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Arquivo de abril, 2011

sábado, 30 de abril de 2011 Superliga | 11:54

Unilever é heptacampeão da Superliga feminina

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O Unilever recuperou o posto de melhor time do Brasil. Na sétima final consecutiva contra o time de Osasco, as cariocas, que perderam em 2009/2010, tiveram mais concentração e agressividade e fecharam em 3 sets a 0, faturando o heptacampeonato na Superliga.

Unilever é hepta nacional

Unilever é hepta nacional

Para falar como foi essa final, vou dividir o post em duas partes. Primeiro, o set a set da partida. Depois, o que falou e o que sobrou para cada time. Vamos lá?

Primeiro set: paredão carioca
Apesar de o grande equilíbrio, o Unilever soube aproveitar melhor as oportunidades. O Sollys/Osasco quando sacava bem, muitas vezes não pontuava no contra-ataque. Já as cariocas se falhavam no fundo, apareciam forte no bloqueio e com uma parede para cima de Jaqueline, fecharam o primeiro set.

Segundo set: paciência para fechar
O Osasco saiu na frente, mas ainda perdeu muitos contra-ataques. Entretanto, finalmente se achou no bloqueio. O time tem a gigante Thaisa e ela precisava entrar no jogo. No final da parcial, mais equilíbrio. O Unilever recuperou a liderança, mas o Osasco não desistiu. Só que alguém advinha o que aconteceu? Falta de bola no chão no contra-ataque. No 27 a 26, o Osasco teve vários contra-ataques para fechar, mas falhou. Depois, no 27 a 27, Thaísa errou uma bola de cheque. Já o Unilever, com grande volume, ficou atento e venceu no 30 a 28 no saque de Sheilla, que despencou no meio do caminho.

Terceiro set: passeio carioca
A vitória embalou o Unilever, que voltou bem em todos os fundamentos: saque, ataque, bloqueio… Tudo dava certo para as cariocas. Elas estavam mais ligadas e concentradas e Fabi, que vinha bem desde o segundo set, fechou o fundo. Já Natália e Jaqueline não estavam em seu grande dia e não corresponderam. O Sollys/Osasco perdeu a vibração e virou presa fácil no set final.

Suelle e Mari com o ouro no peito

Suelle e Mari com o ouro no peito

O que faltou para o Sollys/Osasco na final? E o que sobrou para o Unilever? As paulistas chegaram à final como as melhores no sistema defensivo da Superliga. Mas para vancer, é preciso fechar o fundo e pontuar na rede. Mas Natália não conseguiu soltar o braço como a gente está acostumado a ver. Jaqueline também apareceu pouco. No final das contas, Sassá, justo a mais baixa, acabou sendo a opção para Carol Albuquerque. Mas ainda assim, a levantadora não colocou as bolas “na pinta” para as atacantes e usou pouco o meio. Faltou agressividade no contra-ataque.

Já as cariocas, para começar, tinham Sheilla. Ela teve um início um pouco devagar, mas logo mostrou o seu potencial para virar quando a situação estava complicada e pontuar em todos os fundamentos. Foi uma das melhores em quadra e a maior pontuadora do jogo e da Superliga. Porém, foi bom ver o Unilever variar as jogadas. Dani Lins estava à vontade com Juciely e também com Mari. E aqui vale falar da central. Juciely fez um belo jogo, ligada no cobertura e pronta para atacar.

Ao Unilever sobrou cabeça no lugar. Naquele segundo set, quando elas viram o Sollys/Osasco crescer e, ainda assim, se seguraram e fecharam. Depois, no passeio no terceiro. Foi um time que começou mal no passe, mas ganhou volume ao longo da partida e, por isso, saiu com o título!

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Sem categoria | 10:14

Paredão do Vôlei Futuro leva bronze na Superliga feminina

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O Vôlei Futuro montou seu time nesta temporada para brigar pelas finais no feminino e no masculino. Acabou com o bronze nos dois. E no feminino, um dos grandes nomes do time apareceu no jogo que valia o terceiro lugar.

Fabiana é uma das melhores centrais do mundo. Ela começou um pouco devagar a Superliga, principalmente no ataque. Demorou para se entrosar com Alisha, mas apareceu mais sob o comando da levantadora Ana Cristina. Ainda assim, em diversas partidas a gente escutava: Fabiana não está sendo  muito utilizada e tal….

