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Arquivo de julho, 2008

domingo, 27 de julho de 2008 Sem categoria | 16:16

Só Giba e Dante merecem alguma coisa nas finais da Liga

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Mais uma vez o Brasil perdeu na Liga Mundial, agora para a Rússia, na disputa do bronze. E o que se viu da seleção em quadra foi um vexame. Qualquer bola russa caia na quadra nacional. Nada do bloqueio verde e amarelo parecer. Só não foi pior graças aos pontos de saque de Giba e aos ataques de Dante.

Os dois foram os únicos brasileiros que ganharam prêmios individuais nesta Liga. Quem também apareceu bem nas finais foi o levantador reserva Bruninho, com agilidade nas bolas nas pontas e um bom saque. Mas isso não é suficiente para ser campeão.

Desde o jogo contra o Japão, o Brasil vinha pecando no bloqueio e na defesa. Contra Estados Unidos e Rússia foi a mesma coisa. As duas seleções escolhiam onde colocar a bola na quadra brasileira e a nossa defesa, para a loucura de Bernardinho, aceitava. Com certeza esse é o setor que o time mais precisa trabalhar até a Olimpíada de Pequim se quiser mais um ouro.

Para atrapalhar mais ainda, as outras seleções, como lembrou Giba na coletiva após a derrota para a Rússia, já conhecem muito bem o time nacional. Nem a potente bola de meio fundo é mais tão eficiente. Está na hora de inventar coisas novas e dar ainda mais agilidade ao jogo.

Nessas horas dá saudade de Ricardinho no comando das jogadas, como já comentaram alguns leitores. Ele sempre tinha uma jogada rápida para arriscar, mesmo sem o passe na mão. É com essa audácia é que faz um campeão. Marcelinho leva vantagem por ser mais regular que o seu antecessor, mas ele não surpreende tanto o bloqueio adversário. Bruninho já é mais ousado, porém ainda precisa de estrada para segurar a responsabilidade de ser o titular.

A mísera quarta colocação do Brasil na Liga Mundial não tira todos os méritos das conquistas dessa geração. Entretanto, coloca todos com os pés no chão. Ainda é preciso trabalhar para Pequim. É fundamental arrumar a defesa e também a cabeça dos jogadores que, acostumados a vencer sempre, parece que esqueceram como reagir em uma partida praticamente perdida. É bom que eles voltem ao seu auge já que a Rússia e a Sérvia, vice na Liga, estão no grupo do Brasil em Pequim.

Depois de hoje, parabéns para os russos, que se fecharam na defesa e foram gigantes no saque e no ataque. Parabéns para o jovem Mikhaylov, que arrasou no serviço e mostrou que tem futuro.

*Foto: Serginho consola Giba na derrota na Liga Mundial/Divulgação*

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sábado, 26 de julho de 2008 Sem categoria | 16:07

Quando o Brasil vai estar 100%?

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Depois da derrota para os Estados Unidos na semifinal da Liga Mundial, os brasileiros reconheceram que ainda precisam melhorar para a Olimpíada. Giba e Marcelinho comentaram que o time não rendeu o que podia. André Heller passou toda a fase final dizendo que isso é normal e ainda não é o momento de estar 100%. E quando será esse momento, então?

Para a seleção, 100% só na Olimpíada de Pequim. Mas eles esqueceram que estamos a apenas 13 dias dos Jogos de Pequim e não tem muito mais o que se fazer nesse tempo. O Brasil deveria estar no seu melhor já nas finais da Liga, já que joga com as mesmas equipes para irão para a China. Era a hora de forçar os titulares, deixar eles suarem em quadra.

Bernardinho passou o campeonato testando a melhor formação do time brasileiro para Pequim e acabou escalando para os Jogos os mesmos atletas que sempre defenderam as cores nacionais. Será que todo os testes e a formação diferente a cada jogo compensaram?

