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Arquivo de junho, 2007

quarta-feira, 27 de junho de 2007 Sem categoria | 12:55

Seleção feminina bate Sérvia com cara de masculina

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Pela primeira vez no ano, a seleção feminina adulta entrou em quadra. A adversária foi a seleção da Sérvia, no jogo de abertura da série de quatro amistosos. Com superioridade e mostrando uma variação típica da equipe masculina, as brasileiras venceram por 3 sets a 0, com parciais de 25/14, 25/9 e 25/17.

Cansadas pela viagem e diferença de fuso horário, as sérvias não ofereceram nenhuma resistência às brasileiras, que deram show para o público que lotou o ginásio Arena Multiuso, em Brusque, Santa Catarina. A equipe da Sérvia conseguiu apenas melhorar no terceiro set, quando o técnico José Roberto Guimarães tirou as titulares em quadra e deu chance para as novatas Thaisa, Regiane e a levantadora reserva Carol Albuquerque, a ponta Érika e a oposto Sheilla.

Segundo as atletas, a responsável pelo desempenho da seleção foi a levantadora Fofão. Ela distribuiu bem as bolas e conseguiu um fato inusitado: três jogadoras brasileiras terminaram como as maiores pontuadoras do jogo. A ponta Paula Pequeno, a oposto Mari e a central Fabiana tiveram 12 acertos cada uma.

Méritos para Fofão e méritos para o resto do time nacional. Sem passe na mão, a levantadora não teria conseguido tal atuação. E só armar bem a jogada não é garantia de ponto. Se a atacante não tiver visão de quadra e souber para onde bater, o “bolão” será desperdiçado.

Ótima distribuição, passe e jogadores versáteis são características comuns à seleção masculina de voleibol. Diante da Sérvia, o Brasil impôs o seu ritmo e todas as atletas atuaram bem. Mesmo com a entrada das reservas, o time não se desconcentrou. Foram essas peculiaridades que colocaram a equipe de Bernardinho como a melhor do mundo. Pelo visto, as meninas seguem o mesmo caminho.

Para o Pan-americano, Zé Roberto tem uma lista de alto nível à disposição. Na ponta, Paula Pequeno, Jaqueline, Érika, Sassá e a novata Regiane. No meio, Fabiana, Waleska e Thaisa, que fez uma excelente Superliga pelo campeão Rexona/Ades. Fabi é a líbero e Fofão e Carol Albuquerque são as levantadoras. Levando em conta o amistoso contra a Sérvia, qualquer uma que vestir a camisa brasileira se dará bem

Brasil e Sérvia jogam novamente nesta quinta, às 18h20, em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. No final de semana, as equipes vão para o Rio de Janeiro e inauguram o ginásio Maracanãnzinho, palco do vôlei no Pan. Os ingressos para os confrontos de sábado e domingo já estão sendo vendidos.

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segunda-feira, 25 de junho de 2007 Sem categoria | 16:51

Quem fica no caminho do Brasil na Liga Mundial?

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Mais um final de semana de Liga Mundial, mais duas vitórias para o Brasil. A seleção passou pelo Canadá fora de casa por 3 sets a 0 na sexta e 3 sets a 0 no sábado e garantiu a classificação para as finais com uma rodada de antecipação. Agora é bom olhar para os outros grupos, para se preparar para os adversários da etapa que vale o hepta.

Além da seleção de Bernardinho, já estão classificados Polônia, por ser o país-sede, Bulgária e Rússia. Seguem na briga pela última vaga de líderes de grupo Estados Unidos e França. Para completar os seis finalistas, um time será convidado pela Federação Internacional de Voleibol.

Das equipes com vaga garantida, quem deve ser a maior pedra no sapato dos brasileiros é a Polônia. Ao lado do Brasil, o time é o outro invicto na competição e possivelmente conseguiria se classificar mesmo se não fosse a anfitriã das finais.

Fora de casa, a Polônia quebrou a invencibilidade da Bulgária, que já estava com vaga garantida na próxima etapa do torneio. Os poloneses, vice-campeões mundiais, foram oportunistas e exploram os erros dos búlgaros. Os destaques do time foram Swiderski e Gruszka, conhecidos dos brasileiros da decisão do Campeonato Mundial de 2006. O time é quase o mesmo daquela final, mas agora os atletas estão muito mais maduros em quadra e vão para casa como um dos favoritos ao título da Liga Mundial.

