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Arquivo de agosto, 2009

segunda-feira, 31 de agosto de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 22:47

Para lembrar

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Retrospectiva é coisa para o final do ano, eu sei, mas esse mês de agosto merece uma pequena retrospectiva. Foi o mês dos 25 anos da medalha de prata na Olimpíada de Los Angeles, dos 50 anos de Bernardinho, de mais uma conquista de Grand Prix, de mais um Sul-americano… e porque não lembrar de outros fatos dos outros meses de agosto no vôlei para o Brasil? Então, para fechar o mês, uma galeria com algumas coisas que me marcaram nessa história. É só clicar em cada uma das fotos. E se você se lembrar de mais, é só escrever nos comentários!

Sei que foi uma seleção pequena, mas com grandes lembranças. E para lembrar mais da Geração de Prata, fiz alguns especiais para o iG com todas as histórias da equipe, os primeiros treinos, os autógrafos, os fãs e ginásios lotados e o fim da geração. Vale dar uma olhada! (clique e leia mais)

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terça-feira, 25 de agosto de 2009 Seleção feminina | 13:41

Superlotação na seleção feminina

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A manhã desta terça-feira foi de festa e de um pouco de trabalho para a seleção feminina brasileira. As octacampeãs do Grand Prix voltaram hoje para casa e desembarcaram no Rio de Janeiro com o troféu e sorriso no rosto mesmo depois de uma noite de viagem. Sensação de dever cumprido! E elas já terão novas companheiras…

Zé Roberto convocou mais seis atletas para a equipe nacional: as ponteiras Paula Pequeno, Fernanda Garay e Thaís, a levantadora Fabíola, a oposto Lia e a meio-de-rede Natália. Dessas jogadoras, quero ver como estará Paula Pequeno depois de se recuperar das lesões no joelho. E também o desempenho de Lia, que vem jogando muito aqui no Brasil e tem chances de ser mais uma excelente atacante na seleção.

Com as novidades, parte do grupo que foi para o Grand Prix ganha um refresco e fica treinando em Saquarema enquanto o restante vai para o Final Four, no Peru. Essa é a hora de colocar as jogadoras diante da máquina de saque e trabalhar a recepção, grande problema desse time! Que seja um descanso de jogos e viagens, mas não de pancadas no saque.

Se melhorar a recepção e um pouco a defesa, o time brasileiro ficaria praticamente perfeito, já que tem um ótimo bloqueio e grandes atacantes. Exemplo é Natália, que eu acho que foi um dos destaques no Grand Prix. Ela tem uma grande potência no ataque, mas perde muito no fundo de quadra. Já Dani Lins está me convencendo no lugar de Fofão, com bom saque, largadinhas ousadas e um bom entrosamento com as atacantes. Ainda precisa de treino, mas isso é normal para uma nova levantadora.

Para quem vai viajar é a chance de mostrar serviço. Zé Roberto poderá realmente armar uma seleção renovada. O Final Four é um torneio simples, ou seja, um bom lugar para se testar um time diferente sem muitas pressões. Agora vamos ver que consegue seu espaço na seleção brasileira!

E você, o que espera das novas convocadas por Zé Roberto Guimarães? Se pudesse escolher, quem você colocaria no time titular? Monte a sua seleção e mande o seu comentário!

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domingo, 23 de agosto de 2009 Seleção feminina | 13:48

14 vitórias, dois prêmios e o octa no Grand Prix

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Brasil é octacampeão do Grand Prix - Divulgação/FIVB

A seleção brasileira feminina de vôlei venceu: Porto Rico, Alemanha (3 vezes), Estados Unidos, Tailândia, Polônia, China (2 vezes), Japão, Coreia do Sul, Rússia e Holanda. Nesta manhã, mais uma vitória sobre o Japão por 3 sets a 1 (veja como foi a partida) e, depois de quase um mês de viagens longas e jogos sem parar, faturou o oitavo título no Grand Prix sem perder nenhuma partida.

O último jogo do torneio foi, para o Brasil, um espelho das atuações recentes. O passe não saiu como em quase todas as partidas do Grand Prix. Mas o time se recuperou, com raça no ataque e ótimo posicionamento no bloqueio, também como em todas as partidas. Desde o começo do primeiro set, a seleção sentiu o poder do saque japonês. A situação piorou no segundo e no começo do terceiro. A partir daí, foi a fez das brasileiras reagirem e passarem a atacar mais e bloquear mais ainda! No final, a recuperação, os 3 a 1 no placar e o título na mão.