No jogo da noite de sexta ela apareceu, principalmente no bloqueio. Foram cinco pontos no fundamento. E Andressa, outra central, marcou mais cinco. No total, foram 19 pontos no fundamento. Ou seja, o Pinheiros/Mackenzie, que estava do outro lado da quadra, se viu muito marcado e, depois de dar 25 pontos de graça, perdeu por 3 sets  1.

Eu esperava um pouco mais das duas equipes nesta Superliga. O Vôlei Futuro, pelo time de estrelas, demorou a se entrosar e, quando estava forte, sofreu o acidente com o ônibus da delegação e não tem como ignorar que o susto mexeu com as atletas. Já o Pinheiros não conseguiu se manter aquele time de raça e volume de jogo do Paulista. Além disso, acho que caiu no fundo de quadra com a troca das líberos, de Michele por Suellen.

Agora, a minha torcida é para que os times, pelos menos, sigam com bons elencos para a próxima temporada. O Vôlei Futuro masculino já perdeu Leandro Vissotto, vamos ver o que acontece com o feminino. E o Pinheiros dos homens ficou sem a Sky, principal patrocinadora. Mas as meninas, mesmo com o quarto lugar, chegaram longe com um time sem grandes estrelas da seleção, por exemplo (só Fabíola defende a equipe de Zé Roberto). O mercado nos dirá o que vai acontecer.

P.s: Unilever e Sollys/Osasco jogam agora a final da Superliga feminina. Quem quiser, pode seguir os comentários dos melhores lances do jogo no twitter do blog, o @mundodovolei. A gente se vê por aqui depois da partida!

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quinta-feira, 28 de abril de 2011 Superliga | 20:07

Barbicha, bigode ou careca?

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O Sada/Cruzeiro ficou com o segundo lugar na Superliga nacional, teve dois jogadores na lista dos melhores da competição (William, o melhor levantador, e Acácio, dono do melhor bloqueio), e ainda pode ficar com mai um prêmio: de visual diferente em quadra.

Se Giba exibe o seu já famoso “bigodon” na seleção brasileira, no campeonato nacional os atletas usam cortes de cabelo comportados e alguns deixam um pouco de barba. Mas o central Acácio e o levantador William destoaram dos companheiros.

Acácio e sua barbicha nos treinos antes da final da Superliga

Acácio e sua barbicha nos treinos antes da final da Superliga

O melhor bloqueador da Superliga ficou careca, voltou a deixar o cabelo crescer e ainda conservou uma barbicha ao longo da competição. “Não penso no que eu vou fazer com o visual. Mas sempre escuto dos meus parentes, até da minha mãe, que estou tentando ficar sempre mais feio”, contou Acácio ao Mundo do Vôlei.

Usar um visual diferente pode ser uma forma de defesa para o jogador. “Eu sempre fui muito tímido e também sou muito alto (2,08m). Já sofri muito com isso. Sempre que chegavam para falar comigo, tinham que comentar sobre a minha altura (já tinha 2,00 com 16 anos). Acho que isso foi uma frustração. E mudar o visual é um jeito de me afastar, ficar com cara de mal”.

Mas, apesar da cara de mal, Acácio é um jogador de fala mansa e parece ser bem calmo. Até desligado. “Eu sou muito desencanado e acho que criei uma válvula de escape, mas no final, o que interessa é jogar. Não estou em quadra para criar nenhuma impressão. Isso é uma coisa minha, mas a galera sempre faz muita piada. Quando cheguei assim falaram: ‘nossa, que coisa horrorosa”.

A barbicha vista nesta Superliga não foi a primeira invenção de Acácio. “Eu mudo muito. Já usei dread, já fiquei careca, amanhã posso mandar a barbicha embora… Quando não tem nada para fazer, eu vou lá e raspo a minha cabeça”.

Para completar o visual, o central tem várias tatuagens. Mas os desenhos não foram descompromissados como o corte de cabelo. “As tatuagens são muito mais pessoais do que o visual. Acho que ninguém fica horas agüentando dor se não tiver um motivo. Tenho o nome do meu pai, que faleceu o ano passado, na perna. Tenho o desenho de um samurai. São desenhos ligados a proteção e que representam a batalha do dia a dia”.

