Publicidade

Arquivo de dezembro, 2008

terça-feira, 30 de dezembro de 2008 Campeonato Italiano | 12:26

Vitória de brasileiro contra brasileiro no último jogo do ano

Compartilhe: Twitter

Agora, sim, um pouco de descanso para os jogadores na Itália.  Enquanto os brasileiros da Superliga curtem a folga desde o 21 de dezembro, depois das finais do segundo turno, os brasileiros do Velho Continente trabalharam até a noite desta segunda-feira. E na última rodada do Campeonato Italiano de 2008, teve Brasil contra Brasil em quadra.

Rodrigão ataca com o MacerataO Macerata, de Rodrigão, recebeu o Pineto, de Rivaldo, e teve trabalho para confirmar o seu favoritismo. Os donos da casa sentiram falta de Swiderski, uma das estrelas do time, e só conseguiram mostrar o seu voleibol na última parcial. Foram precisos cinco sets para que o Macerata vencesse por 3 sets a 2 e recuperasse a liderança do Campeonato Italiano. Trentino, do brasileiro Leandro Vissotto, também venceu, só que no domingo, e estava provisoriamente na ponta.

O Campeonato Italiano fecha 2008 como o esperado. Macerata e Trentino foram os mais regulares desde o começo da competição e merecem estar nas primeiras colocações. Quem caiu nas últimas rodadas foi o Montichiari, que vinha perto dos líderes e foi para a quinta colocação. Já Treviso, de Ricardinho, Gustavo e companhia, passou por uma crise, demitiu o técnico Renan Dal Zotto, empacou nos jogos em casa, mas conseguiu ficar em sétimo. Decepção para o Modena, de Murilo e Sidão, que ainda não se encontrou nesta temporada e é apenas o décimo colocado.

Férias e férias

Agora é tempo de folga para os jogadores daqui, para os jogadores da Itália e também para a blogueira aqui. Logo depois do plantão do Ano Novo, entro em férias e vou ficar uns dias longe do blog. Volto no final de janeiro com o terceiro turno da Superliga, o Campeonato Italiano e o que acontecer pelo vôlei de quadra. Enquanto isso, vocês podem comentar por aqui! O que esperam de 2009? Quem será campeão brasileiro? E Italiano? Deixem os seus palpites! Feliz Ano Novo e até a volta!

Autor: Tags: , ,

terça-feira, 23 de dezembro de 2008 Diversos | 14:02

Ouro, prata, despedida, renovação… 2008 no vôlei

Compartilhe: Twitter

Foi o ano que as mulheres amadureceram e cresceram. Foi o ano que os homens decepcionaram e viram que não são invencíveis. Foi o ano da volta para casa. Foi o ano do começo da renovação. Foi o ano de 2008. Pronto para relembrar o que aconteceu no vôlei de quadra e com os nossos brasileiros? Divirta-se!

Campeões na Europa

André NascimentoO ano de 2008 começou aqui no Brasil com a volta da Superliga masculina e feminina e todo mundo tentando mostrar serviço para conseguir uma vaga nas seleções para Liga Mundial, Grand Prix e Olimpíada de Pequim. Mas os primeiros campeões de 2008 vieram da Europa.

Em março, teve brasileiro no pódio nas competições “B” da Europa. Entre as mulheres, o Pesaro, de Mari, Sheilla e do técnico José Roberto Guimarães ficou com o título da Copa CEV, segunda competição mais importante da Europa. Com o resultado, o time ganhou a vaga para a Liga dos Campeões 2008/2009, o principal torneio do continente. Para os homens, o Modena levou a Challenge Cup com ótimas atuações de André Nascimento e Murilo na final.

Já na Liga dos Campeões, Escadinha ficou apenas com o segundo lugar. Seu time, o Piacenza, perdeu para o russo Dínamo Kazan na final por 3 sets a 2. Como consolação, Escadinha foi eleito o melhor líbero da Europa. João Paulo Bravo, outro brasileiro do time, foi escolhido o melhor sacador do torneio.

Soltaram as bruxas!

Lesão de RodrigãoO mês de março teve a primeira contusão do ano para alguém da seleção. A bruxa estava solta em 2008! A vítima foi Rodrigão. O central rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo ao cair de mau jeito depois de um bloqueio com o Macerata na Itália e precisou passar por uma cirurgia. Ele só voltou para a seleção um mês depois e quase perdeu a Olimpíada de Pequim. Voltou a atuar apenas às vésperas dos Jogos da China.

