. Ele teve um derrame no local, disse ter passado a semana toda em tratamento e longe da bola para poder jogar essa semi. Ele jogou e cumpriu bem o seu papel! Mas o destaque ficou para Lucarelli, ponteiro que já recebeu elogios por aqui e foi o maior pontuador, com 15 acertos, e eleito o melhor em quadra. Grande fase do ponteiro!

Agora e esperar pelo próximo jogo. RJX se anima em casa e volta a mostrar o que fez na primeira fase? Ou o Vivo/Minas segue o embalo e volta a disputar uma final de Superliga depois de quatro temporadas?

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sábado, 30 de março de 2013 Superliga | 12:50

Semi tem atuação completa do Sada e superação de Serginho

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A Superliga masculina tem o seu primeiro finalista na edição 2012/2013. O atual campeão Sada Cruzeiro venceu o Sesi na manhã deste sábado por mais um 3 sets a 0 (25/22, 25/23 e 36/34), fechou a sua série semifinal e assegurou lugar na decisão. Na partida, superação de Serginho de um lado e um time completo do outro.

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Logo no primeiro set, o líbero, personagem do “O nome da Superliga” da semana, também apareceu como personagem do jogo. Ele tentou uma defesa e sentiu dores na coluna. E Serginho já teve problemas no local, passou por cirurgia e sempre lembra que joga com quatro pinos. Neste sábado, ele ficou em quadra, mas nitidamente não era o mesmo.

Depois do incidente, não abaixou mais para passar ou recepcionar e ajudou com alguns levantamentos e outras defesas que  bola estouraram nele e subiram.  Sorte era se o saque chegava sem tanta força para uma recepção de toque. Ele se segurou e ficou o tempo todo em quadra, fazendo o que dava para fazer. Não entendi porque outro jogador não foi improvisado e Giovane não fez uma substituição. Mesmo arriscar com os centrais o tempo todo, até no passe…

Falando em central, mais tarde, Sidão, que fez trabalho de recuperação para atuar nesta semifinal, saiu mancando de um saque e não voltou mais. Problemas no Sesi.

Vipcomm

Sada Cruzeiro é o primeiro finalista da Superliga

Já o Sada Cruzeiro começou com a mesma fórmula que deu certo no primeiro jogo: saque. De cara abriu 6 a 2, o Sesi buscou e abriu mais uma vez em meados da primeira parcial com o saque. E no final, na hora de decidir, apareceu o bloqueio, que estava zerado o set inteiro. Foram três pontos no fundamento que decidiram a vitória dos mineiros naquele momento.

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O jogo seguiu e o Sesi, mesmo com a lesão de Serginho, tentou reagir. Dessa vez o time de São Paulo também conseguiu sacar  e teve Lorena virando desde o começo, o que faltou na primeira partida da semifinal. Entretanto, os erros dos donos da casa pesaram. O placar em pontos de graça acabou em 11 a 5! Muita coisa para um set só. Enquanto isso, o Sada Cruzeiro seguiu com seu jogo e mostrando um conjunto completo, que não apenas saca, mas que defende muito bem, sob o comando de Serginho e isso ficou claro nessa parcial e vem sendo mostrado na Superliga.

E veio o terceiro set e o tudo ou nada para o Sesi, que mesmo com os problemas, se manteve grande parte do tempo na frente e dava pinta de que iria fechar. Ali o nome era Mão. O ponteiro, que geralmente entra para “crescer a rede”, ficou no lugar de Cleber e virou bolas fundamentais. Já o Sada bobeou. Perdi a conta de quantos foram os saques errados dos mineiros, um atrás do outro. Se sabe soltar o braço, para que aliviar e fazer feio? Enfim, a partida seguiu e ganhou ares dramáticos. Mão era a saída para o Sesi e o Sada queria acabar logo com tudo aquilo. E Mão, depois de salvar alguns match points, fazer ace e colocar a bola no chão no ataque, errou e deu o 36 a 34 para os mineiros.

