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Arquivo de outubro, 2008

sexta-feira, 31 de outubro de 2008 Sem categoria | 11:15

Superliga 2008/2009 começa com lógica e "quase" surpresas

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A bola já rola na Superliga 2008/2009. A primeira rodada da competição aconteceu nas noites de quarta e quinta e os resultados seguiram a lógica. Os favoritos venceram e três partidas foram quase surpreendentes.

Bem que os jogadores alertaram para o perigo do Sada/Betim na competição. Na festa de lançamento da Superliga, atletas das principais equipes disseram que os mineiros tinham uma boa base e estavam bem preparados. Na estréia, eles pegaram o Tigre/Unisul/Joinville, que conta com o reforço de Marcelinho e Anderson. Se fosse seguir a lógica, a vitória seria para o time com os olímpicos, que tem mais tradição no vôlei, sempre chega às finais… Porém, o Sada/Betim mostrou seu jogo e venceu por 3 sets a 1. Uma quase surpresa, já que todos já haviam sido avisados do perigo do campeão mineiro.

Pelas mulheres, o primeiro duelo direto para definir o terceiro time do País. Enquanto Finasa/Osasco e Rexona/Ades ainda são os melhores do Brasil, São Caetano/Blaugisel e Brasil Telecom lutam para furar o eixo Rio-São Paulo. Na primeira disputa, melhor para quem já sabe jogar junto. O time de São Caetano conta com Sheilla, Mari e Fofão, mas elas ainda não encaixaram seu jogo com o da equipe. Do lado catarinense, maior entrosamento, mesmo com menos estrelas. Mais uma quase surpresa, já que até o time do ABC paulista esperava um começo frio na Superliga.

A lógica da primeira rodada ficou com as vitórias de Cimed e Vivo/Minas, entre os homens, e Finasa/Osasco e Rexona/Ades, entre as mulheres. O primeiro clássico foi Santander/São Bernardo x Ulbra. Aí a idéia de “quem está mais entrosado vence” não funcionou. Com o líbero Serginho e pouco tempo de treino com a equipe completa, o São Bernardo venceu por 3 sets a 0. Mas era um clássico e os dois times têm um nível parelho. Mais uma quase surpresa.

A Superliga continua no sábado, com rodada completa, mas morna, para homens e mulheres. Cimed e Bento Vôlei fazem o jogo do Sul, mas os atuais campeões devem ficar com mais uma vitória. São Caetano/Blaugisel tem a chance de se recuperar contra o estreante Cativa/Pomerode em casa. E você? O que achou da estréia da Superliga? Alguma aposta para o final de semana?

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terça-feira, 28 de outubro de 2008 Sem categoria | 14:24

Amigos, amigos, negócios à parte

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“Poxa, passei na sua casa e você nem estava lá”, diz Douglas Cordeiro, do Sada/Betim. “Como não? Claro que eu estava”, retruca Anderson, oposto do Tigre/Unisul/Joinville. Douglas fica sem entender. Instantes depois, a explicação. “Putz, é mesmo, eu já estava aqui em São Paulo”, responde Anderson.

Esse diálogo aconteceu na segunda-feira, na capital paulista, no lançamento da 15ª edição da Superliga. Clima de amizade total entre jogadores de dois times que prometem dar muito trabalho na temporada 2008/2009. Parece que a competição vai acontecer no melhor espírito de “amigos, amigos, negócios à parte”.

Tanto homens quanto mulheres do vôlei nacional mostram que se dão muito bem. Enquanto conversava com André Heller no evento, a pequena líbero Fabi passou do nosso lado e ganhou um abraço caloroso do meio-de-rede do Vivo/Minas. Já Sassá, recém-contratada pelo Finasa/Osasco, chegou reclamando com as companheiras de time Paula Pequeno e Carol Albuquerque. “Estava esperando vocês para a gente vir juntas e vocês já estão aqui?”, comentou a atacante. Mais tarde, durante uma conversa com Marcelinho, Anderson interrompe para dizer, em tom de brincadeira: “Ih, esquece que você não ver esse cara jogando. Ele não joga nada”.

