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Arquivo de julho, 2012

terça-feira, 31 de julho de 2012 Seleção masculina | 21:22

Brasil volta a ter cara de Brasil no vôlei masculino

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Depois da estreia contra a Tunísia, o primeiro teste do Brasil em Londres no vôlei masculino foi nesta terça-feira, contra a Rússia. E o time de Bernardinho foi aprovado com um 3 sets a 0 no placar. Depois deste jogo, parece que o Brasil está voltando a ser o Brasil.

Durante a Liga Mundial a reclamação era de que o time estava apático, sem convicção em quadra, jogando por jogar. Em Londres, eles entraram com força total para cima dos russos e o placar indica que a mudança de atitude deu certo. Para mais detalhes e o set a set, segue o relato que fiz para o iG.

Leia mais: Brasil volta à velha forma, vence Rússia e segue invicto

O saque brasileiro entrou bem. Eles conseguiram forçar e dar trabalho à recepção russa. E também aliviar e surpreender. Fazia tempo que um jogo não me agradava assim neste fundamento. Do outro lado, Mikhaylov, aquele mesmo oposto que fez uma grande final da Liga Mundial de 2011, deu muito trabalho no final do segundo set no saque, fez a Rússia encostar. Mas se eles também sabiam forçar o serviço, como deram p0ntos em erros… E não adianta forçar demais e errar demais também. O Brasil entendeu isso. Até que errou também, mas soube variar.

Além disso, a defesa estava ligada. Serginho foi bem e recuperou diversas bolas. Isso com ajuda do bloqueio, que acertou o tempo dos grandões. E que bloqueio na hora certa de Leandro Vissotto já no final do terceiro set! E também que levantamentos de Serginho quando a bola sobrou para ele!

A seleção só bobeou no começo do último set. O ataque parou de entrar e Bernardinho mexeu. Ricardinho entrou e dessa vez, justiça seja feita, acertou o tempo de bola e conseguiu fazer um jogo acelerado no tempo que ficou em quadra. E Murilo, mais um que boi abaixo na Liga Mundial, voltou a ser decisivo e a soltar o braço no saque e no ataque. O ombro deve estar bem!

Foi um bom jogo, disputado, com defesas dos dois lados e um belo resultado. Que esse espírito siga com a seleção em Londres e aquele time da Liga Mundial fique mesmo no passado!

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segunda-feira, 30 de julho de 2012 Seleção feminina | 17:42

Primeira derrota em Londres

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A seleção brasileira feminina de vôlei parou no favorito time dos Estados Unidos nesta segunda-feira em Londres, como escrevi no relato que ajudei a escrever para o iG. Quem quiser ver os detalhes do jogo, segue o link:

Leia mais: Brasil para nos favoritos EUA e perde a primeira no vôlei feminino

Defesa do Brasil se perdeu diante dos EUANos primeiros sets, os EUA dominaram e jogaram soltos em quadra. Enquanto elas atacavam e derrubavam as bolas com facilidade, o Brasil parecia acuado e sem muita ação. Nem o bloqueio, que é um ponto forte desse time, apareceu. O primeiro ponto no fundamento saiu apenas no meio do segundo set! Do outro lado, Hooker comandou o time e colocou 23 bolas no chão. Deve ter errado uns três ataques apenas em toda a partida.

Além do desempenho e da confiança (falta dela do lado nacional e confiança de sobra para os EUA) na rede, a defesa foi a diferença do jogo. Os Estados Unidos se armaram no fundo de quadra e recuperaram vários contra-ataques. Já o Brasil até estava bem posicionado, mas ainda não conseguia colocar a bola para cima. Se nada caia do lado de lá, muitas bolas caíram do nosso lado…

E mais vez fica a dúvida sobre a convocação de Natália. Já que o ataque não estava se encontrando, o jogo pedia uma atacante de potência, tanto que Fernanda Garay foi bem quando soltou braço. Jaqueline estava muito marcada e teve mais uma partida ruim, com apenas dois pontos. Paula Pequeno e Sheilla viraram mais, mas ainda estão abaixo. Natália poderia ser essa opção, mas mais uma vez entrou apenas para sacar. Vale ter uma jogadora no banco mas não usá-la em todas as funções?

