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Arquivo de março, 2007

sexta-feira, 30 de março de 2007 Sem categoria | 14:59

Morte em jogo de vôlei na Grécia

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Um torcedor morreu nesta semana antes de uma partida da Copa da Grécia, um das competição feminina do país. As torcidas de Panathinaikos e Olympiakos começaram a brigar no caminho para o estádio. No meio da confusão, um torcedor foi morto e outros cinco ficaram feridos.

Logo após o Campeonato Mundial do ano passado, o Mundo do Vôlei conversou com Dante e sua mulher, Sibele. O ponta está na segunda temporada defendendo a camisa do Panathinaikos. Ele contou que a torcida grega é fanática e sempre acompanha o time. Já Sibele completou que os mesmos fãs do time de futebol são os que vão ao estádio de vôlei e levam a paixão pelas cores da equipe dos gramados para as quadras.

A esposa de Dante também comentou que se sentia mais segura indo aos jogos do marido no Brasil do que na Grécia. Para ela, a torcida grega dos grandes times de futebol vai para os ginásios e é muito agressiva ou violenta. Sibele vai às partidas de Dante, mas sempre acompanha por amigos.

É normal em um clássico como Panathianaikos x Olympiakos, seja nos gramados ou nas quadras, rivalidade e nervos a flor da pele nas duas torcidas. Mas falta aprender a lidar bem toda essa empolgação e transformar isso em apoio ao clube do coração. Pelo visto, não são só os torcedores brasileiros das organizadas que precisam de limites.

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quinta-feira, 29 de março de 2007 Sem categoria | 12:42

Cimed e Telemig saem na frente nas semifinais da Superliga

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Cimed e Telemig Celular/Minas venceram na primeira rodada das semifinais da Superliga masculina. As duas, donas das melhores campanhas da fase de classificação, não tiveram muitos problemas para passar pelos seus adversários e mostraram estar firmes na briga pelas vagas da final. Será a reedição da decisão da temporada 2005/2006?

O Telemig Celular/Minas foi até Canoas encarar o Ulbra/Uptime. A partida começou bem equilibrada e com maior eficiência no ataque, os visitantes venceram o primeiro set por 26 a 24. O equilíbrio seguiu na parcial seguinte mais uma vez o ataque do Telemig apareceu e o time levou por 25 a 23.

Já o terceiro set foi um pouco mais tranqüilo para os mineiros. Ambas as equipes erraram oito vezes, porém, o Telemig Celular/Minas marcou quatro pontos de saque e levou a vantagem. Venceu por 25 a 18 e fecho o jogo em 3 sets a 0 em 1 hora e 46 minutos. Mais uma vez o atacante Roberto Minuzzi levou o troféu Viva Vôlei, de melhor jogador em quadra. Samuel foi o maior pontuador, com 14 bolas no chão.

Na Superliga do ano passado, o Telemig Celular/Minas também cruzou com o Ulbra na fase decisiva. Na época, eles duelaram nas quartas-de-final e o Minas levou a melhor. Depois passou pelo Unisul e caiu na final contra o Cimed.

Os catarinenses também venceram a primeira da semifinal deste ano e pode estar mais uma vez no caminho do Telemig na grande decisão da competição nacional. O Cimed superou o Unisul/Nexxera em casa, no clássico de Santa Catarina. A disputa começou tensa dos dois lados. O Cimed tem o peso se ser o campeão nas costas e o Unisul foi único que precisou de três jogos para eliminar o Santander/Banespa na série melhor de três das quartas-de-final (venceu a primeira por 3 sets a 2, perdeu a segunda por 3 a 1 e devolveu o placar no último jogo).

Cimed e Unisul também estavam nervosos e erraram muito em toda a partida. Aos poucos, com os ânimos mais controlados, o saque do Cimed entrou e o bloqueio funcionou. Do lado do Unisul, pouca agressividade. Com isso, o atual campeão venceu por 3 sets a 0 (25/21, 25/21 e 25/19). Eder, que junto com o Thiago Alves (Unisul) foi o maior pontuador, com 12 acertos, ganho o Viva Vôlei da noite desta quarta. Agora faltam duas vitórias para o time de Renal Dal Zotto chegar a mais uma final de Superliga.

A próxima rodada das semifinais começa nesta sexta, com Unisul/Nexxera x Cimed, às 18h30, em São José. É a chance do Unisul se recuperar e empatar a série melhor de cinco com a ajuda da sua torcida. Telemig Celular/Minas recebe o Ulbra/Uptime em Belo Horizonte no sábado, às 13h. Se os mineiros vencerem mais uma, podem garantir a vaga para a final também em casa, no terceiro jogo da série, no meio da próxima semana.

*Foto: Levantador Rafinha vibra com a vitória do Telemig/Divulgação*

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segunda-feira, 26 de março de 2007 Sem categoria | 23:23

Semifinais de clássicos na Superliga masculina

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O final da semana foi agitado na Superliga masculina. Com rodada completa, todo mundo entrou em quadra e estão definidas as semifinais do torneio. Dois clássicos vão balançar as arquibancadas do sul e de Minas Gerais.

O atual campeão Cimed foi quem garantiu lugar com mais facilidade. Os catarinenses foram a São Leopoldo e venceram o On Line com saque forte e bloqueio bem armado. O Cimed teve mais maturidade e paciência para fechar o jogo em 3 sets a 0, com parciais de 25/12, 25/19e 26/24. Repetindo o resultado da primeira partida das quartas, o Cimed fez 2 a 0 na série avançou para a próxima fase.