Em junho, mais um susto. Nos treinos para a estréia na Liga Mundial, Giba torceu o tornozelo esquerdo e teve que ficar fora dos primeiros jogos do Brasil na competição. Mais tarde, nas finais da Liga Mundial, Marcelinho teve uma contratura nas costas e quase perdeu a estréia do Brasil na Olimpíada, mas se recuperou a tempo. Fofão, Jaqueline e Paula Pequeno também tiveram contusões leves e perderam alguns jogos do Brasil no começo do Grand Prix, mas chegaram inteiras a Pequim.

Campeões aqui e campeões lá

Cimed campeão da SuperligaChega de lesões! Vamos voltar aos títulos de 2008! Por aqui, no mês de abril, as mesmas equipes chegaram mais uma vez à final da Superliga. Rexona e Finasa fizeram o duelo do feminino e Cimed e Minas, o do masculino. A diferença é que esse ano, a competição não foi decidida em uma série melhor de três ou de cinco. Foi só um jogo, no Maracanãzinho. Rexona, único finalista carioca, bateu o Finasa e levantou o caneco pela quinta vez. O Cimed deu o troco da última temporada e venceu o Minas.

Na Itália, mais um título para Sheilla, Mari e Zé Roberto. Pela primeira vez em sua história, o Pesaro faturou o Campeonato Italiano. Título inédito também para os homens, no começo do mês de maio. Trentino, do búlgaro Kaziyski, levou a melhor sobre o Piacenza, de Serginho, na série melhor de três e foi campeão nacional. Um dia depois, o Brasil voltou ao topo com Murcia, de Fofão e Walewska, com o título da Superliga Espanhola.

Estou na seleção! Ou não!

Abril também foi a hora de Bernardinho e Zé Roberto Guimarães montarem as suas seleções para Liga Mundial, Grand Prix e já ter a base para Pequim. E teve polêmica para os dois lados. Fernanda Venturini, que estava fora do time nacional desde a Olimpíada de Atenas, enviou um e-mail a Zé Roberto pedindo uma nova chance. O técnico foi taxativo e disse que não seria justo com toda a equipe, que estava se esforçando e treinando forte, convocar Fernanda. O pedido não foi atendido. Com os homens, a velha novela Ricardinho x Bernardinho. O levantador, que se recuperava de uma fratura na mão, ficou fora da lista de Bernardinho e o treinador afirmou que as portas da seleção estavam fechadas ao ex-capitão. Em resposta, Ricardinho disse que a seleção já é passado para ele. Mágoas para os dois lados.

Primeiro ouro das mulheres… Só uma prévia

Brasil campeão do Grand PrixO primeiro torneio da seleção feminina em 2008 foi o Grand Prix, de 20 de junho a 13 de julho. E neste torneio, as brasileiras são soberanas. Depois de uma mera quinta colocação na edição de 2007, o Brasil arrasou, não perdeu nenhum jogo na fase final e faturou o heptacampeonato.

Zé Roberto mudou o time para o Grand Prix e deu certo. Colocou a gigante Thaíssa no meio-de-rede e trocou Sassá por Mari. O Brasil ganhou volume no bloqueio e viu Mari voltar a ser a atacante fria e eficiente que a colocou em evidência antes da Olimpíada de Atenas. Tanto que ela foi escolhida a melhor em quadra na fase final.

O caminho do Brasil foi um pouco facilitado pelas adversárias na fase final. Cuba, que sempre cresce contra a seleção, estava totalmente apática na partida contra as brasileiras. Itália não estava com seu time titular. Apesar disso, o torneio serviu como um treino de luxo ao time de Zé Roberto e apenas uma prévia do que aconteceria na China…

Decepção para os homens… Só mais uma prévia

Serginho e GibaJá o primeiro torneio da seleção masculina em 2008 foi a Liga Mundial, de 14 de junho a 27 de julho. Como já era de costume, os comandados por Bernardinho eram os favoritos ao oitavo título da competição. Mas em quadra, a história foi diferente.

O Brasil teve alguns altos e baixos na primeira fase, mas lotou o ginásio do Maracanãzinho, no Rio, para as finais. Tudo estava bem até a semifinal, quando o Brasil pegou os Estados Unidos e a sua defesa praticamente impecável. Tocando em quase todas as bolas, eles tiraram a concentração dos brasileiros, ganharam espaço e venceram por 3 sets a 0. Mais uma prévia do que aconteceria na China.