Ainda foi um jogo da primeira fase e essa derrota não tira o Brasil da briga. Se existe algum momento para poupar alguém é agora, quando se pode perder e ter tempo para se recuperar. E pelo menos perdeu para o mais forte do grupo e favorito ao ouro. Não dá para tropeçar, por exemplo, na próxima rodada, contra a Coreia, que é teoricamente um adversário mais fácil que os EUA. Mas será que quando a competição afunilar e for necessário ter todo mundo pronto para entrar e tentar resolver, Natália estará preparada?

A seleção tem um dia para treinar e se arrumar. E a Coreia também tem volume de jogo, além de abusar das jogadas rápidas. O bloqueio e a defesa do Brasil precisarão estar bem ajustados ou então a situação vai ficar ainda mais complicada.

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domingo, 29 de julho de 2012 Seleção masculina | 21:17

Brasil faz sua parte e vence Tunísia com facilidade

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Se a seleção feminina sofreu mais do que se imaginava na estreia nas Olimpíadas graças a pane no quarto set, os homens fizeram o esperado. Eles venceram a Tunísia por 3 sets a 0 sem muitos problemas. Cumpriram o papel e somaram os três pontos no jogo que tinham que vencer.

A diferença entre a qualidade de Brasil e Tunísia é gritante e a seleção fez o seu jogo. Valeu até para Bernardinho colocar todo mundo para jogar e acabar com qualquer tensão da estreia. Agora todos já sabem o que é uma Olimpíada. A seleção só ficou atrás quando deu uma leve bobeada, mas logo voltou e acabou com o jogo.

Foi bom também para testar saque e mostrar o bloqueio. E também gostei de ver jogadores correndo atrás da bola mesmo em um jogo simples. Serginho fez boas defesas, Wallace foi buscar bola na placa…

Para quem quiser, fiz mais uma vez o relato com todos os detalhes da partida. O link está abaixo:

Contra rival mais frágil do grupo, Brasil vence com facilidade no vôlei

Enfim, foi o que eu esperava ver da estreia. Agora contra a Rússia, no próximo jogo é que teremos a verdadeira ideia de quanto a seleção evoluiu depois do fracasso na Liga Mundial. Ainda será um jogo de primeira fase, que não define muita coisa, mas será um excelente teste. E estamos falando de Olimpíadas… Ninguém quer perder ou jogar mal em Olimpíadas…

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sábado, 28 de julho de 2012 Seleção feminina | 22:28

Sofrimento logo na estreia

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A seleção brasileira feminina venceu a Turquia na estreia, mas precisava ter levado o jogo para o tie-break? O Brasil começou melhor, vacilou no segundo set e voltou bem depois de acertar o tempo no bloqueio. Parecia que tudo iria acabar bem com a vantagem de 18 a 10 no placar no quarto set. Mas a Turquia reagiu, o Brasil se entregou e teve que decidir a partida no quinto set.

Como foi em quase todo o Grand Prix, a seleção segue com altos e baixos. E se perdeu o quarto set foi muito porque parou em quadra, entregou pontos em erros e não virou no ataque. As ponteiras seguem sem colocar bolas no chão, como foi visto nesta parcial. E Natália, apesar de recuperada, entrou apenas para sacar.

Desta vez deu tempo de se recuperar no tie-break. Agora o próximo rival será os Estados Unidos. Vai dar tempo de se recuperar de novo? Para quem quiser, deixo o link do relato com todos os detalhes da estreia que escrevi para o iG. E claro, o espaço segue aberto para os comentário…

Leia mais: Brasil sofre pane, mas vence Turquia na estreia no vôlei feminino

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sexta-feira, 27 de julho de 2012 Seleção feminina | 13:41

Um pouco de descontração antes da estreia

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As seleções feminina e masculina de vôlei ainda conseguem um tempinho para se divertir antes da estreia nas Olimpíadas. E enquanto eles postam as suas aventuras em suas páginas no Twitter, o blog abre um espaço nas análises, comentários e palpites para mostrar o clima lá na Vila Olímpica.