Clima de brincadeira faz todo mundo se sentir em casa. Os grandes nomes da seleção que vão jogar no Brasil nesta temporada já estão mais que acostumados com seus times, como mostra o entrosamento entre Marcelinho e Anderson, do Joinville. Mas agora o que resta é saber é como está o entrosamento em quadra desse atletas…

A Superliga começa nesta quarta-feira, com rodada completa para homens e mulheres. Nessa temporada a competição promete ser mais equilibrada, pelo menos no masculino. O atual campeão Cimed apostou em manter a base, enquanto Minas, Ulbra e São Bernardo contam que reforços que estavam na Europa (André Nascimento e André Heller no Minas, Roberto Minuzzi na Ulbra e Serginho no São Bernardo). O começo pode ser um pouco morno pelo pouco tempo de treino que cada equipe teve completa, mas no decorrer da competição esses devem ser os times a brigarem pelo título. Vale ficar de olho também no Sada/Betim, que faturou o título mineiro em 2008.

Já entre as mulheres, Finasa e Rexona devem seguir na frente, mas terão a concorrência de São Caetano e Pinheiros. No time do ABC, as armas são Sheilla, Mari e Fofão. Mas elas estão há apenas uma semana ao lado da equipe e isso pode ser um problema nos primeiros jogos da Superliga. Já o clube da capital conta com uma base forte e pratas da casa para surpreender. O que esperar da Superliga 2008/2009? Deixe a sua opinião!

*Foto: Mari, do São Caetano, posa para fotos ao lado de Fabi e Fabaiana, do Rexona/Divulgação*

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domingo, 26 de outubro de 2008 Sem categoria | 16:40

Consegue advinhar quem levou o Carioca e o Paulista?

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O final de semana foi de decisão para o vôlei feminino em São Paulo e o no Rio de Janeiro. E deu e lógica nos dois estaduais! Finasa/Osasco venceu mais uma vez em São Paulo e Rexona/Ades venceu mais uma vez no Rio de Janeiro.

Como já vimos na Salonpas Cup, na Superliga 2007/2008 e todos os campeonatos nacionais, Finasa e Rexona são dois times que sobram diante dos outros. O melhor confronto é entre eles. Mas quando eles pegam outros adversários, não tem nem tanta graça. Foram assim as finais dos Estaduais. Finasa e Rexona fecharam a série melhor de 3 com dois jogos a 0 sobre o Pinheiros e o Botafogo, respectivamente, sem ter muito trabalho.

Agora é esperar a Superliga 2008/2009. A competição começa nesta semana e a briga vai ser boa para ver se algum time vai conseguir quebrar a hegemonia de Finasa e Rexona. Vale também ver como esses grandes vão ficar com as novas formações…

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quarta-feira, 22 de outubro de 2008 Sem categoria | 10:42

De volta à praia, Nalbert fala de mágoas, futuro e adeus

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Nalbert começou bem mais uma passagem pelo vôlei de praia. Ao lado de Franco, ele caiu nas quartas-de-final da etapa de Camaçari do Circuito Brasileiro e ficou com a quinta colocação na reestréia nas areias. E a volta ao chão macio agora é definitiva e ele está confiante para essa etapa da carreira.

Mais uma vez o Mundo do Vôlei abre espaço para o vôlei de praia, para um cara que fez o seu nome nas quadras. Conversei com Nalbert e ele contou o que espera da parceira com Franco, da mágoa por ter ficado de fora da Olimpíada de Pequim e dos palnos de completar 20 anos como profissional. Confira como foi a conversa. Será que agora, ao lado de Franco, ele se dá bem nas areias? Dê a sua opinião!

