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Arquivo de junho, 2011

quinta-feira, 30 de junho de 2011 Seleção masculina | 18:22

Tarde longe da TV

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Galera, passei a tarde de castigo, longe da TV, esperando para ser atendida pelo meu médico. Quem mora em São Paulo vai me entender: frio, tempo seco e poluição resultam em problemas respiratórios. Pois é, estou no meio de uma crise de sinusite e começo de uma de bronquite.

Com isso, não consegui assistir ao jogo, mas li que o Brasil ganhou fácil por 3 sets a 0 da Polônia nesta tarde. Pelo menos uma boa notícia! Agora, conto com a compreensão de vocês porque vou ficar um tempinho de molho e com a ajuda também para comentar sobre a partida!

O blog está aberto para vocês! Abraços!

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quarta-feira, 29 de junho de 2011 Seleção masculina | 18:34

Brasil vence a Polônia com um set perfeito

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A seleção masculina venceu a Polônia agora há pouco por 3 sets a 1 (parece que o time gosta desse placar! Já foi a sexta vez nesta Liga Mundial) e, apesar de ainda ter alguns “cochilos”, fez um set perfeito.

No final, a Polônia bloqueou mais e marcou 13 pontos no fundamento. Mas o Brasil, depois de passar apagado na rede diante dos Estados Unidos, voltou a se impor e pontuou 11 vezes. Esse ainda não é o desempenho ideal, principalmente dos nossos centrais, mas já é uma melhora e tanto.

E a melhora apareceu mesmo no terceiro set, o tal set perfeito que falei. A seleção errou apenas um saque e deu aula no fundamento com Sidão. ele marcou três aces e encaixou muito bem o serviço forçado. Além disso, foi o melhor momento do bloqueio, com quatro pontos. Ou seja, tudo fluiu bem. a defesa estava alerta, ajudou nos contra-ataques e o Brasil dominou.

Mas ainda temos que ser realistas. Depois de um belo set desses, a seleção quase perdeu a quarta parcial para a Polônia. De novo, o time caiu na virada de bola e perdeu a agilidade no ataque. Pelo menos foi só um susto e o bloqueio ajudou a fechar o set e o jogo. Entretanto, é preciso ficar alerta a essas oscilações na equipe.

E os jogadores?
Bernardinho escutou os leitores do Mundo do Vôlei! Ele escalou Dante e Sidão no time titular e o resultado foi aprovado. Sidão foi muito bem no saque, como já disse. E Dante está recuperado da inflamação no joelho e leve no ataque como sempre.

Pena que acho que foi pouco utilizado. Assim como Murilo. Ainda acho que Bruno está instável. O levantador faz lindas jogadas, mas peca em outras. Ele, por exemplo, insistiu com Théo, com uma bola baixa, e o oposto levou três ou quatro bloqueios em uma parcial (por isso a Polônia acabou melhor no fumdamento). Théo compensou em outras jogadas e no bloqueio, sendo o maior pontuador da partida. Enquanto isso, Dante e Murilo pouco foram lembrados com as típicas jogadas mais aceleradas. Tanto que o primeiro ponto de Murilo saiu apenas no  19 a 13 no terceiro set! E isso porque quem estava em quadra era Marlon!

Gostei das mudanças para esse jogo, mas agora queria ver Marlon mais tempo em ação também. Quem sabe nesta quinta? O Brasil já está classificado e pode arriscar e “treinar” um pouco, mas sem se esquecer do resultado, afinal, é bom fechar a fase com vitória, não é?

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segunda-feira, 27 de junho de 2011 Seleção masculina | 20:25

Vaga garantida no dia do vôlei

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Hoje, 27 de junho, é o dia nacional do vôlei (pois é, nosso esporte ganhou um dia!). E para comemorar a data, a FIVB confirmou o que os leitores daqui do blog já tinham alertado desde sábado, depois da derrota do Brasil para os Estados Unidos fora de casa. Apesar dos 3 sets a 1, a seleção de Bernardinho já esta classificada para a fase final da Liga Mundial (obrigada, leitores bons de matemática!).

defesa

Falha na defesa diante dos Estados Unidos

Com isso, a pressão para as partidas contra a Polônia diminui, pelo menos na teoria. Mas acho que isso não deve fazer ninguém no time relaxar. Desde os jogos contra Porto Rico em São Paulo, os brasileiros falam que precisam minimizar os erros. Conseguiram no primeiro jogo contra os EUA, mas voltaram a se perder em quadra no segundo (veja como foi a derrota do Brasil). Como já disse por aqui, acho que agora é o momento não apenas de minimizar os erros, mas de manter o padrão de uma partida para outra.

