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Arquivo de setembro, 2006

terça-feira, 26 de setembro de 2006 Sem categoria | 13:15

Itália é mais Brasil

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O campeonato italiano reúne os melhores jogadores do mundo. Saber quem são os melhores na atualidade não é difícil. Eles são os campeões olímpicos, mundial e hexa na Liga e vestem verde e amarelo. Sim, estamos falando dos brasileiros. E eles estão em peso na competição de maior nível do voleibol mundial.

Da seleção brasileira que levantou o caneco da Liga Mundial, 9 dos 12 atletas estão atuando na Itália nesta temporada. Ricardinho e Murilo vestem a camisa do Modena. André Nascimento e André Heller são comandados por Ramadés Lattari no Trentino. Rodrigão está no atual campeão Macerata. Giba segue vestindo a camisa do Cuneo e Serginho, a do Piacenza. Gustavo está no Sisley Treviso e Anderson completa a lista no Taranto.

Esses atletas não tiveram folga após a conquista e já foram para o batente, pois o torneio italiano começou no dia 10 de setembro. Bom para a seleção brasileira, pois seus jogadores não perdem o ritmo e nem a forma física para o Campeonato Mundial, que acontece em novembro.

O Italiano não conta apenas com quem saiu de medalha no peito da Liga Mundial. Brasileiros que já tiveram a sua chance no time de Bernardinho, como Sidão, Leandro, João Paulo e Renato Felizardo, também buscam o seu espaço na Itália, junto com atletas que foram destaques na Superliga, como Bruno Zanuto e Rapha.

Além dos nossos talentos nacionais, a competição reúne os melhores jogadores de cada seleção. A base da equipe italiana, com Fei, Vermiglio, Papi e Cisolla, divide espaço na quadra com Gustavo no Sisley. Vujevic, destaque da Sérvia e Montenegro, está no Perugia, atual líder da competição. Seu compatriota Miljkovic busca o bicampeonato com Rodrigão e o cubano Dennis, que já deu muito trabalho ao Brasil, no Macerata. Falando em Cuba, o veterano Osvaldo Hernandez veste a camisa do Roma.

A competição deste ano está recheada de talentos e promete uma excelente disputa. Ainda é cedo para apontar um favorito, mas é bom prestar atenção no Sisley, Modena e Macerata, que são equipes bem fortes. E agora é torcer para termos brasileiro campeão também na Itália!

Saiba quais são os times com brazucas:

Cuneo: Giba, Manius, Rias e Lucio Oro
Modena: Murilo, Ricardinho, Luis Felipe e Sidão
Piacenza: Serginho
Trentino: André Nascimento e André Heller
Macerata: Rodrigão
Latina: Leandro e Bruno Zanuto
Taranto: Anderson, Marco Pavan e Renato Felizardo
Sisley: Gustavo
Valentia: Rapha e João Paulo

*foto da Federação Italiana de Voleibol*

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sexta-feira, 22 de setembro de 2006 Sem categoria | 22:04

Agora sim, pela porta da frente!

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Nesta semana a Federação Internacional de Vôlei divulgou informações sobre a Liga Mundial 2007 e escolheu Roma, como a cidade sede para a fase final.

Na competição deste ano, a Itália só chegou à fase decisiva da competição porque recebeu o “wild card”, ou seja, um convite da Federação. A seleção italiana não fez uma boa campanha na fase classificatória e ficou apenas em terceiro no seu grupo, lugar que não dava a vaga na fase seguinte. A FIVB, analisando o passado vitorioso da Azurra, decidiu dar o convite para as finais para a equipe de Fei, Papi e companhia.

Na Liga Mundial de 2007 os italianos podem ficar relaxados, pois como sediarão a etapa decisiva, já têm o seu lugar garantido. Dessa vez eles vão chegar às finais pela porta da frente e não simplismente com uma “ajudinha”.

Além disso, o “wild card” também não será mais dado para a seleção que o conselho da Federação escolher. No ano que vem teremos um critério para receber o convite. Passará para a próxima fase o segundo time melhor colocado da fase internacional.