Você jogou na praia entre 2005 e 2006, voltou para as quadras e agora está mais uma vez nas areias. Por que decidiu voltar?
Nalbert:
Tinha acabado o ciclo olímpico e era momento de parar, traçar metas para os próximos anos. Sei que seria impossível mais um ciclo na quadra. Tudo que eu poderia fazer lá eu já fiz. A praia combina com os meus objetivos. Dá para conciliar a carreira com a vida pessoal, morar em casa, no Rio. É diferente da quadra. Lá passava a maior parte do ano longe de casa e quando voltava, era para o clube (Nalbert defendeu o Telemig/Minas na última temporada). Agora vou viajar, mas vou voltar para casa.

Você voltou para as quadras, no começo de 2007, sonhando com o Pan-americano do Rio e com a Olimpíada de Pequim. Ficou fora do Pan por causa de uma lesão na coxa esquerda e foi cortado por Bernardinho dos Jogos da China. Ficou alguma frustração?
Nalbert:
Fica a decepção. Sofri muito desde que voltei para a quadra em 2007. Tive lesões (Nalbert também teve que operar o ombro direito no final do ano passado) e estava mostrando muita evolução na Liga Mundial e tinha certeza de que poderia evoluir ainda mais. O corte foi uma frustração, eu não esperava. Acho que poderia ajudar na Olimpíada porque meu jogo de fundo combina com o que a seleção estava precisando naquele momento. Como os Estados Unidos venceram na final? Com saque quebrando a recepção do Brasil. Lá tinha apenas o Serginho e o Dante para passar. Faltou mais um passador ali.

Quanto ao Bernardinho, restou alguma mágoa?
Nalbert:
Respeito a decisão do Bernardo. Ele escolheu o que achava que fosse melhor para o time naquela época. Ele tem esse direito. Ainda não entendi porque fui cortado, mas já passou. Sei que fiz o melhor que pude. Fiz tudo e mais um pouco e agora estou numa fase nova.


Nalbert ao lado de Franco na etapa de Camaçari/Divulgação/CBV

E a fase nova é na praia, ao lado de Franco. Como surgiu a parceria?
Nalbert:
Depois da passagem pela seleção brasileira, não tinha decidido ainda o que iria fazer. Queria voltar para a praia e formar um bom time. Tinha contato com alguns clubes de quadra, mas estava jogando essa decisão para frente. Foi quando o Franco me convidou. Ele tinha desfeito a dupla com o Pedro Cunha, me telefonou e aceitei prontamente.

Na sua primeira passagem pela praia, você ficou um pouco frustrado com as parcerias e chegou a dizer não tinha tido a oportunidade jogar com um top, alguém com boa pontuação no ranking, e crescer. Franco é o atual campeão brasileiro e já levou o circuito quatro vezes…
Nalbert:
Ele é um excelente jogador, experiente, e é isso que eu quero para a minha carreira. Era a oportunidade que eu não tinha tido antes na praia. Agora já começou tudo certo.

Mas ele já tem 41 anos… Isso não te assusta?
Nalbert:
Não, nenhum pouco. Franco é o atual campeão brasileiro, está jogando todas as etapas do circuito e é muito competitivo. Ele é um caso à parte. Ele é um fenômeno fisicamente. A minha preocupação é me cuidar para agüentar jogar bem com ele.

A sua primeira etapa do Circuito Brasileiro ao lado de Franco foi em Camaçari, na Bahia, no final de semana. Vocês terminaram em quinto lugar. O que achou da sua reestréia?
Nalbert:
Foi acima das minhas expectativas. Estava longe da praia há dois anos e não competia desde que sai da seleção brasileira, em junho deste ano. Chegamos até as quartas-de-final, mas perdi pela condição física. Já era o meu terceiro jogo do dia e eu abri o bico mesmo. Foi bem diferente da primeira vez na praia. Estou muito melhor porque já sei o caminho das pedras. Hoje a minha adaptação será muito mais rápida.