Perguntaram por aqui se esses altos e baixos do time preocupam. Minha resposta é sim, preocupam um pouco. Já estamos às vésperas da final e já era hora da equipe se encontrar mais. Porém, parece que eles já sabem qual caminho deve ser seguido.

A seleção já conseguiu ser mais agressiva, principalmente no saque. Agora precisa manter o volume no sistema defensivo, com melhor marcação no bloqueio e no fundo de quadra. Só assim é que virão os contra-ataques e o domínio nos jogos.

Quanto aos jogadores, Bruninho pode ser mais constante na distribuição. Ele está oscilando momentos de ótimas jogadas com bolas repetidas e marcadas pelo bloqueio adversário (como contra os EUA). Já Murilo está voltando ao padrão de 2010, virando com consciência e concentrado no fundo. Na outra ponta, Giba vai bem no saque, mas nem sempre é a solução para o ataque. O nosso meio tem que voltar a bloquear mais e seguir no ataque. Pode ser o momento de dar mais chances a Sidão, por exemplo. E como oposto, o time deve seguir com Théo, já que Leandro Vissotto tem apenas um edema na coxa, nada grave, mas acho que ainda não deve ser usado. É a hora de Théo se mostrar mais confiante no ataque.

Além disso, Dante pode ser uma opção. Ele está recuperado da inflamação no joelho e, com o Brasil classificado, pode entrar para ganhar ritmo e chegar mais bem preparado às finais.

Sabemos que o foco do Brasil no ano é a Copa do Mundo, que dá vaga para a Olimpíada de Londres, mas dá para arrumar o time para levar mais um título na Liga Mundial. No dia do vôlei, temos o direito de torcer!

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domingo, 26 de junho de 2011 Seleção masculina | 00:14

Desta vez, mais baixos do que altos diante dos EUA

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bloqueio dos Estados Unidos

Estados Unidos dominaram a rede diante do Brasil

Segundo jogo do Brasil diante dos Estados Unidos na Liga Mundial e a história se repete. Assim como foi em Belo Horizonte, a seleção se perdeu no segundo confronto e acabou derrotado. Dessa vez, a equipe de Bernardinho teve mais baixos do que altos na partida e acabou levando um 3 sets a 1 (veja como foi a partida set a set).

Se na sexta-feira o Brasil conseguiu defender e também ser mais agressivo, neste sábado eles viram os Estados Unidos acelerando as bolas no ataque, soltando o braço no saque (como já é de praxe) e, por consequência, marcando mais no bloqueio.

Enquanto os norte-americanos cresciam na rede, a seleção vacilava na virada de bola. Théo, o cara de segurança no time, marcou seu primeiro ponto no jogo apenas no segundo set! O Brasil estava nervoso em quadra, reclamou da arbitragem e se perdeu. Só venceu o terceiro set porque recuperou um pouco o foco e passou a marcar melhor no bloqueio. Mas depois, voltou a errar nas definições.

No geral, o saque nacional até que entrou com Bruninho e Lucão, por exemplo, e também quebrou o passe norte-americano com Rodrigão em alguns momentos. Mas o serviço dos EUA foi bem superior, com seis aces na partida (o Brasil fez três). Eles também seguiram defendendo e testando a paciência nacional. No final, souberam também virar mais bolas e venceram, sem ter lá grandes dificuldades nos finais dos sets.

