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Arquivo de junho, 2009

segunda-feira, 29 de junho de 2009 Seleção masculina | 15:54

Líder, sim, mas sem o jogo bonito

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A seleção brasileira masculina é a única equipe invicta na Liga Mundial. Depois de mais um final de semana de jogos, o Brasil venceu duas vezes a Polônia por 3 sets a  0,cumpriu a sua parte e fez os seus pontos, mas ficou só nisso. No papel, fez bonito, mas em quadra, se atrapalhou.

Bloqueio de Rodrigão e Thiago Alves contra a Polônia - Divulgação/FIVNo primeiro jogo, no sábado, a seleção errou demais e venceu porque a Polônia conseguiu errar mais ainda! Foram 17 pontos de graça contra 25 dos europeus. O Brasil não se encontrou na recepção e, como conseqüência, estava lento no ataque. Murilo, maior pontuador do time nacional, não fez nenhum ponto no ataque no primeiro set. O que salvou formam os 12 pontos de bloqueio e os 6 aces.

Já na partida de domingo, Bernardinho mudou o time e a seleção estava mais ligada. Assim como na excelente vitória no segundo jogo sobre a Finlândia, Leandro Vissotto foi o oposto e Thiago Alves, um dos pontas. Vissotto foi o homem de segurança, como um oposto deve ser. Foi o maior pontuador, com 16 bolas no chão, sendo 14 no ataque. E com Thiago Alves, o time ganhaou bolas mais aceleradas no ataque, pelo entrosamento perfeito com Bruninho, e volume na defesa.

Entretanto, o que não deu muito certo foi o saque. Pela primeira vez na Liga Mundial, o Brasil não marcou nenhum ponto direto de serviço.E ainda errou 12 vezes! Parecia que estavam com medo de forçar e colocar a bola fora ou na rede. Além disso, Bruninho variou pouco as jogadas. Ele conseguiu usar mais bolas rápidas nas pontas, mas explorou pouco o meio e não usou o fundo. Além do passe quebrado, faltou tranquilidade para armar as jogadas.

Os jogos serviram para acalmar os ânimos. O Brasil é um time novo, que ainda precisa de treino para amadurecer e se encontrar em quadra. Contra um grande adversário, não vamos ter tempo de “dormir” no começo dos sets e virar depois. Como disse Giba na coletiva, quem se adaptar primeiro, vence. Vamos ver como será contra a Finlândia!

E você? O que achou do desempenho do Brasil? As vitórias convenceram? Vai ser mais difícil contra a Finlândia, que levou o jogo aqui em Brasília para o tié-break? Deixe o seu comentário!

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Seleção masculina | 15:45

Brasil x torcida fanática

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Pela primeira vez, a seleção masculina jogou fora de casa na Liga Mundial. E, para piorar, atuou em um ginásio lotado com uma torcida fanática, apaixonada e muito barulhenta apoiando os rivais. O resultado não foi tão bom.

Torcida da Polônia - Divulgação/FIVBO Brasil se perdeu com tantas cornetas e gritos torcendo contra e se desconcentrou, principalmente no primeiro jogo. A equipe nacional só venceu os dois jogos por 3 sets a 0 porque, apesar da força das arquibancadas, o time polonês é muito imaturo e não soube segurar a seleção. Os brasileiros conseguiram crescer nos instantes finais dos sets e fecharam porque definiram os últimos pontos ou ganharam pontos de graça no erro dos adversários.

Em países como Polônia, Itália e outros europeus, o povo ama demais o vôlei e não dá sossego! A nossa torcida, que lotou os jogos em São Paulo e Brasília, não fez a metade do barulho dos poloneses, que não se calaram nem quando o time perdeu. Foram gritos, cornetas e palmas do começo ao fim!

A seleção brasileira se abalou. Esse é o primeiro torneio oficial e esses foram os primeiros jogos com casa cheia de torcida contra os novatos da equipe masculina. Alguns atuam na Itália e sabem como é a paixão pelo esporte. Mas eles não sabiam como era jogar com o barulho o tempo todo ouvido ou com milhares “secando” para você errar. E até os experientes ficaram espantados. “Estou impressionado pelo público e pela atmosfera”, disse Giba depois do primeiro confronto no ginásio New City Hall, em Lodz.

Time novo tem que aprender a lidar com isso também! Não basta saber jogar redondinho e estar entrosado, tem se estar pronto para ser a seleção a ser batida, afinal, o Brasil fez seu nome no vôlei mundial e é o alvo de todos.

E para você? Como a seleção se comportou com a torcida contra? Eles estão prontos para a pressão da fase final, que será na Sérvia, bem longe de casa? Deixe a sua opinião!