Mas na Liga Mundial ainda dava para sonhar com pódio. O adversário na briga pelo bronze era a Rússia, que o Brasil já havia vencido com facilidade na competição. Entretanto, os russos estavam mais fortes no saque e no bloqueio. Do lado nacional, as bolas caiam com facilidade na quadra. O resultado foi mais uma derrota, agora por 3 sets 1, e a seleção fora do pódio da Liga Mundial pela primeira vez desde que Bernardinho assumiu o time. Um alerta de que a Olimpíada de Pequim seria muito mais difícil do que todos imaginavam.

Brasil campeão olímpico

Mari em PequimNa Olimpíada de Pequim, a seleção feminina manteve o alto nível apresentado no Grand Prix. Pela primeira vez, elas chegaram a uma final olímpica, e sem perder nenhum set! Na briga pelo ouro, mais de duas horas de bolas no alto, momentos de domínio de ambos os lados e um último set equilibradíssimo. O Brasil se manteve firme e Mari agüentou ser o alvo do forçado saque adversário até o final. Na última bola do jogo, ataque de Tom Logan. Um ataque para fora e o grito de é campeão!

A medalha foi uma resposta a todas as críticas ouvidas por essa seleção, desde o quarto lugar em Atenas e a derrota na final do Pan-americano do Rio de Janeiro. Depois da conquista da China, uma frase de Zé Roberto Guimarães resumiu o sentimento da equipe. “Amarela é a cor da nossa medalha”.

Foi o primeiro ouro para o vôlei de quadra feminino e a primeira vez um técnico conseguia colocar homens e mulheres no topo do pódio. Zé Roberto, que havia sido campeão em Barcelona, 1992, voltou ao lugar mais alto em 2008.

Segundo com gosto de último

Prata em PequimOs homens do Brasil sofreram em terras chinesas. Primeiro, a desconfiança da torcida que nasceu com o quarto lugar na Liga Mundial. Depois, a derrota para a Rússia por 3 sets a 1 na primeira fase e o alerta geral. Alguma coisa estava com o time nacional. As jogadas não saiam mais com perfeição e paravam no bloqueio adversário. A defesa não chegava mais às bolas. Com altos e baixos, Brasil chegou à final, contra os Estados Unidos.

Mais uma vez os erros ficaram evidentes. Enquanto os norte-americanos passeavam no saque e no ataque, o Brasil não conseguia colocar a bola na mão de Marcelinho e apelava para ataques óbvios. No final, 3 a 1 e medalha de ouro para os norte-americanos. A prata foi recebida pelos torcedores com gosto de último lugar. Muitos se perguntaram se Ricardinho conseguiria ter segurado o passe quebrado e salvado o time. Impossível saber.

A prata foi o fim de uma geração. Depois da Olimpíada, Gustavo e Anderson deixaram a seleção. Giba já disse que deve ficar apenas até o Mundial de 2010. A seleção passa por uma fase de renovação. E no primeiro teste do novo time masculino, mais um tropeço: derrota para Cuba por 3 sets a 2 na final da Copa América. Toda a fase de mudança exige paciência, cabeça e trabalho. Em novembro, Bernardinho renovou com a seleção para segurar essa empreitada. Quem sabe daqui a quatro anos não voltamos ao topo do mundo?

Adeus, Fofão!

Despedida de FofãoE não foi só a seleção masculina que teve despedidas em 2008. Fofão, considerada por José Roberto Guimarães o coração do time feminino, deixou o grupo depois da conquista do torneio Final Four, em setembro, em Fortaleza. Depois de cinco olimpíadas, deixa o time coroada pelo ouro em Pequim e como o ícone de uma geração. Ela segue como jogadora, com a camisa do São Caetano.

A central Walewska disse um pequeno adeus ao time nacional. Após a medalha dourada, ela pediu um tempo para Zé Roberto sem convocações para cuidar da vida pessoal e ser mãe. Mas a meio-de-rede pretende ficar apenas dois ou três anos longe da camisa verde e amarela e pode voltar para o Mundial de Clubes, em 2010. Em dezembro, após ser eleito o melhor técnico do ano de 2008 pelo COB, Zé Roberto garantiu que a seleção estará de braços abertos para Walweska.

