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Arquivo de março, 2008

terça-feira, 25 de março de 2008 Sem categoria | 11:27

Blogueira de molho

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Galera, estou de férias forçadas! Graças a uma tendinite no punho, estou trabalhando só com a mão esquerda e sofrendo para digitar. Por isso o blog está parado por uns dias, mas espero logo logo estar de volta.

Sei que o Rexona acabou de ser campeão de mais um torneio da Superliga feminina e que está tudo embolado na decisão dos finalistas da Superliga masculina. Mas já que eu não posso escrever, vocês podem colaborar! A vitória do Rio foi merecida? E quais são as apostas para os times masculinos?

Além disso, o Mundo do Vôlei também voltará a falar do Campeonato Italiano e dos brasileiros que estão por lá. Espero melhorar logo e voltar com todas as novidades!

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domingo, 16 de março de 2008 Sem categoria | 12:35

Alguém advinha quem está em mais uma final da Superliga?

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Na edição 2007/2008 da Superliga feminina de vôlei, essa é a pergunta mais simples para ser respondida. Como nas finais do segundo e terceiro torneio, Finasa/Osasco e Rexona/Ades vão para a decisão mais uma vez. Agora as duas equipes estarão frente a frente na briga pelo título do quarto turno da Superliga, o último da fase classificatória.

A vaga para essa final teve um gosto de revanche para o time de Bernardinho. As cariocas haviam perdido para o Brusque no primeiro turno e a derrota as deixou de fora da primeira decisão. Agora, o Rio de Janeiro não deu chances para as catarinenses. Em pouco mais de uma hora de partida, o Rexona/Ades bateu o Brusque por 3 sets a 0 e se garantiu em mais uma briga contra o Finasa.

E o Brusque é justamente o time que pode, na fase final, complicar para as potências de Osasco e do Rio de Janeiro. Com a experiência da levantadora Fabiana Berto e das atacantes Érika e Karin Rodrigues e a força de Lia, a equipe de Santa Catarina sempre está perto de Finasa e Rexona na tabela. Na final do primeiro torneio, o Finasa só venceu após cinco sets e muito trabalho contra as catarinenses.

Mas enquanto o Brusque só ameaça, Osasco e Rio de Janeiro vão para a “prova dos nove” em decisões nesta Superliga. Até agora, o Rexona levou uma e o Finasa, a outra. O desempate será no próximo sábado, dia 22 de março. Seria bom se o Brusque realmente chegasse nas finais e acabasse com a monotonia atual. Será que elas conseguem?

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sexta-feira, 7 de março de 2008 Sem categoria | 15:05

Cirurgia no joelho acaba com sonho olímpico de Rodrigão?

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Não teve jeito. Rodrigão chegou ao Brasil andando com um pouco de dificuldade, passou por exames com os médicos da seleção e recebeu a notícia que temia. Ele realmente rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo. E o pior de tudo é o tempo de recuperação: quatro a oito meses, segundo o médico Álvaro Chamecki.

O meia passou por uma cirurgia em Curitiba na segunda e teve alta do hospital na manhã desta terça. Em entrevista para a TV Globo, Rodrigão reclamou de inchaço no joelho esquerdo, mas mostrou confiança na recuperação a tempo dos Jogos Olímpicos. Nesta semana ele deve começar os trabalhos de fisioterapia.

Mas será que essa cirurgia acaba com o sonho do bi-olímpico do meio-de-rede? Na prática, todos sabem que se recuperar de uma cirurgia no joelho não é simples. Ainda mais em um esporte como o voleibol, de alto impacto. O tempo é curto para que Rodrigão esteja 100% para a Olimpíada de Pequim, que começa no dia 8 de agosto.

Um alternativa seria a convocação dele como apoio ao grupo, como foi o caso do ex-capitão Nalbert, em Atenas. Ele não estava totalmente recuperado da lesão no ombro, mas foi com o time para a Grécia e conseguiu o ouro, mesmo atuando pouco. A diferença é que o grupo via em Nalbert um grande líder em quadra e sua presença foi boa para o emocional dos atletas. Rodrigão, com o seu jeito calmo, não tem essas características. Ele é o cara centrado e pode ajudar a acalmar o time. Será que isso basta para a convocação?

