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Arquivo de outubro, 2007

quarta-feira, 31 de outubro de 2007 Sem categoria | 17:18

Jaqueline volta e embola ataque da seleção brasileira

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O técnico José Roberto Guimarães convocou nesta quarta a equipe que vai disputar a Copa do Mundo no Japão. Como já era previsto, Jaqueline, que voltou ao time após cumprir pena por ser flagrada no antidoping, fica na equipe para a competição. Também como era previsto, Joycinha, uma das jogadoras menos experientes, foi cortada.

Com essa escalação, Zé Roberto ganha reforço em uma posição, mas dor de cabeça em outra. Para a atacante de ponta, o técnico tem a sua disposição Jaqueline, Paula Pequeno e Natália. Se Jaqueline estiver em boa forma, após ter ficar meses afastada das quadras, ela deve voltar a ser a titular ao lado de Paula. Natália tem um ataque potente, mas pouca experiência em competições internacionais.

Já para oposto, restou apenas Sheilla. Zé Roberto não convocou Mari, que defendeu a seleção na prata no Pan. A jogadora não estava vivendo uma boa fase. Em diversos jogos, ela entrou desconcentrada e não conseguiu virar bolas importantes. È a sina desde a semifinal da Olimpíada de Atenas, quando Mari desperdiçou a chance de fechar o jogo sobre as russas.

Dentre as ponteiras, Jaqueline é a mais versátil. Ela é uma atleta alta e com visão de jogo e pode segurar a posição de oposto caso Sheilla não possa jogar. Paula Pequeno é a mais experiente, mas não é uma jogadora de segurança. Já Natália, ainda caminha na seleção brasileira e precisa amadurecer para segurar a responsabilidade de jogar uma Copa do Mundo.

E falando em responsabilidade, o Brasil deve vestir a camisa e mostrar na Copa do Mundo que pode voltar a vencer um campeonato importante. Só nesse ano foram dois fiascos: a prata no Pan em um jogo no qual as brasileiras caíram nas provocações das cubanas e perderam chances claras de fechar e a quinta colocação no Grand Prix. O campeonato que começa nesta sexta é o momento para se redimir e garantir a vaga para a Olimpíada de Pequim, já que as três primeiras seleção já estarão classificadas.

Como aconteceu no Grand Prix, o Brasil inicia a Copa do Mundo contra seleções mais fracas como Polônia e Quênia. A primeira “pedreira” será Cuba. Mais uma vez, as rivais entraram em quadra com muitas “manhas” e com vontade de vencer novamente as brasileiras. O segredo é segurar o jogo nacional e ignorar o que vier do outro lado da rede. Desse jeito, a seleção consegue impor o seu ritmo e dominar as adversárias, afinal, cubano nenhum sabe jogar atrás do placar. O Brasil fecha a primeira fase contra o Peru.

Na fase seguinte, quando os grupos são misturados, a seleção de Zé Roberto precisa ficar mais atenta. As primeiras partidas serão contra Tailândia e Coréia do Sul, que não devem causar problemas. Na seqüência, vem a República Dominicana. Apesar de pouca tradição no vôlei, as dominicanas têm as mesmas características das cubanas e jogo contra elas é sempre muito provocado e decidido na força.

Logo depois, é a vez das italianas. Esse é o grande desafio do Brasil. Enquanto a seleção masculina da Itália amarga resultados ruins nos campeonatos mundiais, as meninas estão crescendo e impondo respeito. Vale ficar alerta. O Brasil ainda pega a Sérvia, uma seleção nova que não se sabe como vai se comportar e fecha a fase contra as donas da casa, as japonesas, e sua torcida ensurdecedora.

A Copa do Mundo começa nesta sexta, no dia 2 de novembro. O Brasil enfrente a Polônia, às 8h30 da manhã (horário de Brasília).

