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Arquivo de março, 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011 Superliga | 21:03

Sollys/Osasco vai à semifinal, mas com uma vitória morna

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*atualizado dia 1º/04, às 00h23

O Sollys/Osasco comprovou o seu favoritismo e venceu o Banana Boat/Praia Clube por 3 sets a 0, fechando a série das quartas e garantindo a vaga na semifinal. O time paulista levou m susto no primeiro set e conseguiu virar. Depois, só abriu no final da segunda parcial. Domínio mesmo só no terceiro set (leia mais detalhes sobre a partida).

Com isso, acho que o jogo foi morno. Do lado das visitantes, o semblante era de apatia e pouca vibração. Para as donas da casa do Praia, cara feia com os erros na virada na primeira parcial e muito sorrisos no segundo set, quando conseguiram equilibrar. Pelo menos elas estavam soltas e não tinham nada a perder. Sabiam que a vitória era complicada e se entregar no final, mas se divertiram um pouco, pelo menos.

Já para o Sollys/Osasco, toda a tensão rendeu dois cartões amarelos. O time era superior as mineiras em todos os fundamentos, mesmo com muitos erros, e poderia relaxar e também curtir um pouco em quadra! Só no terceiro set, com 10 pontos de vantagem, que elas brincaram um pouco. Jaqueline, que foi titular pela primeira vez desde a cirurgia no joelho, abriu um largo sorriso depois de um bloqueio. Pronto, assim, com alegria, fica mais bonito.

Apesar dos 3 a 0 no placar, as paulistas podem ligar um alerta. Elas deram 21 pontos em erros para as adversárias. Durante a toda a Superliga elas sofreram com o excesso de falhas em diversas partidas. Mas, para a semifinal, é melhor arrumar isso! E manter o saque. Quando o time virou e conseguiu confiança, o serviço também entrou. Foram cinco aces, uma bela marca para três sets.

Vôlei Futuro encara o Sollys/Osasco na semifinal

E agora, já madrugada de sexta-feira, o Vôlei Futuro bate o Macaé por 3 sets a 1 em um jogo bem mais vibrante e equilibrado. A equipe do Rio de Janeiro sabe defender muito bem, mas de que adianta colocar a bola para o alto se o contra-ataque não cai?

O Macaé fez um jogo duro, mas o Vôlei Futuro foi mais ofensivo no ataque e no bloqueio. E em um jogo bastante nervoso, soube segurar um pouco os ânimos e fechar o terceiro set no 32 a 30 e embalar para decidir a partida na sequência.

Mas o Macaé merece parabéns, também. Foi um time com investimento modesto, que jogou duro e chegou até aqui com vitórias importantes pelo caminho, até sobre o Vôlei Futuro. Na decisão, faltou aquela jogadora de ataque confiante e de segurança. Ainda assim, espero que o projeto continue firme na cidade porque a tendência é crescer para a próxima temporada.

Agora, a semifinal será de um time acostumado a decidir, o Sollys/Osasco, contra uma equipe que avança para essa fase pela primeira vez, mas que vem em uma bela fase no torneio. Para ficar bom, o Osasco deve, como comentamos, errar menos. E o Vôlei Futuro pode encaixar mais o saque (foram muitos erros nesse fundamento hoje), já que está forte na virada de bola. De qualquer maneira, essa série promete!

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Superliga | 12:32

Osasco e Vôlei Futuro fecham as semifinais nesta quinta?

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A Superlifa feminina volta nesta noite e Sollys/Osasco, que encara o Banana Boat/Praia Clube, e o Vôlei Futuro, que duela com o Macaé/Sports, podem fechar a série e garantir vaga nas semifinais do torneio. Será que as paulistas conseguem liquidar as quartas de final?

Esses duelos, além da classificação do Unilever e o empate na série entre Pinheiros/Mackenzie e Usiminas/Minas são os temas da semana do programa Terceiro Set, boletim sobre vôlei em parceria com o site do Milton Neves. Para ouvir, clique aqui.

E agora? Osasco e Vôlei Futuro fecham a série? Eu acho que elas têsm boas chances para isso, apesar de a vida do time de Araçatuba ser mais complicada. Mais tarde a gente descobre!

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quarta-feira, 30 de março de 2011 Superliga | 21:52

Bloqueio funciona na hora decisiva, e Minas vira na semifinal

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Vocês lembram como foi o primeiro jogo do Vivo/Minas nas quartas de final desta Superliga? O time arrasou o BMG/Montes Claros no bloqueio, com 21 pontos no fundamento, e venceu. Nesta noite, no jogo contra o Sesi, na primeira partida da semifinal, o bloqueio demorou, mas apareceu no finalzinho e foi fundamental para a vitória.

