Publicidade

Arquivo de outubro, 2006

terça-feira, 31 de outubro de 2006 Sem categoria | 09:54

Brasil arrasa Porto Rico na estréia do Campeonato Mundial

Compartilhe: Twitter

A seleção brasileira abriu o Campeonato Mundial e venceu Porto Rico por 3 a 0 na madrugada desta terça. As brasileiras mostraram superioridade em quadra e que vieram ao Mundial para levarem o ouro.

O Brasil foi melhor no ataque, marcando 43 pontos contra 29 de Porto Rico, e também no bloqueio, 11 contra 8. Para ajudar a vida brasileira, Porto Rico deu, em apenas 3 sets de jogo, 20 pontos de graça para o time de Zé Roberto. “Sentimos a pressão do primeiro jogo”, comentou o técnico porto-riquenho Juan Carlos Nunez. Entretanto, o time brasileiro também deu pontos de graça em erros e precisa ter mais concentração nas próximas partidas para não cometer erros bobos e conseguir manter a regularidade.

Do lado verde e amarelo, a ponta Jaqueline foi um dos destaques. Ela atuou com muita garra em todo o jogo e fez importantes ataques. Além disso, ela mostrou que atacante também pode fazer boas defesas e ajudou a fechar o fundo de quadra, principalmente no terceiro set. Na recepção, também merece destaque a líbero Fabi, que não se intimidou com as bolas de Porto Rico e colocou o passe na mão da levantadora Fofão.

Apesar do placar fácil, o técnico Zé Roberto alertou para o nervosismo das brasileiras.“Como esse foi o primeiro jogo da primeira rodada, nós estávamos tensas, mas assim que entramos em quadra, nós fomos nos sentindo melhor e melhor”, explica a capitã Fabiana. Para Zé Roberto, o Brasil esteve muito bem na defesa, porém ainda precisa crescer em alguns fundamentos. “Nós perdemos muitos ataques e isso é algo que precisamos melhorar”, disse o treinador.

Adversário desconhecido pela frente

O próximo adversário do Brasil no Campeonato Mundial será a seleção do Cazaquistão. O jogo acontece às 2h da madrugada de quarta-feira (horário de Brasília).

As brasileiras precisam de atenção redobrada, pois apesar de pouca tradição no vôlei, o time de Cazaquistão é totalmente desconhecido para a nossa seleção. Na primeira rodada, elas deram trabalho para as americanas, que só conseguiram fechar o jogo no tie-break.

Cazaquistão deve ter uma maneira de jogar parecida com a escola russa, com bolas altas na ponta da rede, e a foi a surpresa das eliminatórias continentais. Para o Brasil continuar vencendo é fundamental armar bem o fundo de quadra e o bloqueio, para parar ou, pelo menos, amortecer os ataques altos.

Na seqüência do Campeonato Mundial o Brasil enfrenta Holanda, Estados Unidos e Camarões.

Outros resultados

GRUPO A

Coréia 3 x 0 Costa Rica
Polônia 3 x 1 Quênia
Taiwan 3 x 1 Japão

GRUPO B

República Dominicana 0 x 3 Alemanha
México 0 x 0 Rússia
China 3 x 1 Azerbaijão

GRUPO C

Brasil 3 x 0 Porto Rico
Holanda 3 x 0 Camarões
Estados Unidos 3 x 2 Cazaquistão

GRUPO D

Peru 3 x 0 Egito
Turquia 0 x 3 Cuba
Itália 1 x 3 Sérvia e Montenegro

*com informações da FIVB
Foto: Líbero Fabi fecha o fundo de quadra/ Divulgação*

Autor: Tags:

sábado, 28 de outubro de 2006 Sem categoria | 10:47

Calma, é hora de manter os pés no chão

Compartilhe: Twitter

A seleção brasileira feminina chega ao Campeonato Mundial no Japão como uma das favoritas ao título. As meninas, que venceram as últimas três edições do Grand Prix, e ganharam o posto de candidata ao ouro por sua força em quadra e determinação. Entretanto, o técnico José Roberto Guimarães lembra que é preciso manter os pés no chão e que Mundial será difícil.

Em entrevista esta semana à Federação Internacional de Voleibol, Zé Roberto disse que o Brasil é apenas uma das favoritas no Mundial, mas outros times tem boas chances também. “Temos quatro, cinco ou seis equipes que podem ganhar. Acho que podemos citar China, Rússia, Itália, Cuba, Brasil, Holanda e Estados Unidos. Gosto muito da Alemanha também”, fala Zé Roberto. O Brasil fez dois amistosos com a seleção alemã na preparação para o Mundail: perdeu o primeiro por 3 sets a 0 e levou o outro por 3 a 1.