Para mim, venceu o favorito na série, apesar de os confrontos diretos entre os dois terem sido vencidos pelo Sesi na fase de classificação. O Sada Cruzeiro vem bem, com saque, defesa, levantamento e definição. Por isso mais um 3 a 0 e a terceira final seguida da Superliga. O time, como disse, se mostrou completo. Teve saque, apesar dos erros no final. Para ajudar, a defesa se fez presente e proporcionou boas chances de contra-ataque, bem aproveitadas na rede. E tem William. Já o Sesi começou o torneio nacional com lesões, lutou e se recuperou, mas acabou vítima das lesões mais uma vez. Vai para a final e o favorito e que vai brigar pelo bi.

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sexta-feira, 29 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 11:54

O nome da Superliga: Serginho

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As semifinais da Superliga masculina seguem neste sábado e para já entrar no clima, o personagem da semana da série “O nome da Superliga” é o líbero Serginho, do Sesi. E é bom ele se preparar porque a partida contra o Sada Cruzeiro que pode decidir a vaga na final promete ser recheada de saques forçados.

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Alexandre Arruda/CBV

Serginho, líbero do Sesi

Serginho dispensa muitos comentários depois de tudo o que já fez na seleção brasileira e nos clubes. Nesta temporada, ele segue comandando o fundo do Sesi e é dono da melhor defesa da Superliga, com 27,49%. E no geral, o time paulista também se dá bem no fundamento e lidera as estatísticas, com 22,25% de eficiência até aqui.

O jogador é um dos veteranos do torneio, mas sempre que converso com ele, me contagia com um entusiasmo… Fala como um garoto que se encantou pela bola. Lembro só de uma vez que até me assustei ao falar com ele, no começo dessa Superliga. Logo nos primeiros jogos, o Sesi tropeçou e teve uma sequência de derrotas. Em uma dessas partidas conversei com o Serginho e ali ele estava abatido. Mas, o campeonato seguiu, o time pode contar com todos os jogadores depois de algumas lesões naquele começo e melhorou.

Em quadra, o líbero seguiu o que era. Um cara esquentado, que cobra demais, mas também incentiva e puxa o time. Acho que, se for possível controlar um pouco os ânimos para não virar uma briga de fato, vale a pena ter um Serginho na equipe, pela energia e, claro, pela qualidade.

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Agora, o Sesi terá o Sada Cruzeiro pela frente na semifinal da Superliga neste sábado, às 10h (horário de Brasília). A vantagem na série é do time mineiro, que venceu a primeira partida por 3 a 0 com uma atuação e tanto no saque. De novo, eles devem repetir a tática e lá vai Serginho tentando equilibrar a defesa paulista. Será que agora ele leva a melhor? Quem vence? Saque do Sada, o melhor da competição liderado por Leal, ou a defesa do Sesi, a melhor da competição liderada por Serginho? Veremos… E no sábado ainda tem Vivo/Minas x RJX e lá quem venceu a primeira foram os cariocas, no sufoco em um belo jogo.

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terça-feira, 26 de março de 2013 Superliga | 08:33

Fim de um patrocínio… Até quando investidores vão sair?

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E a semana do vôlei começa com uma boa notícia e outra bem ruim. A boa é que a CBV vai usar tecnologia para auxiliar a arbitragem nas finais da Superliga. Depois de um torneio com tantas reclamações, muitas delas públicas, faltava tomar alguma providência e já vamos falar disso. A parte ruim dessa semana é o fim do patrocínio da Medley à equipe de Campinas no vôlei masculino.

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A empresa divulgou um comunicado na segunda-feira, dizendo que contribuiu para o resgate da paixão ao esporte, agradeceu o empenho, mas encerrou a parceira. Vale lembrar que na temporada já vimos o fim do Vôlei Futuro, do time de Pindamonhangaba, o risco das equipes do São Bernardo que também ainda buscam patrocínio. Nem sei muito o que dizer nessas horas, viu. A emoção fala mais alto e dói ver isso. Ainda mais com a equipe de Campinas, que foi bem montada para a temporada mesmo sem ter tantos recursos, fez uma boa Superliga e caiu para um time que está brigando forte para chegar à final, o Vivo/Minas.

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Lembro que na apresentação da Superliga conversei com André Heller e ele disse que, depois de alguns anos de projeto, o time queria mais e a meta era avançar nos playoffs. Ok, mais uma vez caiu nas quartas, mas o trabalho não pode ser ignorado. E como disse, perdeu para um rival que está em grande momento e que tem chances de ser o finalista da competição.