E o que você espera dessa passagem pelo vôlei de praia? Ainda tem chances de jogar na quadra mais uma vez?
Nalbert:
Não, agora sei que voltei para a praia definitivamente. Quero me tornar um jogador forte, um dos melhores do Brasil, mas não como fui na quadra porque isso é difícil e tenho pouco tempo. Já tenho 34 anos. Mas sempre tive certeza que poderia dar mais na praia. Nunca fui um cego na areia. Poxa, eu sou do Rio e já joguei muito na praia.

Já dá para pensar na Olimpíada de Londres, em 2012?
Nalbert:
Ainda é muito cedo para falar em Olimpíada. Não quero criar falsas expectativas. O foco agora é outro. Quero ser um grande jogador e me divertir ao máximo ao lado de Franco a cada dia.

Pretende seguir o exemplo do seu parceiro e passar dos 40 anos jogando?
Nalbert:
Não tenho a expectativa de jogar até 41 anos. De repente jogo até os 38, até 2012. Mas isso não é pensando na Olimpíada e sim em mais quatro anos de carreira. Comecei a jogar profissionalmente em 1992 e seria muito bom chegar à marca de 20 anos atuando no alto nível.

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terça-feira, 21 de outubro de 2008 Sem categoria | 10:49

Ricardinho brilha, e time de Rodrigão é líder no Italiano

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Os brasileiros seguem dando trabalho no pallavolo. Na quarta rodada do Campeonato Italiano, destaque para Ricardinho. O levantador mostrou que está entrosado em seu novo time, o Sisley Treviso, e que ainda lembra bem como é jogar ao lado de Gustavo. Já que os dois não jogam mais pelo seleção brasileira, um porque já falou que o time é passado e outro porque se aposentou, o jeito é curtir os espetáculos lá na Itália.

O Sisley Treviso encarou o Modena, ex-time de Ricardinho. Foi um duelo de brasileiros. O levantador, agora do outro lado da quadra, e Gustavo versus Murilo e Sidão. Melhor para o Treviso, que contou com a excelente distribuição de bolas de Ricardinho para vencer por 3 a 2 fora de casa. As estatísticas mostram isso, já que os atacantes do Treviso se dividiram na rede. Fei e Cisolla fizeram 17 pontos cada, Gustavo e Papi, 10 pontos, e Ricardinho deixou 5 pontos no triunfo.


Mas o brasileiro que teve vida mais simples nesta rodada foi Rodrigão. Ele ainda está no banco de reservas e assistiu a mais uma vitória no Macerata no torneio. Seu time segurou o saque poderoso do Perugia, venceu por 3 a 0 e segue líder da competição, com nenhuma derrota.

Já Leandro Vissotto suou a camisa. Ele mais uma vez foi o destaque do Trentino, que passou pelo Valentia por 3 a 1 e ocupa a vice-liderança do Italiano. O brasileiro, que só agora está na seleção masculina principal, é ídolo no Trentino e não tem se importado com o bloqueio adversário. No jogo desta rodada, ele marcou 23 pontos.

Teve gente que desencantou no Italiano também na quarta rodada. Comandado por Rivaldo e Cléber, o Pineto bateu o Forli por 3 sets a 1 e venceu a primeira. A televisão deu sorte ao time mais brasileiro do pallavolo. Para completar essa etapa, o Cuneo não deu chances ao Piacenza e arrasou os adversário por 3 sets a 0 na segunda-feira. Semana que vem tem mais! E você, acompanha o Campeonato Italiano? Quem está melhor na terra da bota? Dê a sua opinião.

*Foto: Macerata vence Perugia/Divulgação/Legavolley*

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segunda-feira, 20 de outubro de 2008 Sem categoria | 11:49

Nem olímpicos seguram o Suzano no Campeonato Paulista

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Elenco de estrelas ou elenco entrosado? O que vale mais em uma final de campeonato? No jogo de domingo entre Pinheiros e Suzano na decisão do Paulista masculino de vôlei, o entrosamento falou mais alto. Com um time coeso, o Suzano levantou a torcida, fez 3 sets a 2 no placar e faturou mais uma vez o título regional.