Apesar das duas derrotas, por 3 sets a 1, os búlgaros seguem como adversários perigosos para o Brasil. Eles continuam com o saque muito forçado, que desconcertou a recepção nacional na Liga Mundial do ano passado, e um ataque pesado. Nikolov merece uma marcação especial tanto na rede quanto no serviço.

Quem também já está nas finais é a Rússia, que passa passou por Cuba no final de semana e não pode mais ser alcançada na classificação geral pela Sérvia, segunda colocada do grupo C. Além da altura, o ponto forte dos russos também é o saque forçado. Diante de Cuba, o nome do jogo foi Ostapenko, maior pontuador nas duas partidas. Para ajudar, os russos contam com a volta do experiente Khamuttskikh. Ele é o centro da equipe e homem de segurança.

O grupo mais disputado da Liga Mundial é o B. Estados Unidos, líderes, França, segunda colocada, ainda têm chances de se classificarem. Itália, que faz uma campanha ruim, e Japão já estão fora da competição. Os americanos não deram chances aos japoneses e venceram as duas partidas da rodada por 3 a 0 com bloqueio bem armado e bons ataques. Priddy, Ridley e Stanley fazem uma ótima Liga. Já a França perdeu uma para a Itália por 3 sets a 2 e venceu a outra por 3 sets 1, também usando o saque como arma e ataques bem colocados pelo meio. Samica e o levantador reserva Le Marrec comandaram o triunfo. Além deles, os franceses contam com atletas renomados como Montmeat e Vadeleux.

No confronto direto entre americanos e franceses, equilíbrio total. Foram quatro jogos, com duas vitórias para cada um. Entretanto, a vida dos Estados Unidos está mais simples. Eles contam com o time completo e pegam a Itália na última fase da classificação. Se vencerem uma vez, estão classificados. Já os franceses não contam com o seu levantador Pujol, que está fora da Liga com uma lesão no tornozelo, e precisam de duas vitórias sobre o Japão e ainda torcer pelo tropeço dos americanos.

Seleção ainda precisa se arrumar para as finais

Para encarar as pedreiras da segunda fase da Liga Mundial, o Brasil precisa de mais ritmo e alguns acertos. No final de semana, os titulares superaram duas vezes o Canadá. Apesar do placar de 3 sets a 0, as partidas não foram as mais tranqüilas da competição e mostraram que o time ainda tem deficiências.

Contra o Canadá, Bernardinho usou os titulares novamente. Giba foi a novidade na equipe e o maior pontuador no primeiro jogo. Essa foi a segunda rodada para esse grupo e, portanto, eles não estavam muito entrosados em quadra. Enquanto os canadenses cresciam, os brasileiros erravam ataques e não colocavam pressão no bloqueio. Para o técnico da seleção, ainda há muito erros no time.

O tempo para acertar a seleção é curto. O Brasil já está na Finlândia para os últimos jogos dessa fase da Liga Mundial, nesta sexta-feira e neste sábado. Com o alívio da classificação, é o momento para colocar novamente os titulares em quadra e dar ritmo aos atletas para a etapa decisiva, que começa no dia 11 de julho em Katowice, na Polônia.

Os jogadores não podem mais cometer erros de armação, ataque e contra-ataque, como estava acontecendo nos últimos jogos do Brasil. Apesar de estarem na seleção há anos, a falta de partidas com o mesmo time interfere no desempenho final. Até o momento, os brasileiros passaram por adversários considerados fácies. Essa moleza vai acabar na fase final e no Pan-americano.

Apesar de ter colocado em quadra os chamados titulares contra o Canadá, ainda pairam algumas dúvidas para a escalação do time principal, especialmente nas posições de oposto e ponteiro. Para a primeira, Anderson briga com André Nascimento. E Anderson pode levar uma vantagem, pois já joga há mais tempo com a equipe nessa competição e está mostrando que, além da potência no ataque, sabe analisar a quadra adversária e explorar os espaços vazios em ataques mais leves ou largadas. Já na ponta, tem a experiência de Giba e Dante contra os ótimos momentos de Samuel e Murilo. Nalbert, que seria uma opção para a posição, teve uma lesão na partida contra o Canadá em Belo Horizonte e está fora das finais da Liga Mundial e do Pan-americano.

Será que dá tempo para a seleção brasileira se entrosar voltar a ser o time imbatível campeão olímpico e mundial?