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quarta-feira, 24 de outubro de 2007 Sem categoria | 12:50

Clubes podem ter limite de jogadores estrangeiros

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Alguém se lembra do ranking de jogadores para a disputa da Superliga? Logo que o Brasil voltou a ganhar títulos no vôlei, a Confederação Brasileira criou uma escala para que os times não formassem uma seleção e todos tivessem chances iguais no campeonato. Agora, a Federação Internacional de Vôlei quer implementar uma regra parecida e limitar para três o número de estrangeiros por time.

No Brasil, o ranking era um sistema de pontos. Atletas da seleção brasileira ou estrageiros eram mais “caros” e o clube não poderia exceder um determinado número de pontos por temporada. Com isso, cada equipe tinha um ou dois “selecionáveis”, poucos estrangeiros e o restante eram brasileiros. O resultado foi bom e o campeonato nacional ficou bem mais equilibrado e o público agradeceu.

Pensando em incentivar o vôlei de cada país, a FIVB quer impôr um limte para atletas estrangeiros. O local mais atingido caso essa regra seja colocada em prática seria a Itália. Conhecida por ter o melhor torneio voleibol do mundo, o país da Europa é o sonho de muitos jogadores, inclusive brasileiros. E o Campeonato Italiano é considerado o melhor justamente por reunir os melhores atletas de todos os lugares do mundo.

Levando em conta os brasileiros lá fora, a nova regra traria problemas para times como o Modena. Segundo a FIVB, além de ser permitido somente três jogadores de fora do país, apenas dois podem estar em quadra no mesmo instante. Atualmente, vestem a camisa do Modena o levantador Ricardinho, o ponta Murilo, o meio-de-rede André Heller, o oposto André Nascimento e o meio-de-rede Sidão. Com a mudança, o time teria de vender e contratar novos atletas.

A regra visa melhorar o nível do vôlei em países menores e dar mais oportunidade para os atletas locais. Entretanto, somente uma mudança no papel não é suficiente para alavancar uma modalidade. Limitar o número de atletas pode dar vaga para jovens talentos, mas eles só vão crescer e querer seguir em seus países de origem com apoio, incentivo e boas competições.

Mais uma vez, assim como na época do ranking, o público brasileiro poderia sair beneficiado. Sem a Itália como opção principal, muitos poderiam escolher defender as cores de times nacionais. Seria uma maneira de colocar a Superliga mais uma como um dos melhores campeonatos do mundo. Será que a regra pega? Será que o Campeonato Italiano segue tão forte sem as estrelas mundiais? Ainda não muitas perguntas no ar…

*Foto: Ricardinho arma ataque brasileiro com André Heller, no Modena/Divulgação/Legavolley*

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quinta-feira, 18 de outubro de 2007 Sem categoria | 16:47

Cansado da Itália e de italianos, Anderson volta ao Brasil

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Chega de morar sozinho, conviver com pessoas convencidas e não poder falar português. Após seis temporadas fora do Brasil, o oposto Anderson fez as malas e voltou para casa. O clube escolhido foi o Ulbra/Suzano/Uptime, que o revelou para o voleibol mundial. Nesta entrevista exclusiva ao Mundo do Vôlei, o jogador conta o motivo da volta ao Brasil, os problemas na Itália, expectativas com o Ulbra e com a seleção brasileira.

Mundo do Vôlei: Você ficou três temporadas no Japão e três na Itália. Por que voltar agora para o Brasil?
Anderson:
Voltei para dar uma descansada e poder ficar perto da minha família. Eu já estava muito desgastado. Para jogar lá fora, tem que estar muito afim ou precisando do dinheiro, já que paga melhor. Mas eu já estava cansado e no momento, pude fazer uma escolha. Mesmo sabendo que ganharia menos ou que não estaria mais no melhor vôlei do mundo eu preferi voltar. Não me divertia mais e pensei: “não está dando mais, então eu vou nessa!”.

