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Arquivo de dezembro, 2012

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012 Diversos, olimpíadas, Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 12:54

Retrospectiva 2012: ano das Olímpíadas, da superação de ouro, de despedidas…

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O que 2012 deixa marcado para vocês? Para mim, foi o ano da superação da seleção feminina e do choro e das despedidas na seleção masculina. Ficou um gosto amargo daquele jogo final contra a Rússia… Foi também o ano do Sollys/Nestlé, que venceu todas as finais que disputou, e de José Roberto Guimarães, tricampeão olímpico.

Agora, para se despedir de 2012 depois de contar os planos dos jogadores para as festas de final de ano, preparei a nossa já tradicional retrospectiva, dessa vez em 12 fotos. Clique em cada uma delas para ler os textos e relembrar o que aconteceu nos últimos meses.

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domingo, 23 de dezembro de 2012 Diversos, Superliga | 07:00

Folga da Superliga terá Natal em família e Ano Novo na praia

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A Superliga feminina já está de folga para as festas de final de ano depois da vitória do líder Sollys/Nestlé sobre o Usiminas/Minas no sábado. As mulheres só voltam a jogar no dia 11 de janeiro. Já a Superliga masculina ainda tem partidas até entre o Natal e o Ano Novo. Ainda assim, todo mundo vai ter direito a uma folga e alguns jogadores – como Lucão, Dante, Serginho, a búlgara Vasileva e mais – contaram os seus planos ao Mundo do Vôlei. Quer saber o que eles vão fazer nas festas de final de ano? Veja no vídeo abaixo.

Mas a folga não vai ser igual para todos. No feminino, por exemplo, quem se deu bem foi o Vôlei Amil. O técnico José Roberto Guimarães decidiu dar 10 dias de descanso ao elenco. “Elas vinham de um ritmo forte desde o Paulista e acho que mereciam isso agora”, comentou o treinador. Ele e as jogadoras voltam ao trabalho no dia 2 de janeiro.

Já o Sesi vai disputar o torneio Top Volley, em Basel, na Suíça, de 27 a 29 de dezembro. “Times ficarão treinando aqui e nós estaremos em uma disputa forte”, analisou Talmo, técnico do time paulista. A maioria das equipes deve ganhar folga para o Natal, voltar para um treinamento, e ter mais alguns dias longe das quadras para o Ano Novo.

A tabela foi mais puxada para o masculino. Super Imperatriz encara o Sesi e São Bernardo recebe o Canoas no dia 29 de dezembro. Nem dá para esticar a viagem com a família…

E eu aproveito também uns dias de folga. Ficarei fora no Natal, para também seguir na onda dos jogadores e curtir a família, e volto no plantão de Ano Novo com a já tradicional retrospectiva daqui do blog! Feliz Natal e até mais!

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 12:04

Técnico José Roberto Guimarães em ação

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Assistir a um jogo que pode ser considerado fácil e com pouco público tem as suas vantagens. Acompanhei da quadra a vitória do Vôlei Amil sobre o Pinheiros aqui em São Paulo pela Superliga feminina 2012/2013. A torcida do time da casa não lotou o ginásio e fez pouco barulho. O Vôlei Amil venceu sem sustos, como era esperado, por 3 sets a 0. No entanto, o que chamou a minha atenção foi a atuação do técnico José Roberto Guimarães e também a movimentação das jogadoras. Foi possível escutar conversas, orientações, broncas e ver um pouco melhor como o tricampeão olímpico trabalha. Ele ajuda e muito a equipe, mas também provoca.

Felipe Christ/Amil

Zé Roberto conversa e gesticula o tempo todo para a equipe

Como é comum no vôlei, Zé Roberto acompanha o jogo o tempo todo de pé, bem ao lado da quadra. E enquanto o técnico do Pinheiros Wagão faz o estilo mais calado, daqueles que observa as jogadas e tenta incentivar o time em alguns momentos, o treinador de Campinas fala o tempo todo.