Além disso, o Brasil sofreu com as lesões de dois jogadores de peso: Giba e Rodrigão. Giba é o ponto de equilíbrio no time. Ele chama o jogo nos momentos decisivos e sabe atacar e defender. Já Rodrigão é uma parede no bloqueio. Eles só voltaram à equipe nacional na fase final da Liga Mundial e ainda não estão no seu ritmo ideal porque jogaram pouco. Eles sim ainda precisam suar em quadra.

As novas referências da equipe de Bernardinho e que não podem baixar o rendimento, como aconteceu contra os Estados Unidos, são Gustavo e André Nascimento. Eles são uma potência no saque e o ataque do canhoto estava fulminante. O Brasil depende deles para sonhar com o ouro olímpico. Tomara que ainda dê tempo de todos estarem 100%.

*Foto: Gustavo e Serginho no banco na derrota para os Estados Unidos/Divulgação*

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Sem categoria | 16:00

Sérvia vai para a final sem perder nenhum set

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A segunda semifinal da Liga Mundial foi uma aula de saque e ataque da Sérvia. Sem perder nenhum set nesta fase da competição, os sérvios buscam o título inédito contra os Estados Unidos neste domingo. Foi mais um resultado merecido.

Com Miljkovic no ataque e Bejlica no saque, a Sérvia deu uma lavada na Rússia no primeiro set. Ao longo da partida, os russos tentaram reagir, não tiveram forças e perderam por 3 sets a 0. E com esse resultado, a Sérvia não é derrotada desde a vitória sobre o Brasil no último jogo da fase internacional, em Goiânia.

Na final, os sérvios encaram mais uma vez os Estados Unidos. Na abertura da fase final, eles venceram os norte-americanos por 3 a 0 sem nenhuma dificuldade e, com a fórmula de saque forçado+ataque, pretendem repetir o feito na decisão. Eles têm chances, mas se os Estados Unidos mantiverem o volume de defesa que mostraram contra o Brasil, vão complicar.

Uma coisa já é certa: a Sérvia voltou a ser a equipe que era quando ganhou a Olimpíada de Sydney. O time passou por uma reformulação e agora se encontrou em quadra. Novatos como os atacantes Starovic e Janic e o central Bejlica estão arrasando ao lado do levantador Grbic, do central Geric e do oposto Miljkovic. A mísera nona colocação na edição 2007 não é nem mais lembrada e o time vai com tudo para os Jogos de Pequim. E na China, eles estão no grupo do Brasil na primeira fase…

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Sem categoria | 15:58

Defesa ganha jogo de vôlei, sim senhor!

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Depois da primeira semifinal da Liga Mundial, acabou a idéia de que a melhor equipe é quem saca ou ataca mais. Os Estados Unidos jogaram muito bem e tiraram o Brasil da briga pelo oitavo título na base da defesa. Eles encostaram em praticamente todas as bolas e não há atacante que agüente passar um jogo todo sem colocar a bola direto no chão.


A seleção tentou variar jogadas e melhorou com as entradas de Bruninho e Samuel nos lugares de Marcelinho e André Nascimento, mas não o suficiente para evitar os 3 a 0 para os norte-americanos. Quase todos os ataques nacionais iam para os braços dos adversários, no bloqueio ou no fundo de quadra. E a ordem nos Estados Unidos era colocar a bola para cima. Aí era problema do levantador Ball, que arrumava tudo para os atacantes. Já do lado do Brasil, as pancadas norte-americanas iam para o chão com muito mais facilidade.

Parabéns para os Estados Unidos. Com um time maduro, comandados por Ball, Pridy e Stanley, que arrasou no saque, eles cresceram para cima dos brasileiros. Confesso que me enganei quando achei que a Polônia poderia passar para a semifinal em um dos posts anteriores. O time yankee está em sua melhor fase e é muito chato jogar contra quem acredita em todas as bolas. Eles vão dar trabalho para a Sérvia na final e para quem cruzar o caminho deles na Olimpíada.

*Foto: Priddy, centro, comemora com norte-americanos/Divulgação*

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sexta-feira, 25 de julho de 2008 Sem categoria | 11:31

Como manter o alto nível contra uma seleção mais fraca?