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sábado, 27 de junho de 2009 Sem categoria | 01:24

Uma pequena folga

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Galera, ganhei uns dias de folga e vou ficar este final de semana afastada do blog. Mas, mesmo longe do trabalho, vou tentar acompanhar o Brasil na Copa Pan-americana e na Liga Mundial e volto com posts com as análises dos jogos das nossas seleções!

Mas, por enquanto, deixo a bola com vocês! O que acharam da estréia da seleção feminina em mais uma competição? Elas arrasaram o Canadá com um 3 a 0 em menos de uma hora! E o que esperar do time de Bernardinho nos primeiros jogos da Liga fora de casa?? Deixem os seus comentários e a gente se vê logo mais!

Abraços!

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terça-feira, 23 de junho de 2009 Seleção masculina, Superliga | 11:13

Ídolos voltam para casa

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Imagina ir ao ginásio e ver ali, pertinho, Giba, Gustavo e Rodrigão. Do outro lado, os novatos da seleção como Bruninho, Lucão e Thiago Alves. Também pode encontrar com Serginho, Dante, André Nascimento… Basta esperar pelos campeonatos da próxima temporada que todos eles estarão aqui, jogando no Brasil.

O Pinheiros/Sky apresentou na segunda-feira seu novo time de vôlei masculino e confirmou Giba, Gustavo e Rodrigão no elenco, e eles estão loucos para atuar perto da torcida mais uma vez, ouvir o ginásio gritando seus nomes e dar autógrafos por aí.

O Mundo do Vôlei conversou com os jogadores da equipe paulista e eles contaram o que esperam nessa volta para casa. Confira no vídeo abaixo.

E você? O que achou do novo time do Pinheiros? A equipe já começa a temporada como favorita? Deixe o seu comentário!

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sábado, 20 de junho de 2009 Seleção masculina | 12:19

Brasil vai para quadra “redondo” e vence a Finlândia

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Esta era a seleção masculina que eu estava esperando ver em quadra. Com Thiago Alves na ponta e Leandro Vissotto como oposto, o Brasil ficou “redondo”. O ataque melhorou muito em relação ao primeiro jogo contra a Finlândia, Bruninho variou e acelerou bem mais as jogadas e o time venceu por 3 sets a 0 (veja como foi a partida no post abaixo).

Depois do sufoco dos 3 a 2 no jogo de sexta-feira, a seleção veio para quadra muito mais concentrada e parecia um outro time. Além de Thiago Alves e Vissotto, Sidão assumiu o lugar de Rodrigão no o meio-de-rede e, com ele, a equipe verde e amarela ganhou mais um saque forçado. Enquanto isso, os finlandeses não encaixaram o serviço e se perderam no ataque.

Nesta manhã, o Brasil chegou inteiro no bloqueio, muito criticado por Bernardinho na sexta-feira, e colocou pressão o tempo todo nos rivais. Lembrou até o jogo da seleção feminina, que sabe armar a sua parede. Com isso, os europeus erraram muito mais ao tentar se livrar do bloqueio nacional.

Mas o que foi mesmo bonito de se ver neste sábado foi a evolução de Bruninho. Ele acelerou o jogo, abusou do entrosamento com Thiago Alves e usou muito bem Vissotto, que acertou quase todos os ataques. Com isso, a seleção aproveitou muito mais os contra-ataques, já que a defesa estava em ótimo dia e acreditava em todas as bolas.

O Brasil também não chegava para atacar com bloqueio triplo armado, como na sexta. E, se chegasse, era na segurança com Vissotto, que conseguia passar por cima, com seus 2, 12m, ou tinha visão para explorar. Falando nisso, vamos fazer justiça. No geral, os brasileiros tiveram mais visão de jogo. Ninguém estava querendo soltar o braço e sim, pensar antes de bater para achar o melhor espaço na quadra do adversário. Por isso que a seleção, logo no primeiro set, fez 17 pontos de ataque contra apenas 10 dos finlandeses e manteve o ritmo toda a partida.

Bernardinho também usou Raphael e Rivaldo, na inversão do 5-1, e o levantador reserva entrou e manteve o ritmo acelerado do jogo. Ou seja, a renovada seleção em gente boa em quadra e também no banco de reservas. Lógico, ainda é o começo de um novo trabalho, mas temos excelentes jogadores para treinar e manter o Brasil no topo.

E para você? Qual a melhor formação do Brasil? E o que achou da atuação desta manhã? Mande a sua opinião para o Mundo do Vôlei!