O técnico ainda ressalta a dificuldade do Campeonato Mundial, competição que o Brasil ainda não venceu. “Estamos em boa forma, mas temos um grupo difícil com Porto Rico, Holanda e Estados Unidos”, comenta o comandante brasileiro. “E depois, quando os grupos se cruzarem na segunda rodada, vai ficar mais perigoso para todos”, completa.

Apesar de ter pela frente seleções fortes, campeãs olímpicas e mundias, o Brasil sabe que vive uma boa fase. A campanha na conquista do Grand Prix deste ano foi excelente e a equipe brasileira passou por russas, italianas, dominicanas – que são consideradas as melhores seleções hoje em dia. Porém, Zé Roberto prefere manter a calma. “Eu não gosto de pensar nisso”, diz o treinador. “Tenho meus pés no chão. Esse é o nosso sonho, mas eu não sei se é possível. Nós estamos aqui e vamos tentar vencer, porém temos que jogar bem todas as duras partidas que teremos”, finaliza Zé Roberto.

O primeiro jogo do Brasil no Mundial será contra Porto Rico, na próxima terça, em Kobe, às 2h (horário de Brasília)

Autor: Tags:

sexta-feira, 27 de outubro de 2006 Sem categoria | 13:09

Mais uma goleada da seleção

Compartilhe: Twitter

A preparação da seleção feminina para o Camepeonato Mundial mostra que o vôlei não termina quando uma seleção vence três sets. O time de Zé Roberto deu de goleada no Japão mais uma vez por 4 a 1, com parciais de 25/17, 25/20, 21/25, 25/15 e 15/10. Mas existe uma explicação para o placar estranho para o esporte: as equipes decidiram disputar 5 sets, independente dos resultados das parciais.

Diferente do 4 a 1 do meio da semana, as jogadoras do Brasil já entraram em quadra mais concentradas e começaram ganhando. “As meninas melhoram a cada dia. Gostei do treino de hoje com o Japão. É sempre bom jogar com as japonesas, pela velocidade que elas impõem”, comentou o técnico José Roberto.

As brasileiras estão no Japão desde segunda-feira e o resultado de hoje mostrou que elas estão bem mais adaptadas ao fuso-horário. Isso é fundamental para um bom desempenho no Campeonato Mundial, pois todos os jogos exigiram atenção total.

Esses amistosos também ajudam Zé Roberto a decidir qual o time que ira entrar em quadra no Mundial e ter certeza de que todas as atletas estão em boa forma. Como é uma competição desgaste, com jogos seguidos e todos eles podendo decidir o futuro do Brasil, é fundamental ter titulares e reservas bem entrosadas. Assim como na seleção masculina, o time não pode cair de produção com a entrada de reservas ao longo do Mundial.

O campeonato começa no dia 31 de outubro e o Brasil pega a seleção de Porto Rico na estréia.

*com informações da CBV*

Autor: Tags:

quarta-feira, 25 de outubro de 2006 Sem categoria | 14:43

Na terra do Mundial

Compartilhe: Twitter

A seleção brasileira chegou nesta segunda ao Japão, palco do Campeonato Mundial de Vôlei, e não teve descanso. Hoje enfrentaram as donas da casa em um jogo treino e venceram.

A partida foi um esquenta para as duas equipes. O Brasil entrou sem atenção no primeiro set e não acompanhou o ritmo acelerado e as boas defesas do Japão. Nos sets seguintes, a seleção de Zé Roberto acordou e conseguiu bater as anfitriãs por 4 a 1, com parciais de 16/25, 25/13, 25/10, 25/17 e 15/10, para levar o jogo.

As jogadoras justificaram o desempenho abaixo do esperado no inicio do confronto com o cansaço das viagens. “O time começou devagar e contra o Japão não se pode jogar assim”, disse a levantadora Carol. “Mas, aos poucos, melhoramos. Fora o primeiro set, fizemos um bom jogo. Os outros quatro sets foram legais, deu para treinar o time inteiro e para ver que, se vacilarmos, os outros times vêm para cima e ganham”, ressaltou a atacante Sheila.

Enfrentar os japonesas foi uma boa experiência, segundo Zé Roberto para dar ritmo às atletas e pela velocidade de jogo das adversárias. As brasileiras concordam com o treinador e sabem que precisam “acordar” antes do Mundial para não levarem um set como no começo da partida. Apesar de ter feito uma fase de adaptação na Alemanha, as brasileiras ainda sentiram muito a diferença de fuso horário e por isso não estava muito concentrada durante a partida.

Esse jogo foi apenas uma mostra de que a vida da equipe de Zé Roberto pode não ser fácil. Entretanto, a vitória e bom desempenho nos sets finais mostra que o Brasil tem capacidade de recuperação e necessita somente de um tempo e treinamento adequado para se acostumar com o horário japonês.