Os mineiros ficaram longe daqueles 21 pontos, com um pontinho apenas nos quatro primeiros sets. Entretanto, no tie-break, os melhores bloqueadores da Superliga entraram em ação, fizeram o Minas abrir com três pontos no fundamento (o Sesi bloqueou sete vezes no total) e vencer fora de casa por 3 sets a 2 (saiba como foi o jogo set a set).

Mas calma, a quantidade de bloqueios, ou a falta deles, não é o único ponto que merece ser destacado nessa partida. O Sesi, por exemplo, começou arrasador no saque, com seis aces no primeiro set. Mas depois, a concentração caiu, o braço falhou e o Vivo/Minas conseguiu crescer. Foram 29 erros no serviço dos paulistas, muito para uma semifinal. Fica o alerta para a próxima partida.

Do lado mineiro, méritos para Luiz Felipe. Ele saiu do banco e virou uma força no ataque e ainda manteve o volume no fundo. Ele foi eleito o melhor em quadra e mereceu o troféu, depois de tanta vibração, que contagiou a equipe.

E ainda falando em volume, como o jogo teve belas defesas de ambos os lados! Serginho e Tiago Brendle estavam atentos e tiveram a companhia em de Thiago Alves e Diogo em vários momentos.

No final, o Vivo/Minas venceu porque foi mais equilibrado e concentrado. O Sesi errou mais e se perdeu. E no duelo de dois grandes levantadores, Marlon aproveitou mais os seus atacantes e venceu Sandro. Vamos ver como será a segunda partida, lá em Belo Horizonte. Acho que teremos mais um belo jogo, com uma pequena vantagem do Minas pelo fator casa. No sábado a gente pode conhecer o primeiro finalista ou ver a série empatada. E aí, apostas?

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Campeonato Italiano | 11:17

Hora de arrumar as malas, Bruninho

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Bruninho, eliminado com a Cimed nas quartas de final da Superliga masculina, vai jogar na Itália. Ele acertou contrato de 45 dias para defender o Modena nos playoffs do Campeonato Italiano, a partir de 7 de abril (leia mais). Para um cara novo, que nunca atuou fora do Brasil e vive boa fase, é uma ótima maneira de fechar a temporada.

O lado ruim será o cansaço. Tentei falar com ele nesta quarta, mas ele está na correria para tirar o visto de trabalho e ainda embarcar nesta tarde para a Itália e se apresentar na quinta-feira ao time. Logo depois, já começa a treinar. E nesse começo deve sofrer um pouco para conhecer os novos companheiros e se entrosar. O levantador chega para a vaga do finlandês Mikko Esko, que está machucado, e será o único brasileiro do elenco.

Entretanto, se ele se acostumar rápido ao time, esses 45 dias podem ser bem aproveitados. O Campeonato Italiano ainda é um dos mais fortes do mundo, com jogadores das principais seleções. Bruninho vai encarar, por exemplo, times como o Trentino, do búlgaro Kaziyski, do cubano Juantonera e o italiano Sala. E ele é um levantador que sabe ser rápido e ousado, mas lhe falta essa vivência internacional. Bom, faltava.

Resta saber o que o jogador fará na próxima temporada. Bruninho disse no Twitter que quer voltar e renovar com a Cimed. Pelo que vimos na reta final da Superliga, o time catarinense depende muito de seu capitão. Mas será que um mês e meio é tempo suficiente para encantar os italianos?

E vocês, o que esperam da passagem de Bruninho pela Itália? Ele vai se dar bem por lá?

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terça-feira, 29 de março de 2011 Superliga | 23:26

Virada com direito a dar tudo certo para o Pinheiros

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Disputa na rede no clássico das quartas de final

Disputa na rede no clássico das quartas de final

Agora sim o jogo equilibrado entre Usiminas/Minas e Pinheiros/Mackenzie! No primeiro jogo da série das quartas, o Minas venceu por 3 sets a 1 com encaixando saque e bloqueio e não deixando o Pinheiros jogar. Nesta noite, a partida foi bem mais parelha, pelo menos nos primeiros sets, e as paulistas deram o troco, com méritos.