A mais recente foi Natália. A estreante nos Jogos Olimpícos, confirmada no time por Zé Roberto apenas nesta semana, quer voltar de Londres não apenas com a medalha olímpica. Parece que ela busca um amor na terra das rainha. Para isso, vale até beijar um sapo e esperar que ele vire príncipe!

natália

Natália e o beijo no sapo nas Olimpíadas

Já Jaqueline e Rodrigão postaram fotos com a tocha dos Jogos enquanto Thiago Alves ganhou bolo para comemorar o aniversário de 25 anos na quinta-feira. Veja as fotos na galeria.

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quinta-feira, 26 de julho de 2012 Seleção masculina | 19:26

Natália de um lado, e Giba do outro

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Se na quarta-feira Zé Roberto acabou com o que poderia ainda gerar alguma ansiedade na equipe ao definir as 12 jogadoras para as Olimpíadas com Natália na equipe, nesta quinta-feira foi a fez de Bernardinho confirmar seu elenco, com Giba entre os relacionados.

Leia mais: Giba afasta risco de corte e garante presença em Londres

A lista da seleção masculina não causou nenhum espanto. Giba já havia atuado na Liga Mundial e, apesar de ter sentido um estiramento, já está recuperado e pode atuar. Ele também ainda vai sentir a falta de ritmo, mas é um jogador que pode desequilibrar. Na Copa do Mundo, por exemplo, ele foi um dos destaques do Brasil. Se jogar como naquele campeonato, será muito bem-vindo.

E se Zé Roberto apostou em Natália também pela postura e astral em quadra, Giba pode, e deve fazer isso no masculino. O Brasil passou toda a Liga Mundial bastante apático, sem convicção, desanimado. Só se falava que o torneio não era o mais importante, que não adiantaria nada estar 100# ali… Pois agora chegou a hora das Olimpíadas, o torneio que realmente importa. Está no momento de mostrar vontade do começo ao fim, cobrar o companheiros para isso. Espero que Giba também ajude neste sentido…

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quarta-feira, 25 de julho de 2012 Seleção feminina | 19:34

E Natália fica para as Olimpíadas de Londres

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Chega de sofrimento e ansiedade para a seleção brasileira feminina de vôlei. Zé Roberto anunciou, nesta quarta-feira, que Natália fica no time para as Olimpíadas de Londres. Com isso, Camila Brait acabou cortada. E agora, o que vocês acharam desse último corte?

Leia mais: “A Natália é uma jogadora importante demais para o nosso grupo”, diz Zé Roberto

Quero ver uma atuação de Natália. Ela é uma boa jogadora, melhorou um pouco no passe sob o comando de Zé Roberto e é uma bela atacante, de muita potência. Temos que ver se ela conseguirá colocar toda essa potência em prática depois de tanto tempo parada. Ela passou por mais uma cirurgia na canela esquerda em dezembro e não atuou desde então. E já estava sem jogar antes da operação…

Já Camila Brait veio de uma bela Superliga e poderia ajudar no fundo de quadra e no passe, ainda problemas para a seleção. Zé Roberto tentou colocá-la para fazer fundo junto com Fabi em algumas partidas e ainda faltou entrosamento. Mas o caminho me parecia bom. E ela está com ritmo de jogo, pronta para atuar a qualquer momento.

Agora é torcer para que Natália volte e volte bem! Como Leonardo comentou por aqui, também não sou totalmente a favor de cortar uma jogadora que pode entrar a qualquer momento e deixar outra que tem, sim, potencial, mas que estava tanto tempo parada. Mas respeito a posição de Zé Roberto, que acompanhou a ponteira esse tempo todo.

O Brasil precisa recuperar a convicção no ataque e as ponteiras ainda deixaram a desejar na temporada. Natália é uma jogadora alto astral, forte e que pode animar a equipe. O próprio Zé Roberto já destacou isso várias vezes. A postura da ponteira é usada como exemplo. Que ela esteja pronta e que a equipe realmente se empolgue com sua volta! E a Camila Brait ainda é jovem, tem potencial e vai ter o seu espaço na seleção em breve. Pena ter que viajar até Londres, sentir o gostinho de uma Olimpíada para esperar mais quatro anos.