Vamos ver se a Itália faz as honras da casa e mostra o seu melhor voleibol em 2007. E que o Brasil suba no lugar mais alto do pódio mais uma vez!

Confira os grupos da Liga Mundial 2007:

Grupo A: Brasil, Canadá, Finlândia, Coréia
Grupo B: França, Itália, Estados Unidos, Egito
Grupo C: Rússia, Cuba, Sérvia e Montenegro, Japão
Grupo D: Bulgária, Argentina, China, Polônia

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segunda-feira, 18 de setembro de 2006 Sem categoria | 17:45

Primeiro passo rumo ao Mundial

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Hexacampeonato do Grand Prix na bagagem, pouco tempo para curtir com a família e já de volta ao batente. Essa é a cara da seleção brasileira feminina. As meninas, comandadas por José Roberto Guimarães, se reapresentam à equipe na noite nesta segunda para a preparação para o Campeonato Mundial, que começa no dia 31 de outubro.

Zé Roberto manteve praticamente o mesmo elenco que foi campeão na Itália para o Mundial. A única novidade é a volta da atacante Paula Pequeno, que acaba de ser mãe e por isso estava afastada das quadras. Nessa a experiente líbero Arlene dá espaço para Fabi, que fez um ótimo trabalho no Grand Prix. Completam a lista as levantadoras Carol e Fofão; as opostos Renatinha e Sheilla; as pontas Jaqueline, Mari, Sassá e Valeskinha; as meios-de-rede Carol Gattaz, Fabiana e Walewska

A vantagem do time brasileiro para o Mundial é ter um grupo bem entrosado. Essa equipe estava junta desde os amistosos na Holanda, em agosto, na preparação para o Grand Prix. O time pode estar desgastado por disputar duas competições perto uma da outra, mas, pelo menos, todas as jogadoras já conhecem as qualidades e deficiências umas das outras.

Além disso, as atletas já defendem a seleção há um certo tempo. Zé Roberto não vai levar nenhuma novata para o Campeonato Mundial. E ainda vai poder contar com a experiência e liderança da levantadora Fofão em quadra, que segura os ânimos das mais novas, levanta a cabeça quando precisa e puxa quando alguém sobe no salto por achar a partida simples.

Mas é preciso lembrar que as outras equipes também estarão fortes e também estão saindo entrosadas do Grand Prix. A atual campeã Itália mostrou que precisa ajustar a equipe e ganhar mais agilidade. Já as russas, vices no Grand Prix, sempre fazem um excelente jogo pelas pontas, aproveitando-se da alta estatura, e devem estar mordidas com a derrota na final para o Brasil. Será uma competição de tensão em todos os instantes e que promete excelentes jogos.

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quarta-feira, 13 de setembro de 2006 Sem categoria | 00:14

Hexa no Grand Prix e cabeça no Mundial

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A seleção brasileira, comandada por José Roberto Guimarães, desembarcou nesta quarta no País com a bagagem mais pesada. As meninas traziam o troféu do Grand Prix. Esse é o sexto título do Brasil, o terceiro seguido.

Apesar da festa com a conquista, jogadoras e comissão estão focadas no próximo desafio da equipe: o Campeonato Mundial. Essa é a única competição que a nossa seleção ainda não venceu.

As equipes crescem no Mundial e é preciso colocar a conquista do Grand Prix de lado e trabalhar duro. A seleção se reapresenta no Centro de Treinamento no dia 18 de setembro.

“Jogamos contra equipes fortes e isso foi bom para ganharmos ritmo. Agora é treinar e dar continuidade ao trabalho. O Mundial vai ser difícil, mas esse é o nosso objetivo”, afirma Fabiana. “Vai ser complicado desde o primeiro jogo, não teremos moleza”, avisa Sassá.

O Mundial será disputado a partir do final de outubro no Japão. A seleção brasileira vai encarar as melhores equipes e agora, não tem mais essa de testar jogadoras para dar mais ritmo ou coisa no sentido. Todo jogo é importante e o time precisa estar focado.