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Que o Brasil iria ganhar do Japão e sair como primeiro do grupo na fase final da Liga Mundial não era surpresa para ninguém. Mas jogos desse jeito, contra um adversário bem mais fraco, sempre me preocupam. Como manter o alto nível e não jogar só por jogar?

Na vitória desta sexta-feira, o Brasil começou fulminante. Com Rodrigão ao lado dos titulares, foi um show de ataque, saque e tudo mais. Os japoneses, que só estão na final porque foram convidados pela Federação Internacional, tentaram usar velocidade, entretanto se perderam no passe e na defesa e nem viram a bola.

Imagina você estar na melhor seleção do mundo e, do outro lado da rede, um time sem experiência e coagido. É complicado manter a atenção total e a vontade de arrasar. E isso não é desrespeito com os rivais! É simplesmente o natural de qualquer um. Quando tudo é muito simples, você acaba relaxando.

Na segunda parcial esse relaxamento apareceu. A seleção brasileira parou de defender e o serviço e o ataque nipônicos colocou os adversários na frente pela primeira vez na partida. Aí é que pesa o bom treinador no banco. Bernardinho viu a apatia de seus jogadores e mexeu no time. Quem está no banco sempre entra com mais vontade e nem aí para os adversários.

Deu certo e o Brasil venceu a parcial. Bruno assumiu o levantamento, variou as jogadas e foi o melhor sacador da partida. No terceiro set, a mesma tática. Com um time reserva em quadra, porém muito mais motivado que os titulares, a seleção passeou e fechou o jogo.

O problema maior da seleção nessa partida nem foi a mudança no comportamento dos jogadores, mas sim a falta de eficiência no bloqueio. Contra o Japão, que joga basicamente com a bola só na entrada, é fácil se armar e, mesmo assim, o Brasil marcou apenas seis pontos no bloqueio em toda a partida. Isso não é normal. Que essa falta de um paredão seja apenas mais um reflexo das bobeiras contra um adversário simples.

O rival do Brasil na semifinal da Liga Mundial será os Estados Unidos. A Sérvia venceu a Polônia por fáceis 3 sets a 0 e ficou com o primeiro lugar do grupo e vai pegar a Rússia na briga por um lugar na final. As partidas acontecem neste sábado.

*Foto: Murilo a André Heller, que começaram no banco, vibram com o Brasil/AP*

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quarta-feira, 23 de julho de 2008 Sem categoria | 12:02

Rússia perde o rumo contra o Brasil na Liga Mundial

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Pela tradição dos dois times, tinha tudo para ser um daqueles jogos sofridos, que só são decididos no tie-break. Mas tudo não passou de impressão. Depois de ficar atrás do placar no primeiro set, o Brasil virou, cresceu no saque e na rede e dominou a Rússia com uma vitória por 3 sets a 0 (25/23, 25/18 e 25/15).

Nem parecia que era uma manhã de quarta-feira. O Maracanãzinho estava lotado para ver o Brasil. No primeiro set, a Rússia se apoiou nos ataques de Poltavskyi e passou sem problemas pelo bloqueio brasileiro. A reação veio no finalzinho, no 23 a 22, com André Nascimento no saque e no contra-ataque. Nos sets seguintes, a seleção manteve o ritmo no saque e passou a chegar aos bloqueios e dominar os russos até fazer 25 a 15 na última parcial.

A Rússia, que tem como principal arma o ataque, não conseguiu encaixar boas bolas na segunda e na terceira parciais e parecia perdida em quadra. “Dos três sets da partida, não jogamos em dois”, disse o levantador russo Grankin. Às vezes Poltavskyi acertava um bom ataque, mas não fazia muito mais do que isso. Do outro lado, o Brasil variava jogadas rápidas e de tempo e ia abrindo cada vez mais no placar e ganhando moral no jogo. Assim ficou fácil.

