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Arquivo de novembro, 2007

terça-feira, 27 de novembro de 2007 Sem categoria | 15:03

Brasil passa por treinos de luxo antes da "final" da Copa

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A terceira rodada da Copa do Mundo masculina de vôlei foi apenas um treino de luxo para o Brasil. Diante dos adversários mais simples, Bernardinho aproveitou para colocar em quadra os reservas e dar mais ritmo à equipe. A tática deu certo o a seleção fechou mais uma fase com três vitórias.

As vítimas da vez foram Austrália, Tunísia e Coréia do Sul. Todas as partidas terminaram 3 sets a 0 para o lado verde e amarelo. Entretanto, nem sempre foi um passeio em quadra dos brasileiros. Como acontece quando se enfrenta rivais teoricamente mais fracos, a seleção deixou os outros times jogarem soltos e perdeu um pouco a concentração.

O caso mais grave foi na partida desta manhã, contra a Coréia do Sul. O time asiático era o mais perigo da rodada devido às jogadas rápidas. Confiante demais, o Brasil pecou e bobeou no bloqueio, quase não pontuando no fundamento. Reservas ou titulares, o fundamental é concentração para não cometer erros bobos e nem falhar em algum fundamento.

Mas Murilo, André Heller, Bruninho e quem mais saiu do banco soube segurar o jogo brasileiro e sair com os triunfos. Ponto para Murilo, que virou o homem de segurança quando entrou e não se intimidou com nenhum bloqueio adversário. O irmão mais novo de Gustavo logo logo ganhará o lugar de titular. Basta Dante deixar cair o rendimento.

“Final” está marcada

Os três triunfos deixaram o Brasil na segunda colocação geral, atrás apenas da Rússia, líder invicta da competição. E é justamente com os rivais europeus que o time de Bernardinho precisa se preocupar.

Agora já passou tempo suficiente para esquecer a derrota para os Estados Unidos na estréia. A equipe já mostrou também, com os 3 sets a 0 na Bulgária, que está pronta para enfrentar pedreiras. Que venha a Rússia, para uma partida com cara de final.

Enquanto o Brasil encara a Argentina na abertura da última rodada, os russos têm os búlgaros pela frente. Se a seleção vencer e no duelo de gigantes der o time do leste europeu, Brasil e Rússia vão se enfrentar com apenas uma derrota e empatados em número de pontos. Apesar da Copa do Mundo ser disputada no formato de pontos corridos, é daí deve sair o campeão.

E a vantagem é do Brasil, que pega o Japão no último jogo, teoricamente mais fraco e sem tanta altura ou potência no ataque, mas com boas defesas. Já a Rússia encara os Estados Unidos, que inspirados no saque e no bloqueio são adversários duros.

*Foto: levantador reserva Bruninho entra bem no lugar de Marcelinho/Divulgação*

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sexta-feira, 23 de novembro de 2007 Sem categoria | 10:31

Brasil tem diversos "melhores jogadores" na Copa do Mundo

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Bernardinho, técnico da seleção masculina de vôlei, sempre defendeu que seu time é formado por 12 titulares e não por apenas um ou dois jogadores que se destacam. Até agora, o Brasil está sendo o espelho dessa teoria na Copa do Mundo masculina de vôlei.

Depois do susto na primeira rodada com a derrota para os Estados Unidos, a seleção está arrasadora. Venceu todos os seus jogos por 3 sets a 0 na primeira fase e manteve o aproveitamento na segunda rodada, ao passar por Porto Rico e pela Bulgária pelo mesmo placar. Além do desempenho em quadra, a Federação Internacional também prova que o time é homogêneo e tem diversos astros.

Até agora, nenhum jogador brasileiro ganhou o prêmio de melhor em quadra duas vezes. Primeiro foi André Nascimento, arrasador contra a Espanha, depois veio Giba, contra o Egito, Dante, maior pontuador contra Porto Rico e o central Gustavo, gigante contra a Bulgária. Não é qualquer seleção do mundo que se dá ao luxo de ter tantos atletas inspirados assim.

Isso mostra que o Brasil realmente deixou para trás a derrota para os Estados Unidos e que é um time regular em quadra. Não é apenas um jogador que decide a partida e sim, o conjunto. E no conjunto, todos estão bem. A prova é a escolha tão diversa de melhores em quadra.