A equipe do interior conta com reforços para essa temporada, como o atacante Roberto Minuzzi, que tomou até injeção durante a final para suportar dores nas costas e seguir jogando, e Samuel, que ainda não entrou em quadra porque se recupera de uma cirurgia no ombro. Mas quem fez a diferença na final foi mesmo quem já era da casa, como o levantador Vinhedo e o líbero Jeff. O time de Suzano está mais acostumado a jogar junto e por isso faturou mais um título paulista.

Do outro lado da quadra estavam, com a camisa do Pinheiros, André Heller e André Nascimento. Sim, eles estão acostumados a atuarem juntos na seleção, mas ainda não se entenderam totalmente com o restante da equipe paulistana. Venceram a primeira partida da final com facilidade, mas não souberam segurar a recuperação do Suzano nos outros dois jogos e perderam a série por 2 a 1. Mas se encontrar em quadra é só uma questão de tempo…

O Pinheiros tem um excelente time, com Rafinha, Ezinho e Henrique além dos nomes da seleção no elenco. Eles perderam um título, mas vão brigar duro pela Superliga, que começa no dia 29 deste mês. Ulbra/Suzano, Cimed e os outros grandes que se cuidem! A “nova” equipe do Telemig/Minas deve manter, além de alguns jogadores, o alto nível em quadra.

E você? O que achou da final do Campeonato Paulista? Qual a sua aposta para a Superliga 2008/2009? Deixe seu comentário!

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quarta-feira, 15 de outubro de 2008 Sem categoria | 09:57

Nalbert vai para a praia, de novo, e agora não pode reclamar

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Da quadra para a praia, para a quadra de novo e para a praia mais uma vez. Esse é o caminho de Nalbert. Depois de não ter conseguido um lugar na seleção brasileira masculina na Olimpíada de Pequim, o eterno capitão vai mais uma vez jogar na areia, só que agora ele não tem do que reclamar.

Nalbert jogou na praia entre 2005 e 2006 e quando retornou às quadras, em março de 2007 com a camisa do Modena, conversou com o Mundo do Vôlei e reclamou dos dois anos ao lado do mar. “Passei por coisas que eu não gostei na praia. Acho que me faltou a oportunidade de jogar com algum top, alguém que já tivesse uma boa pontuação no ranking e aí conseguir crescer também. O caminho mais curto na praia é esse”, disse Nalbert dias antes de acertar com o clube italiano.

Agora ele vai ter um gigante ao seu lado. Na terça-feira Nalbert anunciou a parceria com Franco. Aos 41 anos, o cearense é tetracampeão do circuito nacional e é o jogador com mais títulos de etapas brasileiras, 41 no total. Depois de jogar com os jovens Guto e Luizão, Nalbert não pode reclamar da atual parceira, pelo menos em termos de experiência e currículo na praia.

O que o nosso capitão precisa é de paciência. Ele estava incomodado com as derrotas nas areias e voltou para o terreno seguro das quadras. Mas, aos 34 anos, ele não compete mais com a nova geração que já está aí. Agora, terá uma nova chance de se firmar no vôlei de praia. Tem um excelente parceiro e qualidade para se dar bem.

Nalbert lembra Carlão, outro capitão das quadras que mudou de terreno, e sabe atacar e defender muito bem, o que é essencial para um atleta das areias. Talvez precise melhorar no levantamento. Confesso que não sei como atua nesse fundamento… Só que na praia, existem outros melhores que ele e muito mais entrosados com a sua dupla. Para quem não gosta de perder, é difícil esperar até se adaptar ao jogo, ao parceiro… Se tiver calma, tem chances de se dar bem ao lado de Franco. E você, acha que agora Nalbert tem futuro no vôlei de praia? Faça a sua aposta!