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Seleção masculina | 12:08

Brasil 3 x 0 Finlândia

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1º set
Brasil sai na frente e consegue impor o seu ritmo de jogo. Com Leandro Vissotto como oposto no lugar de Rivaldo e Thiago Alves na ponta no lugar de Giba, a seleção acertou mais contra-ataques e abriu vantagem. Chegou a ficar 17 a 10 e depois, 20 a 13. Com facilidade, time brasileiro venceu por 25 a 17.

2º set
Finlândia marca o primeiro ponto, mas o Brasil logo empata com Thiago Alves na ponta. Como na primeira parcial, seleção verde e amarela segue virando mais contra-ataques e logo assume a liderança. Assim como no primeiro jogo contra a Finlândia, Lucão força o saque e abre 12 a 7 com um serviço que quebrou o passe e outro ponto direto. Com um bonito contra-ataque, que teve defesa de Serginho, levantamento de uma mão de Bruninho no tempo atrás e ataque certeiro de Sidão, Brasil chega a 16 a 11. Em outro ponto nacional, a vantagem da altura. Sem pular, Lucão só empurrou uma bola que sobrou em cima da rede(18 a 12). Finlândia diminui com três pontos diretos, mas seleção mantém o bom ritmo e fecha em 25 a 19 em um ace de Sidão.

3º set
Brasil começa o set com Éder no lugar de Lucão no meio-de-rede e, mais uma vez, na frente, com 3 a 1, com um ace de Thiago Alves. Com contra-ataques e bloqueio perfeito, a seleção brasileira domina a parcial e faz 9 a 5. Enquanto Siltala está bem marcado, a Finlândia consegue pontos com o número 7, o ponta Hietanen, e diminui a vantagem nacional para apenas dois pontos. Depois, cai para apenas um no ace do levantador Markkula (12 a 11). Finlândia segue pressionando, mas o Brasil deslancha depois de um erro e um levantamento acelerado de Serginho, líbero nacional, com Sidão (23 a 17). Após dois erros de ataque, com Murilo e Thiago Alves, o capitão crava e faz 25 a 20 e o Brasil vence por 3 sets a 0.

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sexta-feira, 19 de junho de 2009 Seleção masculina | 13:14

Previsível, Brasil sofre com saque e bloqueio da Finlândia

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O começo da segunda rodada da seleção masculina na Liga Mundial foi mais complicado do que era esperado. No sufoco e sofrendo com saque e bloqueio da Finlândia, o Brasil suou para vencer por 3 sets a 2 (veja como foi o jogo no post abaixo) nesta manhã em Brasília na volta de Giba e Rodrigão ao time titular.

Giba ataca com bloqueio triplo - AFPO time da Finlândia não tem grande tradição no vôlei mundial, mas não se intimidou e usou o que tem de melhor para complicar a vida do Brasil: o saque forçado. Durante todo o jogo, os europeus dificultaram o passe brasileiro e Bruninho, que ainda não está perfeitamente entrosado com o resto da equipe, foi previsível em muitas jogadas (Pierre, leitor do Mundo do Vôlei, já tinha feito essa crítica nos jogos contra a Polônia). Com isso, quase sempre os atacantes nacionais chegavam para bater com bloqueio armado e muitas vezes triplo. E aí, faltou a malícia. Se tem uma parede na sua frente, para que atacar com força? É melhor explorar ou tentar largar. Enquanto os poloneses conseguiram fazer exatamente isso, o Brasil só se acertou um pouco com Giba e em alguns lances de Rivaldo.

A equipe de Bernardinho ainda apresenta altos e baixos. Algumas vezes, Bruninho consegue acelerar com Rivaldo e Murilo, o que já é uma melhora em relação às primeiras partidas. Mas esses dois atacantes ainda não estão na melhor forma. Já Lucão fez mais uma boa partida. De novo, foi bem no ataque e decisivo no saque, sempre muito forçado. A recepção brasileira também esteve bem nesta manhã, estava melhor posicionada e recuperou diversas bolas. Mas, voltando ao problema do ataque, nem sempre todo o esforço do fundo resultava em ponto.

A seleção ganhou experiência com Giba e Rodrigão em quadra. Porém ainda precisa amadurecer no conjunto e nem era esperado que todos já estivessem “no ponto” na terceira partida. Mas eu contava mais com alguns jogadores, como Murilo. Ele é o capitão do time, mas não mostrou liderança. E foi mais um que não soube se virar com bloqueio armado. Ainda falta alguém que bata no peito e chame a responsabilidade.

