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Arquivo de julho, 2007

domingo, 29 de julho de 2007 Sem categoria | 19:41

Parede dourada pára Estados Unidos na final do vôlei no Pan

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Direto do Rio de Janeiro – A seleção brasileira sofreu, esperou quatro anos para desengasgar o bronze de Santo Domingo e finalmente pôde gritar que é campeã pan-americana. Graças a uma parede no bloqueio, o Brasil venceu os Estados Unidos por 3 sets a 0 e saiu com a medalha de ouro do Rio de Janeiro.

Depois de um susto com a liderança americana no começo do primeiro set e a defesa brasileira dormindo, o Brasil conseguiu acertar o saque com André Nascimento. E quando o saque funciona, tudo fica mais fácil, inclusive o bloqueio.

E foi justamente no bloqueio que o Brasil ganhou a medalha que faltava a essa geração campeã olímpica e bi mundial. Só no primeiro set foram seis pontos nesse fundamento. A virada brasileira veio das mãos bem posicionadas de Gustavo. Ele seguiu bem em toda a partida e continuou fechando a porta para os americanos até o final.

O ouro também mostrou que Marcelinho consegue substituir Ricardinho no levantamento. Ele foi crescendo ao longo do Pan e chegou à final entrosado com a equipe, com tempo de bola com os centrais e atrapalhando o bloqueio adversário.

Entretanto, vale ressaltar que o Brasil não enfrentou equipes muito complicadas nesse Pan. Todos vieram com time mesclado. Os Estados Unidos não eram os mesmos que ficaram em terceiro na Liga Mundial desse ano, por exemplo.

É preciso ver como os brasileiros se portariam em quadra sem Ricardinho diante de Rússia, Bulgária e companhia. Mas isso não deve acontecer. Pelo menos os jogadores querem a volta do companheiro logo, como mostrou a bandeira levada ao pódio Pan-Americano. Resta Bernardinho aceitar!

Mas no momento, vale gritar “é campeão” e esquecer brigas e tudo mais. Afinal, um ouro que veio depois de 24 anos de espera, merece ser comemorado.

*Foto: Brasil comemora título/ CBV*

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sábado, 28 de julho de 2007 Sem categoria | 02:42

Brasil aprende a usar o meio-de-rede no Pan

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Direto do Rio de Janeiro – A seleção brasileira começou o Pan-Americano meio devagar e abalada com o corte de Ricardinho. Agora, quatro partidas depois, o Brasil garante a vaga na final em uma partida com jogadas com a cara do ex-capitão da equipe verde e amarela.

Marcelinho precisou de alguns jogos para acertar o tempo de bola com os centrais Rodrigão e Gustavo. Mas na noite desta sexta, o tempo foi quase perfeito. Só falhou em uma bola com Gustavo no segundo set, que foi longa demais.

Quem mais explorava o meio brasileiro era Ricardinho, com suas jogadas aceleradas. Muitas vezes ele forçava a bola de tempo, chutando para o central. Marcelinho é mais calmo. Esperava a bola vir redonda para dar para o meio. Porém , quando recebeu o passe na mão, deixou o jogador sozinho e conseguiu impor o velho ritmo veloz a seleção.

O tempo de bola estava melhor com Rodrigão, que virou várias vezes. Já com Gustavo ainda precisa de ajustes. Talvez seja porque Rodrigão já foi reserva, ao lado de Marcelinho e Gustavo sempre jogou mais com Ricardinho. Nada que em pouco tempo não se resolva.

Além disso, o Brasil encontrou o caminho do saque. No primeiro set, André Nascimento marcou cinco pontos na sua passagem pelo serviço e colocou a seleção na liderança do placar. Na segunda parcial, Gustavo marcou três aces. No último set, André Nascimento e sua canhota voltaram a fazer a diferença e Gustavo fez mais um ponto direto de saque.

Cuidado, Estados Unidos! Vem um Brasil mais entrosado com sede de ouro para essa final.