No caminho do Cimed, um velho conhecido de Santa Catarina. O Unisul/Nexxera sofreu, mas passou pelo Santander/Banespa e vai para a semifinal. No primeiro confronto das quartas, o Unisul venceu por 3 sets a 2. No segundo jogo, na sexta-feira, foi a vez do Banespa levar por 3 sets a 1 e empatar a série. A decisão ficou para o domingo. O saque do Unisul/Nexxera funcionou e quebrou a recepção do Santander/Banespa. Para piorar, os paulistas estavam instáveis e não impuseram o seu jogo. Com isso, Unisul devolveu o placar da última rodada, derrotando os donos da casa por 3 a 1 (25/18, 19/25, 25/15 e 25/18).

O primeiro confronto entre os catarinenses do Cimed e do Unisul/Nexxera está marcado para esta quarta-feira, às 20 horas, no ginásio Forquilhão, em Florianópolis. No retrospecto entre as duas equipes, o Cimed leva a melhor, pois venceu no turno e no returno por 3 sets 1. Entretanto, agora é hora de zerar o passado e ver que todos querem uma vaga na final. O Cimed busca o bi e conta com o levantador Bruninho, que já foi para a seleção, com o ponta Filipe, dono de um dos melhores saques da Superliga e com o argentino Marcos Milinkovic, que já foi para olimpíadas, mundiais e ligas. Do lado do Unisul/Nexxera, a experiência do levantador reserva Leandro, ex-seleção, e a juventude do titular Vinhedo. A pontência de Thiago Alves e Sens junto com o veterano Dirceu completam o ataque. Além disso, o time de São José tem como assistente-técnico o bicampeão olímpico Giovane. A Cimed sai na frente pela potência no saque, mas o Unisul pode complicar para o atual campeão.

Na outra semifinal, também dois conhecidos do público que gosta de voleibol. Telemig Celular/Minas, que perdeu apenas um jogo em toda a Superliga, para o Cimed, encara o Ulbra/Uptime, terceiro colocado na fase classificatória. Os dois fecharam a série das quartas-de-final em 2 a 0. Os mineiros passaram pelo Fátima/UCS por duplo 3 sets a 1 e a equipe de Canoas despachou a estreante Sada/Betim também duas vezes por 3 a 1.

Assim como a outra semifinal, Telemig x Ulbra é um clássico nacional e promete ser equilibrado. As duas equipes já levaram três vezes cada uma o título da Superliga. O técnico Mauro Grasso, do Minas, tem nas mãos uma equipe mais madurae acostumada a atuar junta. O levantador Rafinha e os atacantes Ezinho e Roberto Minuzzi já defendem as cores do Telemig há algumas temporadas. Isso faz a equipe mineira ser entrosada e compacta em quadra. Eles sabem aliar saque forte e bloqueio bem armado. Além disso, tem a potência do ataque de Samuel, único jogador da seleção brasileira que ainda está no Brasil. Já o Ulbra tem no banco Percy Oncken, técnico da seleção masculina de base, e em quadra jovens talentos como o ponteiro Theo e o meio-de-rede Lucas. Para chegar à final, o Ulbra precisa mostrar maturidade em campo e não desconcentrar. Se vacilar, o Telemig vai para mais uma decisão. A primeira partida também será nesta quarta-feira, às 19 horas, em Canoas.

A semifinal da Superliga masculina será decidida em melhor de cinco jogos, ou seja, quem vencer três confrontos primeiro, vai para a briga pelo ouro. Façam suas apostas.

Superliga feminina tem Rexona/Ades x Finasa/Osasco na final

Se na competição masculina os homens ainda lutam por uma vaga na decisão, a Superliga feminina já conhece os seus finalistas. Mais uma vez, Rexona/Ades medirá forças contra o Finasa/Osasco para saber quem é o melhor time do Brasil.

O Rexona já havia garantido o seu lugar na final ao vencer três vezes o Cimed/Macaé e esperava a decisão entre Finasa/Osasco e Fiat/Minas. Em Belo Horizonte, na casa das adversárias, deu Finasa em mais de duas horas de bola rolando.

No primeiro set, a experiência do Finasa/Osasco prevaleceu e Elizângela e Paula Pequeno fizeram a diferença, virando quase todas as bolas que recebiam. Apesar disso, o Minas correu e venceu por 25 a 22. Na parcial seguinte, um susto no Fiat/Minas. A líbero Michele deu um encontrão com uma companheira e machucou o ombro. As mineiras ficaram quase todo o set sem a sua principal jogadora de defesa, perderam a concentração e levaram de 25 a 11.

A partida voltou ao normal nos sets seguintes, com o equilíbrio já esperado para o confronto. Michele voltou, melhorou a defesa do Fiat/Minas e ajudou o seu time e vencer o terceiro set por 25 a 21. Porém, o Finasa estava atento e não deixou o Fiat/Minas crescer e fechou a quarta etapa em 25 a 22 e levou a decisão para o quinto set. Aí foi o melhor momento do Finasa/Osasco na partida. Logo no começo do tié-break, as paulistas abriram 6 a 1 e administraram a vantagem até o último ponto. Em um ataque de Paula Pequeno, o Finasa fez 15 a 9 e carimbou o passaporte para a final da Superliga feminina. O Fiat/Minas disputa o bronze com o Cimed/Macaé.

Contando com decisão desta temporada, o Finasa/Osasco disputa a sua sexta final consecutiva. O time de Osasco já venceu três vezes a principal competição do país. No ano passado, o time que era comandado por José Roberto Guimarães também encarou o Rexona/Ades. Quem saiu com o ouro foi a equipe do Rio de Janeiro. Agora, sob o comando de Luizomar de Moura, o Osasco tem a oportunidade de se vingar e de voltar ao topo.

A primeira partida da final, decidida em melhor de cinco jogos, será neste domingo, em Osasco, às 12h30. Quase toda a seleção brasileira estará em quadra. Do lado do Rexona/Ades, a meio-de-rede Fabiana, a atacante Renatinha e a líbero Fabi, além do técnico da seleção masculina Bernardinho. No Finasa/Osasco, a meio-de-rede Carol Gattaz e as atacantes Paula Pequeno e Valesquinha. Também tem a ponta Elizângela e a líbero Arelene, que já vestiram a camisa verde e amarela. A parada será dura e as equipes devem lutar os cinco jogos até uma conseguir sair com a medalha de ouro no peito.