Além disso, quem não ganhou o bichinho de pelúcia de destaque do jogo, aparece bem nas estatísticas da competição. Serginho é o melhor líbero até o momento, o líder na defesa e segundo na recepção. Já Dante é o melhor atacante e Marcelinho, o segundo melhor levantador.

Com um time assim em quadra, os adversários precisam ficar atentos e marcar todas as posições, pois pode vir pedreira de qualquer lado.

*Foto: Dante recebe prêmio de melhor jogador na partida contra o Egito/Divulgação*

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Sem categoria | 10:22

Seleção passa na prova do "adversário forte"

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Desde o corte do levantador Ricardinho na véspera do Pan-Americano do Rio de Janeiro, uma pergunta rondava as quadras de vôlei. Como a seleção vai se sair diante de um adversário forte sem o melhor levantador do mundo? Será que o time vai manter a velocidade necessária para seguir imbatível? Com Marcelinho no comando, a equipe mostrou que está preparada para o desafio.

Quando assumiu o posto de titular, Marcelinho demorou um pouco para se adaptar ao tempo de bola dos centrais. Isso ficou claro no começo do Pan. Aos poucos ele foi ousando mais e se encontrou em quadra e o Brasil foi medalha de ouro e logo depois, faturou o primeiro lugar no Sul-americano.

Porém, o Brasil não tinha cruzado ainda com nenhum time de peso. No Pan, Estados Unidos não levaram a equipe titular e Cuba não mede mais medo. No Sul-Americano, quem estava no outro lado da quadra eram velhos conhecidos e pouco perigosos. A prova aconteceria na Copa do Mundo.

Primeiro, a equipe titular norte-americana e uma derrota por 3 sets 0. Mas naquele jogo não faltou um Ricardinho e sim, mais atenção de todos os brasileiros para pararem os inspirados Priddy, Stanley e companhia, que estavam impecáveis no saque e no bloqueio.

Agora veio a Bulgária. Nas duas últimas Ligas Mundiais, o Brasil foi derrotado pelo time do leste europeu. Já estava na hora de dar o troco. Marcelinho teve tempo suficiente de se entrosar com a equipe em duas competições e precisava mostrar que a seleção sobrevive sem Ricardo.

O ataque pesado e o saque forçado dos búlgaros não assustou os brasileiros, que venceram com facilidade por 3 sets a 0. E o melhor em quadra foi Gustavo, muito bem servido em toda a partida pelo novo levantador nacional. Bola na mão e tempo perfeito deram 14 pontos ao central e a prova de que o Brasil continua sendo o Brasil das jogadas de velocidade com Marcelinho como cabeça do time.

*Foto: Marcelinho arma jogada com Gustavo/Divulgação*

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terça-feira, 20 de novembro de 2007 Sem categoria | 12:46

Brasil é sinônimo de recuperação na Copa do Mundo

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Começar uma competição nunca é simples. Começar uma competição com o peso de ser a melhor seleção do torneio é mais complicado. E começar uma competição com o peso de ser melhor seleção do torneio e com apenas uma semana de treinamento é muito difícil. Nem o Brasil soube lidar com isso na primeira partida da Copa do Mundo masculina.

A estréia foi contra os Estados Unidos, dos veteranos Ball, Priddy e Stanley. Os norte-americanos jogaram soltos, impuseram um saque forçado, contaram com passe na mão de Ball e ainda fizeram uma muralha na rede. Resultado: 3 sets a 0 para eles e com mérito, pois souberam manter a concentração o tempo todo e dominar a partida.

Faltou ao time brasileiro um pouco mais de tempo de entrosamento antes de pegar um time forte como o dos EUA. Sem Ricardinho, que já estava há anos no time e sabia onde cada um de seus jogadores estaria até mesmo de olho fechado, a seleção não pode mais se dar ao luxo de treinar pouco e ainda querer vencer.

Marcelinho, levantador titular desde o corte de Ricardinho na véspera do Pan-Americano, encara pela primeira vez um campeonato com as melhores seleções do mundo como cabeça do time nacional. Mesmo com anos e anos de Brasil nas costas, ele ainda está de adaptando às jogadas rápidas com Rodrigão e Gustavo. E para isso não tem segredo, é tempo de treinamento junto.

Passada a tensão da estréia e com mais “quilometragem” em quadra, o Brasil se recuperou na Copa do Mundo nas duas partidas seguintes desta fase. Primeiro, um 3 sets a 0 contra a Espanha, atual campeã européia e que vem crescendo nas competições internacionais, e logo depois, o mesmo placar sobre o frágil Egito, que apesar se ser o campeão africano, ainda não está no mesmo nível que os melhores times.