William e seu bigode na final da Superliga

William e seu bigode na final da Superliga

Quem também fez uma homenagem ao pai foi o levantador William. Ele voltou a exibir na final da Superliga um generoso bigode. “Todo mundo faz piada, principalmente quando deixo só o bigode. Eles me chamam de Freddy Mercury. Mas o bigode tem um significado, é uma homenagem ao meu pai”.

Entretanto, por causa da mãe, o levantador teve que abandonar o bigode ao longo da competição. “Fui para casa no Carnaval e tive que fazer a barba para ficar bonito para minha mãe me ver. Depois, dei uma cultivada para voltar a fazer algo diferente para os playoffs”, disse William ao Mundo do Vôlei.

Com visual diferente ou não, eles fizeram a diferença para o vice-campeonato do Sada/Cruzeiro nesta Superliga. O que será que eles vão aprontar nas férias?

P.s.: galera, sei que estou meio distante nos últimos dias, mas é a correria da redação… Semana que vem tentarei escrever mais por aqui e acompanhar o mercado e os brasileiros que  ainda estão jogando ou já jogaram lá fora. Vocês viram a vitória do Modena, deBruninho, sobre o Trentino? Nâo é todo dia que se faz um 25 a 8 no Trentino, um time fantástico…

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segunda-feira, 25 de abril de 2011 Superliga | 10:56

Campeões pela primeira vez

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Abraço e choro depois da vitória na Superliga

Abraço e choro depois da vitória na Superliga

Não foi apenas o Sesi quem levou o primeiro título na manhã de domingo com a vitória sobre o Sada/Cruzeiro na final da Superliga masculina. O líbero Serginho e o ponta Murilo também foram campeões nacionais pela primeira vez.

Serginho não agüentou e foi às lágrimas ainda em quadra. Em entrevista a Sportv, lembrou que teve que colocar quatro parafusos na coluna para parar se sentir dores e seguir jogando. Agora, recuperado da cirurgia e livre do incômodo, ele venceu a Superliga, deu mais uma chance à seleção e segue muito bem em sua função.

O líbero fez belas defesas na final, deu peixinho, levantou bola quando foi preciso, cobrou o time… Quando surgiu a notícia de que poderia se aposentar da seleção, conversei com o Serginho por telefone e ele me disse que estava bem e que, se a convocação fosse naquele momento, ele aceitaria. Ainda receoso, disse que não poderia prever o futuro, ainda mais depois da cirurgia. Depois da Superliga, o futuro parece não ‘tão obscuro’ assim: Serginho ainda tem muito que queimar com a seleção e com seu clube!

Agora, os jogadores do Sesi devem estar aproveitando e descansando depois da festa da vitória lá em Belo Horizonte. E como disse Murilo, “é bom ganhar até par ou ímpar, né?!”. Se for em um jogo de alto nível como foi a final, melhor ainda.

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domingo, 24 de abril de 2011 Superliga | 12:24

Sesi é campeão da Superliga masculina

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Não foi o 3 sets a 2 como havia apostado o central Vini. Também não foi o 3 a 0 na final da temporada. Com 3 sets a 1 no placar e mais equilíbrio dentro de quadra, o Sesi-SP venceu o Sada/Cruzeiro nesta manhã no ginásio do Mineirinho e faturou o seu primeiro título nacional. Uma bela vitória em uma partida excelente.

Logo de cara o jogo mostrava que era uma verdadeira final. Os times passaram quase todo o primeiro set se alternando na liderança e quem conseguia abrir, colocava apenas dois pontos de vantagem. Só no final é que o Sesi, no saque de Thiago Alves, deslanchou. E aqui vale falar do saque. O Sesi sabia que o Sada/Cruzeiro tinha, se não a melhor, uma das melhores linhas de passe da Superliga e que era preciso forçar e errar pouco. O time soube variar o serviço, distribuindo pancadas e ou bolas mais colocadas e errou pouco. Méritos para o time campeão.