*Fotos: polonês Wlazly supera bloqueio búlgaro/Divulgação
Russo Ostapenko bate pelo meio-de-rede/Divulgação
Brasileiros comemoram vitória sobre os canadenses/Divulgação*

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segunda-feira, 18 de junho de 2007 Sem categoria | 23:33

Mais um final de semana vitorioso para o Brasil

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A quarta rodada da Liga Mundial teve altos e baixos para a seleção brasileira. Depois de Bruninho, Samuel e companhia arrasarem os canadenses na primeira partida em um dia inspirado de
Anderson, os campeões olímpicos e mundiais da seleção brasileira aturaram pela primeira vez da Liga Mundial no sábado. Com Ricardinho, André Nascimento, André Heller, Gustavo, Dante, Nalbert e o líbero Alan, único novato da equipe, o Brasil sofreu com a falta de entrosamento e de ritmo, mas venceu o Canadá por 3 sets a 1, com parciais de 25/14, 20/25. 25/22 e 25/18 e termina os jogos em casa com 100% de aproveitamento. Invicta na Liga, a seleção é a líder do grupo A e o Canadá segue na lanterna.

Os mais de 17 mil torcedores que lotaram o ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte, puderam ver o time titular brasileiro em quadra. Hoje foi o encontro adiado dos experientes do lado nacional e do lado do Canadá, que veio com a mesma formação do jogo desta sexta. E como na partida anterior, os brasileiros arrasaram no primeiro set com bom saque e velocidade no ataque ditada por Ricardinho. Os canadenses, perdidos, deram fácil a vitória para o Brasil.

Entretanto, a parcial seguinte mostrou o que pode acontecer quando um time muda a escalação diversas vezes no campeonato. Apesar de já estarem mais que acostumados a jogarem juntos, os brasileiros se desencontraram no segundo set. Foram erros no saque, erros na armação de jogadas pelo meio, pelo fundo. Reflexo de uma equipe que está pouco entrosada.

Treinar junto e se conhecer há tempos ajuda, mas na hora da verdade, é fundamental saber exatamente onde está o seu atacante para a jogada funcionar. Aos poucos os jogadores se encontraram novamente em quadra, a experiência falou mais alto e o Brasil venceu os dois últimos sets.

Porém, essa partida serviu de alerta. Para jogar no voleibol de alto nível é preciso mais que veteranos. É fundamental muito treino. Para piorar, Nalbert, o único atleta que estava com ritmo e que já havia atuado em outras partidas na Liga Mundial, sofreu m estiramento na coxa e nem viaja com a equipe para o Canadá, local dos próximos confrontos brasileiros. O ex-capitão da seleção corre risco de perder as finais da Liga e até o Pan-americano. Chance de Samuel, que vem atuando muito bem na ponta, conquistar definitivamente a vaga no time de Bernardinho.

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sexta-feira, 15 de junho de 2007 Sem categoria | 11:41

Brasil atropela Canadá e continua invicto na Liga Mundial

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O público de Belo Horizonte, que lotou o Mineirinho na manhã desta sexta, viu um verdadeiro passeio do Brasil sobre o Canadá. Jogando bem taticamente, a seleção ficou apenas alguns pontos atrás no placar e liquidou os canadenses por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/20 e 25/15. Veja abaixo os melhores lances da partida

Durante os treinos para esse jogo em Minas Gerais, os canadenses comentaram que estavam usando a Liga Mundial como treinamento para o Pan e para a Copa América e que, aos poucos, seus jogadores ganhariam o ritmo ideal. Esse ritmo ainda está longe de chegar.

Nesta manhã, os canadenses foram para quadra com um time experiente, com Grapentine, Wolfenden, Koskie e Brinkman. Porém, isso não foi suficiente para encarar a jovem e empolgada seleção brasileira. Com Samuel mais uma vez como ponteiro, o Brasil mostrou versatilidade no ataque e ótimo saque. Para colaborar, Murilo, o outro ponteiro, estava muito atento na defesa e salvou diversas bolas. A atuação do time deixou Bernardinho satisfeito.

Já os canadenses conseguiram acertar algumas jogadas pelo meio-de-rede e outras com Cundy, mas não passou disso. Para piorar, o saque dos visitantes não funcionou. Enquanto o Brasil pontuava com Samuel, Murilo e Bruninho, o Canadá sacava na rede, para fora… Assim não dá para encarar o Brasil.