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terça-feira, 24 de julho de 2012 Seleção feminina, Seleção masculina | 15:09

Trabalho em Londres e trabalho por aqui

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Galera, os dias de férias foram bem aproveitados com viagens e família, mas acabaram. Voltei ao trabalho nesta semana e não estou com o melhor dos ânimos em relação as seleções nas Olimpíadas. E vocês, o que esperam do Brasil nos Jogos de Londres?

Embarque da seleção feminina para LondresLi todos os comentários que vocês deixaram por aqui, principalmente sobre os cortes e a postura de José Roberto Guimarães. Como tinha falado durante as férias, não esperava o corte da Fabíola. Já o de Mari tem mais fundamento. Ela não veio de uma boa temporada e será que não foi testada muito “em cima da hora” como oposta. Quando entrou, ajudou, mas atuou pouco, enquanto Tandara já vinha na função. Porém, vale cortar a Mari, que já estava jogando e se recuperando, e tentar apostar em Natália, que ainda não jogou depois da cirurgia? Natália é uma jogadora potente, que pode, sim, resolver, mas deve sofrer com a falta de ritmo.

E acho que todos devem ter conversado muito para se viajar para as Olimpíadas com uma atleta ainda a ser cortada e isso não pesar demais no clima da equipe. Se Natália estiver bem, ela joga. Se ainda não estiver pronta, quem entra é Camila Brait, como segunda líbero. Mais uma vez, não valeria a pena tomar a decisão antes e evitar o estresse, a ansiedade? Os poucos dias entre a viagem para Londres e estreia diante da Turquia podem ser tão determinantes para a recuperação da ponteira? De qualquer maneira, Zé Roberto deve ter conversado com seu time e sabe o que deve fazer.

Já no masculino, gostei da definição de Bruninho para a Liga Mundial. Na chegada a Londres, ele disse que o campeonato foi um tapa na cara do time antes das Olimpíadas. O Brasil acabou em sexto lugar depois de uma atuação abaixo do esperado, sem convicção. O torneio mostrou que camisa não ganha medalha. Não adianta ter tradição e ter feito uma década de títulos, se não entrar com vontade do começo ao fim. E se o Brasil começou com as jogadas mais rápidas e bolas pelo meio-fundo, as outras seleções também já fazem isso muito bem. Que os ânimos dos brasileiros estejam renovados para Londres e que eles tenham mesmo acordado depois da Liga Mundial.

Bom, é hora de voltar ao trabalho. As Olimpíadas começam nesta semana e a rotina será puxada. Mas trabalhar para falar de vitórias é melhor, não é? Então, que as seleções me surpreendam e que venham bons resultados lá de Londres!

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sexta-feira, 6 de julho de 2012 Seleção feminina, Seleção masculina | 20:42

Corte, eliminação e muito trabalho pela frente

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*atualizado dia 7 de julho

Galera, disse que daria uma passada por aqui quando tivesse um tempinho durante as férias… Pena que é para comentar notícias nem tão boas assim como as da última semana.

Primeiro, a surpresa com o corte de Fabíola. Conversei com Zé Roberto durante o Pré-Olímpico e ele me disse que não tinha dúvidas de que Fabíola era a levantadora titular. Porém, agora, preferiu cortá-la e deixar Fernandinha e Dani Lins no elenco para as Olimpíadas.

Vi os comentários que vocês deixaram por aqui nesta semana e concordo com muita coisa. Fernandinha conquistou a vaga no Grand Prix. Ela já é experiente, se entrosou muito bem com o time e ainda ajudou no saque. Mas Fabíola vinha de uma sequência e de uma temporada melhor que a Dani Lins. Acho Dani uma boa levantadora e também bastante acostumada com as companheiras. Entretanto, ela já teve problemas em alguns jogos, principalmente quando pressionada. Por isso imaginava que Fabíola fosse seguir no time. Por conta das férias, não conversei com o técnico e nem acompanhei o desembarque da equipe. Não sei quais foram seus motivos, mas agora é torcer e esperar que a seleção mostre equilíbrio e supere as atuações de altos e baixos de quase todo o Grand Prix.