Mundo do vôlei: O que mais desgastou você fora do Brasil?
Anderson:
Na Itália, a convivência é muito difícil. Eles se acham os melhores do mundo. Podem ter um bom campeonato, mas há anos a seleção deles vive tomando da gente nas principais competições. Eu discutia sempre com eles sobre isso porque eu não aceitava. Eu tinha parar se não ia sair briga.

Mundo do Vôlei: Além da convivência, quais foram as outras dificuldades no seu período no exterior?
Anderson:
Eu me adapto fácil aos lugar, mas sofri muito no primeiro ano fora, quando joguei no Japão. No começo, tudo era uma novidade. Mas depois apareceram as dificuldades. Eu não conhecia a língua deles, não conhecia as pessoas. Porém, eu aprendi a gostar do país e conviver com os japoneses. Eles são muito discretos e reservados e me adaptei com tudo isso.

Mundo do Vôlei: E a mudança para a Itália, como foi?
Anderson:
No primeiro ano eu era recém-casado e a minha esposa foi junto. (Kátia, que também é jogadora de vôlei, estava sem clube na época). Não dá para casar e ficar separado, né? (risos). No outro ano, minha mulher teve uma lesão no joelho e voltou para o Brasil para fazer tratamento e voltar a jogar. Aí foi bem mais complicado. Depois do tempo foi passando e eu fiquei meio sem paciência, até que eu voltei para o Brasil.

Mundo do Vôlei: Agora você veste as cores do Ulbra. Já tinha alguma preferência pelo time de Canoas na sua volta?
Anderson:
Sim. Devo ao Ulbra porque foi o time que me revelou para o voleibol mundial. Já tinha jogado aqui em 2000 e 2001 e aqui que comecei o meu sucesso. Gostei muito do clima e da vida em Porto Alegre. O Ulbra tem uma ótima estrutura.

Mundo do Vôlei: Ainda tem gente que jogou com você no clube?
Anderson:
Daquela época tem o Xanxa, que é atacante, e o líbero Jeff. Os outros seguiram os seus caminhos e muitos também saíram e foram jogar fora do País.

Mundo do Vôlei: Você é um dos mais experientes do Ulbra, com títulos e seleção brasileira na bagagem e convive com jovens como Vinhedo (levantador), Filipe (atacante). Como está lidando com isso?
Anderson:
É muito bom jogar com eles. Posso ajudar passando o que eu sei e trazendo uma visão de quem vê de fora. Posso colaborar com toda a minha vivência na quadra. Só que é claro que eu não sei tudo. Aprendo muito com eles também. É uma troca bem sadia.

Mundo do Vôlei: Agora o Ulbra, que é um time do Rio Grande do Sul, disputa Campeonato Paulista defendendo a cidade do Suzano. Já dá para falar em título?
Anderson:
O Ulbra tem dois jogos duros pela frente. Pega o Banespa em casa e o Pinheiros fora antes da semifinal. O campeonato ainda está embolado, mas se a gente minimizar os erros e conseguir levar a decisão da semi para casa, fica mais simples. A torcida de Suzano é chata e sempre vai aos jogos. Mas o time ainda precisa melhorar, jogar mais tempo juntos para se acertar.

Mundo do Vôlei: E já para pensar na Superliga, no final do ano?
Anderson:
Gosto de pensar um passo por vez e, antes da Superliga, vou para a seleção brasileira. Quero primeiro fazer um bom Paulista. Até a Superliga tem tempo e podem acontecer mudanças na equipe. Quero estar jogando bem e bem entrosado. O time tem chance. Tem um saque muito bom, só que ainda precisa de treino. Mas eu quero o título nacional, que ainda não tenho.

Mundo do vôlei: Você falou em seleção brasileira e o que mais se comenta sobre a a equipe ainda é o corte do Ricardinho e a inclusão dele na lista de pré-convocados para a Copa do Mundo, no Japão.
Anderson:
A primeira coisa que precisa ser definida é o grupo de 12 jogadores que irão para a Copa do Mundo e a definição sobre a volta do Ricardo. O que eu posso dizer é que o grupo todo torce para que ele volte, mas isso precisa ser resolvido entre o Bernardinho e ele. Claro que o Ricardo é um jogador experiente e que faz a diferença no grupo. Todos nós sentimos falta dele. Ele é esquentado, mas é um cara muito bom.