O time de Bernardinho jogou como deveria contra os gigantes russos. Com o bloqueio pesado no meio-de-rede, André Nascimento e Dante apareceram para bater do fundo e das pontas. E os dois passam por uma ótima fase e sabem atacar as bolas mais altas, para explorar o bloqueio. Além disso, nosso oposto está sacando muito bem nesta Liga Mundial e não há recepção adversária que passe com perfeição. Basta guardar essa lição e reaplicá-la em Pequim, já que Brasil e Rússia estão na mesma chave do torneio de vôlei.

Agora a seleção tem um compromisso que, na teoria, é mais simples. Na sexta, às 10h (horário de Brasília), o time volta ao Maracanãzinho e enfrenta o Japão, que só está nas finais porque recebeu o wild card da Federação Internacional. Se seguir com o saque para quebrar as jogadas rápidas dos orientais, será mais uma vitória.

*Foto: Rússia desmonta com ataque do Brasil/EFE*

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terça-feira, 22 de julho de 2008 Sem categoria | 22:43

Chega a hora da verdade para o Brasil na Liga Mundial

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Acabou a moleza de jogar com a garantia de estar classificado para a próxima fase. Acabaram os diversos teste para saber qual a formação ideal do time brasileiro. Agora é para valer! O Brasil, classificado para as finais por ser a sede da Liga Mundial, terá um velho rival e um adversário simples no caminho rumo ao oitavo título da competição.

A fase final começa nesta quarta, com a partida contra a Rússia. O retrospecto de decisões está empatado. O Brasil foi campeão em 1993 sobre a Rússia em São Paulo e perdeu para o mesmo time em 2002, em Belo Horizonte. Agora o jogo será no Maracanãzinho e acabou o conforto de jogar com a vaga garantida, como foi na primeira fase.

A Rússia já avisou que usará força total e é a hora do Brasil fazer o mesmo. Chega de mudar o time a cada etapa. É a hora de colocar Marcelinho, André Nascimento, Dante, Giba, Gustavo e Rodrigão como titulares e manter a formação para que a equipe fique totalmente entrosada tanto para essa etapa da Liga quanto para a Olimpíada de Pequim.

Na semana passada, contra a Venezuela, foram duas vitórias simples, mas com formações diferentes. No primeiro dia, os titulares e no segundo confronto, um time misto. Isso é bom para mostrar que, entra ano e sai ano, o Brasil continua com gente boa em quadra e no banco. Porém, chegou o momento de fechar o grupo e trabalhar tudo o que pode e o que não pode para conseguir esse título e o ouro na China. Já deu tempo suficiente para Bernardinho testar as diversas formações da equipe. Deixe os mais experientes ralarem um pouco, comandante!

E depois da Rússia, a seleção encara o Japão, que foi convidado pela FIVB para a fase final. Contra os orientais o time nacional não deve ter trabalho.

Equilíbrio na outra chave

Já o outro grupo desta fase final da Liga Mundial está mais equilibrado. Estados Unidos, Polônia e Sérvia lutam por duas vagas nas smeifinais. Pelo retrospecto dos times, é complicado apontar favoritos, mas se a Servia jogar completa e Polônia mantiver o nível de saque do último Campeonato Mundial, os Estados Unidos devem levar a pior. A sorte está lançada!

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segunda-feira, 14 de julho de 2008 Sem categoria | 22:43

Depois do 5 e meio, time completo para o Brasil

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A seleção masculina lotou o Mineirinho no final de semana e venceu a França duas vezes. No sábado, a equipe nacional estava com cinco jogadores e meio em quadra. Já no domingo, o time mostrou força total e deixou claro quais serão os atletas a vestirem a amarelinha na Olimpíada de Pequim.

No primeiro confronto, Giba voltou ao time depois de ficar quase toda a primeira fase da Liga longe das quadras com uma torção no tornozelo. Ele fez bem o seu papel no fundo de quadra, mas pouco atacou. Foi só um “meio” jogador. Com isso, o Brasil se viu com o meio-de-rede e Dante e André Nascimento como opções no ataque, o que facilitou o jogo dos franceses que não se renderam fácil apesar dos 3 a 0 no placar.