A seleção começa a busca pelo título inédito no Campeonato Mundial no dia 31, contra Porto Rico, às 2h (horário de Brasília)

*com informações da CBV*

Autor: Tags:

quarta-feira, 18 de outubro de 2006 Sem categoria | 18:45

Brasil 1 x 1 Alemanha

Compartilhe: Twitter

A seleção brasileira se aquece para o Campeonato Mundial em solo alemão e mostra que ainda precisa de ajustes. Sob o comando de José Roberto Guimarães, as brasileiras fizeram dois amistosos contra as donas da casa. Perderam o primeiro e venceram o segundo.

O time chegou à Alemanha na segunda e entrou em quadra na terça-feira para a primeira partida. A equipe brasileira não rendeu e foi derrotada pela anfitriã por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/21 e 25/20. Para Zé Roberto, a Alemanha foi melhor nos contra-ataques e o Brasil sentiu o cansaço da viagem e o fuso horário (quatro horas de diferença).

Já no encontro desta quarta, as meninas do Brasil estavam melhores em quadra, cometeram menos erros, principalmente na recepção, e superaram as alemãs por 3 sets a 1, com parciais de 25/17, 23/25, 26/24 e 25/17. Todas as atletas foram testadas, o que é bom para que o técnico saiba em qual nível está cada uma.

Esses foram os primeiros jogos após a conquista do Grand Prix, no dia 10 de setembro. A equipe alemã não é um adversário difícil, entretanto, deu trabalho para as brasileiras. Isso mostra que a seleção precisa voltar a ter ritmo e seguir os treinamentos fortes que estava fazendo no Brasil. A escala na Alemanha é importante para se acostumar aos poucos com o fuso horário e não sentir muito quando desembarcarem no Japão.

O Brasil precisa voltar ao espírito do Grand Prix e sempre lembrar que as seleções vão chegar com toda a força no Mundial. Lá elas só vão enfrentar equipes simples na primeira fase, mas depois, só se classifica quem for realmente bem. Equipes como Rússia, China, Japão e Itália (atual campeã) podem causar problemas se cruzarem com a seleção brasileira.

O time de Zé Roberto estréia no Campeonato Mundial no dia 31 de outubro, contra as porto-riquenhas, no Green Arena Kobe.

Autor: Tags:

segunda-feira, 16 de outubro de 2006 Sem categoria | 15:14

Seleção para o Mundial

Compartilhe: Twitter

Bernardinho convocou, nesta segunda, a seleção brasileira masculina que vai treinar para o Campeonato Mundial, que acontece no Japão, a partir do dia 17 de novembro. Na lista estão os hexacampeões da Liga Mundial e jogadores da seleção de novos. Sem nenhuma surpresa.

Vão treinar com a equipe brasileira os velhos conhecidos levantadores Ricardinho e Marcelinho, os meios-de-rede André Heller, Gustavo e Rodrigão, os opostos André Nascimento, Anderson, os ponteiros Giba, Murilo e Dante e o líbero Escadinha.

Além deles, Bernardinho chamou o meio Sidão, o levantador Bruno Rezende e o ponteiro Samuel Fuchs, que participaram de etapas da Liga Mundial 2006. O oposto Leandro e o ponta Minuzzi retornam ao time.

Neste período de preparação, o técnico poderá testar diversar formações da equipe e dar oportunidade de novos talentos treinarem com os veteranos e campeões. Com esse pensamento, foram convocados como convidados o meio-de-rede Lucas Saatkamp e o ponteiro Thiago Soares Alves.

Para o Mundial Bernardinho poderá levar apenas 12 atletas. Ele deve manter os atuais campeões da Liga Mundial e mais experientes, afinal, o Mundial é o torneio mais importante para o vôlei junto com as Olimpíadas. Os novos devem aproveitar para ganhar maturidade em quadra e conquistar o seu lugar no grupo.

O Campeonato Mundial começa no dia 17 de novembro e a seleção brasileira está no grupo B, ao lado de Alemanha, Cuba, Grécia, França e Austrália.

Autor: Tags:

sábado, 14 de outubro de 2006 Sem categoria | 14:41

Bernardinho = vitória

Compartilhe: Twitter

Que o Bernardinho levantou a seleção brasileira masculina de vôlei ninguém tem dúvida. Com ele no comando, a equipe venceu quase tudo o que disputou. Levou Liga Mundial, Olimpíada, Campeonato Mundial… E parece que ele está fazendo o mesmo caminho com a seleção brasileira de novos, criada neste ano.