Moral da história? O Brasil precisa errar menos e aprender a manter o padrão de um jogo para o outro. Vamos ver o que acontece na Polônia…

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sexta-feira, 24 de junho de 2011 Seleção masculina | 23:54

Os altos e os baixos da vitória sobre os EUA

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O Brasil venceu os Estados Unidos pela Liga Mundial agora há pouco, por 3 sets a 1 (veja como foi a partida). O resultado dá tranquilidade ao time, já que praticamente classifica para a fase final do torneio. O jogo mostrou algumas coisas boas, como o saque e a defesa alerta. E algumas erradas, como a sequência de bolas com Lucão no terceiro set. Vamos por partes…

Há um tempo a seleção fala que deve ser mais agressiva nos jogos. Nesta noite, acho que o Brasil conseguiu essa agressividade e, o mais interessante, desde o começo do jogo. A equipe nacional abriu em todas as parciais logo no começo, impondo ritmo. Pena que ainda faltou um pouco manter esse ritmo… Só que dessa vez, o Brasil voltou logo a dominar e arrumar os erros, diferente da derrota em casa lá em Belo Horizonte, quando estava com o set nas mãos e vacilou. Por isso, venceu e venceu com uma certa facilidade.

O time ainda mostrou volume na defesa. Que os Estados Unidos são chatos e sabem defender, a gene está cansado de saber. Mas o Brasil também soube se posicionar no fundo de quadra. Serginho e Murilo estavam alertas e, para completar, o contra-ataque foi eficiente. Ponto positivo.

O negativo foi o vacilo do terceiro set. A seleção tinha tudo para fechar em 3 a 0, mas se perdeu no ataque na terceira parcial. Exemplo disso foram três bolas seguidas para Lucão. O central errou a primeira, e Bruninho insistiu na jogada. Depois, deu mais uma para Lucão. Só que ele estava marcado e desestabilizado e o resultado foi os Estados Unidos abrindo no placar. Tudo bem que dar uma bola para quem errou é uma estratégia para dar moral ao jogador. Mas se ele erra, ele se perde, como aconteceu naquele momento com Lucão.

Bruninho também demorou a acertar o tempo certo com Théo, que entrou no lugar de Vissotto, que sentiu uma fisgada na virilha, logo no começo da partida. Théo isolou algumas bolas, bateu outras na rede, mas, no geral, se saiu bem e foi quem mais colocou bola no chão. Sinal de que o Brasil tem banco, como sempre.

Falando em banco, acabou a ansiedade de Dante! Antes dos jogos contra Porto Rico, falei com ele no ginásio e ele brincou, dizendo que preferia ir para casa a ficar de fora. Nesta noite ele entrou improvisado na inversão do 5-1, ficou pouco tempo em quadra, mas sentiu o gostinho de jogar (pena que quem estava acompanhando pela TV não viu orque foi justo no momento da queda do sinal!). E esse é o caminho. É melhor voltar com calma e garantir o jogador inteiro para a fase final.

Sábado tem mais Brasil x Estados Unidos. Será que vem o 3 sets a 0? Basta se concentrar e evitar os vacilos do terceiro set desta noite porque os Estados Unidos são muito bons no saque e na defesa, mas também tem seus altos e baixos.

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quarta-feira, 22 de junho de 2011 Diversos | 11:49

Como Thiago Alves foi parar no Japão?

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Na semana passada, comentei aqui no blog sobre a ida de Thiago Alves para o Panasonic Panthers, do Japão (veja o post sobre a negociação do jogador). Eu fiquei um pouco surpresa com a decisão do ponteiro e, por isso, bati um papo com ele depois dos jogos contra Porto Rico na Liga Mundial. O resultado foi uma matéria exclusiva para o iG (leia a reportagem completa) com as explicações.

Thiago disse que tentou negociar com o Sesi, mas que, quando foi dar a sua resposta ao time, eles já haviam acertado com o Leo Mineiro. Depois, como ainda não é um atleta tão conhecido lá fora, não teve boas propostas da Itália. Ainda tentou negociar com a Turquia, mas não teve sucesso. No final, a melhor opção até financeiramente foi o Japão. Lá ele terá contrato de um ano e pode jogar e voltar ao Brasil na próxima temporada.

Explicações dadas com total sinceridade, as coisas ficaram mais claras e consegui entender  a opção de Thiago Alves. Adiantaria fechar com um time B da Itália e ficar preso a dois ou três anos de contrato? Seria um risco. Se o time fosse bem, valeria a pena pelo nível do Campeonato Italiano e pelos rivais de peso. Mas não sei se é possível aprender tanto em uma equipe mediana. Bom negócio fez Bruninho, que ficou só 45 dias por lá, mas jogou no Modena e cresceu junto com o time até as finais.