Leia mais: Medley não renovará com o Campinas para a temporada 2013/2014

Como esperar um grande investimento ou a formação de grandes clubes e atletas com tantas incertezas, se a cada ano diversos patrocinadores desistem dos projetos? É preciso ter calma para ver o resultado e entender que só um vai ser campeão. Se fosse só pelo resultado, só quem ficasse com o título ou chegasse à final poderia seguir na outra temporada. Sei que os times enfrentam problemas, que falta falar os nomes dos patrocinadores na TV e tudo mais. Mas falta um pouco de paciência deles também. Falta um modelo de negócio sustentável a longo prazo, talvez. Só não é bom, seja para público, jogadores e envolvidos no esporte, ver times sem patrocínio a cada reta final de temporada.

É como acabou de dizer o central Gustavo no Twitter. Isso não é revolta, é preocupação. Sim, como ele postou os patrocinadores têm direitos de sair, mas é fundamental deixar a Superliga mais atrativa para quem estiver chegando. Gustavo está certo e sabe o que diz! Nalbert também deu sua opinião e tem razão. “Precisamos fazer com que os times tenham patrocínio e não que patrocínios formem times!”, falou o ex-capitão da seleção. E não é isso mesmo? As empresas formam times e quando sai o patrocinador master, adeus elenco.

E os atletas, clubes e quem gosta de vôlei começaram uma campanha no Twitter, a #UnidosPorUmaSuperligaMelhor. O blog já aderiu…

Mudando de assunto, de volta a ideia da tecnologia em quadra… Já passou da hora de adotar a tecnologia no vôlei. Esse é um assunto muitas vezes discutidos aqui, nas redes sociais. Mas se temos como ajudar a arbitragem a ser justa nas decisões, por que não fazer uso disso? Um jogo não pode ser decidido porque o juiz achou que determinada bola caiu dentro ou fora. E o juiz também pode errar, ainda mais com a velocidade da bola que vimos hoje. Só que vi alguns erros exagerados nesta Superliga, como exemplo, um toque na rede no jogo Sada Cruzeiro x Sesi que comentamos no post anterior.

A tecnologia será usada para verificar se a bola caiu dentro ou fora, se houve invasão na quadra adversária ou de ataque, se houve toque do bloqueio na rede ou se ocorreu toque da bola ou do atleta na antena. Os times poderão pedir desafios para rever as jogadas, como foi no Mundial. Vamos ver como isso vai acontecer na prática por aqui, se não vai atrasar o jogo… Mas ainda acho uma evolução até já tardia.

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sábado, 23 de março de 2013 Superliga | 23:41

Sada Cruzeiro saca muito, abre no placar e vence Sesi na semi

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Para fechar o primeiro dia de semifinais da Superliga masculina, o Sada/Cruzeiro recebeu o Sesi e venceu por 3 sets a 0 (25/20, 25/14 e 25/22) na noite deste sábado. O jogo foi mais simples para os mineiros do que eu esperava, mas eles conseguiram essa diferença no placar usando e abusando do saque forçado.

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O trio Rogério, Wallace e principalmente o cubano Leal fizeram estrago na recepção do Sesi. O segundo set foi exatamente assim. Saque forçado e bem executado e ponto, ou direto ou no contra-ataque. Só na parcial foram quatro dos seis aces do jogo do lado mineiro. Os paulistas marcaram um ponto direto no serviço. Entretanto, no começo do terceiro, a equipe da casa voltou para quadra um pouco desconcentrada e errou mais. A partida ficou equilibrada e o bloqueio, que não tinha aparecido ainda na parcial, cresceu e fez o Sada abrir no finalzinho. No contra-ataque com Leal, bola cravada e fim de jogo.

O saque pode ter sido o fundamento que mais se destacou, mas outros aspectos merecem ser comentados. Muito já se reclamou da arbitragem nesta Superliga e no segundo set Leal tocou muito na rede enquanto Sandro, do Sesi, tentava um levantamento. Ok, o Sada já dominava e aquilo não iria interferir no resultado, mas foi um erro e tanto a arbitragem não ter marcado.