*Foto: Marcelinho comemora ponto brasileiro/ Divulgação/CBV*

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quarta-feira, 25 de julho de 2007 Sem categoria | 17:47

Time fraco, jogo fraco

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Direto do Rio de Janeiro – A seleção brasileira masculina de vôlei fez apenas o que era preciso para vencer o México nesta quarta e garantir a primeira colocação do grupo no Pan-Americano. Diante de um adversário fraco, uma atuação fraca.

Com apenas Rodrigão e Marcelinho dos titulares em quadra, o Brasil só se destacou no bloqueio. André Heller, Murilo, Samuel e companhia estão bem entrosados fizeram um paredão na rede.

No primeiro set, foram três pontos seguidos nesse fundamento. Na mesma parcial, os mexicanos só conseguiram colocar no chão um ataque depois de a bola ter voltado três vezes do bloqueio.

O saque também estava bem. Apesar de não terem pontuado muito no serviço, os brasileiros forçaram muito em cima de Ivan Contreras e quebraram o passe adversário.

Porém, parou por aí. A seleção não fez mais nada de brilhante e não perdeu porque o time do México era muito fraco e não segurava a liderança no placar. Resistia por um tempo, mas logo abria a defesa para os ataques brasileiros ou passava a errar.

Até a torcida estava mais desanimada nesta tarde. O Maracanãzinho estava mais uma vez lotado, como nas primeiras partidas do Brasil, só que o barulho hoje foi bem menor. Em diversos momentos dava para escutar a conversa dos atletas na quadra. O líbero Serginho comemorava mais os pontos que o pessoal da arquibancada. O ginásio só acordou no final do jogo, quando Brasil estava atrás e, mais atento a cobertura, recuperou e venceu.

Na semifinal, o time brasileiro deve pegar a Venezuela. É melhor acordar e voltar a jogar o que jogou contra Cuba. Ou podem amargar mais uma surpresa desagradável, como na semi de Santo Domingo, quando foram derrotados pelos mesmos venezuelanos.

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Sem categoria | 17:45

Superada crise Ricardinho na seleção brasileira?

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Direto do Rio de Janeiro – A equipe que entrou em quadra na terça parecia não ser a mesma de segunda à noite. Vibrando a cada ponto e com o apoio da torcida durante toda a partida, o Brasil mostrou voleibol e superou Cuba por 3 sets a 0.

Parece que também foi superada, pelo menos dentro de quadra, a crise com o corte do levantador Ricardinho. Giba, que mal tocou na bola na estréia diante do Canadá, foi massacrado no saque. Engana-se quem pensa que ele não deu conta do recado.

O novo capitão brasileiro esteve bem na recepção e ainda bem nos ataques. Era outro jogador. Giba vibrava muito com os pontos brasileiros. Quando fez um ace no final do segundo set, comemorou sozinho no fundo de quadra. Ele estava com mais vontade de jogar. Em diversos momentos, bateu no peito e chamou a responsabilidade para definir. Foi um dos melhores do confronto.

Quem também parecia diferente em quadra era Marcelinho. Contra Cuba ele distribuiu bem as bolas, usou o meio com Rodrigão e Gustavo. O mais importante, acertou o tempo de bola com Rodrigão. Como ele mesmo disse após a partida de estréia, era uma questão de tempo para se entrosar.

Bruninho também não tem do que reclamar. Ao contrário das poucas vaias da segunda, ele escutou seu nome sendo gritado por todo o Maracanãzinho. E na hora que foi para a quadra, já acelerou o jogo com os centrais.

No jogo desta terça o Brasil ainda pecou um pouco na defesa, mas mostrou que já está com mais tempo de bloqueio. E quando o saque entrou, a seleção dominou Cuba.