Sassá na partida contra o Japão - Divulgação/FIVBA partida desta manhã foi a cara de Sassá. Ela entrou ainda no primeiro set no lugar de Natália para ajudar na recepção e não saiu mais. Além do fundo, a jogadora foi importante no ataque. Com o baixo bloqueio japonês, Sassá, mesmo com apenas 1,79m, fez a festa e marcou 19 pontos. Excelente atuação!

Mas não pensem que a briga pela posição com Natália já está vencida. Natália fez um ótimo Grand Prix e tem potência de homem no ataque. Ainda precisa melhorar na recepção, sem dúvida, mas tem uma brilhante carreira pela frente. Ela tem só 20 anos e, logo na primeira grande competição, ganhou o posto de titular. Com o tempo e aperfeiçoamento nos treinos, tem tudo para ser uma das melhores do País.

E além do oitavo título, o Brasil saiu do Grand Prix com dois prêmios individuais. Um mais que merecido e o outro que eu dividiria entre duas atletas. Sheilla foi a melhor atleta da competição. Ela jogou muito contra o Japão e, em todo o torneio, mostrou imensa maturidade e repertório. Ela sabe dar pancada, largar, saca muito bem e ainda ajuda no bloqueio. Completa! Já Fabiana foi a melhor bloqueadora. Reconheço seu poder na rede, mas Thaísa também foi uma gigante e merecia um pedaço desse prêmio. Nos momentos finais dos sets, foi Thaísa quem montou a parede na rede. De qualquer jeito, os prêmios estão em boas mãos.

E ainda vale lembrar que Paula Pequeno e Jaqueline estão fora da equipe. Elas terão que jogar duro para conseguir uma vaga no time titular! Eu não sei quem tirar para dar lugar para as duas. Talvez Mari pudesse revezar com a Jaque para ajudar na recepção… Deixa o Zé Roberto pensar nisso! Afinal, a seleção brasileira mostrou que tem problemas sim, mas que sabe lidar com eles. Isso é sinal de maturidade! Sinal de que aquela época de amarelar realmente já passou!

E você? O que achou de mais um título do Brasil, no dia do aniversário de um ano do ouro olímpico? Foi merecido? As brasileiras se firmaram como as melhores do mundo? Deixe o seu comentário!

Outros resultados da rodada
Alemanha 3 x 1 China (25/14, 23/25, 25/21 e 25/14)
Rússia 3 x 0 Holanda (25/20, 25/23 e 25/21)

Classificação final do Grand Prix
1º) Brasil
2º) Rússia
3º) Alemanha
4º) Holanda
5º) China
6º) Japão

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sábado, 22 de agosto de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 15:03

Bloqueio e Zé Roberto deixam Brasil mais perto do octa

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A seleção brasileira feminina de vôlei voltou a ter problemas na recepção, foi inconstante em quadra, mas conseguiu vencer a Holanda por 3 a 1 (veja como foi a partida) e ficou perto do octa no Grand Prix. Precisa apenas fazer a sua parte contra o Japão, no último jogo da competição.

O saque foi a arma tanto do Brasil quanto da Holanda na partida desta madrugada. Porém, enquanto as holandesas acertavam mais a mão e quebravam o nosso passe no começo e meio dos sets, s brasileiras cresciam nos momentos decisivos. Com exceção do segundo set, que foi uma pane total, o Brasil soube se recuperar e fechar as parciais, mesmo depois de começos bem nervosos, com bons saques de Sheilla, Sassá e Fabiana. Depois de duas ótimas atuações, a seleção voltou a sofrer, mas também voltou a mostrar que sabe se recuperar.

E a reação hoje aconteceu, na minha opinião, por dois motivos. O primeiro foi dentro da quadra.Em um jogo que foi equilibrado todos os fundamentos – foram 49 pontos de ataques para cada lado, 11 aces da Holanda e 10 do Brasil, 16 pontos dados de graça pelas brasileiras e 15 pelas rivais – o time de Zé Roberto venceu no bloqueio. Foram 18 pontos contra apenas 7 das europeias. E Thaísa merece um destaque especial. No terceiro set, ela fez quatro pontos seguidos neste fundamento! A partir daí o time se armou na rede e atrapalhou e muito os ataques holandeses.

Zé Roberto foi o outro motivo da reação. Cada vez que o Brasil se perdia, ele pedia tempo. Mas nada de broncas. O técnico conversava com um professor, explicando qual jogada deveria ser feita. As atletas, com uma grande obediência tática, voltavam para a quadra e faziam o que era pedido. Resultado? Voltavam para o jogo e retomavam a tranquilidade necessária para parar de errar.