Quem teve um dia inspirado foi Anderson. O oposto da seleção provou que tem visão de jogo. Conhecido por largar o braço nas jogadas, hoje ele soube explorar bem o bloqueio canadense e observar a quadra adversária para largar quando tinha espaço. É bom André Nascimento, outro oposto que volta agora ao time, abrir o olho.

Brasil e Canadá voltam a se enfrentar neste sábado, também no Mineirinho, às 10h (horário de Brasília).

Equipes

BRASIL: Bruno, Anderson, Samuel, Murilo, Gustavo Endres e Rodrigão. Líbero: Alan. Técnico: Bernardinho

CANADÁ: Munday, Winters, Lewis, Cundy, Youngberg e Grapentine. Líbero: Wolfenden. Entraram: Mainville, Koskie, Brinkman e Dodds. Técnico: Glenn Hoag

*Foto: seleção comemora mais um ponto/Divulgação*

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Sem categoria | 11:23

Terceiro set: Brasil arrasa Canadá e leva o jogo

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O Brasil passeia em quadra nesse set. Tudo dpa certo: o saque entra, o ataque entra e o contra-ataque entra. Canadá tenta variar as jogadas, mas pára no bloqueio brasileiro ou acha algum braço lá no fundo de quadra.

Para comprovar a inferioridade dos adversários, o Canadá erra o saque o Brasil fecha em 25 a 15 e vence o jogo por 3 sets a 0. Com o resultado, a seleção brasileira segue na liderança do grupo A e o Canadá, com a última posição. Se vencer novamente amanhã e a Coréia do Sul passar duas vezes pela Finlândia, o time de Samuel, Anderson, Bruninho e companhia está classificado para as finais da Liga Mundial.

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Sem categoria | 11:19

Terceiro set: Canadá não se acha em quadra

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Como no começo dessa parcial, o bloqueio brasileiro aparece e pára o ataque canadense (18 a 9). A superioridade nacional é clara. Como prova disso, a vantagem no placar e a expressão de “não sei o que fazer” do técnico Glenn Hoag.

Se o Canadá está usando a Liga como treinamento, precisa melhorar muito para ter chances no Pan-americano, em julho, e na Copa América, em agosto.

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Sem categoria | 11:15

Terceiro set: Anderson larga, bate, explora

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Já do lado brasileiro, quem está virando todas é o oposto Anderson. Ele fez os três últimos pontos brasileiros (14 a 6). E engana-se quem pensa que ele, por ser um jogador pesado, jogue sempre na pancada. Com duas largadas e uma bola bem explorada no bloqueio de Doods, Anderson ampliou a vantagem brasileira nesse set.

Essa versatilidade é fundamental para assegurar um lugar na seleção brasileira. Samuel, que tambpem joga de oposto, sabe fazer isso muito bem e André Nascimento, é alto e tem a vantagem de ser canhoto. Parada dura para ficar com essa posição na equipe do Brasil.

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Sem categoria | 11:11

Terceiro set: Cundy, homem de segurança

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O levantador reserva canadense está usando e abusando de Cundy. Até o momento, ele é o maior pontuador do time, com 11 acertos, e é o homem de segurança do Canadá.

O problema é que do outro lado está o Brasil e Gustavo pára Cundy no bloqueio. Para completar, Samuel saca forte, a bola explode na defesa e sai. Brasil faz 10 a 4.

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Sem categoria | 11:05

Terceiro set: nada passa para o lado brasileiro

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No terceiro set, Bruninho começa sacando bem e fazendo o Canadá trabalhar com bola pelas pontas. Brasil bloqueia uma na saída e uma na entrada e abre 2 a 0. O único ponto do Canadá foi com um saque na rede de Bruninho.

Os brasileiros são um passeio em quadra. Atacam pelo meio com Rodrigão, pela ponta com Anderson e vão se distanciando no placar. Samuel sobe no simples e crava na quadra canadenses: 6 a 2.

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Sem categoria | 11:03

Segundo set: Brasil fecha e faz 2 a 0 no jogo

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E mais uma vez o último ponto saiu das mãos de Anderson. Após um ótimo rali, com direito a defesa de Murilo, armação errada de Bruninho, a bola sobrou para Alan, que levantou para Anderson na saída de rede. O oposto não se intimidou com o bloqueio triplo armado em cima dele, explorou a parede canadense e a bola foi para fora. Brasil fez 25 a 20 e levou mais um set.

Você acha que o jogo acaba agora, no terceiro set, ou o Canadá ainda pode se recuperar?

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