*Fotos: Cimed vibra com após mais uma vitória/Divulgação
Theo, um dos destaques do Ulbra/Uptime/Divulgação
Fiat/Minas tenta passar pelo bloqueio de Valesquinha/Divulgação*

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quinta-feira, 22 de março de 2007 Sem categoria | 10:50

Rexona/Ades vai para a final… De novo!

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Lembra das últimas duas edições da Superliga feminina? Pois ela está perto de acontecer mais uma vez. Há dois anos, Rexona/Ades e Finasa/Osasco decidem a competição nacional. Um ano quem levou foi o Finasa e no outro o Rexona. Nesta temporada, as cariocas já garantiram o seu lugar na grande final.

O time comandado por Bernardinho entrou em quadra em casa esta noite contra o Macaé precisando de uma vitória para se classificar para a próxima fase. Apesar das reclamações do técnico com a inconstância da equipe, o Rexona/Ades venceu e alcançou o seu objetivo.

As cariocas começaram defendendo bem e na frente do marcador. Com a entrada da americana Daniele Scott no Cimed, a equipe de Macaé cresceu. O Rexona ainda salvou três match-points, mas perdeu o primeiro set por 28 a 26. Na etapa seguinte os times se alternaram na liderança. Camila Adão, em quadra desde o set anterior distribuiu bem as bolas e o Rexona venceu por 25 a 23 e empatou a partida.

Na terceira parcial foi o momento do saque do Rexona/Ades fazer estrago na recepção do Cimed. Porém, quando o passe fluminense saia, o ataque era certeiro. Com isso o Rexona ficou na frente a maior parte do tempo, mas o Cimed encostava sempre no placar. As duas equipes fizeram lindas defesas e bons ralis. No final, o saque de Sassá foi preciso e o Rexona/Ades virou a partida com um 25 a 19. O Cimed/Macaé continou passando mal no quarto set e o Rexona aproveitou. A levantadora reserva Camila Adão, que atuou a maior parte do tempo no lugar da Dani Lins, fechou a parcial em 25 a 17 e o jogo em 3 sets a 1 e ainda levou o seu primeiro troféu Viva Vôlei, dado para a melhor atleta em quadra.

A vitória nesta rodada encerrou a série melhor de cinco. O atual campeão Rexona/Ades já havia vencido as duas primeiras partidas, por 3 sets a 2 e 3 sets a 0, e garantiu o seu lugar na decisão da Superliga feminina. Agora as cariocas esperam o resultado de Finasa/Osasco x Fiat/Minas para saber quem vão enfrentar nessa final.

Até agora, o Finasa leva melhor. Venceu a primeira por 3 sets a 0, perdeu a segunda também por 3 sets a 0, mas voltou a vencer as mineiras, por 3 sets a 1, na noite desta terça e assumiu a liderança da série. O próximo confronto está marcado para sábado, ao meio-dia (não mais às 17h como a Confederação Brasileira de Vôlei havia anunciado), no ginásio Arena Telemig, em Belo Horizonte. Se sair com mais uma vitória, Finasa vai para final e repete a decisão dos últimos dois anos de Superliga. Na temporada passada, deu Rexona. Será que nesse ano o Finasa chega à final e dá revanche? É esperar para ver…

Deu a lógica nas quartas da Superliga masculina

As quartas-de-final da Superliga masculina começaram nesta quarta com rodada completa. Todos os times entraram em quadra e levou quem acabou melhor a fase classificatória. Apesar de alguns sufocos e jogos decididos nos detalhes, os favoritos venceram.

O líder e atual campeão Cimed tinha o oitavo colocado On Line/São Leopoldo pela frente. A distância da tabela não favoreceu quem estava na ponta. O On Line complicou a partida e deixou a disputa equilibrada. No segundo set, o Cimed errou mais, mas soube recuperar a concentração e se manter a frente do placar. No final, o Cimed levou por 3 sets a 0, com parciais de 25/19, 25/23 e 25/15.

Outro favorito que saiu com vitória na primeira rodada das quartas foi o Telemig Celular/Minas, que recebeu o Fátima/UCS. Os donos da casa começaram dominando e abriram sete pontos de vantagem. O Fátima buscou, diminuiu a diferença para três, mas perdeu o primeiro set por 25 a 17. A segunda parcial foi mais equilibrada e o Minas venceu de novo, com bons saque e ataque, por 25 a 20. No terceiro set, o Telemig Celular/Minas estava liderando e fez 24 a 21. Com um saque poderoso, o Fátima/UCS buscou e fechou em 26 a 24. Na última etapa, o serviço mineiro mais uma vez entrou bem e o Telemig chegou a 20 a 10 e venceu com facilidade por 25 a 16 e saiu na frente na série.

Na noite desta terça teve também Ulbra/Uptime x Sada/Betim. Diante de mais de 4 mil pessoas, o Sada atuou bem e fez uma partida equilibrada contra o time de Canoas. Só no quarto set que um dos times conseguiu abrir três pontos de vantagem (o Ulbra fez 8 a 5). Nos detalhes, os visitantes se deram melhor e venceram por 3 sets a 1 (25/23, 25/27, 26/24 e 27/25). Mais uma vez, quem acabou na frente na classificatória venceu. O Ulbra chegou a essa fase com a terceira posição, enquanto o Sada/Betim era o sexto colocado.