A torcida gostou de ver o Brasil ser Brasil de novo. Com um time vibrante e bem em quadra, o ginásio fez muito barulho. Mas sempre a favor dos brasileiros. No segundo set, Escadinha fez uma defesa, a bola espirrou, Giba foi buscar e Dante não conseguiu concluir o ponto. Mesmo assim, o Maracanãzinho ficou de pé para aplaudir a seleção.

Parece que a crise passou, pelo menos na bola.

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terça-feira, 24 de julho de 2007 Sem categoria | 01:52

Nem tudo é o que parece…

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Direto do Rio de Janeiro – A seleção masculina de vôlei estreou nesta segunda no Pan-Americano com uma vitória de 3 sets a 0 sobre o Canadá. Quem vê esse placar pensa que o Brasil jogou fácil e venceu sem problemas. Mas nem tudo é o que parece…

A seleção de fato não teve muitos problemas para vencer o Canadá. Porém, isso se deve mais aos erros dos adversários que a uma atuação brilhante dos donos da casa. Só no primeiro set foram 11 pontos de graça dos canadenses.

Além disso, o Brasil fechou os dois primeiros sets em erros canadenses. Na segunda parcial, Jemery Wilcox entrou só para sacar e deu um balão. Assim fica mais simples ganhar.

Depois de boas defesas de ambos os lados, os brasileiros desperdiçavam o contra-ataque. Ou a bola ia para fora ou parava em um canadense na rede.

Falando nisso, o bloqueio canadense também esteve bem melhor que o brasileiro. Enquanto eles chegavam inteiros e marcavam bem Giba, Dante e companhia, o Brasil chegava quebrado ou atrasado. A vantagem do time de Bernardinho foi que Winters e seus companheiros estavam ruins de mira e colocaram alguns ataques para fora.

Quando os canadenses conseguiram acertar a mão, ficaram a frente do placar, como no terceiro set. E mais uma vez, a lambança. Wilcox, levantador reserva, abre demais as mãos e a bola quase vai parar em seu rosto e o Brasil empata. Para completar, Dante pegou o ritmo no saque e fez três pontos diretos. Aliás, o saque foi o único fundamento que valeu a vitória do Brasil nesta noite.

Giba, que assumiu a braçadeira de capitão após o corte de Ricardinho, parece que sentiu a ausência do amigo e companheiro de quarto na seleção. Ele virou poucas bolas e sempre esteve muito marcado pelo bloqueio do outro lado da quadra. Seu melhor momento foi no final do segundo set, quando fez o 24º ponto nacional com um ace.

E os jogadores brasileiros vieram para a quadra com uma faixa de luto no braço. Segundo o chefe de delegação, é uma homenagem aos mortos no acidente com o vôo da Tam em Congonhas, São Paulo. Mas não será um luto pela falta de Ricardinho?

Marcelinho, novo levantador titular, tem um estilo diferente de Ricardinho. Ele não é tão veloz e demorou em acertar uma boa bola com o meio-de-rede. Essa seleção precisa de mais tempo e cabeça no lugar para mostrar o voleibol heptacampeão da Liga Mundial e superar a falta de Ricardinho. O problema é que o Pan é uma competição curta. Após cinco jogos, já tem um campeão. Será que dá?

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segunda-feira, 23 de julho de 2007 Sem categoria | 12:22

Quer aprender vôlei de praia? Veja Ricardo e Emanuel

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Direto do Rio de Janeiro – A medalha de ouro para o Brasil no vôlei de praia era considerada certa. E as duplas brasileiras não decepcionaram e Juliana e Larissa e Ricardo e Emanuel saíram do Pan-Americano com a medalha dourada no peito. E vale destacar a aula de vôlei de praia da dupla masculina diante dos americanos na decisão.

A vida deles foi mais complicada que a de Juliana e Larissa na decisão. Ricardo e Emanuel encararam Stolfus e Loomis, dos Estados Unidos, e os adversários vieram cheios de vontade para cima dos brasileiros.