O Grand Prix foi um excenlente treino. Zé Roberto pôde testar diferentes formações em quadra a seleção respondeu bem, afinal, o Brasil não perdeu nenhuma partida. Agora, testes só nos treinos. Na quadra é atenção total, saque forçado, defesa bem arrumada, bloqueio armado e ataques potentes para a conquista do Campeonato Mundial.

*com informações da CBV*

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Sem categoria | 00:12

Invicto, Brasil é hexa no Grand Prix

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A última vítima da seleção brasileira no Grand Prix foi a Rússia, que caiu na final da competição por 3 sets a 1. O Brasil mostrou que é um dos melhores times no momento e que, nessa competição, não teve para ninguém. Foram 13 jogos e 13 vitórias. No final, o Brasil levou o hexacampeonato e levantou a taça pela terceira vez seguida.

O primeiro set da final começou equilibrado, mas com o Brasil na frente no placar até o segundo tempo técnico. Sassá foi o nome dessa parcial. Ela atuou bem em todos os lugares da quadra e a lenta defesa russa não conseguiu acompanhá-la. Walewska também apareceu bem na rede. Com um erro de saque de Marina Akulova, o Brasil levou o set por 25 a 20.

Na etapa seguinte, a Rússia voltou mais motivada e abriu 14 a 12 com bons ataques de Gamova e Safronova e erros brasileiros. Zé Roberto pediu tempo e isso funcionou. Brasil foi para a quadra com força e Sheila no ataque virou e o time soube administrar o placar, fechando em 25 a 20 mais uma vez.

Entretanto, as russas não se abalaram e deram tudo na terceira parcial. Gamova virou ótimas bolas e a sua equipe ficou na frente do marcador até o 20º ponto. Aí foi que Sheila apareceu mais uma vez e o Brasil empatou em 20 a 20. O jogo seguiu equilibrado e Sheila errou o ataque e a Rússia venceu o set por 25 a 23.

Depois do susto, as brasileiras não queriam correr o risco de precisar decidir o jogo no tie-break. A seleção brasileira impôs seu jogo com Walewska no bloqueio e ataques de Sassá e Sheila. Com isso, não deu chance para as russas e dominaram o set. Resultado: Brasil 25 a 17 e, pela sexta vez, campeão do Grand Prix.

Além do título da competição, o Brasil levou prêmios individuais: melhor líbero e melhor atacante. Confira a lista completa

Maior pontuadora: Ekaterina Gamova (Rússia)
Melhor atacante: Fabiana (Brasil)
Melhor bloqueio: Sara Anzanello (Itália)
Melhor saque: Nancy Carrillo (Cuba)
Melhor líbero: Arlene (Brasil)
Melhor levantadora: Eleonora Lo Bianco (Itália)

*com informações da FIVB*

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sábado, 9 de setembro de 2006 Sem categoria | 12:50

Cuba não é mais a mesma

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A seleção brasileira venceu Cuba na primeira semifinal deste sábado por 3 sets a 0 (25/20, 25/15 e 25/18) e garantiu vaga na final do Grand Prix.

A equipe cubana, que já causou muitos problemas para o Brasil em outras épocas, não é mais a mesma. Elas não têm a mais a força do ataque de Mireya Luiz e nem a parede na rede de Torres. A Cuba deste Grand Prix de mostrou frágil e desconcentrada em quadra. A falta de atenção resultou em 29 pontos de graça para o Brasil em erros. Já o time comandado por José Roberto Guimarães deu apenas 8 pontos para as cubanas.

O técnico cubano apontou a desconcentração de seu time como fator decisivo na partida. “Os dois times sabiam quão importante era esse jogo, mas nós não conseguimos ficar focados em quadra”, disse Felipe Calderon.