Méritos para Marcelinho, que usou mais o meio de rede, principalmente com Rodrigão, e para André Nascimento. O oposto vem sendo a cara do Brasil. Se ele está mal, o time rende menos, como contra os Estados Unidos. Quando ele está bem, tudo flui melhor, como contra a Espanha. André voltou a se encontrar em quadra e saber dar pancada com bloqueio quebrado ou explorar na hora que tem um paredão a sua frente. Ele voltou a ser, ao lado de Giba, o cara de segurança para o Brasil.

Além disso, a seleção nacional também mostrou que tem time em quadra e o no banco. Foi assim que Bernardinho conseguiu o ouro olímpico e o bi mundial. E assim que a equipe continua. Diante do Egito, todos atuaram e o ritmo não caiu.

A recuperação colocou o time na terceira colocação da Copa do Mundo, atrás das invictas Rússia e Bulgária.O time descansa nesta quarta e inicia a segunda rodada da competição nesta quinta contra Porto Rico. Na seqüência encara a Bulgária.

*Fotos: André Nascimento contra a Espanha/Divulgação
Vibração de André Heller contra o Egito*

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sexta-feira, 16 de novembro de 2007 Sem categoria | 22:33

Brasil vence e ganha segunda colocação de presente

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A Copa do Mundo do Japão acabou melhor que o esperado para a seleção brasileira feminina. As meninas, que depois de verem a vaga olímpica escapar nas derrotas para Estados Unidos e Itália, não só se garantiu nos Jogos de Pequim como ganhou um presente das norte-americanas na última rodada: a medalha de prata.

O Brasil entrou em quadra contra o Japão classificado para a Olimpíada, pois não poderia mais ser alcançado no saldo de pontos por Sérvia ou Cuba. E para cumprir o seu dever, saiu com a vitória por 3 sets a 1. Para melhorar, Fofão levou o título de melhor levantadora da competição.

Apesar dos tropeços, o Brasil abacou a competição com medalha de prata graças ao Estados Unidos. As norte-americanas perderam para a Itália por 3 sets a 0 e para a seleção nacional no saldo de pontos e caíram para o terceiro lugar. A Azzurra levantou a taça, sem perder nenhuma partida, mostrando que as mulheres estão muito melhor que os homens do país, que há tempos não ganham o ouro em competições internacionais.

Essa Copa do Mundo foi o reflexo da atual seleção. A equipe passou pelos mais fracos e cabaleou contra os mais complicados. As excessões foram as vitórias sobre Cuba, a revanche da final do Pan, e sobre a Sérvia. E são esses jogos que o Brasil precisa levar como exemplo para Pequim.

Nessas partidas, as meninas estavam vibrantes e concentradas. O resultado é claro: menos erros, jogadas mais bem armadas e adversários desmotivados. Basta ter sangue frio e cabeça no lugar para vencer, afinal, atletas de alto nível não faltam no País.

A melhor notícia da Copa do Mundo foi a volta de Jaqueline. A ponteira, que ficou meses afastada das quadras cumprindo suspensão por doping, voltou ao time verde e amarelo e desequilibrou. Quem não deve ter ficado feliz com isso foi Mari, que pode ter perdido de vez o lugar ba seleção.

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quinta-feira, 15 de novembro de 2007 Sem categoria | 15:42

Brasil vence e se redime na Copa do Mundo

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O vexame contra a Itália na abertura da quarta e última rodada da Copa do Mundo de vôlei feminina serviu para alguma coisa para o Brasil. A seleção acordou e entrou hoje em quadra para enfrentar a Sérvia com força total. O resultado foi um 3 sets a 0 sem dificuldades e um pé na Olimpíada de Pequim. No esporte, quem quer, vence.

Na partida desta madrugada o Brasil fez o que precisava ser feito para sair com o triunfo: foi uma equipe regular. Diferente dos altos e baixos da derrota para os Estados Unidos e da pane contra a Itália, as brasileiras conseguiram manter nível ao longo do jogo.

E a prova de que esse é o melhor caminho foi a escolha de Jaqueline como melhor em quadra. Ela não foi a maior pontuadora e nem a mais eficiente no saque ou no bloqueio, mas esteve bem em todos os fundamentos e foi regular no jogo. Que as outras sigam o seu exemplo.