Mundo do vôlei: Como você já sabe, o Brasil vai para o Japão como favorito por causa de todos os títulos que essa seleção já conquistou. Isso ainda pesa?
Anderson:
Acho que não. O time tem muita experiência e sabemos que precisamos fazer o nosso trabalho. Parece que todo mundo joga com os outros meio sem vontade e vem para cima da gente como um leão. Temos que deixar isso de lado, as provocações de lado e fazer o que a gente sabe. No final, a gente que vai ficar dando risada.

Mundo do Vôlei: Na seleção, além do André Nascimento, tem o Samuel, que é um jogador jovem e já foi utilizado pelo Bernardinho como oposto. Essa concorrência assusta você?
Anderson:
Não me assusta porque isso faz parte do nosso trabalho. Em toda equipe tem que acontecer uma renovação. Eu fico feliz que tenha gente nova, mas eu não vou entregar o meu lugar de bandeja. Vamos brigar pela posição e ele vai ter jogar muita bola. Quando tiver melhor na bola do que eu, vou aplaudir, como já fiz muitas vezes com o André.

Mundo do Vôlei: E o Anderson daqui para frente?
Anderson:
Quero curtir aqui no Brasil tudo o que eu conquistei. A minha vontade não é voltar para o exterior, mas eu não sei o dia de amanhã. Sei que sou um jogador caro e talvez um clube daqui não queria me bancar. Mas agora eu quero aproveitar. Não é ser esnobe. Só gosto de ser reconhecido e cumprimentado na rua. Quero jogar, viver tudo isso e me divertir.

Mundo do Vôlei: Mas você disse que voltou para o Brasil para ficar perto da família. A sua mulher joga no Pinheiros, em São Paulo, e você volta para o sul com o final do Campeonato Paulista…
Anderson:
Mas agora eu já estou muito mais perto. Na hora que bater a saudade, é só pegar um vôo e está tudo resolvido.

Ficha completa
Nome: Anderson Rodrigues
Posição: oposto
Altura: 1,90m
Nascimento: 21/05/74
Clubes rescentes: NEC (Japão), Piacenza (Itália), Cuneo (Itália), Taranto (Itália), Ulbra/Suzano/Uptime (atual)
Principais títulos com a seleção: ouro em Atenas (2004), bicampeão mundial (2002 e 2006), tetracampeão Sul-Americano (2001, 2003, 2005 e 2007), ouro na Copa do Mundo (2003) e seis vezes campeão da Liga Mundial (2001, 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007)

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terça-feira, 2 de outubro de 2007 Sem categoria | 10:19

Rússia fica fora da Copa do Mundo; bom para o Brasil?

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A melhor seleção feminina de vôlei do mundo não vai para a Copa do Mundo no Japão. A Federação Internacional de Voleibol surpreendeu e não deu um dos convites para a a competição para a Rússia, atual campeã mundial.

A pena para as russas é o resultado do desempenho ruim no Campeonato Europeu, quando a equipe caiu na semifinal. Para a FIVB, quem merece disputar a Copa do Mundo ao lado das duas melhores seleções de cada continente são Polônia e República Dominicana. A decisão foi anunciada na segunda-feira.

Ao contrário da seleção masculina, que teve a surpresa de encarar a Bulgária como convidada na Copa do Mundo, as escolhidas da federação para a competição feminina não assustam a equipe nacional. Rússia sim seria uma grande pedra no sapato, afinal, o Brasil ainda não sabe como passar pela parede de Gamova e companhia.

A Polônia tem um estilo de jogar parecido com o das russas, mas ainda não é uma potência no vôlei mundial. Já as dominicanas são conhecidas do Brasil e carregam um pouco da marra das cubanas, porém ainda não são tão perigosas quanto as arqui-rivais.