É um time novo, que está se conhecendo e, mesmo com tropeços, conseguiu se achar de alguma maneira e vencer. No saque por exemplo, os brasileiros viram que, depois de tanta pancada, tirar o peso atrapalharia a Finlândia. Lideram o terceiro set e o tie-break com essa tática. Venceram, mas ainda precisa melhorar.

E você, o que achou de mais esse jogo da seleção na Liga Mundial? Dê a sua opinião!

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Seleção masculina | 13:08

Brasil 3 x 2 Finlândia

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1º set
Finlândia começa forçando muito o saque e quebrando a recepção brasileira, que sofre para passar pelo bloqueio. O primeiro ponto de fato do Brasil, já que a Filândia deu um de graça no erro de saque, sai na bola rápida com Lucão, a segurança do time. E ele recoloca o Brasil no jogo com ponto de saque. Com ponto de bloqueio, primeiro do jogo, seleção vira no 8 a 7. A Finlândia, com bloqueio bem armado, segura os ataques nacional e não diexa o time abrir no placar. Brasil cresce com 20 a 19 com Lucão no saque e fecha no 25 a 22 com bola de cheque de novo central.

2º set

De novo a Finlândia sai na frente no placar. Assim como no primeiro set, os europeus forçam o saque, atrapalham o passe brasileiro e abrem 7 a 3. Finlandeses seguem com a combinação saque forçado e bloqueio e Brasil não encontra espaço. O bloqueio nacional não consegue segurar os rivais e o oposto Siltala e o ponteiro Oivanen Mi estão atacando com facilidade. Brasil encosta no 19 a 20 com bloqueio de Rivaldo. Repetindo a primeira parcial mais uma vez, seleção só cresceu no final do set e, com bloqueios de Rivaldo e um ataque de Rodrigão que sobrou na ponta, vira em 22 a 21. Depois de perder três set points e Murilo atacar no bloqueio, Lucão erra pelo meio e Finlândia fecha em 28 a 26.

3º set

Brasil começa na frente pela primeira vez no jogo, mas os adversários seguem colados na seleção todo o tempo. Só abre 13 a 10 no saque forçado de Lucão e passe errado dos europeus. Vantagem aumenta com Rodrigão, que desequilibrou com o serviço não forçado, para 21 a 14. Seleção amplia para 23 a 15 com Brunhinho no saque, enquanto os finlandeses se perderam em quadra. Brasil fecha em 25 a 16 com contra-ataque depois de um ataque errado da Finlândia e fundo com Murilo, capitão do time.

4º set
Parcial começa empata e tem um lindo rali logo no segundo ponto. Depois de belas defesas, bola sobra espetada para Giba, que larga e Brasil faz 2 a 2.Aos poucos, o bloqueio brasileiro se encaixae time vira em 6 a 5. Mas, do outro lado, o bloqueio finlandês segue lendo bem as jogadas nacionais e assume a liderança com 11 a 10 no placar. Brasil retoma a liderança ponto direto de saque de Murilo (14 a 12) e consegue segurar a vantagem com a melhora no ataque e no bloqueio. Mas a Finlândia não desiste, passa a frente no 20 a 19, com bola fora de Lucão, segura o jogo e fecha em 25 a 23, empatando mais uma vez o jogo.

5º set
Brasil começa mais concentrado e se aproveita de alguns erros da Polônia para abrir no placar. Além disso, consegue voltar a variar bem o saque e quebrar o passe adversário. Dominando o jogo pela primeira vez, o Brasil fechou em 15 a 9 no erro de saque finlandês e venceu o jogo por 3 sets a 2.

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terça-feira, 16 de junho de 2009 Seleção feminina | 21:54

Caras novas e outras velhas conhecidas para o Grand Prix

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O técnico José Roberto Guimarães reforçou a seleção feminina para o Grand Prix, que começa no dia 31 de julho. As ponteiras Jaqueline e Paula Pequeno voltam ao time nacional depois de uma folga. Jaqueline pediu um descanso para o treinador e Paula Pequeno se recupera de uma cirurgia no joelho. A lista é completada por mais uma ponteira, Fernanda Garay, e pelas levantadoras Fernandinha e Fabíola.

A atuação do Brasil no Montreux Volley Masters foi aprovada pelos leitores do Mundo do Vôlei e teve gente que até pediu a volta de veteranas como Jaqueline. Pedido atendido! E a primeira competição da temporada mostra que a seleção tem potencial para crescer. Mas é necessário ter paciência com a nova seleção, que apesar de manter a mesma base que conquistou a Olimpíada de Pequim, mudou de levantadora, coração e alma do elenco. Ainda vai ser preciso um tempo para reorganizar todo o time e ter um perfeito entrosamento de Dani Lins, escolhida por Zé Roberto como substituta de Fofão, com todas as atacantes.