Vontade de vestir a camisa verde e amarela em Pequim não deve faltar a Rodrigão, mas a recuperação não depende apenas disso. E não adianta voltar para as quadras antes do tempo e correr risco de se machucar de novo. A decisão ficará nas mãos de Bernardinho. Não se sabe ainda se o sonho olímpico está acabado, mas que ficou bem distante, isso ficou…

*Foto: Rodrigão cai após machucar o joelho em um bloqueio/Divulgação/Legavolley*

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quinta-feira, 6 de março de 2008 Sem categoria | 12:55

Rodrigão, Ricardinho… A bruxa está solta na Itália

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É melhor os jogadores dos times italianos se benzerem antes de colocar os pés na quadra. Na semana passada, o meio-de-rede Rodrigão havia machucado o joelho e viu a sua participação na Olimpíada de Pequim ameaçada. Já na tarde de quarta-feira, Ricardinho deu um “encontrão” em André Heller no treino no Modena e teve uma fratura na mão esquerda. A bruxa está solta na Itália.

Os dois atletas farão muita falta a suas equipes, o Macerata e o Modena, respectivamente, no Campeonato Italiano. E a lesão na mão de Ricardinho deixa o levantador ainda mais longe da seleção brasileira e da briga pelo bi-olímpico.

Afastado do time desde o corte no Pan-americano, Ricardinho protagonizou diversas polêmicas com o técnico Bernardinho. O comandante chegou a dizer que convocaria o levantador caso e ele mostrasse vontade de defender as cores do Brasil. Já o jogador afirmou que quem precisaria se explicar e fazer contato seria Bernardinho.

Agora estima-se que Ricardinho fique até três meses sem jogar para se recuperar da fratura na mão. Isso significa menos preocupação para Bernardinho, que pode manter em seu time Marcelinho e Bruninho, sem nenhuma nova crise. Para o time isso é bom, pois Marcelo já está totalmente entrosado com os outros atletas e o Brasil deu certo com o seu ritmo mais regular de jogar. Se o time perdeu um pouco na velocidade, passou a economizar nos errros.

Dor de cabeça com Rodrigão
Mas a preocupaçao maior na seleção no momento é com o central Rodrigão, que pode ter rompido o ligamento cruzado anterior do joelho e estaria fora de Pequim. Rodrigão já está no País com a família e será examinados pelos médicos da seleção nesta sexta.

O gigante de 2,05m é o homem de segurança do bloqueio brasileiro e ganhou a posição de titular da seleção, mandando André Heller para o banco de reservas. No Pan-americano, primeira competição que atuou com Marcelinho como levantador titular, sofreu para acertar o tempo de bola e foi pouco utilizado. Mas agora estava em ótima sintonia com levantador e sempre era uma excelente opção para a bola rápida.

Se a lesão for confirmada e Rodrigão precisar de uma cirurgia, ele não deve se recuperar a tempo de ir com o Brasil para Pequim e será um grande desfalque. Sem ele,a seleção perde poder de bloqueio e um jogador centrado, que sempre mantém a calma nos momentos de tensão das partidas. Com o jeito calado e sempre sério, ele é o ponto de equilíbrio dos nervos do time de Bernardinho.

Para o seu lugar, o provável substituto deve ser André Heller, seu reserva direto. Para ficar no banco, Bernardinho pode convocar Éder, central do Cimed que já defendeu a seleção de novos. Agora é preciso esperar os resultados de todos os exames e torcer pela recuperação do gigante.

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terça-feira, 4 de março de 2008 Sem categoria | 10:29

Na final na Superliga masculina, vence o melhor saque

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O Cimed já um velho conhecido pelo poder de seu saque. Na Superliga do ano passado, foi isso o que colocou o time na final e deu trabalho ao campeão Telemig/Minas. Em 2008, os catarinenses parecem usar a mesma arma, agora para passar da segunda colocação e voltar ao topo.