“Às vezes mais exaltado, às vezes menos, mas eu tento me comunicar sempre. As pessoas acham que eu sou calmo, que eu falo pouco, mas é exatamente ao contrário. Eu falo o tempo inteiro e tento jogar com elas o tempo inteiro”, explicou Zé Roberto após a partida. Veja alguns exemplos:

A cubana Daymi vai para o saque com o Vôlei Amil com vantagem no placar. Do banco, Zé Roberto grita: “Pode forçar, pode forçar. ‘Vambora'”. A ponteira solta o braço, o time consegue o contra-ataque e faz mais um ponto. O técnico vibra e elogia as suas comandadas no mesmo instante.

Em outro momento, toda a didática para falar com Pri Daroit, um dos destaques da partida. A ponteira recebe uma bola na entrada de rede e está marcada pelo bloqueio do Pinheiros. Sem muita força, ela tenta explorar, mas acaba jogando por cima da marcação e a bola vai fora. Ali, enquanto o time se rival de arruma para sacar, Zé Roberto chama Pri para uma rápida conversa.

“Quebra ela lá”, diz ele apontado para o lado e mostrando qual movimento a sua atacante deveria fazer com o punho para direcionar melhor a bola. “Você bateu ela reto de novo”, completou o técnico, sem alterar o tom de voz.

Na sequência, mais uma jogada para Pri Daroit, mais uma vez marcada pelo bloqueio. Agora, ela segue as orientações que acabou de receber, desvia a bola do bloqueio e pontua. Ela corre para o banco para abraçar o treinador com jeito de professor.

E assim foi a partida toda. “Falo para não abrir antes, moçada”, avisa Zé depois de ponto do Pinheiros em uma jogada de fundo. “Levantador atrás, levantador atrás”, alerta ele para as suas jogadoras que estão na rede. Vale também, mesmo com o jogo simples, reclamar com o juiz. Depois de uma bola marcada como dentro no ataque do Pinheiros, ele vai até a linha do fundo de quadra e fala: “Aí, não. Eu estou na mesma linha que você e vi muito bem. Isso não”.

Conseguir escutar as conversas também rendeu algumas risadas. No segundo set, o árbitro marca que a bola caiu, mas as jogadoras do Pinheiros seguem, como se nada tivesse acontecido. O juiz precisa apitar mais algumas vezes para elas pararem. Ele chama a capitã Andreia para uma rápida conversa. E a comandante da equipe em quadra explica: “Desculpa, acho que deu ‘tilte'”.

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 10:54

2012 é o ano da Sheilla

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Ela faturou o bicampeonato olímpico, virou manchete e destaque em toda a imprensa depois de contrariar a fama e o jeito tímido e tirar a roupa para uma revista masculina, mudou de time e já foi campeã do Mundial de Clubes e, agora, é eleita a melhor atleta do ano pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro). 2012 é mesmo o ano da Sheilla!

A oposta da seleção brasileira e do Sollys/Nestlé ganhou o prêmio Brasil Olímpico na noite de terça-feira. No masculino, o escolhido foi Arthur Zanetti, ginasta ouro nas argolas em Londres. Se Zanetti conseguiu um feito inédito, a estrela do vôlei foi fundamental na conquista do bi.

Sheilla chegu a receber críticas. Por aqui, alguns comentam que ela não era mais aquela atacante decisiva e que poderia falhar na hora H. Nas Olimpíadas, viu a seleção quase ser eliminada logo na primeira fase, mas foi o grande destaque na recuperação do time, principalmente naquele jogo contra a Rússia, nas quartas de final.

Já é esperado que o oposto receba as bolas complicadas. Se o jogador está em um dia inspirado, então, é bola para ele na certa. Naquela partida, o Brasil precisou salvar seis match points para vencer. E dessas seis lances, cinco passaram pelas mãos de Sheilla. A atacante pediu bola e colocou tudo no chão. A Rússia já esperava que a jogada fosse com ela e, mesmo assim, não conseguiu pará-la.