A rodada ainda reservava um clássico. Em São José, o Unisul/Nexxera pegou o Santander/Banespa. Foi a estréia de Giovane, bicampeão olímpico, como assistente-técnico de Nutti. Os catarinenses usaram bem o saque e o contra-ataque e fecharam o primeiro set em 25 a 19. Eles seguiram bem na segunda parcial, mas erraram duas bolas no final e perderam por 25 a 23. Aí foi a vez do Banespa impor o seu ritmo de jogo. A equipe paulista soube aproveitar os deslizes dos anfitriões, que estavam com um passe irregular, e levaram o terceiro set por 25 a 21. O fundo de quadra do Unisul melhorou no quarto sete com passe na mão, o time venceu por 25 a 21 e empatou o jogo. No tie-break, ataque do Unisul/Nexxera entrou e ele fechou em 15 a 12 e o jogo, em 3 sets a 2. Se o nível continuar assim, essa série promete ser a mais interessante e equilibrada as quartas-de-final.

A próxima rodada acontece nesta sexta. Todos entram em quadra mais uma vez. Cimed, Telemig, Ulbra e Unisul precisam de apenas mais uma vitória para avançarem às semifinais. Se perderem e a série melhor de três ficar empatada, o jogo decisivo será no domingo.

*Fotos: Fabiana, central do Rexona/Ades, ataca contra o Cimed/Divulgação
Samuel, do Telemig Celular/Minas, passa pelo bloqueio do Sada/Betim/Divulgação*

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quarta-feira, 21 de março de 2007 Sem categoria | 00:16

Começa o mata-mata na Superliga masculina

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Acabou a moleza e a etapa de classificação. Agora, quem perder fica mais distante do título. Os oito times finalistas da Superliga masculina já estão definidos e as quartas-de-final começam nesta quarta-feira. Oito disputam quatro vagas para a próxima fase em melhor de três partidas. Quem vai se dar melhor?

O atual campeão Cimed inicia as quartas com o pé direito. Venceu todas as partidas do returno. Passou pelo Sada/Betim por 3 sets a 1 e pelo Unisul/Nexxera, com o mesmo placar, e ainda deu o troco no Telemig Celular/Minas. No turno, o Telemig foi a única equipe que superou o Cimed em um jogo equilibrado e vencido nos detalhes, por 3 sets a 2. Na segunda fase, a história foi diferente. Os catarinenses receberam os mineiros na 14ª rodada e forçaram o saque o jogo todo. Só Filipe fez quatro aces. Com isso, o Telemig teve dificuldade em passar e não impôs o seu ritmo e foi derrotado por 3 a 0 (25/21, 25/20 e 25/22). O resultado, além de gosto de revanche, deu a liderança da competição ao Cimed. Agora, os atuais campeões enfrentam o On Line/São Leopoldo, surpresa da segunda fase.

A equipe de São Leopoldo começou o returno da Superliga masculina com a modesta 11ª colocação e mostrou poder de reação. Na última rodada da classificatória estava com 8 vitórias seguidas e precisava vencer apenas um set para superar de vez o Vôlei Futuro e chegar às finais. O time de atletas veteranos como Kid e Schwanke fez mais. Bateu o Ulbra/Uptime, que já estava seguro na terceira colocação, por 3 sets a 1 e garantiu a sua vaga. A partida Cimed x On Line/São Leopoldo acontece nesta quarta, às 20 horas, em Florianópolis. O On Line terá que se superar mais uma vez para passar pelo time de Renan Dal Zotto, um dos favoritos ao título desse campeonato.

As quartas-de-final dessa Superliga também têm clássico. A Unisul/Nexxera encara o Santader/Banespa, às 19 horas, no ginásio Forquilhão, em São José. As duas equipes são velhas conhecidas e tem jogador que já passou pelo dois lados. O levantador Vinhedo foi campeão com o Banespa na temporada 2004/2005 e agora veste as cores do Unisul. Ambos os times tiveram altos e baixos na competição, mas provaram que sabem encarar adversidades. Na equipe do sul, experiente atacante Dirceu precisou ser improvisado na posição de oposto por causa de contusão dos titulares. Ele se esforçou e deu conta do recado. Os dois trocaram de técnico e não deixaram o nível cair. Essa promete ser a vaga mais disputada para as semifinais.

Ainda vai ter Telemig Celular/Minas, que ficou com a vice-liderança na etapa classificatória, diante do Fátima/USC. A jovem equipe do Fátima começou embalada e bem na Superliga, mas aos poucos foi caindo contra os mais fortes e acabou com a sétima colocação no returno. Vai ser complicado ela passar pelo poderoso Telemig, que tem uma ótima defesa, boa distribuição de bolas com Rafinha e a força do ataque de Minuzzi e Ezinho e Samuel, único jogador da seleção brasileira que ainda atua no País. O primeiro confronto da série melhor de três será às 19h30, em Belo Horizonte.

Para completar, o Ulbra/Uptime encara o Sada/Betim, às 20 horas. O time de Canoas estava bem nas últimas rodadas. Superou o São Caetano/Tamoyo (3 sets a 0) e o Ingá/Álvares (3 sets a 1). No último jogo, perdeu por 3 a 1 para o On Line. O Sada, comandado por Talmo, medalha de ouro em Barcelona, sofreu mais nos últimos jogos. Perdeu por 3 sets a 1 para o Cimed, também por 3 sets a 1 para o Unisul e suou para passar pelo Telemig Celular/Minas, vencendo apenas no tie-break. Na briga direta entre Sada e Ulbra na classificatória, o time de Betim venceu a primeira por 3 a 0 e os jogadores de Canoas levaram a outra por 3 sets a 1. Se o Sada/Betim estiver recuperado dos últimos resultados negativos, a briga promete ser boa.

Finasa e Rexona a um passo da final

A Superliga feminina já está nas semifinais e tem gente bem perto da vaga na decisão. O Rexona venceu os dois primeiros desafios e o Finasa superou uma derrota e voltou a liderar a série. Parece que esse ano terá a mesma final que o ano passado.