De volta à sequência do jogo… No segundo set, a situação se inverteu. Com seis p0ntos a zero no bloqueio, o Sada/Cruzeiro venceu a parcial. E quem pensou que o primeiro ter foi equilibrado, não contava com a terceira parcial, quando alguém só abriu dois pontos já na parte final! O Sesi venceu e ganhou moral. Giovane tirou Thiago Alves, que agora tem quatro títulos nas quatro Superligas decididas em jogo único, e mais dois. A mudança deu certo e o time venceu. Eles cresceram no jogo e mostraram que, pouco depois, seriam os campeões nacionais.

Por que tanta certeza? Pela postura. Aos poucos, os mineiros, mesmo com o passe correto, passaram a errar e voltaram a ficar no bloqueio paulista. O peso da final parece ter pesado. Do outro lado, o Sesi abriu no placar, mas também parecia que iria sofrer do mesmo mal. O time começou a ficar ansioso e também passou a errar bolas fáceis depois de abrir 16 a 7 no marcador. Mas ficou só na impressão. Logo eles recuperaram a concentração, acertaram os ataques e contra-ataques e fecharam, com uma bola de Vini.

Sesi faz festa no pódio

Sesi faz festa no pódio

Personagens da final
Jogadores do Sesi e do Sada/Cruzeiro merecem destaque nesse jogo. Vamos começar por Vini. Ele é o único titular do Sesi que não está na seleção e, por coincidência, fez o último ponto. A bola sobrou em boas mãos! Vini teve que assumir o lugar de Thiago Barth e foi um bom titular.

Wallace, oposto do Sesi, venceu o duelo com o Wallace do Cruzeiro e foi o maior pontuador da final e da Superliga. Durante a semana, conversei com Sandro e ele me disse que o jogador era diferente do mineiro por ser mais completo, unindo habilidade e força. Pois ele foi exatamente isso na final. Soltou ótimos saques e deu algumas largadinhas desconcertantes. Já o oposto mineiro apareceu menos no jogo…

E quem me chamou a atenção foi William. O levantador realmente faz o que quer com a bola nas mãos. E olha que Sandro, o levantador do Sesi, também desempenha muito bem o seu papel… William saiu com a derrota, mas fez uma Superliga e tanto. É, sem dúvida, uma bela novidade na lista de Bernardinho.

Pois bem, a Superliga masculina fica por aqui. Agora é esperar pela decisão das mulheres, no próximo final de semana.

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sábado, 23 de abril de 2011 Superliga | 12:29

Saque e bloqueio colocam Sollys/Osasco em mais uma final

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Bloqueio do Sollys/Osasco cresceu para cima do Vôlei Futuro

Bloqueio do Sollys/Osasco cresceu para cima do Vôlei Futuro

Mais uma temporada e teremos um novo Sollys/Osasco x Unilever na final da Superliga feminina. O atual campeão venceu o Vôlei Futuro agora há pouco por 3 sets a 0 em uma ótima partida e carimbou a sua vaga para a 10ª decisão consecutiva na competição nacional.

E na manhã deste sábado, o saque, ou a falta dele, e o bloqueio basicamente fizeram o resultado. O Vôlei Futuro se mostrou bem melhor do que no primeiro jogo da série. Contar com Joycinha de volta como oposto e Tandara na ponta, ao lado de Paula Pequeno, deu mais volume ao time. Dessa vez, as dores e o trauma do acidente com o ônibus da delegação parecem não ter atrapalhado à equipe de Araçatuba.

O que atrapalhou, assim como no jogo em Osasco, foi o saque. Como elas erraram nesse fundamento! Foram tantas falhas que até Paula Pequeno, coração do time e querida pela torcida, foi vaiada no ginásio Plácido Rocha depois de mais uma bola na rede. Do outro lado, o Sollys/Osasco acertou a mão no serviço. O time soube variar saques mais curtos, com longos ou forçados e quando Thaísa ou Carol Albuquerque chegavam no fundo, era uma sequência de pontos no marcador. Não é a toa que o jogo terminou com 6 a 0 em aces para as visitantes…

Além disso, o bloqueio do Osasco esteve muito presente. Foram 11 pontos no fundamento contra sete do Vôlei Futuro. Todas as jogadoras estavam muito concentradas e ligadas na rede, marcando bem. E o jogo teve a seguinte equação: saque + bloqueio – saque do adversário = vitória (veja os detalhes set a set).