Superliga de estrelas

André Heller e BrunoA Superliga 2008/2009 começou em outubro recheada de olímpicos. Cansados de jogar na Europa e com saudades de casa, brasileiros decidiram voltar a atuar no País. Entre os homens, André Nascimento e André Heller deixaram a Itália e assinaram com o Minas. Serginho também saiu da terra da bota e veio reforçar do São Bernardo. Da Grécia, veio Marcelinho direto para o Unisul. Giba recebeu propostas do Cimed, mas escolheu ficar mais uma temporada na Rússia. Na edição feminina, o São Caetano se renovou com Sheilla, Mari e Fofão.

Depois de dois turnos da competição, as estrelas, que prometiam deixar o torneio mais equilibrado, não mudaram os favoritos. No feminino, Rexona, campeão carioca, segue no comando e Finasa, campeão paulista e da Salonpas, depois de vacilar no primeiro turno, voltou a dominar seus jogos. No masculino, Cimed, atual campeão, e Minas, atual vice, estão arrasadores e caminham para mais uma final. A decisão, só em 2009. Até lá!

E para você? O que mais marcou nas quadras de vôlei em 2008? Deixe o seu comentário e Feliz Natal e Feliz Ano Novo!

Autor: Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008 Superliga | 15:18

O troco e o bi na segunda final da Superliga

Compartilhe: Twitter

As finais do segundo turno da Superliga 2008/2009 tiveram adversários esperados e resultados nem tão esperados assim. No masculino, na noite de sábado, caiu o último invicto da competição. No feminino, na tarde de domingo, os cariocas de Bernardinho levaram o bi. Nos dois jogos, o campeão só saiu no quinto set. Decisão é assim!

Em Florianópolis, o Cimed recebeu o Minas. Foi o terceiro confronto direto entre eles. O Cimed havia vencido dois: a final do primeiro turno e a partida que deu aos catarinenses o mando de quadra para a final do segundo turno. Mas dessa vez, o Minas queria acabar com a festa no Sul.

Mesmo sem André Heller, doente, os visitantes fizeram um jogo duro com os anfitriões. Nos dois primeiros sets, o Minas abriu no começo, mas cedeu espaço e deixou Cimed fechar e fazer 2 a 0. A história mudou na parcial seguinte, quando os mineiros conseguiram se impor no final do set e se mantiveram vivos na partida. A vitória deu moral e eles venceram o quarto set, forçando o tie-break com nervos a flor da pele. Nada mais do que o esperado para uma decisão entre os dois melhores times nacionais dos últimos anos. Entretanto, quem teve calma e o melhor conjunto em quadra dessa vez foi o Minas, que venceu por 3 sets a 2.

O Cimed começou melhor a competição por ter mantido a mesma base do ano passado. O Minas, apesar das vitórias, demorou um pouco para se entrosar com André Nascimento e André Heller e se acostumar a não contar com a pancada de Jardel, segurança do time até o ano passado. Mas agora, dois meses depois, o time está muito bem e mostrou isso na final contra o Cimed. Os dois estão na frente dos demais, isso é um fato. Mas o Unisul, por exemplo, também cresceu como o Minas no segundo turno. Já deu tempo para as promessas do início da competição, como Ulbra, São Bernardo e até Unisul se acostumarem com os reforços. Que eles continuem assim no terceiro torneio para termos mais equilíbrio pela frente!

Bicampeonato para as mulheres

Já na Superliga feminina, não devemos esperar outros na briga pelo título a não ser Rexona e Finasa. Desde os primeiros jogos, as cariocas, atuais campeãs, souberam lidar com os altos e baixos e venceram. Levaram o primeiro turno com facilidade sobre o Minas e chegaram também com facilidade à final do segundo.

Enquanto isso, o Finasa fez um torneio de recuperação. Depois de tropeçar no primeiro turno e nem chegar à decisão, as paulistas não perderam nenhum set até a final do segundo. Assim como os times masculinos, as comandadas por Luizomar de Moura se acostumaram a jogar com reforços, como Thaíssa e Sassá, ao longo da competição.

A decisão deste domingo, contra o Rexona, foi marcada pelo equilíbrio e pelo nervosismo. Depois de cinco sets com direito até a bate-boca na rede entre Carol Albuquerque e Fabiana, Rexona levou o tie-break e faturou o bi.