Depois de começar o jogo um pouco devagar, para a analisar o jogo dos yankees, Ricardo e Emanuel mostraram porque formam a dupla campeã olímpica e mundial. Com saque arrasador de Ricardo, os brasileiros dominaram o placar. Em apenas uma passagem no serviço, foram três aces e um ponto no qual o saque estourou na defesa americana.

Essa foi a primeira aula do jogo. Como descobrir o ponto fraco do adversário e explorar bem isso. Ricardo viu que as bolas na diagonal caiam e forçou o tempo todo lá. Restou aos americanos verem o passeio do Brasil.

Em outros momentos, Emanuel cresceu no bloqueio e mostrou como o posicionamento de braço marca ponto. E quando os americanos passavam pelo bloqueio nacional, a cobertura estava atenta. Foi uma aula de defesa e contra-ataque.

Porém, os Estados Unidos também merecem destaque. Hans Stolfus, o mais experiente da dupla com 30 anos, soube de virar bem na rede quando recebia a bola. Ele tem um ataque muito potente.

Os problemas foram os lapsos nos contra-ataques, principalmente com Ty Loomis. Quando a bola voltava quase de graça, ele devolvia de uma maneira mais fácil ainda para os brasileiros. E aí, Ricardo e Emanuel tinham tempo de arrumar a jogada e matar o ponto. Outra aula, agora no contra-ataque.

A medalha foi merecida e o público saiu da Arena de Copacabana sabendo um pouco mais de vôlei de praia. Como virar um jogo, como sacar, como contra-atacar…

*Foto: Emanuel mergulha para salvar a bola/CBV*

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Sem categoria | 11:57

Vida fácil do Brasil na praia

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Direto do Rio de Janeiro – Ninguém foi páreo para o Brasil no vôlei de praia. A vida foi tão fácil que até o Mundo do Vôlei se rendeu e resolveu não falar apenas de quadra. Juliana e Larissa encerraram a sua participação com a medalha de ouro, segunda do Brasil na modalidade e deram o troco no para as meninas do vôlei de quadra drrotando Cuba. Ricardo e Emanuel foram para a disputa da medalha dourada, sofreram um pouco no primeiro set, mas subiram ao lugar mais alto do pódio.

Os primeiros jogos das duplas brasileiras lembravam partidas de escola. Com um saque mais forçado, dando aula de defesa e variando bem os ataques os brasileiros deram um passeio e não perderam nenhum set neste Pan-Americano.

A falta de técnica não era visível apenas nas partidas dos brazucas. Na decisão bronze, Lessard, do Canadá, perdeu o saque duas vezes porque excedeu o tempo permitido para sacar. Ninguém imaginava ver isso na briga por medalha no Pan-Americano.

O motivo de tanta facilidade das equipes nacionais podia ser os adversários fracos da primeira rodada. Como lembrou Emanuel em uma entrevista coletiva, esse é o normal do vôlei de praia. Nos primeiros jogos, os oponentes vêm do qualifing e a dificuldade cresce ao longo da competição.

Mas, nesse Pan-Americano, a dificuldade parecia sempre a mesma. Na semifinal, Juliana e Larissa dominaram as mexicanas Candelas e Garcia do primeiro ao último ponto. A história de Ricardo e Emanuel foi parecida. Os canadenses Montgomery e Kruger tentaram, mas não passaram a frente do placar nenhuma vez.

Na decisão do ouro para as mulheres, Juliana e Larissa tiveram dificuldade no começo dos sets, mas conseguiram impor o seu jogo e fechar em 2 sets a 0. No masculino, Ricardo e Emanuel ficaram atrás do placar contra os americanos Stolfus e Loomis e demoraram a acertar o tempo de bloqueio.

Entretanto, no final do primeiro set, a defesa e o bloqueio brasileiro cresceram e Ricardo e Emanuel levaram a parcial. Na segunda parcial, aula de voleibol em todos s fundamentos e mais um ouro na coleção da dupla brasileira.