Essa partida foi melhor do que a primeira da série. O Vôlei Futuro conseguiu dificultar para o Sollys/Osasco com bons ataques e até tirou uma vantagem de seis pontos na primeira parcial. Mas os erros no saque foram cruciais. Já o Sollys/Osasco não sofreu tanto com os “apagões” que aconteceram em alguns jogos da Superliga. E teve suas atletas bem ou crescendo ao longo do jogo, como Jaqueline, que apareceu a partir do segundo set e foi um dos destaques em quadra.

Agora, teremos o sétimo  Sollys/Osasco x Unilever consetivo na final. Será um duelo de um time que se manteve o mesmo da última temporada contra outro que se renovou, demorou um pouco a se entrosar, mas que tem Sheilla em excelente fase e que caiu muito bem no elenco carioca. Vamos para mais um 3 a 2, como foi no ano passado?

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quinta-feira, 21 de abril de 2011 Superliga | 14:20

Superliga masculina tem seu primeiro medalhista

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Leandro Vissotto e Camejo exibem a medalha recém-conquistada

Leandro Vissotto e Camejo exibem a medalha recém-conquistada

O Vôlei Futuro garantiu um lugar no pódio da edição 2010/2011 da Superliga masculina. Eles venceram o Vivo/Minas por 3 sets a 0 na casa dos adversários e ficaram com a medalha de bronze.

E dessa vez, eles não têm do que reclamar do saque (na semifinal contra o Sada/Cruzeiro, eles falaram que área de saque estava menor do que nos treinos e, durante a partida, não se encontraram no fundamento). O Vôlei Futuro se acertou no serviço e marcou sets aces na partida.

Além disso, contou com uma bela ajuda dos mineiros para ficar com a vitória. O Vivo/Minas deu simplesmente 22 pontos de graça, enquanto os paulistas erraram apenas nove bolas. Ou seja, o Vôlei Futuro teve que ganhar apenas dois sets na prática…

Agora é esperar pela final de domingo. Quem ficará com o primeiro título nacional: Sesi ou Sada/Cruzeiro?

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quarta-feira, 20 de abril de 2011 Sem categoria | 19:20

Vitória esperada em jogo com o coração

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*atualizado dia 21/04, às 10h05

Sollys/Osasco e Vôlei Futuro começaram na tarde de quarta-feira a disputa pela vaga na final da Superliga feminina. O jogo foi vencido pelo time de Osasco, como já era até esperado, mas não deixou de ser uma boa partida.

Não era possível esperar um Vôlei Futuro 100% em quadra depois de todo o trauma com o acidente com o ônibus na semana passada. As jogadoras ficaram com dores e cortes nos braços, treinaram pouco, mas chegaram de cabeça erguida para a partida e com o nome de Stacy em todas as camisas. Foi realmente pouco tempo para ficar pronto para o jogo.

Jaqueline encara o bloqueio de Paula Pequeno

Jaqueline encara o bloqueio de Paula Pequeno

Sem a líbero, que já está fora da UTI, a equipe sofreu no fundo de quadra. Mas, logo no começo, compensou com o coração em quadra, vibrando muito a cada ponto e saindo na frente. Entretanto, o Sollys/Osasco, inteiro para o confronto, mudou depois de uma bronca de Luizomar em um tempo técnhico no final do primeiro set. A equipe arrumou os erros do contra-ataque, começou a jogar o que sabia, virou o jogo ainda na primeira parcial e não perdeu mais a liderança, vencendo por 3 sets a 0 (leia mais detalhes da partida).

A equipe da casa venceu respeitando o adversário e fazendo o seu jogo. Em nenhum momento elas vibraram de forma desrepeitosa ou perderam o foco na partida. Fizeram o seu papel, que era aproveitar o fator casa e vencer. Já o Vôlei Futuro pecou no saque. Quando acertou uma boa passagem no serviço, como no terceiro set, conseguiu tirar a vantagem no placar. O time de Araçatuba bloqueou mais, mas sem saque não tem como vencer um conjunto forte e entrosado como  Sollys/Osasco…

Sábado as duas equipes voltam a se enfrentar. A tendência é um equilíbrio maior, já que o Vôlei Futuro terá mais tempo para se recuperar. Mas é como Paula Pequeno me disse em entrevista por e-mail, o campeonato não vai esperar a recuperação total (ou, segundo a imprensa, a Globo não quis que o jogo fosse marcado depois para que a final se mantivesse no dia 30 de abril….). O time terá que se superar e encarar essa semifinal.