Para piorar a situação de Cuba quando a equipe conseguiu impor seu ritmo e abrir no placar no terceiro set, as brasileiras cresceram, souberam lidar com a pressão e fizeram 9 pontos seguidos. Enquanto Cuba não é mais a mesma que já deixou Bernardinho, Márcia Fu e Ana Moser de cabelos em pé, a seleção brasileira segue o seu ritmo forte. Apesar de ser um time novo, tem a capacidade de manter a concentração em quadra, segurar o placar, não se abater e levar o jogo até o final.

O time brasileiro aprendeu, desde que começou a era Zé Roberto, de maneira dolorosa. A derrota para as russas na semifinal da Olimpíada de Atenas deve estar até hoje entalada na garganta do treinador e de Mari, que não jogou bem naquele dia.

Mas agora o Brasil mostra que é um time maduro. Depois de subir no salto em alguns jogos e permitir a reação das adversárias após ter vencido dois sets, as brasileiras souberam lidar com a emoção e agir com a cabeça. O jogo não se vence com dois sets e sim com três e é ainda melhor quando tem uma recuperação invejável como na partida contra Cuba.

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quarta-feira, 6 de setembro de 2006 Sem categoria | 14:29

Só o Brasil entrou em quadra

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A seleção brasileira arrasou a Rússia por 3 sets a 0 (25/15, 25/19 e 25/22) na primeira partida da fase final do Grand Prix. A equipe de Zé Roberto sacou bem e, principalmente, defendeu bem.

O saque brasileiro funcionou em toda a partida. Sheila fez ace, Sassá fez ace… O passe da Rússia não saiu e a levantadora se perdeu em quadra. Com a muitas bolas na ponta e mal levantadas pela Rússia, o Brasil cresceu no bloqueio e impôs o seu jogo. Na rede, Fabiana e Walewska fizeram uma parede.

O Brasil não se intimidou com a altura das jogadoras da Rússia. Gamova e Merkulova têm 2,02m cada uma. Elas são maiores que o nosso melhor jogador no masculino Giba, que não chega à casa de 2 metros. Apesar da vantagem no tamanho, as russas não tiveram nenhuma vantagem na quadra, na habilidade. As jogadas de meio, um dos pontos fortes do time, foram pouco exploradas. A Rússia não entrou em quadra nos dois primeiros sets.

Na útima parcial, tudo indicava que o jogo seria equilibrado. As russas viraram boas bolas, as brasileiras erraram e elas encostaram no placar em 21 a 17. Lembra da Olimpíada de Atenas, quando o Brasil perdeu vários match points e ficou de fora da final graças a Rússia? Parecia que a história iria se repetir. Mas as meninas do Brasil amadureceram, tiveram cabeça no lugar, fecharam bem o fundo de quadra e levaram o jogo.

O Brasil mostrou que, além de sacar bem e bloquear bem, também defende bem. As bolas das russas desviavam no bloqueio e eram aparadas no fundo. As brasileiras estiveram no jogo todo bem posicionadas na recepção e na defesa e isso foi fundamental para a vitória tranqüila.

Agora o Brasil tem um dia de descanso e enfrenta o Japão nesta sexta, às 12h30 (horário de Brasília). Já as russas pegam as japonesas amanhã, no mesmo horário. As duas primeiras seleções do grupo vão para a semifinal.

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segunda-feira, 4 de setembro de 2006 Sem categoria | 14:09

Brasil encara Rússia e Japão na fase final do Grand Prix

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A seleção brasileira está no grupo B vai enfrentar as equipes da Rússia e do Japão na etapa decisiva. Os jogos acontecem, respectivamente, na quarta, dia 6 de setembro, e na sexta, dia 8, às 12h30 (horário de Brasília), em Reggio Calabria.

A Rússia é o único time que não estava na decisão da competição no ano passado e volta com força total para essa fase final. Comandada pelo italiano Giovanni Caprara, a seleção venceu as três partidas da última rodada. A Rússia ainda não enfretou o invicto Brasil no Grand Prix.

Já a equipe do Japão, segunda adversária das brasileiras nessa etapa, não se saiu bem nos confrontos com o Brasil na classificatória. As japonesas perderam duas vezes por 3 sets a 0 para o time de Zé Roberto.