Agora o Brasil encerra o Grand Prix contra o Japão e precisa apenas de um bom desempenho para faturar o título. A recepção, apesar de ter melhorado com a entrada de Sassá, ainda é o problema desse time. Se elas se acertarem como nas vitórias sobre China e a Alemanha, vem sim mais um título por aí!

Campeão do Sul-Americano
E falando em título, quem já garantiu o seu foi a seleção masculina. Como esperado, eles estão invictos no Sul-Americano e asseguraram a taça e a vaga na Copa dos Campeões com a vitória sobre a Argentina por 3 sets a 1 (veja como foi a partida). Pena que ninguém viu…Nem eu… Mas fica com vídeo com algumas imagens da vitória sobre a Argentina.

E você? O que achou da atuação da seleção feminina contra a Holanda? Quem merece destaque? O que fazer para vencer o Japão amanhã? Deixe o seu comentário!

Outros resultados da rodada
Alemanha 1 x 3 Rússia (25/16, 2125, 23/25 e 20/25)
Japão 0 x 3 China (20/25, 23/25, 17/25)

Último jogo do Brasil no Grand Prix (horário de Brasília)
Brasil x Japão – dia 23/08 – 7h07

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009 Seleção feminina | 10:12

Brasil embala de vez no Grand Prix!

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A seleção feminina deu uma verdadeira aula do que é jogar voleibol nesta madrugada. Venceu a Alemanha por 3 sets a 0 (veja como foi a partida) em uma partida quase perfeita. Time praticamente não errou, atacou de todos os lugares da quadra e ainda acreditou em todas as bolas na defesa. Parece o bom desempenho contra China realmente deu moral às brasileiras.

As alemãs tentaram equilibrar o jogo no começo, mas logo ficara para trás no placar. Elas saíram na frente no segundo set, mas aí aconteceu a grande aula nacional. O time de Zé Roberto marcou 11 pontos diretos! Você se lembra de uma sequência tão grande assim sem errar ou ser parado pela defesa adversária? Só na época da vantagem… Para fechar o jogo, mas um passeio no terceiro set. Enquanto a Alemanha perdia o controle, o Brasil acertava tudo o que tentava, em todos os fundamentos. Natália mais uma vez soltou o braço e comandou o ataque. Como ela mesma explicou em entrevista à Rede Globo, é o “sangue de negão nas veias”.

Além disso, a seleção não ajudou em nada as alemãs. Foi um time praticamente perfeito, com apenas quatro pontos cedidos em erros para as adversárias. Não é a toa que o técnico Giovanni Guidetti reconheceu que sua equipe teme o Brasil. “Sempre tive a impressão de que minhas jogadoras sentiam medo antes de um jogo contra o Brasil. Comecei a entender isso porque são muitas as vezes que as brasileiras nos ‘matam’ desse jeito, jogando um voleibol de alta qualidade”, disse na coletiva após a derrota. “Elas são únicas no mundo. Tão rápidas, tão altas, tão fortes”, completou.

É isso aí! O Brasil embalou no Grand Prix. Depois de sufocos e altos e baixos no final da fase classificatória, já tinha jogado bem contra a China e melhorou ainda mais contra a Alemanha. Que venha a Holanda! E elas estarão mordidas depois da derrota 3 a 0 para o Japão. Já o time verde e amarelo estará mais motivado do que nunca! E, se vencer, praticamente garante o oitavo título na competição.

E você? Assistiu a mais essa vitória do Brasil? O que achou da atuação das nossas jogadoras? O que melhorou em relação às outras partidas para o time jogar tão bem? Deixe a sua opinião!

Outros resultados da rodada
China 1 x 3 Rússia (29/27, 16/25, 19/25, 23/25)
Japão 3 x 0 Holanda (25/22, 25/18 e 25/22)

Jogos do Brasil no Grand Prix (horário de Brasília)
Brasil x Holanda – 22/08 – 3h37
Brasil x Japão – 23/08 – 7h07

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009 Seleção feminina | 10:52

O 3 a 0 que estava faltando!

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A partida desta madrugada da seleção feminina de vôlei no Grand Prix foi o jogo que estávamos esperando. Depois de muitos altos e baixos, erros e desatenção, o Brasil conseguiu emplacar um 3 sets a 0 contra a tradicional China e segue invicto nas finais (veja como foi a partida).