Para ajudar a seleção verde e amarela, Cuba, que estava na cola do Brasil ao lado da Sérvia, não passou pela Itália. Enquanto a Azzurra comemora a vaga na Olimpíada uma rodada antes do final da Copa do Mundo, as cubanas podem até vencer as sérvias no último jogo que não alcançam mais o time de Zé Roberto.

A classificação para os Jogos de Pequim caiu no colo do Brasil. Pelo saldo de pontos, que é o primeiro critério de desempate, mesmo se a equipe verde e amarela perder para o Japão sem sequer colocar uma bola no chão, nem Cuba e nem Sérvia alcançam a seleção no saldo de pontos.

A partida contra o Japão, as donas da casa, será nesta sexta-feira, às 7h (horário de Brasília). E é o momento para o Brasil mostrar que realmente se redimiu dos erros e pode sair com a vaga olímpica e com a vitória.

O segredo é manter a cabeça no lugar. Se entrarem concentradas e mantiveram e regularidade desta madrugada, nenhum jogo rápido das japonesas vai assustar o Brasil. E com a cabeça no lugar, as brasileiras não vão se irritar com a consistente defesa asiática e terão paciência para colocar a bola no chão. Que elas lembrem da Jaqueline e e peguem o seu passaporte para Pequim com o moral elevada.

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quarta-feira, 14 de novembro de 2007 Sem categoria | 15:06

Partida contra Sérvia vira decisão para o Brasil

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A seleção brasileira fez tudo que devia na terceira rodada da Copa do Mundo. Tinha três adversários tecnicamente mais fracos pela frente e venceu todas as partidas, contra Tailândia, Coréia e República Dominicana, sem perder nenhum set. Com isso, abriu um ponto de vantagem em relação à Sérvia, que foi derrotada pela Polônia por 3 sets a 2. Mas já começou com o pé esquerdo a quarta fase.

O Brasil foi derrotado pela Itália, por 3 sets a 0, e ainda viu a Sérvia vencer os Estados Unidos por 3 sets a 1 e voltar a colar na tabela. E é justamente a Sérvia a próxima adversária do time de Zé Roberto na Copa do Mundo.

A competição é disputada em pontos corridos e as duas seleções estão empatadas, mas o Brasil leva vantagem no saldo de pontos. Vencer a partida desta madrugada contra as européias significa afastar pelo menos um perigo do caminho rumo a Pequim.

Entretanto, a equipe nacional ainda não pode ficar aliviada. Além da Sérvia, Cuba também reapareceu entre as primeiras. As cubanas passaram pelas japonesas e embolaram a tabela. Agora elas enfrentam a Itália. Para o Brasil, é melhor que a Azzurra saia com a vitória para que as arqui-rivais se afastem na classificação.

Mas de que adianta fazer contas se o Brasil não consegue mostrar o seu jogo em quadra? Para ainda pensar na Olimpíada de Pequim é fundamental não perder a concentração contra a Sérvia, que é uma equipe forte e desconhecida. Ela tem saque forçado, ataque certeiro e bloqueio alto. Foi isso que usou para vencer os Estados Unidos.

É melhor ficar atento às sérvias, ainda mais que essa vitória pode significar seguir na terceira colocação e na zona de classificação para Pequim. E preparem os ânimos porque já se sabe qual é a postura do Brasil em decisões.

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Sem categoria | 11:30

Brasil perde mais uma e dá vexame na Copa do Mundo

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Mais uma vez, o histórico da seleção brasileira feminina falou mais alto. Em mais uma partida decisiva, as jogadoras deixaram o voleibol em casa. Quando o Brasil podia se aproveitar do deslize da Sérvia na última rodada e se firmar na terceira colocação, a equipe foi mais uma vez derrotada.

O algoz da vez foi a Itália, que é a única invicta da competição. O time europeu teve um dia inspirado da cubana naturalizada italiana Aguero, atacou mais e teve um bloqueio bem mais eficiente que o nacional (foram 9 pontos na partida, contra apenas 2 do Brasil) e saiu com uma vitória simples por 3 sets a 0. Simples porque é muito fácil vencer quando o time praticamente não está em quadra. Apesar de resultado, o Brasil ainda é o terceiro colocado.

Zé Roberto se disse envergonhado com a atuação de seu time e a levantadora Fofão afirmou que esse foi o pior jogo da Copa do Mundo. Quem tem culpa da derrota? Todos. Primeiro o técnico, que não sabe como manter a equipe equilibrada. Como uma seleção joga bem quando não tem pressão e desmorona quando vê um adversário mais forte do outro lado da quadra?