Acabou o treino! Agora é para valer

Na volta para casa com o título do Sul-Americano na bagagem, as brasileiras já falavam em deixar a festa com o primeiro lugar de lado e focar na Copa do Mundo. E esse deve ser o pensamento brasileiro se o time quiser fazer o caminho mais curto até Pequim, já que as três melhores seleções da Copa têm vaga para Olimpíada.

As jogadoras reconheceram que o Sul-Americano não passou de um treino e que isso não vai acontecer no Japão. A falta da Rússia alivia a pressão para as brasileiras, mas não é garantia de vitória.

Como lembrou José Roberto Guimarães, o time nacional ainda não teve um teste real após o fracasso e o quinto lugar no Grand Prix, já que as equipes da América do Sul são muito mais fracas que o Brasil.

Os confrontos da Copa ainda não estão definidos, mas a vida brasileira com Itália, Cuba, Sérvia e companhia pela frente não será simples. A competição começa no dia 2 de novembro.

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segunda-feira, 1 de outubro de 2007 Sem categoria | 10:45

Ouro no Sul-Americano e síndrome de decisão superada; será?

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A seleção feminina de vôlei venceu o Peru no domingo e ficou com o título do Campeonato Sul-Americano pela 15ª vez. A conquista serviu para devolver o gosto do primeiro lugar no pódio às meninas do Brasil. Mas será que voltar a vencer significa que a seleção superou as recentes crises nas finais?

Há tempos o time nacional empaca em decisões importantes. Quem não se lembra da amarga derrota na semifinal de Atenas para a Rússia? Ou a mesma Rússia passando pelo Brasil na final do Mundial de 2006? E até o Grand Prix, competição na qual a seleção sempre reinou, e neste ano não passou do quinto lugar? Sem contar na derrota para as cubanas em casa, diante de um Maracanãzinho lotado, na final do Pan-Americano no Rio de Janeiro.

Para tentar apagar essas lembranças amargas, a equipe feminina do Brasil entrou focada no Sul-Americano. As mulheres foram para o Chile com a missão de recuperar a confiança e garantir vaga na Copa do Mundo, primeiro torneio que classifica para os Jogos Olímpicos de Pequim. O que estava acontecendo com o time era jogar muito bem a fase classificatória, contra os adversários mais fracos, e parar nas finais, contra os mais complicados.

Atropelando Colômbia, Venezuela, Argentina, Uruguai e Peru, na final, e sem perder nenhum set, o Brasil ficou com o primeiro lugar no Sul-Americano e com o passaporte para o torneio do Japão. Apesar da facilidade verde e amarela, esse título não pode ser colocado como divisor de águas.

No Sul-Americano, o Brasil foi, disparado, o favorito. Nenhum time do continente é melhor que a seleção no momento. Como disse o próprio técnico José Roberto Guimarães após a vitória, o Peru já teve o seu momento de hegemonia, agora é a vez do Brasil. Porém, ter a hegemonia na América do Sul é simples. E como será na Copa do Mundo?

A seleção ainda não conhece todas as adversárias. Já estão classificados, além do Brasil, Peru, Japão, Tailândia, Coréia do Sul, Cuba, Estados Unidos, Itália, Sérvia e Quênia. A Federação Internacional de Voleibol ainda irá convidar duas equipes para o campeonato. Mas, com quem já tem vaga, dá para ver que a situação vai ser muito mais complicada que a do Sul-Americano. Aí sim será o momento de mostrar que a síndrome de decisão foi realmente superada.

A Copa do Mundo de vôlei acontece no Japão, de 2 a 17 de novembro, e os três melhores times se classificam para Pequim.

Classificação do Sul-Americano

1º – BRASIL
2º – Peru
3º – Venezuela
4º – Uruguai
5º – Argentina
6º – Colômbia
7º – Chile
8º – Paraguai

*Foto: Brasil comemora título/Divulgação*

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