E no masculino, o Brasil já está fora da Liga Mundial. Você viram os jogos? Primeiro, contra Cuba, a equipe foi bastante apática e levou 3 sets a 0. Depois, começou com ânimo a mais contra Polônia, mas foi se perdendo aos poucos e caiu no tie-break.

Esperava algumas respostas com essa fase final. Foi bom ver Giba em quadra e puxando o time, Leandro Vissotto também de volta ou Rodrigão com boa atuação. Mas e os erros de recepção, como as falhas de Murilo no primeiro jogo? Ou apenas ter marcado seis pontos de bloqueio em 5 sets contra os poloneses? Ou ter errado tantos saques contra os cubanos?

E no time também tem a questão dos levantadores. Ricardinho voltou, mas não foi ainda aquele cara das Olimpíadas de Atenas. Bruno vive melhor fase e é o titular, mas não seria melhor ter deixado Marlon na equipe, que era uma formação que estava dando certo, como vocês disseram por aqui? Ou então, apostar em mudança, com William, que fez uma ótima Superliga? Por enquanto, a volta de Ricardinho, com todo o respeito à qualidade e ao que ele fez pela equipe nacional, não deu certo.

Outras respostas com esta Liga Mundial foram: alguns jogadores estão recuperados fisicamente, sim, mas faltou convicção para definir. Ainda falta o Brasil entrar com cara de Brasil, para definir logo. Ok, a Liga Mundial serviu como treino, preparação para Londres e para recuperar e dar ritmo para todos. Mas que os ânimos também estejam recuperados até as Olimpíadas. Quero ver o time jogando, como Bruno me disse uma vez, com sangue nos olhos e faca nos dentes. Essa empolgação tem que voltar. E vale também caprichar mais no saque, que o bloqueio agradece, e voltar a soltar o braço no ataque, para mostrar a tal convicção e acabar de vez com a apatia.

Bom, que as últimas semanas de treino sejam bem aproveitadas. Trabalho não vai faltar. E também que Zé Roberto acerte nos dois cortes que ainda tem que fazer. Gostaria de ver o Brasil com duas líberos em Londres, já que o passe é um problema… E no masculino, resta treinar para colocar o time nos eixos de novo.

Eu fico por aqui e volto no final de julho, um pouco antes das Olimpíadas. Como sempre, o espaço segue aberto para vocês! Se não conseguir passar por aqui de novo até a volta, boas férias de julho e bom trabalhos aos atletas. Até!

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segunda-feira, 2 de julho de 2012 olimpíadas, Seleção masculina | 18:33

Uns dias de férias

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Galera, estou em férias e vou ficar um pouco mais distante do blog. Nas quadras, por enquanto, a seleção feminina segue com os treinos e tenta os últimos ajustes até a estreia nas Olimpíadas. As atenções se voltam agora para o time masculino, que joga as finais da Liga Mundial.

O primeiro jogo do time de Bernardinho será nesta quarta-feira, diante de Cuba. E os jogos dessa fase vão mostrar, como comentamos por aqui, qual a real situação da equipe. Murilo e Dante já estão recuperados? E Giba, já suporta um jogo todo de cinco sets depois de voltar após a cirurgia na canela? Leandro Vissotto, ainda tem chances de também voltar e ficar com uma das vagas de oposto para Londres? Ainda tem Ricardinho, que desde que voltou não foi mais uma vez aquele excelente levantador, cheio de jogadas aceleradas e precisas que foi campeão olímpico e mundial…

Essa fase final da Liga Mundial deve dar algumas respostas e eu tentarei acompanhar alguma coisa durante as férias. E nos jogos que não tiver por aqui, vocês me contam o que for acontecendo, combinado?

Abraços, boas férias a quem também estiver de folga em julho e vamos nos falando! Até mais!

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