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Esperava mais do Sesi, principalmente depois do belo jogo que fechou as quartas de final. Cleber seguiu atacando bem, mas Lorena, o termômetro do time, demorou a entrar de fato na partida. No terceiro set, quando o oposto estava melhor, o time também reagiu e equilibrou do começo ao fim. Mas, se quiser ainda seguir na Superliga, tem que fazer jus as estatísticas e melhorar na recepção, porque o Sada vai seguir com saque forçado, sem dúvida alguma.

Do lado vencedor, William foi eleito o melhor em quadra. E concordo com a escolha. Para destacar, duas jogadas. No segundo set, mesmo com passe quebrado, uma chutada pelo meio com Douglas alta, na medida para o central matar o ponto. Depois, na terceira parcial, jogada de novo com Douglas pelo meio e o Sesi defende. A bola volta de graça e William fica com passe na mão. O que se espera de um levantador com passe na mão? Uma bola rápida no meio. Foi o que o bloquei do Sesi pensou, queimando com o central. Mas William chamou Filipe, que atacou sozinho e sem marcação pelo fundo.

Outro que foi destaque e vem fazendo uma bela Superliga é o cubano Leal. Quem acompanhou o Mundial de 2010 lembra dele e o trabalho que deu aos adversários naquele time que foi vice, perdendo para o Brasil na decisão. Leal deixou o país, cumpriu a pena de dois anos sem jogar e acabou como uma contratação e tanto para o Sada/Cruzeiro. E ele chama a atenção no fundo de quadra. Que Leal seria diferença no ataque, já era mais do que esperado, afinal, trata-se de um atacante cubano. Mas e o passe? Nesta noite ele foi alvo do saque do Sesi e entregou na mão ou quase isso para William. Um jogador completo em boa fase.

Bom, mas estamos ainda na primeira rodada da semifinal. De um lado, o Vivo/Minas perdeu para o RJX, mas fez uma excelente partida e ainda está tudo aberto. Aqui, o Sada/Cruzeiro pode ter marcado um 3 a 0, mas o Sesi chegou até esta fase na competição e tem elenco para jogar de igual para igual. Porém a situação pode complicar se o saque mineiro continuar assim e os paulistas não se acertarem nessa semana. E você, o que espera dessas semifinais? Comente! A próxima rodada será sábado que vem!

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Superliga | 13:18

RJX vence Minas em jogão de saques forçados e opostos

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A semifinal da Superliga masculina começou na manhã deste sábado com um jogo e tanto! Em casa, o RJX venceu o Vivo/Minas por 3 sets a 2 (25/23, 21/25, 19/25, 25/22 e 15/13) e saiu na frente da série. E foi uma partida com viradas, saques forçados e um duelo de oposto no final.

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Divulgação/CBV

Lucão virou o jogo no primeiro set

Nas duas partidas entre RJX e Vivo/Minas na fase de classificação, os cariocas venceram sem muitos problemas. Mas o time de Belo Horizonte cresceu muito na fase decisiva e mostrou isso em quadra no Maracanãzinho. No primeiro set, a equipe mineira teve a chance de fechar e levou a virada no primeiro dos itens que chamou a atenção na partida: o saque. Lucão foi para o serviço, acertou umas três bombas seguidas e virou o placar. Ali era Lucão 1 x o Vivo/Minas.

Na segunda parcial, a defesa mineira ajudou. Toda bola largada pelo RJX, caia. Mas estamos em uma semifinal e não é hora de entregar assim, na bobeira. E então veio o outro item que chamou a atenção: o oposto. O theco Filip seguiu ao pé da letra o que sua função pede e foi o homem de segurança. No total, colocou 26 bolas no chão! Além disso, Marcelinho, que faz uma ótima Superliga, contava com os ponteiros Rodrigo Quiroga e Lucarelli virando também. Os visitantes melhoraram e fecharam o placar.

E o Vivo/Minas manteve o ritmo e teve o melhor momento do jogo no terceiro set. A situação era assim: para atacar, bola nas pontas, com Filip ou com os opostos. E no meio, bloqueios de Henrique e Maurício. Foi uma parcial de se tirar o chapéu para a equipe mineira. Ah, eles também usaram a arma do RJX e forçaram bem os saque com Filip e Henrique. No final, acabaram o jogo até com mais pontos no fundamento: 9 a 4 no total. Com isso, venceram e viraram o jogo.