O Finasa/Osasco começou a semifinal arrasador contra o Fiat/Minas. Com determinação e jogo agressivo, venceu as mineiras, que erram muito e pareciam desconcentradas, por 3 sets a 0 em casa (25/16, 25/20 e 28/26). Paula Pequeno foi a maior pontuadora, com 13 acertos e levou o troféu Viva Vôlei. Já na segunda partida, revanche do Fiat/Minas em casa. O Finasa sofreu uma pane e o Minas aproveitou. Atacou bem, foi para todos os tempos técnicos na frente e fechou e devolveu os 3 sets a 0 (25/17, 25/18 e 28/26), empatando a série melhor de cinco.

Nesta noite Finasa e Minas entraram em quadra mais uma vez, agora em Osasco. Com a líbero Michele fechando o fundo, oposto Joycinha virando bem e ótima passagem de saque de Thais, as mineiras fecharam o primeiro set em 25 a 19. Na segunda etapa, as paulistas estavam mais concentradas e ninguém conseguiu parar Paula Pequeno. Cebola tentou mudar o time, mas não deu certo. O Finasa abriu vantagem, administrou e venceu por 25 a 12. A equipe de Osasco se distanciou no placar também no terceiro set e o jogo só ficou equilibrado após um ace da mineira Thais no 15 a 15. Aí o bloqueio o Finasa apareceu e o time levou mais um set, por 25 a 22. A parede paulista apareceu mais uma vez na quarta etapa. Junto com bons ataques de Paula Pequeno e da jovem Natália, O Osasco liderou o tempo todo. O Minas tentou reagir, mas era tarde e perdeu por 25 a 20. Agora as duas equipes de enfrentam de novo no sábado, em Belo Horizonte. Se o Finasa/Osasco vencer, está na final. Se o Fiat/Minas levar a melhor, a decisão da vaga vai para o último jogo, no meio da semana.

Na outra briga por um lugar na final da Superliga feminina, Rexona/Ades leva vantagem. Na semana passada, as cariocas abriram a série da semifinal contra o Cimed/Macaé na Baixada Fluminense. Com erros de ambos os lados e troca de domínio o tempo todo, o Rexona acertou mais nos detalhes, encaixou mais o saque e venceu por 3 sets a 2, com parciais de 21/25, 25/20, 25/20, 24/26 e 15/09. O cenário foi outro no final de semana. Em casa, o Rexona/Ades continuou sacando bem, mas soube explorar mais as falhas do Cimed. O jogo começou bem equilibrado e tenso. O time de Bernardinho errava na recepção e se achou em quadra com a entrada de Regiane e Camila. A levantadora Dani Lins passou mal por causa do forte calor no ginásio na Tijuca. Atacando melhor, o Rexona/Ades superou o Cimed/Macaé por 3 sets a 0 (25/22, 25/21 e 25/19).

O Rexona/Ades pode carimbar o ida para a final nesta quarta-feira. Se vencer mais uma vez o Cimed/Macaé, elimina as fluminenses e apenas espera o resultado de Finasa/Osasco x Fiat/Minas para conhecer o adversário da decisão. O confronto será às 18 horas, no ginário Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro.

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sexta-feira, 16 de março de 2007 Sem categoria | 06:18

Nalbert fecha com o Modena

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O jogador Nalbert confirmou a sua ida para o clube italiano Modena. Como o Mundo do Vôlei adiantou, ele embarca no dia 25 de março para a Itália e disputa os playoffs finais do campeonato nacional. No Modena, Nalbert irá atuar ao lado dos brasileiros Ricardinho (levantador) e Murilo (ponta).

Nalbert decidiu no começo deste ano que não jogaria mais vôlei de praia e queria voltar para a quadra. No início desta semana, Bernardinho, técnico da seleção brasileira, afirmou que o atleta estava em uma pré-lista para a disputa da Liga Mundial. Ele usará os reservas na primeira fase, a partir do mês de maio, e Nalbert estará entre eles.

O que moveu o eterno capitão a voltar para as quadras foi a possibilidade de ainda disputar um Pan e uma Olimpíada com o voleibol indoor. Como não era apenas o quinto no ranking na praia, as chances de ir para esses campeonatos jogando nas areias eram remotas, afinal, só se classificam as duas melhores duplas do país.

Você acha que aos 33 anos Nalbert ainda tem pique para o vôlei de praia e para a seleção brasileira? Vamos ver como será a sua volta…

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terça-feira, 13 de março de 2007 Sem categoria | 21:19

Agora é pra valer! Nalbert está de volta às quadras

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Desde o começo do ano, o jogador Nalbert queria deixar as areias e voltar para as quadras. Agora, essa vontade está perto de se realizar. O técnico da seleção masculina de vôlei Bernardinho disse nesta segunda que o atleta está pré-convocado para a Liga Mundial. Nalbert conversou com exclusividade com o Mundo do Vôlei sobre a volta, a experiência na praia, o sofrimento nas areias e já deu até previsão para pegar pesado no batente de novo.

Mundo do Vôlei: Quando que você ficou sabendo que, mesmo sem ter fechado com nenhum clube, já estava de volta à seleção brasileira? Que estava na lista de pré-convocados de Bernardinho?
Nalbert:
Fiquei sabendo agora dessa pré-lista. Eu nem sabia direito como isso funcionava. Sempre fui convocado, já tinha o meu lugar lá, garantido. Nunca tive dúvida de que iria para a seleção. Agora, que sei dessa pré-lista, fico muito contente com a convocação e a confiança do Bernardinho e de toda a comissão técnica.

Mundo do Vôlei: Até a sua saída, em 2004, você tinha o seu lugar garantido na equipe, como acabou de falar. E agora? O Bernardinho disse que você vai ser reserva e vai ter de trabalhar duro…
Nalbert:
Tenho que encarar como uma coisa normal. É o caminho natural. Nada na minha carreira foi fácil. Construir toda a história de 11 anos na seleção brasileira foi uma coisa muito lutada. Eu saí como um dos protagonistas de toda a história e agora volto como se fosse um juvenil. Tenho que ralar para conseguir o meu lugar de volta.