E foi aquele jogo que reascendeu o Brasil nas Olimpíadas, sem dúvida. Por isso, Sheilla merece todos os méritos. “O voleibol é um esporte coletivo,mas tem momentos de individualismo”, como bem disse José Roberto Guimarães, que recebeu na festa o prêmio de técnico do ano.

Entretanto, vale uma ressalva de quem ama vôlei, mas acompanha os esportes em geral. Sheilla fez, sim, um grande feito e foi o nome das quartas de final. Porém, a seleção feminina de vôlei já está acostumada a ganhar, têm mídia, patrocínios, CT, conforto e tudo mais. E Sheilla concorria com Sarah Menezes e Yane Marques, outras medalhistas olímpicas. Sarah, ouro no judô logo no primeiro dia das Olimpíadas, foi uma conquista inédita, de uma menina jovem e com uma bela história. Yane, do pentatlo, ganhou bronze em um esporte pouquíssimo conhecido por aqui. Talvez o Prêmio Brasil Olímpico pudesse também ter ido para as outras atletas. Isso não desmerece em nada que Sheilla fez e o seu desempenho, mas os outros esportes também poderiam ser reconhecidos.

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012 Superliga | 08:00

Vôlei Amil já mostrou a que veio nesta Superliga?

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Entra ano e sai ano, a final da Superliga feminina é disputada entre Sollys/Nestlé, o atual campeão, e Unilever. Alguns tentaram quebrar essa hegemonia, como o Vôlei Futuro na temporada passada, que contou com time com jogadoras de renome como Paula Pequeno, Fernanda Garay e companhia. Ninguém conseguiu de infiltrar entre o time de Osasco e do Rio de Janeiro. Agora, às vésperas da oitava rodada, um time está entre paulistas e cariocas. É o Vôlei Amil.

A equipe comandada por José Roberto Guimarães nasceu nesta temporada, mescla experientes como Walewska e Fernandinha com jovens como Pri Daroit e a búlgara Elitsa Vasilea. Até agora, elas estão na segunda colocação, atrás do Sollys e na frente do Unilever, com apenas uma derrota na Superliga. O time já mostrou a que veio?

O começo não foi simples. Logo de cara encarou os dois eternos finalistas. Foi uma vitória sobre o Sollys/Nestlé e uma derrota para o Unilever. A central e capitã Walewska ainda não sabe o resultado desse início puxado, mas diz que o time de Campinas já mostrou evolução. Assista no vídeo abaixo:

Quem chegou um pouco depois ao Vôlei Amil, apenas para a Superliga, foi a búlgara Vasileva. E ela é uma aposta de Zé Roberto na ala das mais novas e, apesar da pouca idade, é uma segurança na virada de bola. A atacante de 22 anos já foi destaque em algumas partidas, já foi melhor em quadra e a maior pontuadora. E ela está encarando com tranquilidade a responsabilidade em quadra. Veja o que ela disse ao Mundo do Vôlei:

Por enquanto, o time de Campinas está entre os líderes. Além da potência de Vasileva, teve Pri Daroit como nome dos últimos jgoos, tem o saque perigoso da levantadora Fernandinha e os ataques da cubana Daymi. Ainda é uma equipe em formação, que vive altos e baixos e, segundo o técnico José Roberto Guimarães, precisa evoluir principalmente na defesa. É um pouco da tal experiência, que só vem com o tempo e a bagagem em quadra. Às vezes, elas chegam bem, mas se perdem na hora de decidir. Foi um pouco disso na derrota para o Unilever. Na semana passada, diante do Pinheiros, elas quase deixaram o time da casa crescer no segundo set depois de dominar o placar com facilidade.

E outros times podem se infiltrar entre os primeiros. O Sesi tem elenco para isso, com Fabiana, Dani Lins, Sassá, Elisângela… Só tem que também definir mais. E o Banana Boat/Praia Clube, que será o próximo rival do Vôlei Amil, formou uma equipe forte, com os bons ataques de Herrera, Monique na ponta, Dani Scott no meio.

Enquanto isso, o Sollys/Nestlé chegou pronto à Superliga e com a seleção brasileira em quadra, mas teve baixas. Só agora Sheilla está de volta e Adenízia segue fora, se recuperando de uma lesão e cirurgia na mão. Já a Unilever mudou bastante da temporada passada, sanou problemas de passe, mas demorou um pouco a se entrosar. Mas com Logan Tom, Fofão e Natália jogando de verdade, para citar alguns nomes, dispensa mais comentários. Vamos ver o que vem pela frente.

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domingo, 16 de dezembro de 2012 Superliga | 16:29

E caiu o último invicto na Superliga masculina…

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Pois é, a Superliga masculina 2012/2013 não tem mais time invicto. O RJX, último que mantinha a campanha 100%, perdeu neste final de semana para o Medley/Campinas. O time carioca levou a virada e perdeu por 3 sets a 2 (25/18, 25/27, 25/21, 24/26 e 11/15) no ginásio em Campinas. E pode-se dizer que o RJX viveu uma situação oposta daquela vitória no tie-break sobre o Sesi.

Divulgação

Rivaldo comemora com Diogo. Ele foi o melhor em quadra na vitória do Medley sobre o RJX

Diante dos paulistas, o elenco do Rio de Janeiro conseguiu tirar uma vantagem de seis pontos no quarto set para vencer e levar a partida ao tie-break. Agora, na noite/madrugada de sábado, foi o Medley/Campinas quem foi capaz de virar. O RJX chegou ao final da quarta parcial com 23 a 19 no placar. Se marcasse mais dois pontos, liquidaria o jogo. Entretanto, vacilou e a equipe de Campinas não perdoou. Os donos da casa empataram com um 26 a 24, ganharam moral e venceram o tie-break. “Esse é um resultado para dar moral e confiança na sequência da Superliga”, como bem resumiu o líbero campineiro Alan.

Saiba como foi a vitória do Medley/Campinas sobre o RJX set a set

Parece que o Medley/Campinas chegou mesmo para brigar entre os grandes na temporada. O time já tinha vencido o Sesi e, agora, passa pelo RJX. Diante dos times que eram considerados no mesmo patamar pelo técnico Marcos Pacheco antes da Superliga, teve derrotas para São Bernardo e Canoas. Ainda assim, é uma equipe que pode dar trabalho durante todo o torneio…

O RJX segue na liderança, graças ao ponto conquistado por ter levado o jogo ao tie-break. Sada/Cruzeiro segue na cola, na segunda posição. Depois aparece o Canoas, do veterano Gustavo. O time do Sul bateu o Volta Redonda e tem apenas duas derrotas até aqui na competição. Medley/Campinas é o quarto e, em quinto, vem o Sesi, que parece finalmente estar se recuperando de um começo bem abaixo do esperado. Depois da vitória com méritos sobre o Sada/Cruzeiro (leia mais no post anterior), eles venceram o Vivo/Minas por 3 sets a 1.

A oitava rodada começa na terça-feira e, pelo visto, podemos esperar equilíbrio e uma boa disputa pelas primeiras posições para ver quem vai com mais folga na tabela para as festas de final de ano.

Falando em equilíbrio, viram como está a Superliga feminina? Nos últimos jogos, o Sollys/Nestlé venceu o Sesi no tie-break e foi o destaque da sétima rodada. Mas o Vôlei Amil fez 3 a 0 para cima do Pinheiros e a Unilever passou pelo São Bernardo pelo mesmo placar. Com isso, os três somam 17 pontos,  com seis vitórias e apenas uma derrota até aqui. No desempate, Sollys lidera, Vôlei Amil vem em segundo e a Unilever em terceiro.

A competição feminina ainda tem o Banana Boat/Praia Clube e o Sesi, quarto e quinto na classificação, e que ainda podem dar trabalho. Será que nessa temporada alguém quebra o reinado Rio x Osasco nas finais? Por enquanto, as meninas de José Roberto Guimarães estão na frente. Mas isso é assunto para o próximo post, com vídeos exclusivos para o Mundo do Vôlei. Até!

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012 Superliga | 00:25

Vitória, e que vitória, do Sesi para cima do Sada/Cruzeiro

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O Sesi desencantou de uma vez na Superliga. Depois de cinco rodadas e uma vitória, sobre o UFJF, o lanterninha da competição, o time de São Paulo voltou a encarar um dos favoritos ao título. E se no jogo contra o RJX na semana passada a equipe vacilou quando teve a vantagem em uma partida tecnicamente ruim, agora eles cresceram para cima do Sada/Cruzeiro e venceram por 3 sets a 0 (25/22, 25/20 e 25/23).

Na noite desta quinta-feira, Sada/Cruzeiro e Sesi fizeram um jogo equilibrado. A torcida cruzeirense fez a sua parte, conseguiu tirar a concentração de Lorena no saque algumas vezes, mas o elenco de São Paulo foi superior. No geral, o saque entrou e ajudou o bloqueio. O ataque também entrou mais e o time não se perdeu nos momentos decisivos, como havia feito nos primeiros jogos da Superliga.

Leia mais: Na Superliga feminina, Unilever abre rodada com vitória sobre o São Bernardo

E o Sesi estava completo em quadra. Éder, recuperado de uma pubalgia, foi titular. Fica mais simples jogar de igual para igual com todo mundo em quadra. E o começo ruim foi o preço pago pela folga. O Campeonato Paulista é o Estadual mais puxado o que significa chegar já embalado para Superliga, mas também pode significar chegar cansado. Para poupar os jogadores, o Sesi deu uma longa folga aos atletas antes do torneio nacional, ou seja, além das lesões que já falamos bastante por aqui, o time perdeu um pouco o ritmo e talvez por isso tantos problemas nas primeiras rodadas. Agora, a equipe está se encaixando de novo.

Para o Sada/Cruzeiro, o tropeço significa a perda da invencibilidade. Com isso, o RJX, que venceu o Vôlei Futuro, se isolou na liderança como o único time 100% no torneio. Mas isso não desqualifica o time mineiro. A equipe não foi bem e não conseguiu sair do bloqueio e se virar em quadra, mas tem potencial de sobra para seguir brigando “nas cabeças”.

A rodada ainda teve vitórias para Medley/Campinas, Canoas e Volta Redonda. Dessas partidas, acho que a surpresa foi o sufoco que o UFJF deu na equipe de Campinas, que só passou pelo lanterninha no tie-break. No sábado tem mais!

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012 Seleção masculina | 07:00

RJX faz sua parte, e Sada e Sesi fazem duelo de opostos

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No último post sobre a Superliga masculina, comentamos que o RJX e do Sada/Cruzeiro estavam praticamente empatados na liderança, como os únicos invictos do torneio e ambos com 15 pontos. Agora, o time carioca faz a sua parte e abre distância. Na primeira partida da sexta rodada, eles venceram o Vôlei Futuro por 3 sets a 1 na noite de quarta-feira e somaram três pontos. Na noite desta quinta é a vez do Sada/Cruzeiro defender a sua invencibilidade diante do Sesi. E se um quer seguir 100%, o outro tem que começar a vencer.

Veja como foi a vitória do RJX sobre o Vôlei Futuro

E esse jogo reúne favoritos em momentos distintos. O Sesi, mesmo com nomes como Murilo, Sidão, Serginho e companhia, amarga quatro derrotas em cinco jogos no torneio. Venceu apenas o UFJF, realmente o rival mais fraco neste começo de Superliga. A situação, é claro, não agrada ao time, que ainda sofreu com lesões. Lorena, vítima de cãibras, chegou a ser desfalque e agora está de volta. Éder, recuperado de uma pubalgia, já é relacionado, ms ainda não reassumiu posição de titular. Serginho e Giovane comentaram ao Mundo do Vôlei o momento vivido pelo time. Veja no vídeo abaixo:

O Sada/Cruzeiro, atual campeão, tem seu elenco completo e ainda começou a Superliga com o reforço do cubano Leal, que já foi maior pontuador e destaque em alguns jogos. Se os mineiros mantiverem o ritmo, podem seguir iguais ou bater o RJX em número de sets, já que os cariocas perderam uma parcial na noite de quarta-feira. Ao Sesi, é hora de começar a vencer. A Superliga é, sim, longa, mas já é tempo de se arrumar e, como disse Giovane, pensar em um segundo turno melhor.

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012 Superliga | 13:12

Vôlei Amil e Unilever na cola do líder Sollys/Nestlé

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A sexta rodada da Superliga feminina continuou na noite de terça-feira e, guardada as devidas proporções, Vôlei Amil e Unilever tiveram jogos parecidos. Os dois vacilaram no segundo set, mas se recuperaram e venceram seus rivais por 3 sets a 0. Os dois eram os favoritos em quadra. E os dois encostaram no líder Sollys/Nestlé na tabela.

O time de Osasco assumiu a primeira colocação com vitória sobre o Banana Boat/Praia Clube na noite de segunda-feira, na abertura da rodada. Pela campanha dos dois até aqui, era esperado até mais equilíbrio. O time mineiro liderou o primeiro set, mas as paulistas reagiram já no finalzinho com bons saques de Jaqueline. A partir daí, cresceram e conseguiram impor o ritmo para vencer sem muitos problemas.

Acho que isso é o que se comenta desde antes da Superliga. O Sollys/Nestlé já começou a competição pronto e entrosado. Mas a equipe está sofrendo com lesões… Só agora Sheilla está de volta depois da topada na porta e do dedo do pé quebrado que a afastou da Superliga e da final do Paulista. Adenízia teve a lesão e  cirurgia na mão. Camila Brait perdeu jogos com contratura na coxa. E agora Samara passou por artroscopia no joelho. Pelo menos o time já teve que jogar o Paulista sem as selecionáveis, foi para os Jogos Abertos com time bem misto e acabou sabendo lidar com essas baixas.

De volta à terça-feira, Vôlei Amil recebeu o São Caetano e o Unilever encarou o Rio do Sul em casa. Nos dois casos, o primeiro set foi quase sem erros para os donos da casa. Depois, elas perderam a concentração e viram as rivais reagirem. Entretanto, logo se recuperaram e acabaram com as partidas em 3 sets a 0.

Tanto Vôlei Amil quanto Unilever tentam se encaixar na competição. Se o time de Campinas foi criado há alguns meses, o conjunto carioca mudou bastante para essa temporada. Parece que as coisas estão indo bem nos dois times.

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terça-feira, 11 de dezembro de 2012 Diversos | 11:28

Stacy Sykora se aposenta das quadras

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Getty Images

Stacy Sykora

A líbero norte-americana Stacy Sykora, eleita a melhor do mundo na posição no Mundial de 2010, decidiu parar de jogar vôlei. A jogadora, que defendia o Urbino, da Itália, resolveu se aposentar por não conseguir mais dar o seu máximo. As informações são do site Melhor do Vôlei.

“Quero que as pessoas se lembrem de mim por meus prêmios individuais, como o do Mundial de 2010, que se lembrem de quando eu jogava em alto nível. Hoje, ao meu ver, eu já não posso dar o meu máximo”, teria dito a líbero.

Leia mais: Líbero norte-americana, Stacy Sykora assume homossexualidade

Stacy foi uma ótima defensora para a seleção dos Estados Unidos e ganhou fama aqui no Brasil defendendo o Vôlei Futuro. Em 2011, sofreu um acidente de ônibus com a delegação da equipe de Araçatuba e foi a única atleta com ferimentos graves. Com traumatismo crânio-encefálico, ela chegou a ficar em coma e tentou se recuperar. Stacy voltou a jogar, sonhava com Londres 2012 e assinou neste ano com o time italiano. Entretanto, ficou com algumas sequelas, como a visão afetada e não voltou ao alto nível.

“Vai demorar até eu me entregar. De A a Z, recomeço do A. Não sei o que eu vou fazer ainda, mas com certeza será o meu melhor”, falou a agora ex-jogadora.

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