São Caetano, Brusque e Pinheiros ainda são apenas promessas e precisam melhorar para bater de frente com Rexona e Finasa no terceiro turno. Todos terão tempo para descansar e se arrumar para a seqüência da Superliga. A competição só volta em 14 de janeiro, depois das festas de final de ano. Até lá!

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 Diversos, Seleção feminina | 11:34

Menina e menino do vôlei são os melhores do ano

Compartilhe: Twitter

A medalha de ouro na Olimpíada de Pequim da seleção feminina rendeu mais troféus na noite de terça-feira. No Prêmio Brasil Olímpico, organizado pelo COB, Fofão foi eleita a melhor jogadora de vôlei do ano de 2008 e José Roberto Guimarães, o melhor técnico. Honras merecidas e na hora certa!

Fofão deu adeus à seleção brasileira do melhor jeito possível. Ela chegou aos poucos, com seu jeito calada, esperou como reserva de Fernanda Venturini e segurou a onda quando precisava. Como boa levantadora, foi a cabeça do time na conquista do ouro e ajudou o time a superar os traumas de Atenas e da final do Pan de 2007. Vai deixar saudades na seleção já que Carol Albuquerque, que deve assumir o seu lugar, é regular, mas não decisiva como Fofão.
José Roberto Guimarães
Zé Roberto provou que um bom técnico nem sempre precisa gritar nos ouvidos de seus atletas para vencer. Confesso que já reclamei do jeito calmo demais do treinador das meninas do vôlei, mas reconheço que foi assim, sendo centrado, que ele conseguiu ajudar as jogadoras a levantarem a cabeça, amadurecerem e buscar essa medalha.

Agora é treinar para continuar no topo e superar a perda de Fofão. Como aconteceu com os homens depois das conquistas de Atenas, Mundial e tudo mais, a seleção feminina será o alvo de todos os times do mundo. Mais do que nunca elas precisam ser madurar para segurarem o primeiro lugar.

E que os homens, mesmo sem prêmios neste ano, levem 2008 como uma lição. A seleção masculina ainda é uma das melhores do mundo, mas não é mais invencível e deve se adaptar às jogadas altas dos europeus e às defesas dos norte-americanos. E ainda passar pela renovação. Sigam o exemplo de Zé Roberto e Fofão: paciência! Esperam, tenham cabeça, e encontrem as meninas no topo em 2009!

Autor: Tags: , , ,

terça-feira, 16 de dezembro de 2008 Campeonato Italiano | 11:16

Time de Ricardinho e companhia ajuda time de Rodrigão da Itália

Compartilhe: Twitter

O Treviso finalmente desencantou dentro de casa! E ainda deu uma mão ao Macerata, do central Rodrigão, no Campeonato Italiano. Na 12ª rodada, a equipe de Ricardinho, Gustavo, Fei e outras estrelas venceu o Trentino por 3 set a 1 e pôde respirar aliviada.

Depois de cinco derrotas em seis jogos em casa e um tropeço na última rodada contra o Montichiari fora, o Treviso poderia ter se saído melhor contra o Trentino, mas pelo menos faz a sua parte diante da sua torcida. Depois de abrir 2 sets a 0, os anfitriões estavam com a terceira parcial na mão e deixaram o Trentino voltar para o jogo e fechar em 27 a 25. Entretanto, o Treviso mostrou poder de reação, o que faltou ao time nas últimas rodadas, e liquidou a partida no quarto set. Com isso, subiu para a sexta colocação.

Bloqueio do Macerata contra o MontichiariMacerara, de Rodrigão, agradeceu o resultado. O clube briga diretamente com o Trentino pela liderança do Italiano e, como venceu o seu duelo contra o Montichiari por 3 sets a 2, se manteve na ponta com um ponto a mais que a equipe de Leandro Vissotto. Mas a rotina parece estar puxada para os dois times…

Macerata e Trentino são os dois italianos que disputam a Liga dos Campeões da Europa. Eles jogam na Itália aos finais de semana e na Liga, as quartas ou quintas. E isso muitas vezes implica em jogar em um país em um dia e em outro país poucos dias depois. A correria das viagens cansa qualquer um e Macerata e Trentino, que começaram arrasadores no Italiano, já sentem isso. Eles continuam na ponta, mas o ritmo não é mais tão forte quanto no começo da competição.