Além do comandante, as jogadoras também precisam parar e reavaliar tudo o que está acontecendo com o time nos últimos tempos. Apesar de anos de experiência, falta ao Brasil alguém que peça bola e vire quando é realmente necessário. Falta à seleção feminina alguém com garra e sangue frio como Giba, por exemplo, que sabe que sempre será muito marcado, mas não se intimida e consegue pensar antes de bater, para explorar o bloqueio ou tentar colocar logo no chão.

O que se observa nas meninas do Brasil é vontade de acabar logo com o jogo. Foi assim na derrota para os Estados Unidos, na segunda rodada, hoje contra Itália e em todas as decisões que o time fez recentemente. No sufoco do final do set, principalmente se tiver atrás do placar, todas as atletas apenas atacam logo, sem analisar a jogada. Conseqüência disso é derrota atrás de derrota.

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terça-feira, 13 de novembro de 2007 Sem categoria | 15:31

De cabeça erguida, Brasil vai para a reta final da Copa

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A terceira rodada da Copa do Mundo de vôlei, que acontece no Japão, foi um presente para as brasileiras. Depois de amargar a primeira derrota na competição, diante dos Estados Unidos, o Brasil passou sem problemas por Tailândia, Coréia do Sul e República Dominicana. As três partidas foram vencidas por 3 sets a 0 e o time voltou a levantar a cabeça.

Nesses jogos, a equipe de Zé Roberto pôde mostrar o que sabe jogar. Usou bem as jogadas de velocidade, não errou tantos saques e fez a levantadora Fofão ser chamada de maestro pelo site oficial da Federação Internacional de Vôlei (FIVB). Entretanto, isso não foi nenhuma surpresa, já que contra adversários tecnicamente mais fracos o Brasil se sai bem.

É na rodada que começa nesta madrugada que as meninas de verde e amarelo precisam mostrar que deixaram a derrota, os erros bobos e a desconcentração contra as norte-americanas de lado. Essa etapa significa a grande final para o Brasil, que encara Itália, Sérvia e Japão.

Quem vem primeiro é a esquadra Azzurra. A atual campeã européia, que está invicta na competição, precisa de apenas mais uma vitória para assegurar uma das três primeiras colocações e a vaga na Olimpíada de Pequim. Aí será o momento de superação da seleção brasileira, afinal, encarar as italianas representa encarar a pressão de um time que ainda não perdeu.

E é justamente em instantes como esse que o Brasil vem pecando ultimamente. O time sabe jogar e mostra isso contra os fracos, mas esquece tudo contra os mais fortes. Foi o que aconteceu contra os Estados Unidos, na final do Pan, no Grand Prix…

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Sem categoria | 15:30

Quem ainda está vivo na Copa do Mundo

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Até o momento, Itália, Estados Unidos e Brasil ocupam os primeiros lugares na Copa do Mundo e, se a competição acabasse hoje, estariam garantidos nos Jogos Olímpicos de Pequim. Mas a tabela ainda está embolada e tem mais gente aí na briga.

Itália e Estados Unidos estão invictos e com apenas mais uma vitória já asseguram a vaga. A vida mais complicada será para as italianas, que além do Brasil, pegam Cuba e Estados Unidos.

Já as norte-americanas podem sofrer para superar a Sérvia, que tem jogadoras altas e que está surpreendendo no torneio, mas tem tudo para vencer o Japão, já que tem um time experiente, coeso e com bloqueio bem armado para parar as jogadas rápidas das asiáticas, antes do duelo com a Itália.

Colado no Brasil está a Sérvia. A equipe teve um deslize que pode ser comprometedor. Na última rodada, perdeu por 3 sets a 2 para a Polônia. Agora, ela está ao lado de Cuba na classificação, com seis vitórias e duas derrotas. Sérvias e cubanas se enfrentam no último jogo da Copa do Mundo.

Antes disso, as chances de triunfo são maiores para nossas arqui-rivais. Cuba pega Japão e Itália e se atacar bem como está acostumada, pode vencer. Já Sérvia tem Estados Unidos e Brasil no caminho. E se as brasileiras fizerem o que sabem, a coisa complica.

Todos os jogos dessa rodada serão de vida ou morte. Cinco seleções ainda têm chances, mas apenas as três melhores vão para Pequim. Já tem as suas apostas?

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