Durante este feriado, os novos atletas treinados por Bernardinho venceram duas vezes a seleção principal da Argentina. A primeira partida foi mais sofrida e o Brasil precisou de cinco sets para superar os hermanos. Já no jogo desta madrugada,a seleção esteve bem melhor e liquidou a partida em 3 sets a 1.

Vale lembrar que a seleção bateu o time da Argentina que estava na Liga Mundial e que vai disputar o Mundial do Japão. Se do lado brasileiro estavam rostos pouco conhecidos e jovens talentos como Minuzzi, Lucas e o líbero Alan, o time argentino contava com o atacantes Milinkovic e Spajic e o líbero Meana. Esses atletas são os grandes nomes do nosso vizinhho. Milinkovic, que atua no Brasil, é o melhor jogador da equipe hermana. Mas nem isso segurou os brasileiros.

Os amistosos e a seleção de novos provam que Bernardinho é sinônimo de vitória no vôlei masculino. E o técnico vai ter uma pequena dor de cabeça para escalar os 12 jogadores que vão para o Campeonato Mundial, que começa dia 17 de novembro. Além dos conhecidos Giba, Ricardinho, André Nascimento, André Heller, Rodrigão, Dante, Gustavo, Anderson, Marcelinho e Serginho, ainda temos Samuel, Sidão, Murilo e mais uma leva de excelentes atletas. O melhor disso tudo? Temos uma geração vitoriosa pela frente e que pode substituir muito bem os ídolos de hoje.

Autor: Tags:

Sem categoria | 13:01

Alemanha, escala para o Mundial

Compartilhe: Twitter

A seleção brasileira de vôlei, após quase um mês de treinamento intensivo, chega neste domingo a Alemanha para mais uma fase da preparação para o Campeonato Mundial, que começa no dia 31 de outubro.

As brasileiras vão encarar as donas da casa em dois amistosos, nos dias 17 e 18 e depois segue para o Japão, palco do Mundial, em 23 de outubro. As alemãs não formam a equipe mais forte da Europa, mas serão um bom treino para o Brasil. A seleção não joga desde o Grand Prix e os amistosos vão dar ritmo às jogadores e o técnico José Roberto Guimarães poderá testar as melhores formações em quadra. Se o Brasil vencer esses jogos, o que é provável, chegará com moral elevado para encarar Porto Rico, Kazaquistão, Holanda, Estados Unidos e Camarões na primeira fase do Mundial.

Tem que decidir

Essa semana foi agitada nas quadras de Saquarema, centro de treinamento da seleção. Zé Roberto precisou cortar uma atleta e reduzir o grupo para apenas 12 jogadores. A escolhida foi Waleskinha. Ela atuava como meio-de-rede e agora tentava um lugar na ponta. A jogadora entrou bem nas partidas que foi escalada no Grand Prix e mostrou que é versátil o suficiente para trocar de posição. Mas quando o assunto é Mundial, é melhor não arriscar. Zé Roberto optou por Jaqueline, Mari, Sassá e Paula Pequeno, que acaba de retorna à seleção após ser mãe.

O técnico escolheu a experiência das atacantes de ponta. Apesar se estar afastada do time, Paula Pequeno já vestiu a camisa verde e amarela e é bicampeã da Superliga, pelo Finasa. A maturidade na posição prevaleceu. Zé Roberto fez uma boa escolha, pois um torneio de alto nível como o do Japão é preciso estar 100% e não ter duvidas. Waleskinha terá o seu lugar na seleção, só precisa de mais tempo na nova posição.

Na equipe brasileira quem traduz a palavra experiência é a levantadora Fofão. Após ter esperado por anos para ser titular do time (era banco de Fernanda Venturini), Fofão é o ponto de equilíbrio do Brasil. Ela é a pessoa pé no chão que segura a empolgação das mais novas. É a veterana em um time que as jogadoras têm 20 e poucos anos. A levantadora faz uma boa mistura com o restante do time.

Entretanto, para brilhar no Mundial, o Brasil precisa mais do que uma levantadora experiente. As mais novas serão cobradas, terão marcação forte no bloqueio e não podem repetir erros comuns a essa seleção, como perder um pouco um foco em jogos fácil ou se abalar quando está atrás no placar.

Os jogos com a Alemanha poderão dizer como a seleção está após a conquista do Grand Prix. É preciso aproveitar esses amistosos para acertar os erros e achar o equilíbrio entre a empolgação de estar na frente, a vontade de vencer e o medo de precisar correr atrás das adversárias.

Confira quem vai defender o Brasil no Mundial

LEVANTADORAS: Carol e Fofão
OPOSTOS: Renatinha e Sheila
PONTA: Jaqueline, Mari, Paula Pequeno e Sassá
MEIO: Carol Gattaz, Fabiana e Walewska
LÍBERO: Fabi

*fotos: CBV*

Autor: Tags: