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Arquivo de setembro, 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012 Diversos | 13:12

Vale a pena proibir a recepção de toque?

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A FIVB mudou esta semana algumas regras do vôlei. Agora, segundo informações do site Melhor do Vôlei será infração recepcionar de toque. O que você acha? Vale a pena essa alteração?

Alguns jogadores comentaram a notícia no Twitter. “Pra mim estamos dando um passo para trás! Minha opinião!”, escreveu William, levantador do Sada/Cruzeiro. “Voltaremos ao voleibol romântico com o passe sendo feito só com a manchete. Minha opinião é favorável a esta regra nova tb pq não passo!!”, postou o central Gustavo do Canoas Vôlei.

Não gostei muito da mudança, não. O passe de toque acelera a jogada, faz a bola já chegar alta e mais rápida às mãos do levantador. E acho que as jogadas mais bonitas são essas, aceleradas. No caso dos saques flutuantes ou balanceados, esperar a bola cair para executar a manchete vai fazer o time perder alguns segundos importantes na armação. Claro, é o levantador quem tem que ter habilidade para impor velocidade e tal, mas acho que o toque pode ajudar um pouco.

Porém, nos últimos anos, cada vez mais se fala em jogo rápido, em dificuldade para marcação da arbitragem… Mas porque não investir em tecnologia ou invés de mudar uma coisa que está funcionando bem? Também já tentaram “segurar” o jogo impondo que o primeiro ataque fosse feito apenas do fundo. A regra valeu em um Mundial de Clubes e não foi para frente. Vamos ver o que acontece com essa agora…

Será que Ary Graça, agora presidente da FIVB, aprova tudo isso? Se a regra pegar, as escolinhas de vôlei terão que dar mais valor à manchete. E por um lado, isso pode ser bom. Vemos muitos jogadores que são fracos no passe e terão que investir cada vez no fundamento, afinal, muitas vezes é simples colocar a bola na mão do levantador de toque do que manchete.

A outra mudança é em relação ao cartão amarelo, que não vai mais significar ponto direto para o adversário. Acho que isso não interfere tanto no jogo, basta ver como os árbitros vão segurar os ânimos da galera em quadra.

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012 Diversos, Superliga | 20:10

Unilever busca equilíbrio e mostra lado brincalhão de Bernardinho

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A Unilever apresentou a equipe da temporada 2012/2013 nesta segunda-feira e a ideia é tentar buscar o equilíbrio que faltou no ano passado. A equipe jogou a última Superliga com uma atleta a menos, já que Natália estava com os problemas na canela. Com isso, perdeu uma atacante e não tinha quem colocar quando as ponteiras estavam atuando mal. Agora, Natália deve finalmente atuar. E o elenco ainda tem a jovem Gabi, a experiente Logan Tom, a veterana Regis e a prata da casa Amanda.

A expectativa de Bernardinho é contar com Natália como o nome da temporada. Ela, ao lado da recém-chegada Sarah Pavan, serão as principais atacantes da equipe. Para o técnico, elas suprirão a falta de Sheilla (leia mais no especial que escrevi para o iG). No ataque, o problema parece estar resolvido. Na temporada passada, além de Natália, Mari não estava em um bom momento e não ajudou muito. Agora, o teoria é boa.

Mas o técnico conseguiu uma bela ajuda no fundo de quadra. Fabi acabou sozinha no passe e, nesta temporada, terá a companhia de Logan Tom, vice-campeã olímpica. “Com Natália e Sarah dividindo a função da pontuação, com Logan e Fabi sustentando a questão do passe e do sistema defensivo para que a Fofão possa usar o talento dela. Não adianta, como foi no ano passado, tem uma jogadora talentosa de o passe não for consistente”, resumiu Bernardinho.

Fernanda Venturini, mesma depois de parada, é uma levantadora de muita qualidade. Mas estava sentindo o ritmo puxado, as dores no joelho e não conseguia consertar todos os passes. E Fofão também é ótima na posição, e ainda terá a ajuda de contar com um passe mais redondo, com duas especialistas em fundo de quadra.

A apresentação da Unilever também mostrou uma faceta pouco comum de Bernardinho. O técnico rígido, que cobra o tempo todo e quase infarta do lado de fora da quadra deu lugar a um cara descontraído e brincalhão como mestre de cerimônias ao lado da líbero Fabi. Os dois fizeram brincadeiras ao longo da apresentação das atletas. Em um momento, a jogadora mostrou o papel com o nome das atletas ao técnico, mas logo o recolheu, dizendo que não adiantava nada porque ele não iria conseguir enxergar mesmo. Depois, ela se juntou ao grupo no palco, tirou o celular do bolso e o entregou ao treinador, falando: “É simples, é só apertar aqui no meio”. ela queria que ele tirasse a primeira foto do grupo e o pedido foi atendido.

Bom ver Bernardinho assim também, descontraído. Mas isso foi apenas pela manhã. À tarde, as jogadoras sabiam que teriam que voltar ao ginásio da Urca para mais uma sessão de treinos…

Unilever

Com celular de Fabi, Bernardinho tira primeira foto da equipe do Unilever

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sábado, 22 de setembro de 2012 Diversos | 11:45

Brasileiro no comando do vôlei mundial

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Ary Graça venceu, na noite de sexta-feira, a eleição para a presidência da FIVB. Passei algumas manhãs desta semana apurando como ficaria a CBV com a vitória de Ary, conversando com colegas para ver as impressões deles sobre a gestão do mandatário e lendo um pouco sobre toda a eleição. A minha conclusão é mais positiva do que negativa sobre o que o dirigente fez no vôlei brasileiro e dá ânimo para o mandato agora na FIVB.

Divulgação/FIVB

Ary Graça comemora vitória na FIVB

Foi com Ary Graça no comando a era mais vitoriosa do vôlei brasileiro, com ouros olímpicos, títulos mundiais e tudo mais. Ele soube aproveitar a herança de Nuzman, que já havia profissionalizado o esporte e o inserido o país no cenário mundial, e melhorou ainda mais a situação por aqui. Para jogadores, é unanimidade citar a criação do Centro de Treinamento de Saquarema como uma das grandes contribuições da gestão de Ary Graça.

Leia também: Ary Graça promete “explosão” do vôlei nos próximos quatro anos na FIVB

Além disso, ele é um incentivador do vôlei de praia, tanto que, como dirigente da FIVB, criou a Continental Cup, torneio que serviu como classificatório para as Olimpíadas de Londres. A tendência é que a modalidade receba ainda mais atenção com o brasileiro no comando.

Ary Graça também é defensor do uso de tecnologia no vôlei e, agora, pode ajudar a colocar o uso dos recursos em prática. Bela ideia! As jogadas estão cada vez mais rápidas e os árbitros têm errado bastante. A tecnologia só vai ajudar o esporte e já deveria estar sendo mais utilizada.

Já a Superliga ganhou muito incentivo no mandato de Ary Graça na CBV, conseguiu trazer todos os ídolos de volta há algumas temporadas, mas já vê a saída deles mais uma vez. Enquanto astros como Murilo, Sheilla, Jaqueline seguem por aqui, Giba foi para a Argentina, Leandro Vissotto para a Rússia… Além disso, alguns time viram a saída de seus patrocinadores e fecharam, ou quase, as portas, como Pinheiros em São Paulo, Cimed, em Florianópolis (ok, o time não fechou as portas, mas não lembra aquele tetracampeão da Superliga), Blausiegel em São Caetano e o Vôlei Futuro feminino, por exemplo.

Com a volta de astros e salários altos, o esporte acabou ficando muito caro e, sem alguns resultados esperados pelos investidores, viu os patrocinadores saírem. Será que a CBV pode ajudar com isso? Ary Graça pode fazer alguma coisa lá na FIVB?

As categorias de base por aqui também caíram nas últimas temporadas. Depois de quatro títulos seguidos, a seleção feminina juvenil perdeu a final do Campeonato Mundial. Já o time masculino fez feio no Mundial em casa e ficou apenas com quinta colocação. Será que falta investimento nas categorias menores? Pelo menos alguns times voltaram a investir nisso, como o Sesi.

Ary Graça ainda não decidiu o seu futuro. Segundo a assessoria da CBV, ele deixaria a entidade nacional com a vitória na FIVB. Entretanto, o próprio dirigente chegou a comentar na imprensa que poderia seguir com os dois cargos. Se ele sair, a tendência é que o cargo no Brasil fique com o vice Walter Pitombo, o Toroca.

Por enquanto, acho que é uma vitória para o vôlei brasileiro ter Ary Graça na FIVB. Que ele cumpra o que disse no primeiro discurso e leve modernização à entidade e também trabalhe como uma democracia. Que trate como um grande negócio, e não política.

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012 Diversos | 15:50

Rodrigão vai ao Catar com notebook na mala e olho na praia

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O central Rodrigão foi anunciado na semana passada como reforço do Al-Rayyan, do Catar, para o Mundial de Clubes. O time está investindo para tentar fazer bonito no torneio em casa. Conversei com ele nesta segunda-feira e, depois de um “cursinho” rápido sobre vôlei de praia, ele já prepara as malas para a casa nova.

Rodrigão vive grande fase no Mundial

Depois da aposentadoria da seleção, Rodrigão vai ao Catar e deve migrar para o vôlei de praia

A passagem de Rodrigão pelo Catar será rápida, já que o Mundial será de 13 a 19 de outubro e ele embarcará pouco antes da competição. A ideia era tentar fechar com um time brasileiro, mas como é medalhista olímpico, é um jogador “caro” para o ranking da CBV e as equipes já estavam acertadas para a temporada.

“O ranking impediu a sequência das conversas por aqui. A proposta do Catar surgiu assim que os dirigentes do Al-Rayyan souberam que eu estava livre e queriam contam com jogadores experientes para o Mundial”, disse o central.

Por lá, Rodrigão terá a companhia de outros jogadores mais rodados, como os irmãos búlgaros Bratoev. E o time do Catar vai encarar, logo na segunda partida do Mundial, o Sada/Cruzeiro, atual campeão da Superliga e Sul-Americano. Depois, ainda terá pela frente o italiano Trentino, tricampeão do torneio. Tarefa nada fácil, mesmo para quem jogará com a torcida ao seu lado.

Será o segundo Mundial de Clubes de Rodrigão. No ano passado, ele foi para o torneio com a camisa do Sesi e terminou na quarta colocação. Conhecendo o país e já com data para voltar, o jogador não levará muitas coisas do Brasil, mas terá o computador a tira colo. “É um país bem diferente do nosso, é muito moderno. Lá em Doha vou usar muito meu notebook, para manter contato diário com minha família e amigos e também para passar o tempo, entre os treinos e jogos”, comentou.

Os planos para depois do Mundial devem incluir o vôlei de praia, por isso o tal “cursinho” no final de semana. Rodrigão já havia comentado a ideia de mudar a quadra pela areia quando conversei com ele depois do Campeonato Mundial de 2010. Agora, com a aposentadoria da seleção brasileira depois das Olimpíadas de Londres, a mudança ficou mais próxima.

“Depois do Mundial de Clubes a tendência é mesmo migrar para o vôlei de praia. Estive no final de semana em Cuiabá (que recebeu a primeira etapa do Circuito Brasileiro de vôlei de praia) para ter contato com as duplas que disputam o circuito. Quero saber o que é necessário, em termos de estrutura e patrocínio, para poder disputar os torneios no futuro”, afirma.

Rodrigão ainda não sabe quem seria a sua dupla na nova empreitada. “Existem algumas conversas, mas nada muito avançado. Tenho muitos amigos no circuito e tenho certeza que vou arrumar um parceiro para formar uma boa dupla”, comenta, confiante.

Vamos ver como o central vai se sair lá no Mundial de Clubes e, depois, na praia. O que vocês acham? O time da casa terá chance no Mundial? E na praia, quem poderia formar dupla com Rodrigão? Deixe seu comentário!

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012 Diversos, Seleção feminina | 11:35

Zé Roberto é um ídolo com superstições e pés no chão

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José Roberto Guimarães é dono de três medalhas de ouro olímpicas e infinitas histórias para contar. Em quadra, é um cara que já foi mais estourado que Bernardinho, como diria meu colega de iG Marcelo Laguna. Agora, normalmente tem uma voz serena e sabe ‘dar a mão as atletas’. Além disso, é supersticioso de carteirinha, devoto de Santa Edwiges e nem se vê como um ídolo no esporte.

Zé Roberto - Arquivo pessoal

Zé Roberto fez o Caminho de Santiago de Compostela depois do ouro em Londres

Conversei com ele nesta semana para uma matéria para o iG sobre as suas manias e para que ele contasse como foi percorrer pela segunda vez o Caminho de Santiago de Compostela (veja o especial com o treinador). O papo ajudou a conhecer um pouco mais o treinador e separei um pouquinho aqui para o blog.

Mesmo com o currículo de títulos, Zé Roberto não se vê como ídolo. Mas ele tem os seus próprios ídolos, no esporte e fora dele. “Tem o Senna e no futebol é o Pelé. Na música é o João Carlos Martins, o maestro. Ele é um monstro para mim, como pessoa, como exemplo de perseverança, se superação, de ser humano. Ele é fantástico”, disse.

“Mas eu não me vejo assim. Eu me sinto honrado, acho que isso foi uma missão que eu tive (ter ganhado as três medalhas) e eu agradeço a Deus por ter estado nesses momentos. Eu vejo essas pessoas (meus ídolos) de uma maneira diferente. Acho a história deles demais. Acho que eu fiz é muito pouco perto do que eles fizeram. Eu me sinto feliz, mas vamos lá, eu ainda tenho muita coisa realizar”, completa.

E depois de tantos anos em quadra, não é simples apontar um jogo inesquecível. Ele cita alguns. “Teve a semifinal de Barcelona, final contra os Estados Unidos, o jogo da semifinal em 2004, o jogo contra a China em 2008 e esse jogo da Rússia em 2012, principalmente esse da Rússia”, afirmou, lembrando da partida as quartas de final em Londres, quando o Brasil salvou diversos match points, fechou o jogo e avançou para conquistar mais um ouro.

Zé ainda lembrou da mudança da postura em quadra em Londres. E mais uma vez, minimizou a sua participação e manteve os pés no chão. Segundo as jogadoras, ele poderia dar a mão ou apenas cobrar ali na primeira fase, quando a seleção estava quase fora das Olimpíadas. Ele foi para a primeira opção. “Em nenhum momento eu achei que não fosse dar certo, mas queria entender o motivo de não estar dando certo em quadra. Elas estavam treinando bem, estava tudo tranquilo e eu não entendia porque a gente não estava ganhando. Tudo bem, perder para os Estados Unidos faz parte, mas perder para a Coreia…”

E aquele jogo foi a virada. Como todos sabem, a equipe fez uma reunião depois da derrota e se uniu ainda mais. “Senti nelas uma situação de desconforto enorme pelas derrotas e pela baixa estima que o time estava naquele momento. Todos nós sentimos que havia necessidade de mudar completamente. Conversei com várias pessoas, mas foi principalmente de mim para mim mesmo”, explica Zé Roberto.

“Acho que a virada nos Jogos não foi por causa da minha mudança, mas por causa da mudança de todo o time, da comissão técnica, das jogadoras. Cada oportunidade que aparecia o time crescia e acreditava mais”, continua o treinador.

Esse é um pouco de Zé Roberto. Tem gente que pode reclamar das convocações, dos cortes, das escolhas das jogadoras da seleção. E não estou aqui para jugar se ele é o melhor técnico ou não. Mas não tem como ignorar os três ouros conquistados nas Olimpíadas e os outros títulos. Falta um Mundial com o Brasil para completar a lista. Ele ainda disse que tem vontade de seguir na seleção, além de comandar o Vôlei Amil. Vamos ver qual será o próximo passo.

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012 Diversos | 10:29

Entrosadas x novatas e um Zé Roberto incomodado no clássico

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Sollys/Nestlé x Vôlei Amil

Sollys/Nestlé foi bem no bloqueio e na virada de bola para vencer o Vôlei Amil

A noite de quarta-feira foi de clássico no Campeonato Paulista. De um lado, o Sollys/Nestlé, atual campeão brasileiro. Do outro, o Vôlei Amil, time criado nesta temporada e que tem no comando José Roberto Guimarães. E no duelo entre quem está mais entrosado e quem acabou de se formar logo no começo da temporada, venceu o entrosamento, com folga.

O time de Osasco fez 3 sets a 0 para cima das rivais de Campinas (25/18, 25/23 e 25/17), em 1h18min. A equipe é a base da seleção brasileira, já que conta com Thaísa, Adenízia e Jaqueline, além de Fabíola e Camila Brait, que passaram pelo time nacional, e Sheilla e Fernanda Garay, que chegaram na última janela de mercado. O elenco de Campinas tem experientes como Fernandinha, Walewska e a cubana Daymi Ramires, sem falar no técnico Zé Roberto no banco. Mas a diferença foi que o Sollys/Nestlé, mesmo no começo da temporada, já está ‘redondinho’ e sabe jogar junto. Já o Campinas tem potencial, mas ainda está de conhecendo.

E esse ‘saber jogar junto’ fez a diferença, como é o esperado. O Sollys trabalhou com a bola na mão e pode usar e abusar das bolas de meio com Thaísa e Adenízia. Além disso, com fez vários pontos no bloqueio, principalmente no primeiro set. A virada de bola com Sheilla, Fê Garay e Jaqueline também funcionou. O Vôlei Amil ficou atrás em todos os sets e ainda precisa se encaixar mais em quadra. Já o Sollys tem que diminuir os erros de ataque, mas deve aproveitar que já começa a temporada um passo a frente dos rivais.