No outro grupo da fase final estão China, Cuba e anfitriã Itália.

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domingo, 3 de setembro de 2006 Sem categoria | 13:38

Ninguém é páreo para o Brasil no Grand Prix

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A seleção brasileira terminou a participação na fase classificatória do Grand Prix na primeira colocação e com uma campanha impecável: 9 vitórias em 9 jogos. A última vítima brasileira foram as japonesas, que foram derrotadas em casa por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/21 e 25/18.

Na partida desta manhã, o Brasil teve que superar o jogo rápido e a excelente defesa japonesa, características marcantes da escola asiática de voleibol. Aos poucos a equipe brasileira se acostumou com o ritmo forte das japonesas e com o grande barulho da torcida e pôde impor o seu jogo. Fofão, levantadora e capitã, distribuiu bem as jogadas e fez o Brasil furar a defesa nipônica.

Se o ponto alto do Japão era o fundo de quadra, as brasileiras foram superiores no bloqueio. Com o saque bem colocado para tentar quebrar o passe das adversárias, a equipe de Zé Roberto fez 11 pontos de bloqueio, contra apenas 4 da seleção japonesa. Sheila e Fabiana marcaram 4 pontos cada. Sheila també foi a maior pontuadora em quadra, com 17 bolas no chão.

Próximo passo

O Brasil precisa agora focar na fase final da competição, que começa nesta quarta, na Itália. Também estão classificadas a seleção do Japão, apesar da derrota, Itália, China, Cuba e Rússia.

A única equipe que o Brasil não enfrentou ainda na competição é a Rússia, conhecida por ser um time alto, com forte bloqueio e excelentes bolas na ponta. Para pegar equipes com essas características é necessário sacar muito bem para quebrar o passe. O time brasileiro evoluiu nesse fundamento ao longo da competição, mas quando perde a concentração ainda erra muitos serviços.

Por outro lado, o psicológico das jogadoras se mostrou mais equilibrado. Nos jogos dessa semana, as atletas souberam jogar sobre pressão e virar o placar quando estavam perdendo. E o mais importante, não “subiram no salto” depois de terem ganhado os dois primeiros sets de algum jogo.

Que venha a fase final e que a situação continue a mesma para o Brasil: sem nenhuma equipe sendo páreo para a nossa seleção.

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sábado, 2 de setembro de 2006 Sem categoria | 13:24

Brasil supera o drama da República Dominicana

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A seleção brasileira esqueceu a dramática vitória sobre a República Dominicana da semana passada e passou fácil pelas adversárias. O time de Zé Roberto bateu as dominicanas por 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/22 e 26/24.

Diferente da primeira partida, o Brasil esteve mais concentrado em quadra e dominou grande parte do jogo. Mas ainda sofreu com o bom saque das dominicanas, que conseguiu quebrar o passe brasileiro, principalmente no terceiro set. Quem comandou a reação do outro lado da quadra foi Echenique, que marcou 5 pontos de saque, dos 8 que a República Dominicana fez em toda a partida. Nesse fundamento o Brasil ainda precisa melhorar. A seleção marcou apenas um ponto, com um serviço de Walewska.

Já no bloqueio, Brasil foi mais eficiente. Fez 11 pontos e a melhor na rede foi a meio Carol Gattaz, que entrou no meio da partida no lugar de Walewska. As dominicanas marcaram 7 pontos na parede da rede.

O Brasil precisa arrumar o fundo de quadra e defender melhor o saque. Na fase final, que começa nesta quarta-feira, a seleção vai encarar equipes de saques potentes e bem colocados. Por outro lado, o time mostrou evolução na parte psicológica. Não se abateu com a reação dominicana no final da partida, virou boas bolas e levou o jogo. As meninas melhoram de produção a souberem ter a cabeça no lugar. Isso é fundamental para a fase decisiva do Grand Prix.

O último adversário do Brasil na fase de classificação será o Japão, às 6h (horário de Brasília).

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