As duas primeiras parciais foram bem parecidas. No set inicial, foi o Minas quem acertou mais no final e fechou, com Herrera. Depois, mais equilíbrio em toda a parcial, e melhor para o Pinheiros no final, acertando bloqueios, saques, defesas, enfim, tudo. As paulistas seguiram no mesmo ritmo no terceiro set, virando a partida. Na sequência, fecharam o jogo com um passeio e devolveram os 3 sets a 1 (leia mais detalhes da partida).

A partir do crescimento do segundo set, o Pinheiros jogou solto e, talvez por isso, tenha se dado tão bem. Ju Costa e Soninha deram segurança no ataque. Não é à ta que foram melhor em quadra e maior pontuadora, respectivamente. E Lia, que não sei por que foi para o banco durante o jogo, voltou firme no saque e na rede. O bloqueio funcionou mais também (foram 12 pontos contra oito das mineiras no fundamento).

No final, o jogo foi o oposto do primeiro. O time paulista usou o seu conjunto e mostrou um ânimo bem diferente daquele da primeira partida da série. Do outro lado, a levantadora Claudinha insistiu com bolas de segunda, mas a defesa estava ligada. Pois é, dessa vez nem a cubana Herrera e toda a sua potência deram jeito…

E ainda falando em defesa, esse fundamento chamou a atenção nesse jogo, e não só do lado do Pinheiros, muito concentrado todo o tempo. Foi bonito ver Michele, ponta do Usiminas/Minas, buscando bola lá na placa ou segurando a pancada na volta do bloqueio depois da batida Herrera.

O Pinheiros venceu e, agora, decidem a vaga na semifinal em casa. Só acho que Paulo Coco poderia ter deixado as paulistas curtirem pouco mais a vitória. Logo após o ponto final, ele reuniu as jogadoras no centro da quadra para frisar que não estava nada vencido ainda. Sim, ainda há mais um jogo, mas elas merecem pelo menos respirar aliviadas pelo que mostraram em quadra. E se repetirem o desempenho e o Minas acertar seus erros, teremos mais um clássico no sábado, às 21h30. Quem vencer encara o Unilever na semi, ou seja, mais bons jogos pela frente…

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Superliga | 20:40

Unilever avança com choro, recuperação rápida e passeio

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Como sempre, Sheilla liderou ataque do Unilever

Como sempre, Sheilla liderou ataque do Unilever

O Unilever é o primeiro semifinalista na Superliga feminina. O resultado no segundo jogo da série, mais um 3 sets a 0 para cima do BMG/São Bernardo, já era esperado. E o que mudou o ritmo do time carioca foi a cara de seu técnico.

As donas da casa começaram na frente, mas logo começaram a errar no fundo e quadra. Bernardinho então pediu um tempo e deu uma daquelas suas broncas típicas em suas jogadoras. A líbero Fabi até chorou! Mas não é que deu certo? O time de acertou na defesa e na recepção e venceu com facilidade.

O jogo teve um momento de choro, uma recuperação rápida e um passeio das donas da casa. E mesmo vendo Bernardinho de cara feia no banco, acho que o Unilever se apresentou bem. Elas fizeram o que era para ser feito contra um time mais fraco: conseguiram se concentrar, tentaram variar as jogadas e ganharam ritmo. Ainda erraram, mas depois do primeiro set, abriram e não deram chances de reação ao São Bernardo. Os pontos positivos foram Sheilla, como já é comum, e Dani Lins, que foi precisa no levantamento. Mas queria ver mais Mari no jogo, como foi na primeira partida da série (leia mais detalhes sobre a partida).

Agora é esperar porque daqui a pouco tem mais. A partida de logo mais, entre Usiminas/Minas e Pinheiros/Mackenzie decide o rival do Unilever. E essa semifinal, passe quem passar, não terá tanta cara de treino como a série das quartas!

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segunda-feira, 28 de março de 2011 Superliga | 12:27

Quartas da Superliga feminina começam sem surpresas

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O final de semana foi de primeira rodada das quartas de final da Superliga feminina 2010/2011. E os resultados foram os esperados: os favoritos confirmaram a sua condição e venceram sem muitos problemas, e o jogo que prometia o maior equilíbrio terminou em quatro sets.

Mari fez sua melhor partida no Unilever depois da cirurgia no joelho

Mari fez sua melhor partida no Unilever depois da cirurgia no joelho

No primeiro jogo, vitória do Unilever sobre o BMG/São Bernardo por 3 sets a 0 (leia mais sobre a partida). Nem é preciso falar que Sheilla, com 17 pontos, foi a maior p0ntuadora da partida, não é? Mas vale falar de Mari. Aos poucos a atacante está mais solta em quadra  e se mostra recuperada da cirurgia no joelho que a afastou das quadras por seis meses. Bom para ela, que volta ao alto nível, e bom para o time, que ganha um reforço de peso no ataque. Agora, nas quartas, eu acho que as cariocas passam sem problemas, mesmo ainda errando e abrindo e deixando as rivais se aproximarem no placar. Mas na semifinal será importante saber variar as jogadas e não jogar só com Sheilla já que elas enfrentarão Usiminas/Minas ou Pinheiros/Mackenzie.