E Zé Roberto ainda viveu uma situação, digamos, desagradável em quadra. Em conversa ao iG e ao Mundo do Vôlei na tarde de quarta-feira, ele comentou um incômodo por enfrentar as ex-comandadas da seleção. “É ruim, é muito duro. Eu não gosto. É uma sensação muito difícil. Mas tem que jogar e cada um vai tentar fazer o melhor pelo seu time. Tem que saber separar. Uma coisa é dentro da quadra e outra coisa é fora. A gente tem que manter o respeito nos dois recintos. Lá dentro a gente vai fazer tudo pela nossa equipe. Depois acaba o jogo e é vida que segue e tudo fica dentro da quadra.”, comentou.

O técnico já havia ‘sofrido’ na rodada anterior, na vitória sobre o Sesi, que contava com Dani Lins, Tandara e Fabiana. E sabe que, agora de volta a um time brasileiro, passará por isso muitas e muitas vezes.

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segunda-feira, 10 de setembro de 2012 Diversos | 09:47

Campeões sul-americanos

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Sada/Cruzeiro

Sada/Cruzeiro é campeão sul-americano no Chile

*atualizado

O torneios Sul-Americanos de vôlei acabaram com brasileiros campeões entre homens e mulheres. Depois de o Sollys/Nestlé faturar o título em casa sem muitos problemas no meio da semana, o Sada/Cruzeiro bateu o argentino UPCN por 3 sets a 1 no Chile e faturou o troféu no masculino na noite de domingo.

Como era esperado, o time da Argentina seria o que daria mais trabalho aos brasileiros no torneio. Na primeira fase, o Sada fez 3 a 0. Agora, precisou de três horas em quadra para liquidar a partida. E a equipe ainda teve que virar e salvar três set points para vencer o quarto set, com uma bola no chão de Filipe.

Veja os detalhes da vitória do Sada/Cruzeiro na final

Além de ter que encarar o frio, como todos os jogadores comentaram ao longo da semana no Twitter, valeu para ganhar ritmo e tomar forma para a temporada. O título também deu a vaga ao Sada/Cruzeiro para o Mundial de Clubes e lá sim a coisa vai pegar, principalmente contra os representantes da Europa.

O Sada/Cruzeiro enfrentará na primeira fase Tigres, do México, e  Al-Rayyan, do Catar, que ganhou o reforço do medalhista olímpico Rodrigão.  De for bem, encara o italiano Trentino, atual tricampeão, já classificado para as semifinais. E além do Trentino, o russo Zenit Kazan, que está na outra chave, será o outra potência em quadra.

No feminino, o Sollys/Nestlé venceu mais uma vez o torneio regional. Foi o primeiro título de Sheilla e Fê Garay na equipe, mas elas ainda não precisaram mostrar tudo o que sabem em quadra. O jogo da noite de quarta-feira, por exemplo, diante do Vôlei Amil pelo Campeonato Paulista, deve ser um bom teste.

Lá no Mundial, vale ficar atento ao turco Fenerbahce, de Paula Pequeno e Mari, e também ao Rabita Baku, do Azerbaijão, que entrou por convite, mas pode dar trabalho.

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012 Diversos | 10:52

Sada passa frio de manhã e vence à noite no Sul-Americano

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O Sada/Cruzeiro, atual campeão da Superliga, estreou na noite de quarta-feira no Campeonato Sul-Americano. Para os jogadores do time mineiro, encarar o frio desde que eles desembarcaram na cidade de Linhares, no Chile, deve ter sido mais complicado que o primeiro jogo.

A equipe brasileira venceu o Carmelo Rowing, do Uruguai, com facilidade por 3 sets a 0 (25/9, 25/9 e 25/12), mas teve que entrar em quadra de mangas compridas depois de já ter ido treinar com agasalho da cabeça aos pés na parte da manhã.

“É sempre muito ruim jogar no frio, acho que a bola cai mais rápido. Percebemos isso nos treinos e no jogo. Acho que isso é o que muda por jogar com temperatura mais baixa”, disse Wallace, oposto da seleção brasileira prata em Londres e do Sada/Cruzeiro ao Mundo do Vôlei após a estreia.