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Aí veio o quarto set e a vez do RJX voltar. O time estava sofrendo com a falta de referência. Bruninho joga muito bem com Lucão depois de tantos anos de parceria. Mas não dá para depender só do meio. Precisava de alguém para fazer o que o Pilip fazia do outro lado. Da Silva ficou com o lugar de Théo e, aos poucos virou esse cara. Ao longo da parcial o jogo seguiu equilibrado, mas os cariocas lideraram com ataques mais abertos. O Minas deu o troco com dois bloqueios, um na entrada e outro na saída. Mas, como Bruninho conseguiu variar mais o ataque, se livrou da marcação e pode voltar a tentar soltar pelo meio. E com Riad nessa posição, o jogo foi para o tie-break.

No set decisivo, o terceiro item que chamou a atenção. Já tinha falado do oposto, mas aqui foi uma verdadeira briga dos jogadores na posição. Marcelinho com Filip de um lado e Bruninho com Da Silva do outro. O RJX ficou boa parte na frente e o Vivo/Minas buscou o empate justamente no erro de Da Silva em 10 a 10. Depois, num erro de saque de Pilip, ponto para os cariocas, que fecharam a partida. Ou seja, o o tie-break começou e terminou nas mãos dos opostos.

Foi um jogo que valeu a pena assistir. Os saques deram o tom da partida, só achei um pouco frustrante depois de tantas defesas e jogadas bem executadas, acabar justamente em um saque na rede, mas acontece… Que lance foi aquela bola recuperada pelo Vivo/Minas no terceiro set, se não me engano, lá do outro lado da quadra. E uma bola de Lucão que, mesmo sem dar a passada, conseguiu cravar. E Lucarelli, personagem da vez no “O nome da Superliga”, colocando passe na mão de Marcelinho e virando no ataque. Enfim, dava para falar um tempão dos dois lados… Ótimo começo de semifinais!

E vocês, o que acharam? Dá para apostar em quem fica com a vaga na final? É só comentar!

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sexta-feira, 22 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:24

O nome da Superliga: Lucarelli

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Divulgação/CBV

Lucarelli, ponteiro do Vivo/Minas

*atualizado sábado, 23/03, às 13h44

Aproveitando que as semifinais da Superliga masculina começam neste sábado, o personagem da vez da série “O nome da Superliga” é o ponteiro do Vivo/Minas Ricardo Lucarelli. Ele é um dos caras da nova geração, tem 21 anos e tem deixado a sua marca nesta competição.

Escrevi esse post na noite de sexta-feira e até então ele era o maior pontuador da Superliga, com 412 bolas no chão. Lucarelli também aparecia como o melhor atacante, com 38,86% de eficiência, e ainda é o sétimo no saque.

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Na manhã deste sábado, ele perdeu a primeira partida da semifinal para o RJX (leia mais no post deste sábado), mas também mostrou o seu recado. Em diversos momentos já vi o jogador ser alvo no saque e não corresponder. Agora, ele está mais maduro no fundamento neste sábado entregou várias bolas na mão de Marcelinho. O Vivo/Minas perdeu, mas foi um jogaço e Lucarelli foi bem quando foi acionado em todos os fundamentos.

O ponteiro já teve algumas oportunidades na seleção brasileira, mas ainda precisa render no time verde e amarelo o que está rendendo no torneio nacional. A seu favor, a juventude. Ele tem um longo caminho e muita chance de se firmar no elenco de Bernardinho. É um atacante que tem se mostrado decisivo no Minas e pode levar isso à seleção.

E ele faz parte de uma filosofia interessante do Vivo/Minas. A equipe tem experientes e que estão fazendo a diferença, como o levantador Marcelinho, em ótima fase. E jovens, como Lucarelli, que estão encarando bem a responsabilidade.

Agora, é acompanhar o desempenho deles na semifinal. A equipe de Belo Horizonte levou 3 sets a 2 do RJX neste sábado e volta para quadra em casa, na semana que vem, para tentar empatar a série. Mais tarde, às 21h30, será a vez de Sada Cruzeiro receber o Sesi no começo da outra semifinal. E então, quem vai para a final? Lucarelli tem chance de disputar o título da Superliga? Comente e também deixe a sua sugestão para o próximo “O nome da Superliga”!