Tandara pode sim ser uma opção como oposta porque tem potência no ataque. E é melhor contar com Neneca, mais alta, do que com Elis para completar na ponta. Foi com esse time que o Vôlei Futuro jogou o Paulista, é uma questão de entrosar novamente.

Do outro lado, o Sollys/Osasco deve manter a atenção no contra-ataque, como a partir da virada no primeiro set. A equipe está forte e Jaqueline, que perdeu parte da Superliga por causa de uma operação no joelho, está voltando à boa forma, mais segura no passe e no ataque. Se jogar com a mesma seriedade desta quarta, elas vão complicar e muito o jogo.

Ps.: Para quem vai viajar, bom feriado! E para quem está de castigo, como eu, seguimos com a Superliga para animar os dias até a Páscoa!

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Superliga | 17:32

Esquenta para a final da Superliga

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Domingo é dia da final da Superliga masculina e a edição desta quarta-feira do Terceiro Set, programa semanal sobre vôlei em parceria com o site do Milton Neves, tem uma entrevista com Wallace, do Sada/Cruzeiro e meus comentários sobre o jogo contra o Sesi.

Além disso, já é hora de falar um pouco sobre mercado. Já temos time novo no Rio, o patrocínio da Sky à equipe da Cimed e, nesta semana, o Medley/Campinas renovou com nomes como André Heller e fechou com o oposto Bob e o com  o levantor Fidele. Bob falou ao Terceiro Set sobre mudança de equipe.

Para ouvi o programa, clique aqui.

E agora estão Sollys/Osasco e Vôlei Futuro em quadra pela primeira partida da semifinal da Superliga feminina. Estou comentando no Twitter… Quem quiser, basta seguir @mundodovolei. Daqui a pouco tem post sobre a partida! Até mais e bom jogo!

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terça-feira, 19 de abril de 2011 Superliga | 20:24

De novo, vamos voltar a falar dos jogos?

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As confusões e acusações sobre a torcida do Sada/Cruzeiro na semifinal parece não ter fim… Nesta terça-feira, o Vôlei Futuro soltou mais uma nota oficial ironizando a torcida, time mineiro, a CBV e a imprensa por causa das manifestações na terceira partida da semifinal, vencida pelos donos da casa por 3 sets a 0.

Segundo o Vôlei Futuro, eles não receberam os ingressos os quais tinham direito, a torcida usou o nome de outro atleta (Richarlyson, do Atlético-MG)para ofender Michael, a mídia não cobriu bem os fatos e a área de saque reduzida prejucidou o time (leia a nota na íntegra). Até agora, o Sada/Cruzeiro não deu nenhuma resposta em sua página oficial.

Ok, qualquer tem o direito de falar o que pensa e de reclamar quando se sente lesado. Mas eu acho que essa história já rendeu o que poderia. E o Michael conversou com o repórter do iG que estava na partida e não pareceu incomodado com tudo isso.

“Esse é o verdadeiro papel da torcida, que empurra o time deles sem ofender ninguém. Dessa vez, não percebi nada sobre homofobia. Valeu a pena ter levantado essa causa na partida anterior aqui em Contagem. As pessoas devem ser respeitadas independentemente de sua opção sexual, religão ou qualquer outra coisa”, disse o central” (leia a matéria completa).

Eu gosto de vôlei, do jogo, da disputa na bola. O blog está aberto para qualquer comentário de torcedores do Vôlei Futuro ou do Sada/Cruzeiro, mas eu evitarei postar sobre esse assunto. Gosto de uma torcida que apoia o seu time sem precisar ofender ninguém. E também acho que a luta contra o preconceito e homofobia deve seguir, sem dúvida. Mas eu já dei a minha opinião sobre o assunto e, por isso, vou me voltar para dentro da quadra.

De novo, vamos voltar a falar sobre os jogos? Amanhã, quarta-feira, é dia de semifinal da Superliga feminina. No final de semana teremos a final do masculino e mais um jogo da semifinal. Assunto não nos faltará…

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