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terça-feira, 14 de outubro de 2008 Sem categoria | 12:21

Pallavolo para brasileiros

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Campeonato Italiano já começou e mais uma vez, promete ser um torneio de alto nível. Mesmo com a volta de alguns brasileiros ao vôlei nacional, como André Nascimento e Serginho, o pallavolo segue cheio de jogadores daqui e um deles é o líder da competição. Após três rodadas, o Macerata, do central Rodrigão, está na ponta.

O Mundo do Vôlei faz um balanço dos times desta temporada e vai acompanhar o que os brazucas estão aprontando nas terras da bota. E você, já escolheu o seu favorito ao título? Comente!

Montichiari: é um dos grandes na Itália, mas não conta com brasileiros em seu elenco neste ano. Ocupa a terceira colocação depois de três rodadas.

Padova: não deve dar muito trabalho. É o laterna da competição e só venceu um set. Conta com o atacante cubano Gato, que já deu muito trabalho ao Brasil em Liga Mundial ou Copa América

Cuneo: equipe luta pelos primeiros lugares no Italiano e venceu a Supercopa da Itália em 2002. O brasileiro da equipe é o Manius, que já está no time há três temporadas. O búlgaro Vladimir Nikolov reforça o ataque. Com a derrota para o Montichiari no domingo, despencou da vice-liderança para o quarto lugar.

Piacenza: ex-time do líbero Serginho e vice-campeão italiano. Agora o atacante João Paulo Bravo representa o País na equipe. Para completar o elenco, os nomes da seleção italiana Meoni (levantador) e Zlatanov (atacante) e o cubano Leonel Marshall (atacante). Já o meio-de-rede fica por conta do sérvio Bjelica, que fez os brasileiros suarem a camisa na última Liga Mundial e na Olimpíada de Pequim.

Pineto: time dos atacantes Dentinho e Rodrigo, que são poucos conhecidos por aqui. Eles ainda não venceram nesta temporada e estão na penúltima colocação.

Trentino: é o atual campeão italiano e vai dar trabalho neste ano. O trio de ataque é formado pelo brasileiro Leandro Vissotto, que ganhou uma vaga na seleção brasileira, pelo polonês Michal Winiarski e pelo búlgaro Kasyzki. Defesas adversárias que se preparem! Central brasileiro Riad também está no clube, mas oscila entre titulares e reservas. Venceu o Padova na última rodada e assumiu a vice-liderança com a derrota do Cuneo no domingo.

Macerata: começou com tudo o campeonato deste ano: venceu todas as partidas, só perdeu dois sets e lidera o torneio. É o time do central Rodrigão, que já voltou a atuar depois de defender o Brasil na Copa América. Time também tem estrelas locais e internacionais, como os italianos Vermiglio (levantador) e Corsano (líbero), o polonês Swiderski (atacante) e o sérvio Podrascanin (central).

Verona: quase todos os jogadores são italianos e é um time mediano. Até agora, venceu duas e perdeu uma no Italiano.

Perugia: dois atacantes da seleção sérvia, dois atacantes da seleção italiana e um central brasileiro. Esse é o time do Perugia e os jogadores são Savani e Bovolenta, veteranos da Azzurra, Vujevic e Kovacevic, da Sérvia, e o brasileiro Renato Felizardo.

Sisley Treviso: mais um time de veteranos de seleções. Campeão de 2006/2007, equipe é formada por craques como Gustavo, Ricardinho, Cissola e Fei. Eles dispensam comentários. Ainda não venceu em casa e, mesmo com ótima atuação do central brasileiro no saque, fechou a terceira rodada com uma derrota diante de seus torcedores para o Piacenza por 3 sets a 2.

Franca: ainda não embalou no Campeonato Italiano e só venceu um jogo até agora. Não tem brasileiros no elenco. No ataque, destaque para o francês Frantz Granvorka. Alguém se lembra dele nas finais da Liga Mundial de 2006 contra o Brasil?