Mundo do Vôlei: Como você vê esses dois anos que passou no vôlei de praia? Sofreu muito?
Nalbert:
Passei por coisas que eu não gostei na praia. Acho que me faltou a oportunidade de jogar com algum top, alguém que já tivesse uma boa pontuação no ranking e aí conseguir crescer também. O caminho mais curto na praia é esse, jogar com alguém bem no ranking, afinal, só quem está na ponta do ranking consegue se classificar para as competições importantes. Mas não me arrependo. A ida para a praia me deu uma arejada. Foram 14 anos seguidos na seleção, desde as categorias de base, sem férias, sem descanso, só trabalho. Valeu ir jogar nas areias porque aos 31 anos eu já estava saciado e na praia eu sofri muito. Perder não é fácil e vi que ainda tinha um espírito competitivo. Por isso a volta para as quadras.

Mundo do Vôlei: E o que te motivou a trocar as conquistas da quadra pela vida dura na praia?
Nalbert:
Eu abri mão de uma posição confortável na seleção para buscar uma coisa nova, um objetivo novo. Queria tentar. E apesar de todas as adversidades e dificuldades, foi uma experiência muito boa e que me fez crescer. Mas eu já estou decidido. Não quero mais ficar na praia. Quero é voltar para as quadras.

Mundo do Vôlei: Por que esse desejo tão grande de jogar vôlei de quadra de novo?
Nalbert:
Vontade de ganhar e estar bem. Queria ir para o Pan. Mas não foi só isso. Também tem a Olimpíada de Pequim no ano que vem. Sou de quadra, prefiro o ambiente da quadra. Lá você convive com um time. Na praia não. É você, sua dupla e o técnico, indo de uma etapa para outra, um campeonato em cima do outro. Isso é muito desgastante. Além disso, o contato com o adversário é mais direto. Eles estão ali do seu lado, o tempo todo. Com isso tudo é muito complicado conseguir se concentrar. Gosto mais da quadra, do grupo, da equipe.

Mundo do Vôlei: O que você leva das praias para as quadras nessa volta?
Nalbert:
Adquiri mais visão de jogo e consciência do meu corpo. Também apurei muitos mais os fundamentos. Vôlei de praia é a superação. Você depende só de você o tempo todo. É o jogo inteiro você e o seu parceiro ali, sem reserva, sem nada. Isso tudo fez eu ter uma cabeça muito melhor. Além disso, aprendi a dar mais valor a tudo o que eu conquistei na minha carreira. Quando se está muito tempo no topo, ganhando tudo, como era o meu caso na seleção brasileira, você esquece de como chegou até ali. Esquece que teve que trabalhar muito. Na praia sofri bastante. Me vi começando do zero, em diversas situações ruim e com muita gente melhor que eu. Acho que agora posso dar mais valor a tudo o que fiz nas quadras de novo. Esse tempo serviu para botar os pés no chão.

Mundo do Vôlei: Como você está fisicamente para trocar as areias pelo chão duro das quadras?
Nalbert:
Não sou mais um garotão, já passei dos trinta. Estou treinando e já estou batendo bola nas quadras. A minha maior preocupação é com o impacto e com alguma lesão no joelho. Na praia já sentia alguma coisa. Mas agüento mais um dois anos na quadra ainda.

Mundo do Vôlei: Sua decisão de voltar para as quadras está mais do que tomada. E o onde vai ser isso? Já sabe qual camisa vai vestir?
Nalbert:
Está quase tudo certo para voltar para a Itália e jogar no Modena. Eu fiz questão de voltar pelo caminho tradicional. Primeiro um clube, depois a seleção brasileira. Sai pela porta da frente e quero entrar pela porta da frente. Lá na Itália terei tempo de jogar os playoffs do campeonato. Serão poucas partidas, mas espero jogar bem para mostrar porque eu voltei para as quadras. A expectativa agora é grande porque serei a peça nova do time e sei que ainda preciso ganhar ritmo. Espero que dê tudo certo.

Mundo do Vôlei: No Modena você vai jogar mais uma vez ao lado do Ricardinho…
Nalbert:
Sim, e isso foi fundamental na minha decisão. Conheço ele desde o começo da carreira, no Banespa. Jogamos muito juntos, nos separamos e nos encontramos na seleção. Respeito muito ele e quero muito jogar ao lado dele de novo.

Mundo do Vôlei: Mas na seleção agora o Ricardinho é o capitão. Acha que tem chances de conseguir a braçadeira de volta?
Nalbert:
Eu tenho muito orgulho de ver o Ricardinho como capitão da seleção brasileira e acho que esse é o momento dele. Quando eu sai, em 2004, tivemos uma reunião e na passagem de bastão eu sugeri ele para o meu lugar. A comissão aceitou e ele está lá até hoje. O Ricardinho é um grande líder e uma referência em quadra.

Mundo do Vôlei: Você pode não ser o capitão de novo, mas e uma vaga no time titular? É esse o seu objetivo?
Nalbert:
Quero voltar para as quadras, ser convocado mesmo, estar entre os 12 da seleção. Ali dentro são todos iguais. Essa é a filosofia de trabalho do Bernardo e é isso que faz o time estar no topo há tanto tempo. Vimos outras seleções boas, mas que um queria mais que o outro e o conjunto acabou não funcionando bem. Para mim não importa estar no banco ou em campo. O importante é estar de volta às quadras, é isso o que eu mais quero.