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quinta-feira, 21 de março de 2013 Superliga | 14:12

Faz bem ou mal ficar um tempo sem jogar na reta final?

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*atualizado às 18h04

Essa semana é de treinos para os times que estão na decisão da Superliga. No masculino, RJX e Vivo/Minas, que se classificaram para a semifinal em dois jogos, esperam até sábado de manhã para começar a série que vale o lugar na decisão. Sada/Cruzeiro x Sesi iniciam as semis na noite de sábado também depois de alguns dias sem jogos. No final, é bom ou ruim demorar tanto para entrar em quadra entre uma partida e outra? Veja opinião de alguns envolvidos nas decisões no vídeo abaixo:

Thiago Alves, do RJX, ainda comentou ao Mundo do Vôlei outro aspecto. Durante a Superliga, os times jogam duas vezes por semana e quase não têm descanso. Agora sobra um tempo para ajustar a equipe, pensar no adversário e entrar em quadra. Mas tem gente que reclama disso…

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Thaísa, central do Sollys/Nestlé, se prepara para mais uma final diante da Unilever. E no feminino, o tempo de espera ainda é maior. Tanto paulistas quanto cariocas conquistaram a vaga na decisão e vão ficar três semanas apenas nos treinos até a partida que vale o título, marcada para o dia 7 de abril, em São Paulo. Para a central, é complicado não apenas manter o ritmo ou controlar a ansiedade neste tempo todo, como comentaram os outros jogadores no primeiro vídeo. Ela lembra que isso pode afetar ainda mais quem, como ela, é atleta da seleção brasileira. Assista abaixo:

E você? Acha válido ter um campeonato acelerado e um tempo de “folga” nesta reta final? Dê também a sua opinião!

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terça-feira, 19 de março de 2013 Superliga | 11:37

Apagão, calor, reclamação… o que rolou longe da bola

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A Superliga está na reta final para homens e mulheres. No masculino, foram definidas as semifinais e no feminino já sabemos que a final será Sollys/Nestlé x Unilever. Mas essa fase de playoffs e alguns jogos da classificação também chamaram a atenção longe da bola. Relembre na seleção do Mundo do Vôlei

Calor, muito calor

Divulgação

Sassá passou mal por causa do calor no Maracanãzinho

Para começar, o mais recente… A semifinal Unilever e Sesi no sábado teve um grande susto e o vilão foi o calor. O Rio de Janeiro sofreu com os temporais e o Maracanãzinho ficou sem ar condicionado. No final de semana, no jogo Unilever x Sesi, dava para ver as jogadoras transpirando muito logo nos primeiros pontos da partida. E pouco depois, Sassá deu um susto. Ela teve uma queda de pressão, ficou com dificuldade para respirar e, muito nervosa, foi retirada da quadra para receber atendimento. Por sorte, não foi nada grave.

Leia mais: Unilever avança para mais um final em manhã de susto com Sassá

Apagão

Já as quartas de final do masculino foram marcadas pelos apagões. Teve falta de luz e jogo paralisado em dois duelos de Sesi x Canoas e no segundo da série São Bernardo x RJX. Em São Paulo, a forte chuva do final da tarde que fez estragos. Em São Bernardo, o gerador superaqueceu e parou de funcionar. Estava lá nesse confronto e o apagão dividiu opiniões. Enquanto Bruninho acha que uma parada atrapalha, Dante não vê tanto problema ao RJX e leva a situação com bom humor. Assista no vídeo abaixo:

Antes, o Maracanãzinho tinha tido problema no gerador e apagão no jogo RJX x Medley/Campinas e o Canoas havia cancelado um treino no local também pela falta de luz. O Vôlei Amil foi outro a perder treino. A luz acabou devido às fortes chuvas em uma tarde em Campinas.

Ginásio pequeno e falta de estrutura

Ventiladores - Eduardo Valente/Futura Press

Ventiladores ajudam a secar a quadra para partida no ginásio Capoeirão

Não é a primeira vez que as condições das quadras aliadas ao tempo atrapalham. No ano passado, o ginásio de Montes Claros tinha goteiras e o Capoeirão, casa da Cimed, teve um inesquecível jogo com ventiladores para secar a quadra (veja foto)! Mas a Superliga desta temporada também teve falta de estrutura sem nenhuma relação com São Pedro.