Ainda falando dos favoritos, o Sollys/Osasco, que praticamente não entrou em quadra no último jogo das classificatórias diante do Unilever, sofreu no primeiro set, ainda desligado no jogo, mas se arrumou e venceu o Praia Clube também por 3 sets a 0 (leia mais sobre a partida). E o jogo do conjunto fez a diferença. Cada uma fez bem a sua parte e, por isso, o time se recuperou: Sassá foi a melhor jogadora em quadra; Natália foi a maior pontuadora (19 acertos) e Thaísa fez uma muralha na rede, com 13 bolas no chão. Além disso, Jaqueline, que passou por uma artroscopia no joelho, voltou a atuar. A equipe atual campeã está se equilibrando para as semifinais.

Para fechar os resultados “esperados”, o Vôlei Futuro bateu o Macaé também por 3 sets a 0 (leia mais sobre a partida). Foi o troco daquela derrota no returno quando o time de Araçatuba estava em um belo momento. E também uma mostra que as paulistas estão mesmo equilibradas em quadra e que podem chegar às semifinais. Como já disse por aqui, o time que era de estrelas no papel parece estar tomando forma nos jogos também.

Já o Usiminas/Minas venceu o Pinheiros/Mackenzie por 3 sets a 1 no jogo que tinha cara de ser o mais disputado dessa série de quartas de final. Até que foi, se considerarmos que foi o único com quatro sets. Mas as mineiras foram superiores desde o saque até as finalizações com a cubana Herrera e a central Natasha. Resultado foi merecido e elas embalam para decidir a vaga em casa (leia mais sobre a partida). Do lado do Pinheiros, eu fico com uma dúvida, como já comentaram por aqui: por que Michelle não é mais a líbero titular? Ela estava bem, pelo menos nos jogos que assisti, e dava mais volume de jogo do que Suellen no fundo…

As quartas segue nesta semana, a partir de terça-feira. Acho que Unilever e Sollys/Osasco têm tudo para fechar a série com facilidade. O Vôlei Futuro é mais do que o Macaé, mas deve ficar alerta e não menosprezar as adversárias. Ainda assim, também aposto em mais uma vitória de Paula Pequeno, Fabiana e companhia. E espero que o Pinheiros atue como o time que foi campeão paulista para dar ao confronto com o Usiminas/Minas o gosto de clássico que estava esperando, afinal, as mineiras entrarão com tudo em casa. E vocês, em quem apostam?

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sexta-feira, 25 de março de 2011 Superliga | 23:44

Sada/Cruzeiro completa a lista de semifinalistas da Superliga

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Fase quartas de final da Superliga masculina concluída! O Sada/Cruzeiro venceu o Pinheiros/Sky por 3 sets a 1, mais uma vez, e ficou com a última vaga na semifinal do torneio. E em uma competição tão equilibrada como essa era esperado que essas quartas fossem decididas no quinto set do terceiro jogo. Mas ter acabado em duas rodadas não significa que foi menos emocionante…

Cruzeiro x Pinheiros teve dois grandes destaques. Do lado vencedor, o oposto Wallace. Como esse menino pula, se joga na bola! Já tinha falado isso na primeira partida, mas não tem como não ficar impressionada. Ele ainda tem alguns erros bobos, é um cara novo, mas é um excelente atacante à melhor maneira cubana: sobe muito e solta o braço, com muita velocidade.

Do outro lado o nome foi Gustavo. Ele foi um gigante na rede, com uma parede com sete pontos no bloqueio. Sem contar na eficiência no saque, pontuando tanto na força quanto no jeito. Bom ver um duelo assim, entre um novato cheio de gás e um veterano que mostra ainda ter muita lenha para queimar!

No final, venceu o Cruzeiro, mais uma vez o mais equilibrado em quadra. O Pinheiros aprendeu a não jogar apenas com seus olímpicos e viu boas bolas de Leo e Silêncio, mas se perdeu aos poucos. E os mineiros se aproveitaram com a velocidade imposta pelo levantador William e todos os seus atacantes, comandados por Wallace (leia mais detalhes da partida).