O frio é assunto dos jogadores do time no Twitter. Além de fotos bastante agasalhados (veja na galeria abaixo), eles comentaram que a temperatura fica na casa dos 10º . “É meio complicado, mas está dando para aguentar. De manhã é pior, muito frio, mas durante a tarde melhora um pouco”, completou Wallace ao blog. Pelo menos os jogos não são logo cedo..

O Sada/Cruzeiro joga mais uma vez nesta quinta-feira, contra o Deportivo Colon, do Paraguai, em mais uma partida que não deve representar problemas. O jogo duro deve ser o de sexta-feira, contra os argentinos do UPCN. As semifinais do Sul-Americano serão no sábado e a final, no domingo. O campeão garante vaga no Mundial de Clubes.

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quarta-feira, 5 de setembro de 2012 Diversos | 11:03

Estreias e reforço confirmado no vôlei feminino

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Sheilla - Divulgação/Sollys

Sheilla fez seu primeiro jogo no Sollys/Nestlé e ficou um set em quadra

A terça-feira foi de estreias e de um reforço confirmado para times femininos de vôlei. Jogando em casa, o Sollys/Nestlé viu Sheilla em ação pela primeira vez a camisa do clube. Também em casa, o Vôlei Amil contou com a presença de José Roberto Guimarães pela primeira vez em uma partida. E no Rio de Janeiro, a Unilever acabou com o mistério e confirmou o que todos já esperavam: Logan Tom é mais um reforço para a temporada.

Primeiro, as estreias. Ainda é muito cedo para falar como Sheilla vai se sair no Sollys/Nestlé. O time estreou no Campeonato Sul-Americano com vitória por 3 sets a 0 sobre o Club Deportivo Venezuela com facilidade, em menos de uma de jogo. A oposta atuou no primeiro set e ainda recupera o ritmo de jogo após a folga depois das Olimpíadas de Londres e tenta se livrar de dores no joelho. Valeu para que a jogadora comece a entrosar com as companheiras, mas não dá para fazer muita coisa diante de um rival mais simples do que apenas se soltar em quadra.

Dê sua opinião: Sollys/Nestlé será o ‘supertime’ da temporada?

O Sollys/Nestlé também já colocou em quadra a ponteira Fernanda Garay, mais um reforço para a temporada. Falta ainda ver Jaqueline de volta às quadras. Como todas já atuaram com a levantadora Fabíola na seleção e o time se manteve quase o mesmo da temporada passada, quando também teve Karine como reserva na armação de jogadas, entrosamento não deve ser problema. Mas só vai ser possível ver se o time no papel deu certo em quadra mais para frente, nos jogos mais complicados do Paulista, por exemplo, porque no Sul-Americano a equipe de Osasco deve sobrar.

Zé Roberto/Divulgação

José Roberto Guimarães acompanhou vitória do Vôlei Amil no Paulista

Aproveitando para falar do Paulista, o Vôlei Amil venceu a segunda partida no torneio, com 3 a 1 para cima do Pinheiros. Depois de perder o primeiro set, a equipe passeou nas outras parciais e logo liquidou o jogo. José Roberto Guimarães acompanhou o time pela primeira vez, mas não ainda como técnico. Ele assistiu ao jogo da quadra, mas quem comandou ainda foi  Paulo Coco. Os dois tem um longo histórico juntos, mas se teremos que esperar para ver a cara de verdade do Sollys, também teremos que esperar para ver o elenco de Campinas com o jeito de Zé Roberto. Será que a mescla de experientes e novatas que ele buscou na montagem da equipe vai dar certo na temporada? Quando Vôlei Amil e Sollys/Nestlé duelarem no Paulista será possível ter uma mostra…

E para completar, desde as Olimpíadas de Londres todos tratavam Logan Tom, vice-campeã com os Estados Unidos, como reforço da Unilever. O time carioca confirmou a ponteira apenas na terça-feira. Vai ser uma ajuda e tanto para Fabi no fundo de quadra. E vocês devem lembrar de alguns sufocos que o time de Bernardinho viveu na temporada passada, com Mari e Régis como ponteiras e também tendo que passar. Para piorar, com Natália ainda em recuperação, não restavam opções no banco para mexer. Agora, além de ter Natália jogando de novo, contará com a norte-americana para garantir volume de jogo no fundo, ou seja, um problema a menos. E já tem quem aponte o time como favorito para a temporada, como o leitor Leonardo.

E para você, quem contratou melhor? Quando as equipes ficarão “redondas”? Deixe seu recado!

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