Relembre: Ventiladores e toalhas salvam jogo da Superliga

Logo no começo, o RJX mandava seus duelos no ginásio da AABB, considerado pequeno e com teto baixo. Vire e mexe a bola parava no teto a sequência do ponto era interrompida. Depois, o time carioca passou a jogar no Maracanãzinho, que segue em obras.

Reclamação e mais reclamação sobre a arbitragem

Reprodução

Reclamações de Gustavo no Twitter

Como esse assunto rendeu! De novo, a série das quartas entre Sesi e Canoas foi agitada e teve muita reclamação da arbitragem. Em um jogo, Murilo reclamou e foi flagrado dizendo que “ali não era Superliga B”. Ele pediu desculpas depois. Já o irmão Gustavo recorreu ao Twitter para reclamar, como mostra o print. Ele falou dos erros, da falta de preparo dos árbitros, lembrou que jogadores podem sem punidos por reclamação e disse que até perde a vontade de jogar.

Leia mais: Gustavo critica arbitragem no Twitter nas quartas de final da Superliga

Outro exemplo de discussão foi no final do returno, com Sollys/Nestlé x Unilever que terminou em confusão. Mesmo vencendo, o time de Osasco reclamou da arbitragem e, segundo Bernardinho, teria hostilizado o delegado da partida. O técnico carioca saiu em defesa do delegado e o clima pesou a caminho do vestiário.

Que falta faz a tecnologia para falar se a boa duvidosa foi dentro ou fora! Que falta faz um pouco mais de estrutura para o esporte!

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domingo, 17 de março de 2013 Superliga | 00:11

Com Murilo, bloqueio e pancadas, Sesi completa semifinalistas

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A Superliga masculina já tem as suas semifinais. RJX e Vivo/Minas fecharam as suas séries em dois jogos e se enfrentam em uma das disputas pela decisão. A outra foi decidida neste sábado. Sada/Cruzeiro bateu o Volta Redonda e se classificou. Agora, o Sesi passou pelo Canoas e fechou os semifinalistas. E para vencer, os paulistas contaram com Murilo, bloqueio e muita pancada.
O Sesi marcou 3 a 0 para cima dos rivais no jogo mais rápido da série, que teve antes um 3 a 2 para cada lado. Desde o começo os donos da casa soltaram o braço no saque e no ataque. Cléber acertou cada pancada! E Murilo? Disparou uma bola perfeita de meio fundo no terceiro set, para citar apenas um dos belos ataques na partida. Ele foi bastante acionado por Sandro e correspondeu. Comandou a equipe, assumiu a responsabilidade e foi eleito o melhor em quadra.

O bloqueio do Sesi também funcionou muito. Em outro ponto do terceiro set, eles bloquearam na entrada e o Canoas recuperou e seguiu a jogada. Depois, bloquearam na saída e o Canoas se armou de novo. Aí mataram o ponto com bloqueio na entrada mais uma vez. De novo, Murilo pareceu e também foi destaque no fundamento, marcando seis dos 11 pontos da equipe. Lembrou os bons tempos da seleção, da temporada 2010, quando foi melhor do mundo.

Foi um jogo com cara de vôlei masculino. Pancadas sem dó, algumas defesas lindas e bloqueios que voltaram no pé. Ao Sesi, os méritos da vitória e da vaga na final. Ao Canoas, faltou o bloqueio, importante nos outros jogos, e um saque melhor. A boa notícia é que o time, que chegou à Superliga depois de vencer a Superliga B, está garantido para ano que vem e ainda vai abrir categoria de base. O vôlei agradece!

Voltando a falar de decisão, o próximo adversário do Sesi será o Sada/Cruzeiro, que passou pelo Volta Redonda por 3 sets a 1. De novo os atuais campeões tiveram dificuldades e a partida foi equilibrada. Jogando em casa, os mineiros foram melhores no saque e no ataque e venceram depois de duas horas de bola em jogo.

E agora, quem vai para a final? RJX chega à primeira decisão ou o Minas volta a disputar um título? E nessa chave, Sesi segue embalado pelas pancadas e bloqueios desta noite ou o Sada/Cruzeiro vai defender o título? É hora de palpitar!

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