Para alivio dos atletas, falta apenas mais uma rodada da primeira fase na terra da bota. Depois, folga de final de ano e octogonal final apenas a partir do dia 28 de janeiro. Vai dar tempo de repor as energias. Os primeiros colocados Macerata, Trentino, Cuneo, Piacenza e Montichiari já estavam classificados. Como o Perugia passou pelo Pineto no encerramento da 12 ª rodada, nesta segunda, Treviso e Verona também asseguraram os seus lugares. E o próprio Perugia deve ser o dono da última vaga, se vencer o Modena e torcer contra o Valentia na próxima rodada. Tudo será definido no próximo final de semana. Já dá para apostar em quem será o campeão italiano desta temporada? Deixe seu comentário!

Autor: Tags: , , , ,

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 Sem categoria | 11:43

Rexona x Finasa e Cimed x Minas… Já viu isso em algum lugar?

Compartilhe: Twitter

Sim, mais uma vez estes serão os finalistas de um turno da Superliga. Entre as mulheres, é um confronto merecido. Rexona, apesar de alguns altos e baixos durante os jogos, está muito bem na Superliga e ainda não perdeu nenhum jogo. Já o Finasa levou um susto no primeiro turno, quando ficou fora da final, e se mostrou muito mais focado na segunda etapa da competição. É o clássico de sempre do vôlei feminino, mas não vi equipes do mesmo nível que Rio e Osasco nesse segundo turno.

Entre os homens, os jogos foram mais disputados e o Unisul merecia uma chance na decisão pela ótima campanha. A primeira derrota no segundo turno foi neste final de semana, para o Minas. Mas o time de Marcelinho, Anderson e companhia está do grupo da Cimed, que vem fazendo uma Superliga excelente. Os catarinenses mantiveram a mesma base do ano passado e, com isso, têm um time coeso e Bruninho sabe exatamente onde colocar a bola para seus atacantes. E ainda eles têm o saque forçado e muito eficiente. O Unisul tentou, mas não deu para competir com tudo isso… Fica para o terceiro turno.

Falta apenas saber onde serão os confrontos das finais e será basicamente para isso a rodada deste meio de semana. Rexona encara Finasa e Cimed encara o Minas e quem vencer, repete o duelo na decisão diante da sua torcida. No caso desses clubes, isso conta, porque têm torcidas apaixonadas que devem lotar os ginásios no próximo final de semana. E quem leva dessa vez? Rexona e Cimed vencem de novo, como no primeiro turno? Faça sua aposta!

Autor: Tags:

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008 Superliga | 10:26

Noite de clássicos e tie-break na Superliga masculina

Compartilhe: Twitter

A quarta rodada da Superliga masculina de vôlei teve duas noites de opostos. Na abertura, na terça-feira, os times medianos em quadra e vitória para os mandantes. Já na noite de quarta, todos os favoritos ao título em ação. Melhor para quem assistiu aos jogos do segundo dia…

Estavam em quadra São Bernardo x Cimed, Ulbra x Unisul e Minas x Sada Betim em uma noite de gala. Todos os jogos tiveram mesmo a cara de confronto de favoritos, foram bem equilibrados e acabaram apenas no quinto set. Alto nível!

Mais uma vez, Cimed e Minas venceram seus confrontos. Eles, que foram os finalistas do primeiro turno, estão na frente na briga pelo título desta temporada da Superliga masculina. Mas Marcelinho comemora com o Unisulo Unisul, depois de alguns tropeços no começo da competição (perdeu para Sada e Cimed), está a todo vapor no segundo turno e tem chances de ficar com uma vaga na segunda final.

A equipe de Santa Catarina está perfeita nesta etapa da Superliga. Marcelinho, o principal reforço do time para a temporada, está bem entrosado com os atacantes. Além disso, os comandados por Giovane Gavio estão dando aula de bloqueio e muito bem no saque. Com isso, ainda não perderam nenhum jogo neste segundo turno.

A prova da força do Unisul será na próxima rodada, quando eles enfrentam o Minas, de André Nascimento, André Heller e companhia. Vai ser mais um jogaço e aposto em mais um tie-break. Outro jogo que promete é Ulbra x Cimed, no clássico do Sul do País. Quem será que vai levar a melhor? Unisul seguirá com a ótima campanha? Deixe a sua opinião!

Autor: Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008 Superliga | 10:27

Até agora, favoritos estão se dando bem na Superliga

Compartilhe: Twitter

A Superliga já está na terceira rodada do segundo turno, tanto para homens quanto para mulheres, e, até agora, os favoritos estão se saindo muito bem. A má surpresa ficou por conta do time feminino do Minas. As mineiras começaram a competição muito bem, chegaram à final do primeiro torneio, mas caíram de rendimento e ainda não venceram neste turno. Já pode ser tarde demais para pensar em mais uma final.