O time nacional teve sim alguns momentos de falta de concentração e deixou a China crescer, principalmente no final do primeiro set e no terceiro, mas Zé Roberto soube pedir tempo na hora certa e colocar a equipe nos eixos de novo. É mais uma prova da capacidade de recuperação dessa equipe! Como nos outros jogos, a seleção até vacilou, mas soube voltar para o jogo e vencer.

Seleção feminina - Divulgação/FIVBE na partida desta quinta-feira venceu e venceu bem! Natália foi o nome da partida, muito bem no ataque. Sheilla também mostrou grande versatilidade. Eu sinceramente não esperava um 3 a 0, tanto pela tradição quando pela velocidade das jogadas chinesas. E vocês lembram o jogo da fase classificatória? O Brasil se perdeu no bloqueio contra as orientais. Hoje, elas acertaram o tempo das adversárias. Foram 11 pontos diretos e 21 amortecidas. Além disso, o bloqueio apareceu em momentos chaves, como para dar moral no começo do jogo e no ponto final.

Para completar, o Brasil finalmente conseguiu errar pouco! Prova que a concentração da equipe melhorou. Ainda aconteceram algumas falhas da recepção, mas o resto se encontrou, principalmente o saque. E para jogar com a uma seleção veloz, o é importante acertar o serviço para quebrar o passe a atrasar os ataques. Foi o que o Brasil fez. Conseguiu só três aces, mas quase não errou. Também foram apenas três falhas em 79 saques!

Agora a seleção feminina encara mais uma vez a Alemanha. A vantagem é estar embalado com a ótima vitória e mais descansado, já que jogou apenas três sets. Porém, as alemãs já mostraram que podem ser perigosas e se aproveitar dos tropeços brasileiros, basta lembrar o 3 a 2 do último jogo. E elas quase complicaram cima da Holanda nesta madrugada. O que parecia ser um jogo mais simples, só acabou no tie-break para as holandesas (veja como foi a partida).

E você? O que achou da vitória do Brasil sobre a China? Pode-se dizer que foi um dos melhores jogos do Brasil no Grand Prix? E o que esperar da Alemanha? Deixe o seu comentário!

Outros resultados da rodada
Holanda 3 x 2 Alemanha (19/25, 25/21, 25/22, 21/25 e 15/13)
Japão 1 x 3 Rússia (17/25, 23/25, 29/79 e 25/14)

Jogos do Brasil no Grand Prix (horário de Brasília)
Brasil x Alemanha – 21/08 – 3h37
Brasil x Holanda – 22/08 – 3h37
Brasil x Japão – 23/08 – 7h07

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009 Seleção feminina | 10:13

Sufoco, altos e baixos e um trauma definitivamente superado

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Seleção feminina de vôlei estreou nesta madrugada nas finais do Grand Prix em um jogo complicadíssimo contra a Rússia. Depois de 1h54 de partida, Brasil venceu por 3 sets a 2 e mostrou que, definitivamente, o trauma de jogar com as russas acabou (veja como foi a partida).

Sheilla foi a maior pontuadora da partida - Divulgação/FIBVFoi no tie-break contra a Rússia que o Brasil perdeu a chance de chegar à final na Olimpíada de Atenas. Foi no tie-break contra a Rússia que o Brasil perdeu a final do Campeonato Mundial em 2006. Depois disso, vitória na primeira fase em Pequim e vitória nesta madrugada. Isso é resultado da maturidade de um time. As russas sempre serão adversárias complicadas, mas não são mais um bicho-papão. A seleção deixou de se assustar com a altura do outro lado da quadra e, mesmo com alguns erros, aprendeu a encarar as europeias como qualquer outro time. Forte sim, mas não imbatível.

Vamos deixar tudo isso para trás e olhar para o jogo desta madrugada. Os 24 a 19 de Atenas foram históricos, mas passou. O trauma foi superado! O que ainda precisa melhorar no Brasil é a recepção. As falhas começaram na partida desta quarta-feira no final do primeiro set e se agravaram ao logo do duelo. E contra um time alto, todo mundo sabe o que significa jogar sem passe: bloqueio na cara!

Brasil teve altos e baixos no bloqueio - Divulgação/FIVBMas, como na maioria dos jogos desse Grand Prix, o Brasil compensou os erros com reação. E aí está a prova de que todos os confrontos com as russas viraram mesmo história. Agora o Brasil não abaixa mais a cabeça! Depois de muitos altos e baixos, essa equipe cresce na hora da decisão. Já tinha sido assim contra China e Alemanha, por exemplo. Hoje o saque entrou quando precisou e, com isso, o time passou a bloquear. Demorou, mas o fundamento funcionou e ajudou na virada depois de estar com 14 a 12 no placar.