Já na segunda partida, Giba estava mais solto e voltou aos ataques certeiros. Marcelinho com certeza agradeceu. E foi a vez da volta de Rodrigão, após quatro meses afastado dos jogos para se recuperar de um rompimento no ligamento do joelho. Mostrando uma impressionante recuperação, ele saltou, bloqueou, atacou e ajudou o Brasil a fazer mais um 3 sets a 0 na França diante da barulhenta torcida mineira. Agora sim o time está completo.

Apesar das boas atuações ao longo da competição, o central Éder deve ser o último cortado da seleção brasileira. A sua esperança de seguir no time que irá para Pequim era que Rodrigão não voltasse bem, mas não foi o que aconteceu. Para quem estava sem ritmo de jogo, a primeira partida com o time nacional na Liga foi muito boa.

Giba, mesmo não sendo tão acionado no ataque como o de costume, também tem a sua presença garantida em Pequim. Ele é o cabeça e capitão da equipe. Para Éder e os outros que já foram cortados fica a experiência de estar na melhor seleção do mundo e o bom trabalho feito diante dos olhos Bernardinho, que sabe que irá precisar dessas caras novas depois da Olimpíada. Gustavo já disse que não joga mais na seleção e uma vaga no meio-de-rede ficará disponível. Abra o olho, Éder, porque se você for cortado agora, logo logo estará de volta.

*Foto: Giba volta à seleção brasileira/Divulgação*

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Sem categoria | 22:39

Um ouro já foi… vem outro em Pequim?

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Depois de uma fase final perfeita, a seleção feminina brasileira conquistou o hepta no Grand Prix. Zé Roberto mudou o time, aumentou a cobrança e o resultado deu certo. Mas será que isso é suficiente para o ouro na Olimpíada de Pequim?

No Grand Pix, o Brasil jogou com a gigante Thaíssa no meio-de-rede e Fabiana no banco de reservas. Mari voltou para a ponta e assumiu o lugar de Sassá. Com essas mudanças, o time ganhou muito em um fundamento: o bloqueio. Na fase final, foi isso o que fez a diferença para a equipe. Contra China e Cuba, quase nada passou pelo bloqueio brasileiro. E isso desestruturou as adversárias. Que digam as cubanas, que cometeram erros colegiais na derrota para o Brasil.


Outro ponto positivo foi o ataque nacional. Mari retomou a confiança e a frieza para definir quando necessário. Ela também segurou o jogo quando Paula Pequena esteve fora por causa de lesão. Melhor para o Brasil, que recuperou uma atacante de alto nível para competir pela vaga de titular com Jaqueline.

Já a defesa às vezes falhou. Fabi é uma excelente líbero, mas não segura todas as bolas sozinhas e um time não sobrevive sem defesa e recepção para armar as jogadas. Esses fundamentos complementam o bloqueio e o Brasil ainda derrapou nisso ao longo do Grand Prix.

E no torneio, a seleção teve apenas uma prévia do que terá pela frente na Olimpíada. Em Pequim, times como a Itália, que está no grupo do Brasil, vão com força máxima. Sim, o Brasil passou invicto pela fase final. Mas sim, o Brasil encarou uma Azurra desfalcada, uma China abalada pelo mau desempenho e uma Cuba que nem se comenta, não parecia em nada com a seleção campeã pan-americana.

Ainda falta pouco menos de um mês de treinos e concentração para as meninas do Brasil aprimorarem todo o que fizeram no Grand Prix. Será que o voleibol apresentado pela seleção na conquista do hepta traz uma medalha da China? Ou será que o Brasil vai voltar a amarelar na hora da decisão? Até agora as coisas estão indo muito bem, obrigada.

*Foto: Mari foi eleita a melhor jogador da fase final/Divulgação*

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sexta-feira, 11 de julho de 2008 Sem categoria | 11:34

Pode desistir porque daqui não passa!

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