Mundo do Vôlei: Estamos bem perto do Pan-Americano. Ainda dá para sonhar em disputar os jogos?
Nalbert:
O tempo até o Pan é muito curto. Quero estar bem e tentar um lugar no time. Tem um gosto especial porque será no Rio de Janeiro, a minha casa, e é o único título que essa geração ainda não tem. Por outro lado, sei que está em cima e que é difícil.

Mundo do Vôlei: Você acha que fica mais quanto tempo no voleibol?
Nalbert:
Quero voltar e fechar o ciclo olímpico, o que seria mais dois anos de voleibol, pelo menos na seleção. Em clubes eu ainda não sei. Mas acho que seria difícil continuar por muito mais tempo. Já estaria com 34 anos. A minha vontade é ficar mais dois anos. Aí já será a hora de formar uma nova geração no vôlei, para um novo ciclo. O que eu sei agora é que estou muito tranqüilo e sereno para essa volta.

Mundo do Vôlei: Ainda é cedo para falarmos nisso… Já está com as malas prontas para ir para a Itália?
Nalbert:
Devo partir em 10 dias. Mas estou levando uma malinha, será pouco tempo (risos).

*Fotos: Nalbert com a camisa da seleção na Liga Mundial de 2003/Divulgação
Capitão Nalbert levanta a taça de campeão da Liga Mundial, em 2003/Divulgação*

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segunda-feira, 12 de março de 2007 Sem categoria | 12:35

Levou na Justiça e na quadra!

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Cimed/Macaé e São Caetano/Mon Bijou repetiram neste domingo o segundo jogo das quartas-de-final. Da primeira vez, o São Caetano havia vencido por 3 sets a 2, mas o Cimed pediu a anulação da partida na Justiça alegando erro de arbitragem. Agora, quem levou foi o time da Baixada Fluminense. Com a vitória, o Cimed/Macaé se classifica para a semifinal da Superliga feminina.

A equipe de Sérgio Negrão, que jogava em casa, começou bem e neutralizando os ataques do São Caetano com boas defesas. O mesmo não acontecia do outro lado da quadra. Sem a bola na mão, a levantadora do São Caetano pôde acionar pouco a experiente meio Karin Rodrigues. O Cimed soube aproveitar a vantagem e fechou em 25 a 20.

Na parcial seguinte, o bloqueio fluminense criou uma parede e a equipe abriu 8 a 0. O São Caetano/Mon Bijou reagiu, arrumou o fundo de quadra, mas não foi suficiente para virar o placar. Mais uma vez o Macaé levou, agora por 25 a 13. O terceiro set foi o mais equilibrado, porém as paulistas erram muitos saques. Já o Cimed forçava e arrasava a defesa adversária. Resultado: 25 a 17 para o Cimed/Macaé e 3 a 0 no jogo.

A vida do time de Sérgio Negrão na semifinal não será simples. Ele terá pela frente o Rexona/Ades, atual campeão e que perdeu apenas um jogo na Superliga até agora, para o Finasa/Osasco na última rodada do returno. O Rexona é mais experiente e conta com jogadoras da seleção brasileira como a meio Fabiana, a líbero Fabi e a atacante Renatinha. Além disso, é comandada por Bernardinho. Do lado do Cimed, a maturidade do técnico Sérgio Negrão, a levantadora da seleção Carol Albuquerque e as gêmeas Monique e Michele garantem o bom desempenho da equipe. Entretanto, o time precisa ser mais regular e defender mais para superar o Rexona na próxima fase.

Na outra semifinal, o duelo será entre Finasa/Osasco, que superou o BrasilTelecom nas quartas, e Fiat/Minas, que passou pelo Pinheiros/Blue Life. As meninas de Osasco são as vice-campeãs da Superliga e levam vantagem nessa decisão. Lá estão Carol Gattaz, Paula Pequeno, Valeskinha, Elizângela e a novata Natália, que estão atuando bem na competição. O treinador mineiro Cebola terá de armar bem a sua equipe para segurar as paulistas. Enquanto isso, o Finasa/Osasco precisa segurar a ansiedade em momentos decisivos para não perder sets nos detalhes.

A próxima fase da Superliga feminina começa nesta quarta, dia 14, e será disputada em série de melhor de cinco jogos.

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domingo, 11 de março de 2007 Sem categoria | 11:09

Alguém se candidata a parar o Telemig?

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Mais uma rodada, mais uma vitória do Telemig Celular/Minas na Superliga masculina. O time de Mauro Grasso é o único invicto da competição e está a um resultado positivo de igualar o seu recorde de partidas sem perder. Será que alguém consegue parar os mineiros?

Quem está mais qualificado para esse desafio é o Cimed, atual campeão da Superliga. Até agora, a equipe é o segunda colocada na tabela e só teve uma derrota, justamente para o Telemig, na 14ª rodada da primeira fase. Jogando no Arena Telemig, o Minas fez 3 sets a 2 no Cimed, com parciais de 29/27, 25/21, 25/21, 25/22 e 19/17 em um confronto digno de final de campeonato.

Na última rodada, o Telemig passou fácil pelo lanterna Bento Vôlei por 3 sets a 1. Já o Cimed sofreu um pouco mais para bater o São Caetano/Tamoyo fora de casa, mas levou a melhor e fechou em 3 a 1 (veja abaixo o resumo da 12ª rodada). Cada time ainda tem um compromisso antes do reencontro, que deve decidir quem acaba o returno da Superliga masculina na liderança.

O Telemig Celular/Minas terá pela frente o Unisul/Nexxera. Apesar de a equipe estar na quarta colocação e ter vencido as últimas partidas, a equipe não está na sua melhor fase. O levantador Vinhedo, um dos destaques das edições passadas da competição, não está distribuindo bem e a defesa catarinense ainda precisa melhorar. O Telemig deve passar pela Unisul e chegar ainda invicto para pegar o Cimed. O time de Renan Dal Zotto também deve passar pelo Sada/Betim, próximo adversário e se manter apenas com uma derrota.