No Japão, o brasileiro será a estrela do time por ser o jogador estrangeiro. Isso não é garantia de sucesso, mas é uma boa perspectiva para voltar a jogar depois de uma temporada de lesões como foi a última.

Para ganhar reconhecimento, o caminho poderia ser tentar seguir no Brasil. A liga japonesa é mais fraca que a nossa e pouco acompanhada pelos fãs brasileiros. Mas pode valer pela experiência de jogar no exterior. E, como disse no outro post, o Japão não fez mal a Théo e João Paulo Tavares, por exemplo. Agora é focar na seleção brasileira, nas finais da Liga Mundial e, depois, desejar boa sorte!

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domingo, 19 de junho de 2011 Seleção masculina | 18:57

Dever cumprido contra Porto Rico

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A seleção masculina conseguiu o que queria contra Porto Rico e nem precisou se esforçar muito para isso. O Brasil venceu neste domingo por 3 sets a 0 (pena que nem todo mundo viu pela TV, como disse no post anteiror), somou os seis pontos em casa e agora viaja mais tranquila para encarar Estados Unidos e Polônia fora de casa.

Mais uma vez, o jogo foi fácil e a superioridade do Brasil foi clara. Mas, mesmo contra o lanterninha da chave, deu para ver alguns bons aspectos. No sábado, como disse por aqui, a seleção começou devagar, ainda errando muito, mas fez um ótimo segundo set. Dessa vez, eles finalmente entraram com força máxima e logo venceram o primeiro set por 25 a 10. Depois, acabaram relaxando um pouco, o que é normal contra um rival simples, mas não tiveram problemas para fechar a partida.

Mas por que o Brasil começou melhor? Porque o saque funcionou desde os primeiros pontos. Todo mundo fez o seu papel. Quem tinha que forçar, sotlou o braço, como Lucão ou Giba. E também teve gente que usou o saque tático, como Marlon. Ou seja, a seleção variou o serviço, prejudicou o passe rival e conseguiu se impor no bloqueio. Além disso, se armou e usou os recursos no ataque. Até Marlon atacou! Pronto, essa é uma ótima fórmula para vencer, seja um rival simples como Porto Rico ou um mais complicado. Não foi a toa que muitos atletas disseram que esse foi o melhor da Liga.

E Bernardinho fez bem em colocar todo mundo em quadra. Marlon, Théo, Sidão, Thiago Alves, e João Paulo Bravo, que geralmente não estão entre os titulares no começo dos jogos (Bravo foi titular nos primeiros jogos, mas deve perder a vaga para Giba e, por isso, está nessa lista) tiveram chances de mostrar o que sabem ao técnico e ganhar ritmo de jogo. E em uma partida mais simples, é isso que deve ser feito: colocar todos para jogar!

É difícil “medir” o nível do Brasil neste momento porque, segundo Serginho, Porto Rico não veio para jogar. Mas dá para se animar com a melhora no saque e na agressividade. Agora é esperar os jogos lá fora.

Quem vai e quem fica

Bernadinho já definiu o grupo que embarca nesta segunda para os Estados Unidos (veja quem segue na equipe). Dos jogadores que disputaram essa fase, foram cortados Éder, Wallace e João Paulo Tavares. Éder e João Paulo não chegam a ser surpresas. O central chegou depois e foi convocado para a vaga deixada por Gustavo após a fratura no pé. Rodrigão e Sidão indo muito bem, e Bernardinho confia em Lucão. Ou seja, esse corte já era esperado. Assim como o de João Paulo, que joga em uma posição “inflada”, que já conta com Murilo, Giba e Dante. Também tem João Paulo Bravo, que foi bem nos primeiros jogos, e Thiago Alves, que ganhou mais uma chance na seleção. Tavares pouco atuou e perdeu o espaço.