Enquanto o Minas sofre para se encontrar, Rexona, Finasa, Brusque e Pinheiros seguem a todo vapor. Eles ainda não perderam no segundo turno e o time de Bernardinho, campeão do primeiro turno, é o líder da competição, invicto. Como já estamos quase na metade dessa etapa, os finalistas dessa vez devem sair desses times.

Fofão e Edna no bloqueio do São CaetanoAlém disso, o São Caetano está melhor. O técnico Rizola deixou o comando da equipe e as companheiras de Sheilla, Mari e Fofão parecem mais entrosadas. Até agora, foram duas vitórias. O problema é que o time do ABC está no mesmo grupo que os invictos Rexona e Brusque e vai precisar torcer por tropeços dos adversários para chegar à decisão.

Entre os homens, Cimed e Minas seguem a sua hegemonia. Mas quem aparece bem também é Unisul, de Marcelinho e Anderson. Até agora venceu todas, inclusive passou pelo São Bernardo em casa por 3 a 1. Os catarinenses só perdem para o Cimed na classificação pelo saldo de sets. É, o Unisul cresceu e quer buscar a sua vaga na segunda final.

Os homens voltam para a quadra nesta terça e quarta. As mulheres, quarta e quinta. Até agora, pode se falar que os resultados foram previsíveis. E você? Já tem a sua aposta sobre os finalistas? Deixe o seu palpite!

Autor: Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 Campeonato Italiano | 11:55

Mais uma derrota para Treviso e o improvável na A2 Italiana

Compartilhe: Twitter

Nem a mudança no banco de reservas melhorou a vida do Sisley Treviso no Campeonato Italiano. Depois de ter demitido o técnico Renan Dal Zotto na última rodada, o time de Ricardinho, Gustavo e companhia recebeu o líder Macerata, de Rodrigão, com Dall’Olio no comando. Técnico novo e mesmo resultado: derrota em casa!

A situação do Treviso é alarmante. Essa foi o quinto resultado adverso em seis partidas em casa. O time de Palaverde, dessa vez, até jogou de igual para igual os dois primeiros sets, mas parou no terceiro e perdeu por 3 sets a 0. Melhor para o Macerata, que segue líder isolado do Italiano.

Na segunda colocação continua o Trentino, do brasileiro Leandro Vissotto. Ele teve um jogo um pouco apagado no começo da partida contra o Montichiari em casa e precisou de um “susto” para acordar. “Eu não tive um começo brilhante, mas ir para o banco no segundo set me fez muito bem. Voltei para o jogo mais agressivo”, analisou o oposto. Trentino venceu o confronto por 3 sets a 0.

Já o Modena, mais um time que sempre briga por títulos na Itália, segue os caminhos do Treviso e não está em uma boa fase. Sem Murilo, que machucou a panturrilha no Jogos das Estrelas, o time caiu diante do Martina Franca, pela primeira vez comandado por Marco Bonitta. Com a derrota por 3 a 1, o Modena é apenas o antepenúltimo na classificação geral.

Mas confesso que fiquei surpresa com uma cena da Série A2 do Campeonato Italiano. O técnico brasileiro Radamés Lattari venceu com o Castellana Grotte. Seu time marcou 3 a 2 no Roma Volley fora de casa. E o comandante teve até seu nome gritado pela torcida! Acho que não deveria ter nenhum brasileiro nas arquibancadas italianas…

Radamés foi o técnico que chegou apenas ao sexto lugar com a seleção masculina de vôlei na Olimpíada de Sydney. Tudo bem, o time ainda estava passando por uma renovação depois da geração de ouro de Barcelona. Mas a campanha com Radamés no comando foi lastimável. A equipe já contava com Giba, Dante, Gustavo e grandes nomes e, mesmo assim, teve o pior desempenho nos Jogos desde a edição de Montreal, em 1976. Faltava pulso forte no comando de Radamés. Faltava vibração. Parece que ele melhorou agora, pelo menos é o que dizem os torcedores de seu time na Itália. E você, acha que o Radamés se encontrou? E o Treviso, vai se recuperar com técnico novo? Deixe a sua opinião

Autor: Tags: , , , ,