As quartas acabaram. Acertei os resultados de Sesi e Sada/Cruzeiro. Esperava um clássico com cara de clássico entre Vivo/Minas e BMG/Montes Claros, mas me decepcionei com a Cimed e os 3 a 0. Eles se abalaram no final do returno, não foram o time vibrante velho conhecido e pagaram o preço diante de um ótimo Vôlei Futuro. Agora começará mais um novo campeonato com duelos São Paulo x Minas com Sesi e Vivo/Minas de um lado e Cruzeiro e Vôlei Futuro do outro. E aí? Quem vai para a final?

P.s.: Galera, depois de duas semanas intensas de trabalho, estou de folga no final de semana. No sábado começam as quartas da Superliga feminina, mas não conseguirei escrever logo após os jogos. Volto assim que tiver um tempinho e um computador livre! Mas quem quiser comentar, é só escrever aí embaixo!

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Superliga | 20:29

Vôlei Futuro cresce, e muito, e vai para a semifinal

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O Vôlei Futuro era a promessa para essa Superliga. O time teve tropeços, lesões e chegou aos playoffs na sétima colocação. Mas eles cresceram, e como cresceram nessas quartas de final. Por isso dominaram a Cimed e venceram por 3 sets a 0 em um jogo que as coisas só davam certa de um lado.

O time de Florianópolis estava tenso em quadra e já começou com falhas, com um saque pouco eficiente. Bob até que virou bem, mas o sistema defensivo não colaborou.Do outro lado, tudo certo. Aquela famosa combinação de saque e bloqueio apareceu muito bem. O saque de Lucão e Michael fez estragos. E os centrais também marcaram na rede. Foram 13 pontos de bloqueio contra apenas um da Cimed! Desse jeito, ficou fácil para o Vôlei Futuro abrir no placar e fechar a série (leia mais detalhes sobre a partida).

E sabe o que chama a atenção? O time de Araçatuba não venceu apenas porque tem os “galácticos” Ricardinho, Leandro Vissotto ou Lucão. Eles fizeram, sim, a sua parte. Mas Michael dominou no saque nos dois jogos da série. Camejo, que errou no primeiro jogo, estava inspirado nesta noite. Mas o destaque foi Dentinho. Ele seria o ponteiro passador, mas foi uma arma no ataque e no bloqueio e o maior pontuador do jogo. O time de estrelas virou um conjunto de verdade.

Já a Cimed fica pela vez na sua história fora da final. E o time viveu um momento inverso ao do Vôlei Futuro. Enquanto o time de Araçatuba vinha crescendo desde o returno, eles se perderam com a lesão de Bruninho e chegaram a essas quartas sem o embalo conhecido. Gosto amargo da eliminação de um lado e festa com a inédita vaga na semifinal do outro.

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Superliga | 00:16

Clássico com cara de clássico

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Vibração de Chupita na vitória suada do Minas

Vibração de Chupita na vitória suada do Minas

Vivo/Minas e BMG/Montes Claros fizeram o segundo jogo da noite e, dessa vez, o clássico mineiro teve cara de clássico. No primeiro jogo, o Minas venceu sendo arrasador no bloqueio e o Montes Claros foi mal e não foi aquele time vibrante que todos conhecem, mesmo jogando sem seu caldeirão. Nesta noite os bloqueios continuaram, mas todo mundo parecia bem mais empenhado. A responsabilidade da vitória, seja para fechar logo a série ou para tentar sobrevier, fez bem!

O jogo teve momentos bons do Montes Claros, momentos bons do Minas, recuperadas de bola, um bloqueio sensacional de Henrique em uma bola de cheque de Bruno Zanuto… Foi bom!

Mas o Minas poderia ter vencido com mais facilidade. Eles abriram diversas vezes no placar e não souberam sustentar a vantagem. E quando conseguiu, como na vitória do terceiro set, entrou apático na parcial seguinte. Já o Montes Claros foi grande, mostrou que também consegue bloquear, mas se perdeu ali no finalzinho (leia mais detalhes sobre a partida). Foi duro ver as lágrimas de Zanuto, o cara sempre vibrante e que puxa o time, com a derrota. Eles fizeram um bom jogo, mas perderam a série das quartas de final em casa, na terça-feira.

Agora, o duelo será Sesi x Vivo/Minas na semifinal. Confronto do time novato, que está na sua segunda temporada, com a tradição do tetracampeão nacional que tenta apagar a campanha bem abaixo do esperado da última temporada. Mais bons jogos nos esperam…

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