Contra o São Bernardo, na final do terceiro torneio da Superliga masculina, na noite de segunda, o saque desequilibrou. Logo de cara, Thiago Alves foi para o serviço e abriu cinco pontos para a equipe de Santa Catarina. Com o ritmo forte até o final, o Cimed levou o primeiro set por 25 a 19. A parcial seguinte, apesar do equilíbrio, foi mais uma vez decidida no saque. Só que agora, Théo, do São Bernardo, errou a mão e viu o adversário fazer 27 a 25. O serviço do Cimed voltou a ditar o ritmo no último set e os atuais vice-campeões brasileiros fecharam em 25 a 19, 3 sets a 0 no jogo.

Esta é a cara do voleibol atual. Com jogadores cada vez mais altos e ataques cada vez mais cravados, leva a melhor quem saca melhor. Um serviço bem feito, seja ele forçado ou colocado, quebra a recepção adversária e dificulta o trabalho de levantador e atacantes. Com isso, o bloqueio chega mais bem armado nas bolas e o jogo rende mais. O saque é realmente o primeiro ataque e pode decidir muitos jogos. A seleção brasileira já foi vítima de um saque potente. Na Liga Mundial de 2006, o time de Bernardinho parou no serviço búlgaro e até hoje ainda sofre para encaixar o seu melhor saque.

Na final da Superliga masculina, venceu o melhor saque na partida e em toda a competição. O Cimed lidera este fundamento e o meio-de-rede Éder é o segundo melhor sacador. Além disso, o Cimed segue na liderança do torneio, com um ponto a mais que Telemig e Ulbra, campeões do primeiro e segundo torneios respectivamente. Que os líberos preparem os braços para receber muita pacanda ainda na competição.

*Foto: Cimed comemora/Divulgação*

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segunda-feira, 3 de março de 2008 Sem categoria | 09:52

Mais uma final de torneio na Superliga, mais um finalista

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Se fosse a final de algum dos torneios da Superliga feminina, seria fácil advinhar o nome dos finalistas. Pelas campanhas até agora, seriam Finasa/Osasco e Rexona/Ades. Mas isso não acontece na Superliga masculina. A competição está na decisão do terceiro torneio e até agora, os confrontos não se repetiram.

Depois de Telemig/Minas x Cimed e Telemig/Minas x Ulbra, é a vez de Cimed x Santander/São Bernardo. Isso mostra que no vôlei masculino, mais time podem brigar pelo título deste ano da Superliga. Melhor para o torcedor, que ganha um campeonato muito mais emocionante.

Um dos motivos para essa maior diversidade de primeiros colocados, já que as finais de cada torneio são disputadas entre os líderes de cada grupo, após um ano dominado por Telemig e Cimed foi a mistura de jogadores entre os times na “baixa temporada”.

O Unisul foi o time que mais vendeu jogadores aos grandes do país. Foram Thiago Alves e Henrique para Cimed, Thiago Sens para o São Bernardo e Vinhedo para a Ulbra. O time de Canoas, campeão do segundo torneio, tem, além do novo levantador, Filipe o líbero Jeff, que eram do Cimed na temporada passada. Com essa mescla, os times ficam em um patamar parecido e, por isso, se revezam na liderança dos grupos na Superliga deste ano com craques para todos os lados.

Na final do terceiro torneio, o São Bernardo encara o Cimed fora de casa. Apesar da invencilidade dos catarinenses na atual fase da Superliga, nos confrontos diretos está uma vitória para cada lado. O Cimed pode ser um pouco melhor tecnicamente, mas o São Bernardo vem embalado com a boa campanha. Mais uma final, mais um finalista e ainda é difícil apontar um favorito. Façam suas apostas.

*Foto: Filipe era da Cimed e agora veste as cores da Ulbra/Divulgação*

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