E atacante é o que está até sobrando neste time. Pelo meio, Carol Gattaz voltou com força total e foi destaque no bloqueio no torneio suíço. E ainda tem Adenízia, que fez uma excelente Superliga, Thaísa, que se recupera de uma cirurgia no nariz, e a Fabiana, um dos pilares do time. Pelas pontas tem Mari, Natália e Sassá, além das novas convocadas. Enquanto Mari recuperou a boa forma desde o ouro em Pequim, Natália é o braço forte e Sassá, a potência no saque e a segurança na defesa. Vamos ver quem fica e quem sai até a lista final com as jogadoras que irão para a disputa do oitavo título brasileiro no Grand Prix

Veja todas as convocadas por Zé Roberto
1 – Fabiana
2 – Ana Tiemi
3 – Dani Lins
4 – Paula Pequeno
5 – Carol Gattaz
6 – Thaisa
7 – Mari
8 – Adenizia
9 – Natália
10 – Sassá
11 – Joycinha
12 – Jaqueline
13 – Sheilla
14 – Fabi
15 – Regiane
16 – Fernandinha
17 – Fabiola
18 – Camila Brait
19 – Fernanda Garay

E para você, quem vai se destacar nesta seleção? E a seleção vai continuar no topo no próximo ciclo olímpico? Deixe o seu comentário!

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Seleção masculina | 21:51

Nova seleção masculina passa no teste e é aprovada

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A jovem seleção masculina venceu os dois primeiros confrontos na Liga Mundial, contra a Polônia no final de semana, e agradou aos leitores do Mundo do Vôlei. A maioria gostou do desempenho do Brasil em São Paulo e espera bons resultados neste novo ciclo olímpico.

Como ressaltou a leitora Patrícia Silva, o levantador Bruninho ainda está se acostumando com o ritmo dos novos companheiros, mas foi muito bem com os velhos conhecidos da Cimed Lucão e Éder. Ele também conseguiu impor mais velocidade na segunda partida, ao jogar com Thiago Alves como ponteiro, mais um companheiro do time catarinense. Para o leitor Erick, Bruno é muito bom e tem condições de comandar o ataque brasileiro por muito tempo.

Mas Bruninho ainda precisa de mais tempo e entrosamento com os demais jogadores, os desconhecidos. O leitor Pierre reclamou do jogador e nisso eu concordo com ele. “É mais ousado que seu antecessor, mas isso não basta. Levantamento é arte de fazer escolhas revelando-as no último segundo: um ataque previsível é resultado de um levantamento previsível”, afirmou em seu comentário.

Seleção masculina - Divulgação/FIVBO levantador brasileiro tem que se adaptar aos demais e não ficar apenas com as bolas altas, como fez com Rivaldo e João Paulo, principalmente na partida de sábado. E também usar melhor Murilo, que joga na velocidade e sem o tempo ideal, recebeu bolas altas e não soube virar, ficando diversas vezes no bloqueio polonês, como apontou o leitor Logan Ton.

Para Pierre, defesa reagiu bem, mas o bloqueio ainda não mudou com a altura. Nisso eu tenho que discordar. No final do primeiro set da primeira partida, foi com a entrada do Leandro Vissotto, de 2,12m, que o Brasil cresceu e ganhou moral com pontos de bloqueio para virar a partida. O central Lucão virou o homem de segurança no ataque, no bloqueio e no saque com seus 2,09m.

O melhor dessa seleção, como disseram as leitoras Elaine Silva e Karla Dantas, foi o poder de reação. Saiu atrás no primeiro jogo, virou e manteve o ritmo na segunda partida. Mas ainda é um time novo, como afirmaram todos os leitores. “Essa é uma nova seleção que está começando um novo ciclo olímpico. Tudo deve ser feito com calma”, comentou Patrícia Silva. Lógico que o time apresenta problemas, principalmente de falta de entrosamento e falhas na recepção, mas isso só virá com treinos e competições.

Além disso, os adversários do Brasil na primeira fase da Liga Mundial são simples e ajudam a dar mais estabilidade a essa nova equipe. O choque mesmo, como falou Patrícia, será na fase final. Quero ver como essa seleção alta, cheia de vontade, se comporta diante de potências como Rússia e Estados Unidos. E é para isso que servem os veteranos do time. Eles devem passar experiência aos jovens e segurar os nervos. Devolver ao time uma liderança, que como observou Pierre, não foi vista nos primeiros jogos aqui em São Paulo.

Essa é a visão de vocês, leitores! Um bom elenco o Bernardinho tem nas mãos. Agora é trabalho e mais trabalho.

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