A seleção feminina passou sufoco, mostrou instabilidade no saque e no passe, mas se destacou no final e isso vai dar moral para os próximos jogos das finais do Grand Prix, como disse a levantadora Dani Lins depois da partida em entrevista ao Sportv. E é bom manter a empolgação e o foco já que o adversário da madrugada desta quinta será a China. Mais uma vez, a defesa será testada, mas agora com jogadas de velocidade. Que o bloqueio não demore tanto a aparecer e ajude como no final do jogo de hoje!

E você? Assistiu ao jogo contra a Rússia? O que achou da partida? Brasil tem chance de faturar o título? Deixe seu comentário!

Outros resultados do Grand Prix
Holanda 3 x 2 China (18/25, 25/22, 25/22, 24/26 e  15/13)
Japão 1 x 3 Alemanha (21/25, 25/16, 17/25 e 22/25)

Jogos do Brasil no Grand Prix (horário de Brasília)
Brasil x China – 20/08 – 3h37
Brasil x Alemanha – 21/08 – 3h37
Brasil x Holanda – 22/08 – 3h37
Brasil x Japão – 23/08 – 7h07

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terça-feira, 18 de agosto de 2009 Seleção feminina | 15:26

As finais do Grand Prix

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Chegou a hora! As finais do Grand Prix começam na madrugada desta quarta-feira. Será que o Brasil esqueceu os repetidos erro dos últimos jogos, como as falhas na recepção e a falta de concentração, e está pronto para mais um título?

A Rússia será a primeira adversária da seleção. Se lembrarmos de alguns confrontos recentes, a memória não será tão boa. As brasileiras caíram diante das russas na inesquecível semifinal olímpica em Atenas e, dois anos depois, perderam de novo na final do Campeonato Mundial. Os traumas foram superados com a vitória e depois o ouro em Pequim.

Agora, as duas equipes vivem momentos diferentes. Enquanto o Brasil é o único que ainda segue invicto no Grand Prix, a Rússia se classificou para as finais da última colocação. Elas perderam para China, Porto Rico e Japão na primeira fase. Mesmo assim, prefiro manter a cautela. As europeias são altas e podem crescer no jogo a qualquer momento. Vale mais do que nunca se concentrar ao máximo e trabalhar bem para variar as jogadas e sair do bloqueio rival.

Depois da Rússia, Brasil encara a China, pior time da fase classificatória. E será a vez de ter cuidado com as jogadas e velocidade. Será preciso armar o bloqueio verde e amarelo , que não funcionou no primeiro confronto entre os dois times.

Na sequência vem a Alemanha, mais uma que deu trabalho. De novo as atenções devem ser voltadas para Fürst, principal atacante do time rival. Para fechar, o Brasil ainda tem pelo caminho a Holanda, único desconhecido das finais e que só perdeu para a China na primeira fase, e o Japão.

Como tudo será decidido nos pontos corridos, não dá tempo de errar e tentar se recuperar depois. Que o time venha mais concentrado para essa fase! Boas jogadoras o Brasil tem. A chave é acertar a recepção e não perder contra-ataques em erros bobos. Com bom um passe, Dani Lins sabe distribuir as bolas. E tanto Natália, quanto Mari e Sheilla estão bem na rede. Já Thaisa e Fabiana, se mantiverem o nível do bloqueio dos últimos jogos,  vão dar trabalho. Vemos ver o que acontece!

E você? Aposta em mais um título do Brasil no Grand Prix? Quem será o principal adversário da fase final? Deixe seu comentário!

Jogos do Brasil (horário de Brasília)
Brasil x Rússia – 19/08 – 3h37 – transmissão da Rede Globo e Sportv
Brasil x China – 20/08 – 3h37 – transmissão da Rede Globo e Sportv
Brasil x Alemanha – 21/08 – 3h37
Brasil x Holanda – 22/08 – 3h37
Brasil x Japão – 23/08 – 7h07

segundo as notas da CBV, os outros jogos da seleção ainda não foram confirmados pelas emissoras

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009 Seleção masculina | 11:52

Sul-Americano começa como já era esperado

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A seleção brasileira masculina estreou no Sul-Americano como todo mundo já esperava: uma vitória simples contra o Peru por 3 sets a 0 em apenas 48 minutos (veja como foi o jogo). Apesar dos mais de 2 mil metros de altitude da Colômbia, o Brasil não teve problemas e apenas se desencontrou no saque, mas nada que complicasse a partida.