As estatísticas dessa Superliga mostram que o Cimed tem os atributos para acabar com a festa do Minas. Os catarinenses têm o melhor saque da competição com Filipe na liderança (14,06% de aproveitamento), seguido por Bruninho (11,92%) e Carbonera (11,5%). Além disso, Bruninho é o melhor levantador até o momento (42,68%) e Jeffe é o melhor líbero (37,34%). Além disso, o Cimed tem uma equipe que mescla jogadores experientes, como o argentino Marcos Milinkovic, titular absoluto da seleção do seu país, e jovens talentos, como Bruninho, capitão mais novo do campeonato. Tem também ótimos jogadores que foram formados no Brasil. É o caso do atacante Filipe. Ele foi campeão também com o Banespa, na edição 2004/2005 e já coleciona diversos troféus Viva Vôlei, dado para o melhor atleta de cada partida.

Mas as 25 vitórias do Telemig Celular/Minas também não vieram por acaso. Os comandados por Mauro Grasso, que também levou o ouro da Superliga 2004/2005 com o Banespa, lideram as estatísticas na defesa, com o líbero Serginho (57,89% de aproveitamento), estão em segundo no levantamento com Rafinha (42,09%) e são os melhores no ataque, com Samuel (44,27%) e Roberto Minuzzi (36,95). Na equipe mineira, os atletas estão acostumados a jogar juntos. Ezinho, Minuzzi, Serginho e Rafinha já estão no mesmo time há algumas temporadas. E mais, Ezinho e Minuzzi têm na bagagem passagens pela seleção brasileira. Para completar, é no Telemig que joga o único campeão mundial que está no Brasil, o ponta Samuel.

Dá para ver que, mais uma vez, o encontro desses dois times será um duelo de gigantes. Será que agora o Cimed se vinga da derrota na primeira fase e leva a melhor? Ou ninguém conseguir parar o Telemig Celular/Minas? É esperar para ver. A briga está marcada para o dia 15 de março, às 20 horas, no ginásio Capeirão, em Florianópolis.

Rodada cheia no final de semana na Superliga

A Superliga masculina teve rodada completa neste sábado. Logo na abertura, o líder Telemig Celular/Minas passou pelo Bento Vôlei, último colocado. Os mineiros se aproveitaram do saque sem força e dos erros de recepção e defesa do Bento para marcar 25/23, 25/18 e 25/16. Confira os outros confrontos da 12ª rodada.

O vice-líder Cimed fez a sua última partida fora de casa da fase classificatória do torneio. Contra o São Caetano, no ABC Paulista, o saque e o bloqueio dos visitantes funcionou bem e eles venceram por 3 sets a 1. Com o resultado, o Cimed já está garantido na segunda colocação da Superliga e briga pela liderança no confronto direito contra o Telemig.

O Ulbra/Uptime, terceiro lugar na tabela, também não teve problemas para superar o Shopping ABC/Santo André em São Leopoldo por 3 sets a 1. O Unisul, quarto colocado, teve uma atuação parecida com a da rodada anterior. Mais uma vez os catarinenses venceram por 3 a 1 de virada e a vítima agora foi o Ingá/Álvares. Também mais uma vez o levantador Vinhedo não estava bem e o time só rendeu com a entrada de Leandro. Dirceu, que atuou na saída de rede, jogou bem e marcou 24 pontos. Foi a oitava vitória seguida do Unisul/Nexxera.

Outra equipe que vem de série de triunfos é o On Line/São Leopoldo. O time cresceu no returno da Superliga e mostra que ainda quer uma vaga entre os oito classificados para as finais. No sábado, a equipe do sul venceu mais uma e chegou a seis jogos sem perder. Ela passou pelo Santander/Banespa e acabou com a série de seis resultados positivos dos paulistas. Agora, o On Line é o nono colocado. Banespa segue com o quinto lugar.

Para fechar a rodada, o Sada/Betim fez 3 a 2 no Fátima/UCS em casa e o Barão/Blumenau passou pelo Lupo/Náutico por 3 sets a 1, em Blumenau.

*Fotos: Filipe, destaque do Cimed/Divulgação
Serginho, líbero do Telemig Celular/Minas/Divulgação*

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sexta-feira, 9 de março de 2007 Sem categoria | 13:25

Cimed vence na Justiça e fica com vantagem na Superliga

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O Superior Tribunal de Justiça Desportiva acatou nesta sexta o pedido de anulação a segunda partida das quartas-de-final da Superliga feminina, feito pelo Cimed/Macaé. O jogo será disputado mais uma vez.

O time da Baixada Fluminense havia perdido por 3 sets a 2 para o São Caetano/Mon Bijou (26/24, 17/25, 25/22, 24/26 e 15/8) e alegavam erro de arbitragem no quarto set. Com a decisão, Cimed e São Caetano repetem esse jogo no domingo, em Macaé, no ginásio Maurício Bittencourt, às 12h30.

Agora quem leva a vantagem na série melhor de cinco das quartas-de-final é o Cimed, com duas vitórias, contra apenas uma do São Caetano. Se vencer no domingo, o Cimed enfrenta o Rexona/Ades na semifinal, que começam no dia 14 de março e também será disputada em melhor de cinco partidas. Se o São Caetano/Mon Bijou levar a melhor, a decisão fica para a próxima terça, dia 13 de março, no ginásio Lauro Gomes, no ABC.

Toda essa agitação só faz o confronto entre o time de Macaé e o do ABC ter mais cara de clássico. As duas equipes tiveram campanhas semelhantes na fase de classificação. Na briga direta, as meninas do ABC venceram a primeira partida por 3 sets a 1 e, no returno, as fluminenses deram o troco e levaram por 3 sets a 0.
O São Caetano ficou na quarta colocação, com oito vitórias em quatorze jogos. Já o Cimed foi o quinto, com uma vitória a menos.

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