Valentia: é o time do brasileiro Raphael Vieira (levantador) e o venezuelano Luis Augusto Diaz (atacante). Está no 12º lugar na tabela e não deve complicar para os líderes.

Modena: sempre briga pelas finais na Itália, mas ainda está na sétima colocação na tabela. Um dos nomes do time é o atacante Murilo, escolhido melhor jogador na vitória sobre o Verona na rodada do domingo. Também tem o brasileiro Sidão (central), o norte-americano campeão olímpico Lee (atacante), o cubano Angel Dennis (atacante) e seu saque inconfundível e o experiente italiano Andrea Sartoretti (atacante).

Forli: é o time com mais brasileiros no torneio: Leonardo Rodrigues (atacante), Tuba (atacante), Rafael Redwitz (levantador) e Bosko (atacante). Está na parte de baixo da tabela, e conseguiu a primeira vitória no domingo, sobre o Perugia.

Para saber mais, veja o site oficial do Italiano. Lá tem tabelas, resultados e próximos jogos.

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008 Sem categoria | 11:38

Direto da fonte!

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Entender o Campeonato Russo de vôlei, como comentei ontem, continua sendo um tarefa complicada para quem não é familiarizado com o idioma. Mas podemos contar com uma ajudinha de dentro das quadras nessa missão! Giba, que defende as cores do Iskra Odintsovo, segue atualizando seu blog pessoal com notícias e fotos da família, peripécias na Rússia e os resultados dos jogos! Assim é bem mais simples…

Nesta sexta, o ponta escreveu sobre o encontro com Dante pela primeira vez nas quadras russas. Dante faz a sua primeira temporada no Dínamo Moscou e conta com o amigo de seleção para se acostumar no novo país. Ele defendia o Panathinaikos, na Grécia.

A boa notícia dada por Giba é a sua recuperação. Ele sofria com dores no ombro direito por causa da uma tendinite desde a Olimpíada de Pequim e, depois de ser poupado por Bernardinho na Copa América e ganhar umas férias da Rússia, voltou a jogar e ajudou seu time a vencer a equipe de Dante na noite de quarta-feira.

Mas, pelo visto, a rivalidade entre os brasileiros é só quando a bola rola. Giba até publicou uma foto que Dante enviou para ele depois da partida. O Campeonato Russo terá bons jogos e a gente vai tentar acompanhar por aqui. E você, gostou da volta do Giba? Viu alguma coisa do clássico Iskra x Dínamo? Deixe sua opinião!


Giba e Dante após o jogo entre Iskra e Dínamo/blog do Giba

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quinta-feira, 9 de outubro de 2008 Sem categoria | 15:01

Alguém entende russo por aí?

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Pode ser impressão minha, mas é muito difícil acompanhar o Campeonato Russo. Muito difícil mesmo! O torneio nacional está na segunda rodada, e a noite de quarta-feira foi marcada por um clássico. Dínamo Moscou, de Dante, recebeu o atual campeão Iskra Odintsovo, de Giba, na reprise da final da última edição do torneio.

No primeiro encontro dos dois na gelada Rússia, melhor para o time de Giba. Mesmo com a torcida contra, o Iskra virou o jogo, venceu por 3 sets a 1 e segue invicto na competição. Saber quem ganhou ou perdeu é simples, os problemas começam ao tentar descobrir como foi a partida…

Nenhuma emissora de televisão transmite os jogos do Campeonato Russo. Poucos sites nacionais cobrem esse torneio. E eu não falo russo, confesso! O jeito é apelar para os tradutores. É uma pena porque é um torneio que, além dos brasileiros, reúne as grandes estrelas do país e deve render bons espetáculos. Alguém por aí fala russo e se atreve a traduzir a análise do clássico da quarta-feira? Fiquem à vontade!


Reprodução do site oficial do Dinamo Moscou. Leia na íntegra

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