Como alguns leitores já comentaram por aqui, vamos ser sinceros, o Sul-Americano perdeu a graça. Se fosse nos tempos áureos de Milinkovic e Weber na Argentina, os duelos seriam mais interessantes. Agora, só os argentinos, mesmo em outra fase, e os venezuelanos, que também não são aqueles de Harry e companhia do Pan de Santo Domingo, vão fazer frente ao time brasileiro. Os outros adversários são muito frágeis. O que vale mesmo nesse campeonato é a vaga para a Copa dos Campeões para o dono da primeira colocação. Arrisco dizer que o Brasil já tenha um pé na decisão.

A seleção só não pode contar com Bruninho, que fraturou o pulso direito durante os treinos do final de semana. Por um lado, vai fazer falta porque apenas na parte final da Liga Mundial ele estava realmente bem entrosado com atacantes como Murilo e Leandro Vissotto. E ainda não fez uma partida perfeita com Giba. Poderia usar o Sul-Americano para treinar mais com todos eles. Por outro lado, Marlom e Raphael terão a chance de conhecer mais os companheiros e se preparar melhor para as entradas durante os jogos com Bruninho como titular. Será uma boa experiência.

E fica aqui o meu pedido. Alguém conhece algum canal ou site que transmita os jogos do Brasil? Se souber, deixe o link nos comentários! Eu ainda não encontrei e, pelo visto, nada será transmitido na TV a cabo ou aberta…

Próximos jogos do Brasil no Sul-Americano (horário de Brasília)
Brasil x Uruguai – dia 17/08 – 19h
Brasil x Colômbia – dia 18/08 – 21h
Brasil x Chile – dia 19/08 – 15h
Brasil x Venezuela – dia 20/08 – 19h
Brasil x Argentina – dia 21/08 – 21h

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domingo, 16 de agosto de 2009 Seleção feminina | 13:24

A história se repete para a seleção no Grand Prix

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Desde os primeiros jogos fora de casa no Grand Prix, a seleção feminina de vôlei tem a mesma atuação. Consegue vencer, mas se atrapalha nos erros e na falta de concentração e sempre perde algum set. Nesta madrugada foi a mesma coisa. Contra a Coréia do Sul, o Brasil entrou desligado no jogo, perdeu a primeira parcial e venceu de virada por 3 sets a 1 (veja como foi a partida).

O principal problema da equipe nacional está na recepção e isso é uma falha antiga. Esse time, mesmo com renovação depois da conquista do ouro olímpico, tem excelentes atacantes, mas perde no fundo de quadra. Um exemplo é Natália. Ela está na sua primeira competição com a seleção, faz estrago no ataque, mas peca da defesa. A mesma coisa já aconteceu com Mari.

Na partida contra a Coreia, o Brasil se atrapalhou com as jogadas de velocidade das asiáticas e só ganhou mais volume no fundo com a entrada de Sassá, especialista em recepção. E aí fica a pergunta. Mais vale colocar Sassá, que sabe defender bem, ou deixar Natália e Mari, que são ótimas no ataque? Contra as seleções mais velozes, como as asiáticas, colocaria Sassá e deixaria Natalia como opção para entrar ao longo do jogo. Assim, o time ganharia confiança na defesa e na recepção e ficaria mais solto para variar os ataques.

Se os erros são os mesmos de sempre, os acertos também se repetem. Quando consegue voltar para o jogo e retomar a concentração, o Brasil é uma potencia no bloqueio e no ataque. Resultado das nossas altas atacantes, a boa característica dessa geração da seleção feminina. Contra a Coreia, foram 14 pontos no bloqueio, por exemplo.

Brasil fechou a fase classificatória como o único time invicto. Só que vai encarar times complicados como Rússia, Alemanha, Holanda, China e Japão nas finais e não pode mais vacilar tanto. Hoje foram 22 pontos dados de graça! Qualquer time que esteja do outro lado, cresce e se aproveita de tantos erros assim. É preciso concentrar mais e errar menos! E dar mais bola na mão de Dani Lins, para voltarmos a ter a variação de ataque dos primeiros jogos do Grand Prix.

E você? O que achou da vitória do Brasil sobre a Coréia do Sul? O que espera dos jogos da fase final? Deixe a sua opinião no Mundo do Vôlei!

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