Já na saída de rede, a briga era boa entre Leandro Vissotto, Théo e Wallace. E achei que Wallace pudesse seguir no time, já que foi utilizado nesses primeiros jogos da Liga Mundial e é um bom jogador, com potência e habilidade. Mas Bernardinho preferiu seguir com a formação de campeonatos anteriores, com Vissotto, titular na posição, e Théo, que já entrou bem em momentos duros para o Brasil, como nas finais da Liga Mundial de 2010. Espero que Wallace ainda tenha chances no time nacional.

E vocês? O que acharam dos jogos contra Porto Rico? E dos cortes? Deixem seus comentários

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Seleção masculina | 11:53

Mais um 3 a 0 diante de Porto Rico

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O Brasil fez o que queria, venceu Porto Rico por 3 a 0 nesta manhã e marcou os seis pontos nos últimos jogos em casa na Liga Mundial. Pena que muitos não viram o jogo todo na TV e tiveram que acompanhar a Maratona de São Paulo (nada contra a corrida de rua, por favor…)

E, em mais um dia de plantão, deixo o relato do jogo com vocês (veja como foi a segunda vitória do Brasil em São Paulo) e volto mais tarde com os comentários da partida! Até!

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sábado, 18 de junho de 2011 Seleção masculina | 17:54

E não basta jogar…

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Mário jr

Flagra de Bruninho no ônibus da seleção

Enquanto estava aqui, escrevendo o comentário do jogos, os atletas do Brasil estavam no ginásio do Ibirapuera para mais um treino. Isso mesmo, não basta só jogar, tem que treinar! E não quero nem imaginar a reação de Bernardinho com quem reclamar do ritmo puxado na seleção.

O jeito é aproveitar qualquer oportunidade para descansar e recuperar as forças. O alvo da vez é o líbero reserva Mário Jr. Ele foi flagrado no caminho entre o ginásio o hotel e foi parar na página do Twitter do levantador Bruninho. Será que o sono estava bom?

Acorda, Mário Jr, que amanhã tem mais jogo!

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Seleção masculina | 17:32

Que o 2º set contra Porto Rico vire exemplo

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O clima do jogo Brasil x Porto Rico refletiu, pelo menos em partes, o que os jogadores falaram no treino antes da partida. Murilo tinha tido que, mesmo relaxado o Brasil poderia ganhar de Porto Rico, o que seria quase impossivel contra Polônia ou Estados Unidos. Ele também disse que o time não ralaxaria porque precisava de duas vitorias nesses jogos em casa. Bruninho e Bernardinho pediram mudanças na postura e um saque melhor. E Serginho queria diminuir os erros.

Bloqueio do Brasil

Bloqueio do Brasil pressionou Porto Rico

Bom, nesta manhã, o Brasil venceu por 3 a 0, somou os três pontos que queria (saiba mais sobre a partida, mas deu 19 pontos de graça em erros, começou o jogo mais uma vez devagar, falhando nos contra-ataques, só que soube também mostrar a sua cara. Principalmente no final do primeiro e no segundo sets. Nesses momentos sim, o Brasil jogou como Brasil.

Precisou Porto Rico equilibrar o jogo e mostrar até variedade no ataque para a seleção acordar. E muito da mudança em quadra se deu por causa do saque, que dessa vez funcionou e quebrou a recepção adversária. Não tem como dominar um jogo sem um saque bem executado.

O Brasil ainda deu uma vacilada no final do terceiro set, mas teve tempo e tranquilidade para se recuperar e acabar com o jogo em 3 a 0, o placar que todos esperavam para este final de semana. E domingo tem que ser assim de novo!

Sei que ainda é começo de temporada e que não tem como estar no auge agora, como os jogadores também disseram nos treinos, e nem adiantaria estar voando agora. O time deve estar pronto é nas finais. Esses primeiros jogos foram o momento de errar e escolher a equipe para a decisão. E
o caminho para as finais é jogar com a postura do segundo set desse sábado. Não vai ser facil repetir o placar de 25 a 10, o mais elástico até agora na Liga Mundial, mas dá para ser agressivo, do saque ao ataque, e alerta na cobertura. Enfim, ligado no jogo e com vontade de ganhar e atropelar!

E vocês, gostaram da atuação do Brasil? Mudariam alguma coisa para o jogo de domingo? Deixem as suas opiniões

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