Talvez a explicação para tanta facilidade seja a ausência de duplas conhecidas como Walsh e May, dos Estados Unidos. Ou a mudança de parceira de campeões, como o cubano Alvarez. O fato que é muitas duplas não tem experiência. As americanas Akers e Niles, derrotadas por Larissa e Juliana logo na primeira rodada, jogavam pela primeira vez um torneio fora dos Estados Unidos. Teve jogador que pediu autografo para Emanuel depois da partida. A dupla masculina canadense completa, nesse mês, um ano de parceria.

Entretanto, vale lembrar também da escola de vôlei de praia criada no Brasil. Quando uma dupla perde o lugar no cenário mundial, já tem outra pronta para assumir. Foi assim com Jaqueline e Sandra, Adriana Behar e Shelda e agora Juliana e Larissa. No masculino, Ricardo e Emanuel deram duro um ano todo para se manterem na primeira posição do ranking e virem para o Pan.

Quem sai mais feliz de toda essa competição é a torcida, que marca presença na Arena de Copacabana. Sempre vêem uma aula de voleibol. Saques forçados variando com serviços bem colocados, ataques potentes ou largadas e defesas perfeitas, não importa qual seja a velocidade da bola. Méritos para os brasileiros e que essa vida fácil se repita com a equipe masculina de vôlei de quadra.

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Sem categoria | 11:50

Onde estão os ingressos do vôlei de praia?

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Direto do Rio de Janeiro – Domingo ensolarado no Rio de Janeiro e nas areias de Copacabana, Ricardo e Emanuel lutando pela medalha de ouro. Segundo a organização, todos os ingressos para a decisão já estavam vendidos. Se não tinham mais entradas, por que os lugares vazios nas arquibancadas?

Para o jogo deste domingo os ingressos variavam entre R$ 30 e R$ 120. Apesar do preço, foi o dia no qual a Arena de Copacabana estava mais cheia para uma partida masculina. Estava cheia, mas não lotada.

Do lado de fora, momentos antes do jogo, ainda tinha uma grande fila na bilheteria querendo ingresso para a final. Eles tiveram que ver a briga pelo ouro por telão, pela TV… Será que os cambistas compraram ingressos e não conseguiram vender e por isso os lugares vazios? Segundo o Comitê organizador dos jogos, as agências de viagens compraram 30% dos ingressos e cabe a elas a responsabilidade repassar as entradas e ocupar os lugares. Parece que o negócio não deu muito certo…

*com informações do jornal O Globo*
*Foto: bandeira do Brasil preenche lugares vazios nas arquibancadas da Arena de Copacabana*

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sexta-feira, 20 de julho de 2007 Sem categoria | 21:26

Síndrome de decisão?

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Direto do Rio de Janeiro – A seleção feminina de vôlei caiu em mais uma final. Como na Olimpíada de Atenas ou no Campeonato Mundial, o time comandado por José Roberto Guimarães perdeu para Cuba na final do Pan-Americano e ficou com a medalha de prata.

Mas dessa vez, foi diferente. A equipe lutou até o final e perdeu na bola e na defesa cubana. Em todo o jogo, a bola da oposto Sheilla caiu na quadra adversária. Nos últimos pontos, ela caiu nos braços de uma cubana e voltou para o lado brasileiro.

E quando a última bola caiu, o ginásio do Maracanãzinho ficou calado e olhando para o juiz. Ele marcou bola dentro da quadra nacional e o ponto de ouro para as cubanas.

O problema para o Brasil nesse Pan-Americano foram os adversários. Em todas as partidas, a seleção encarou times fracos e quase sem experiência em competições internacionais. Quando encontrou uma equipe forte do outro lado da quadra, sofreu e não conseguiu vencer.

Além disso, o time teve pouco tempo de preparação. Foram poucas semanas de treino antes do Pan. Já as cubanas, treinam há anos para essa competição.

A final do torneio feminino de vôlei foi mais mérito das cubanas que amarelada da seleção. E que não fique a síndrome da decisão para as meninas do Brasil…

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